Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Losin Control || 22

por ivy hurst, em 11.04.17

 

LC22.png

 

 

------------------------------------------------------------------------

 

- Não quero pensar mais sobre isso. Podemos ir a algum sítio, fazer algo que me abstraia disto? Por favor. - Quase implorou, olhando-o profundamente.

 

O moreno assentiu de imediato. - Sim, claro. Veste qualquer coisa rápida e confortável. Até é melhor assim, eles fazem o trabalho deles e tu ficas mais segura. - Argumentou, levando-a de volta para o quarto, vestindo-se também.

 

Agnes acatou as ordens do moreno, vestindo algo bastante prático e rápido, de maneira a não perder muito tempo a arranjar-se. - Onde vamos? - Procurou saber curiosa, olhando para Tom que ajeitava o seu cabelo ao espelho.

 

- Para um dos meus abrigos. É mais seguro lá. É um loft, tem uma vista bonita, tu vais gostar. - Comentou ao terminar de se arranjar, dando-lhe depois a mão. Na mão livre, Tom levava a sua arma. Com um psicopata daqueles, nunca era seguro. Assim que conseguiram chegar a um dos carros dos amigos de Tom, entraram no mesmo e não tardaram a seguir caminho. - Podes ligar o rádio. Está tudo bem. - Murmurou, pousando a mão na coxa dela, acariciando-a. - Fecha os olhos, amor.

 

- Porque é que queres que eu feche os olhos? Vou adormecer. - Resmungou, olhando-o com um beiço de menina mimada. Depois de um breve suspiro resignado, acatou o pedido do moreno e lá fechou os olhos, agarrando-lhe primeiro na mão que permanecia sobre a coxa dela.

 

- Porque eu quero que relaxes um pouco, amor. Só isso. Prometo que não adormeces. Não deixo. - Beijou-lhe a mão com carinho, largando-a de seguida para poder levar a sua até ao íntimo dela e acariciá-la suavemente por cima da roupa. - Melhor?

 

A mais nova arqueou as costas com aquele toque, agarrando de repente no pulso de Tom mas sem o afastar. Fora apanhada de surpresa mas aquilo agradava-a! - Muito melhor, podes continuar mas aí sobre a roupa... - Avisou antes de o encarar com os seus olhos a transbordar luxúria naquele momento. Sem mais demora a sua mão deslizou para dentro das suas calças e da roupa interior, penetrando-se com dois dedos enquanto soltava leves gemidos de prazer. Agnes sabia o que aquilo ia causar em Tom!

 

A sorte do moreno era ele ser demasiado bom ao volante, pois assim conseguia também prestar atenção a Agnes e ao que ela fazia. Estava mais do que agradado e alguns minutos depois, isso já era notório. - Adoro ver-te e sentir-te assim. - Murmurou de forma sedutora, acelerando as carícias. - Quero ouvir-te mais, amor.

 

- Tens que parar de ser fofo, de me chamar amor. - Brincou enquanto se penetrava a si mesma com mais profundidade devido às incessantes carícias de Tom sobre os seus dedos. - Sabes o que adorava mesmo? Masturbar-me só para ti, tinhas que ver fazer-me isso na perfeição. Porque assim não vês, só imaginas! - Comentou divertida contra o ouvido dele.

 

O moreno aproveitou o facto de estarem perto de um local praticamente abandonado e saiu assim da estrada principal, indo estacionar no local. Desligou o carro e retirou o cinto, olhando-a depois. - Estou atento agora, já não preciso de imaginar, posso ver tudo.

 

- És sempre tão prático Tom Kaulitz. - Comentou de sorriso perverso, descalçando rapidamente os seus ténis e retirando as suas calças sem grandes demoras. - Tens a certeza que queres ver? É que vais ter que estar quieto, não me podes tocar. - Informou enquanto se encostava à porta do carro, de frente para o mais velho e dando-lhe já uma vista bastante privilegiada da sua zona íntima.

 

Com o seu sorriso naturalmente perverso, Tom assentiu e trancou as portas do carro, afastou o seu banco do volante e virou-se um pouco para ela, para ver melhor. Meteu as mãos nos seus bolsos e observou-a atentamente. - Eu sou mais forte do que tu pensas. Estou mais do que pronto.

 

- Vou apenas deixar que sejas tu a dizer se meto mais dedos ou não. - Disse sorridente, penetrando-se de novo com os dois dedos iniciais e de forma bastante lenta, deixando-o ver a sua vagina adaptar-se aquele estranho corpo.

 

- Eu não vou dizer absolutamente nada, quem manda és tu e vais fazê-lo à tua vontade. Eu sou só um mero espectador muito interessado, mais nada. - Piscou-lhe o olho e mordiscou o seu lábio inferior, permanecendo calado logo de seguida. Os olhos dele iam percorrendo o corpo dela para ver cada reação do mesmo, mas na maior parte das vezes ele concentrava-se mais no rosto dela e claro, na mão que tanto a satisfazia.

 

E Agnes prosseguia com aquela tentativa não completa de se satisfazer e não completa, porque sabia que para se satisfazer de uma forma total, tinha que ter a ajuda de Tom. Os gemidos saiam da boca da morena sem qualquer tipo de contenção, alguns mais altos que outros e sempre cada vez mais intensos, mas não o suficiente para ela. - Quero-te tanto... - Murmurou ela, olhando-o com os seus olhos grandes, cobertos por uma luxúria inigualável. Até à beira de uma fuga para um sítio seguro, Agnes sentia necessidade de ser fodida por Tom.

 

Por muito excitado que Tom estivesse com tudo aquilo, ele não se mexeu nem um bocadinho, fosse para mudar de posição ou para tocar nela. - É só pedires e eu dou-te tudo aquilo que tu precisas. Só tens de pedir.

 

- Eu mesma o faço sem ter que te pedir. - Acabou por dizer, colocando-se no colo do moreno e beijando-o sem mais demoras, enquanto as suas mãos tratavam de desapertar as calças do moreno de forma apressada. - Mas sabes perfeitamente que quero que me preenchas, que me fodas...com força. - Sussurrou, arrastando cada palavra em direção ao ouvido de Tom.

 

No mesmo instante em que ela se moveu, o moreno tirou as mãos dos bolsos e ajudou-a a vir para o seu colo, afastando um pouco mais o banco para terem espaço. - Estás a torturar-me à tempo demais por isso eu agora vou ser tudo menos meigo. - Informou, aproximando os lábios do ouvido dela depois de a beijar intensamente. - Vou usar e abusar, vou fazer-te gritar e não me vai interessar se queres que pare ou não. Eu só vou parar quando eu quiser, quando eu estiver satisfeito. - Depois dos avisos dados através de sussurros, Tom penetrou-a de uma só vez, à bruta, começando com as investidas logo de seguida.

 

Agnes gritou assim que sentiu aquela investida bastante profunda e sorriu, agarrando-se ao pescoço do moreno enquanto tentava manter o seu corpo imóvel, de maneira a que Tom fizesse dela o que quisesse. - Faça o que quiser Doutor. - Disse num gemido.

 

- Podes apostar que faço. - Avisou num gemido rouco, agarrando-a pela cintura assim que acelerou as investidas, mas sem deixar de ir o mais fundo possível. - Levanta essa camisola, caralho. - Resmungou ao encará-la, esperando que ela o fizesse. Ele sabia que ela não tinha vestido um soutien e isso era bem mais prático para aquele momento.

 

Com a maior calma do mundo, Agnes despiu o seu casaco e atirou-o para o banco do lado, esforçando-se para permanecer calada mas de expressão desafiadora, que sabia que iria irritar ainda mais o rapaz. A camisola levantou-a apenas até metade dos seus seios, fazendo no fim de contas o que ele pedira, levantá-la. - Está frio, não pode passar daqui. - Informou num tom que soasse mais a uma bitch do que a uma namorada fofinha.

 

- Que se foda. Eu quero lá saber se tens frio ou não. - Num movimento rápido, Tom levou as duas mãos à camisola dela e rasgou-a sem grande dificuldade. Afinal todos aqueles exercícios manhosos no ginásio davam jeito para algo. - Se tu continuas a conter-te e calada, juro que não te deixo vir de maneira nenhuma. - Ameaçou, dando uma última investida mais brusca, ficando completamente enterrado nela. Passou então a atenção para os grandes seios dela, dedicando-se a um dos mamilos, beijando-o e chupando-o com calma.

 

- Só tenho agora o casaco. - Rosnou, dando-lhe um soco no braço antes de se desfazer do trapinho em que a camisola ficara. A vontade que Agnes tinha de gemer era mais do que muita, mas o seu auto controle também era superior, juntando com a vontade que tinha em deixar Tom fora de si. - Atreve-te a não me fazeres vir que vais ver como fica a tua pele toda. - Ameaçou, mordendo-lhe um ombro para calar mais uns quantos gemidos. Apenas grunhidos se ouviam por parte da morena e visivelmente bastante contidos.

 

Ao contrário de Ness que se continha, Tom deixou escapar um gemido bem alto quando ela lhe mordeu o ombro. - Como se eu me importasse, morde-me à vontade. - Resmungou, levando a boca ao outro mamilo dela, chupando-o com força enquanto mantinha um ritmo rápido nas investidas. Desta vez era Tom que não se continha nem um pouco.

 

Agnes soltou um leve gemido, agarrando-se aos ombros do moreno com força, da mesma maneira que apertava as paredes do seu íntimo. - Às vezes apetece-me bater-te. - Rosnou, olhando-o nos olhos.

 

- E a mim apetece-me vir-me todo dentro de ti. - Gemeu, beijando-a com urgência, puxando-lhe o cabelo para trás ao sentir-te perto do orgasmo. Mesmo assim conteve-se e continuou, mais devagar.

 

- Estás quase a vir-te Tommy e ainda não me deste um orgasmo? - Picou, passando o seu dedo indicador sobre o peito dele, provocadora.

 

- Ah, mas eu avisei-te que este momento era para mim e não para ti. - Murmurou-lhe com um sorriso traquina, mordiscando-lhe o pescoço de seguida. - Se eu quiser, só acabo de tratar de ti quando chegarmos ao loft. Não és só tu que mandas aqui, não. Também mando e muito.

 

- Então arranca para o Loft baby, temos mais espaço, aqui é apertado. - Afirmou mordendo o lábio inferior. - Vá quero que me fodas em condições, aqui quase que não te mexes. - Resmungou a morena, beijando-o com mais cuidado.

 

- Tens a certeza que preferes acabar lá no Loft? Realmente temos mais espaço por lá, sempre posso atirar-te para a cama, ou para uma mesa qualquer. - Brincou, passando-lhe o polegar pelo lábio inferior dela antes de a beijar. - Mas não vais de casaco só, nem pensar. - Ele resmungou de imediato e esperou que ela voltasse ao lugar dela, para depois ajustar o banco e despiu a sua camisola no final. - Toma.

 

- Não quero, vou só de casaco e para no Aldi, quero comprar comida. - Avisou enquanto vestia as suas calças e o casaco, apertando o mesmo até ao pescoço. - Vá, despacha-te! - Olhou-o indignada.

 

- Queres sim senhora e acabou aqui a conversa. - Ordenou, deixando a camisola dele no colo dela, apertando depois as calças e ligou o carro, seguindo para o supermercado de seguida. - Eu tenho comida no Loft, mas podes comprar o que quiseres.

 

- Não quero esta merda, não me chateies com isto. - Resmungou, atirando-lhe de novo a camisola para cima. - Quero comprar um bolo que lá há. - Explicou sorridente, como se fosse um desejo bastante agravado.

 

- Teimosa! - Respirou fundo e vestiu a camisola rapidamente enquanto conduzia numa velocidade moderada e numa reta. Riu baixinho ao ouvir o que ela disse e a forma como o disse, sorrindo quando estava pronto e podia olhar para ela. - Estás com desejos, baby?

 

- Desejos de uma não grávida, pode chamar-se assim. - Riu-se, agarrando no seu telemóvel. - Precisas de meter gasóleo nisso, não queres parar numa bomba de combustível? - Questionou, apontando para o ponteiro da reserva.

 

- Um dia vão ser os desejos de uma grávida mesmo. Tenho a certeza. - Sorriu de forma bastante carinhosa e passou-lhe a mão na barriga com ternura, assentindo entretanto. - Sim, só ainda não fui porque não passámos por nenhuma. - Riu, olhando-a enquanto conduzia. - Seguras no volante, por favor?

 

- Quero ver como vais esconder essa pila gorda dentro das calças. - Gozou, agarrando no volante com segurança e efetuando todas as curvas na perfeição. - E não vamos fazer planos para o futuro, sobre algo que tenho quase como garantido que é impossível. - Pediu com um sorriso, beijando-o por fim de forma carinhosa.

 

Tom aproveitou o momento para acabar de ajeitar a sua roupa e retirar o telemóvel do bolso, lendo a mensagem que tinha recebido. O moreno ficou tão contente que não foi capaz de esconder o seu sorriso vitorioso. Até os olhos dele brilhavam! - Eu não digo que seja impossível, tenho esperança. - Comentou completamente feliz, voltando a pôr as mãos no volante quando já estava pronto.

 

- Que merda de mensagem foi essa para estares com esse sorriso? - Procurou saber, olhando-o com o seu sobrolho erguido enquanto se ajeitava de novo no banco. - Tens uma bomba de gasolina ali à frente. - Apontou, ajeitando o cinto sobre o peito e seguidamente o cabelo com uma expressão meio chateada.

 

Tom colocou a mão na coxa da namorada depois de estacionar o carro e olhou-a. A gasolina ficava para depois, aquela notícia era mais importante. - A mensagem tinha uma notícia muito importante. - Respirou fundo, acariciando-lhe a coxa com calma. - Acabou o teu pesadelo, amor. Acabou.

 

Agnes olhou-o de imediato, agarrando na mão dele com alguma força. - Mataram-no? - Procurou saber, sentindo o seu coração aos pulos como se quase lhe fosse sair pela boca. - Oh meu deus...

 

O moreno assentiu de imediato, sorrindo largamente. A morte não costumava ser motivo de felicidade, mas aquele era um caso bem diferente. - Vão enterrá-lo agora, amor. Não precisas de te preocupar mais, meu amor. Já acabou. Eu disse-te que tratava dele. - Murmurou, beijando-a apaixonadamente. - Desculpa por não teres sido tu, ou eu, mas eu prefiro que estejas a salvo. Podia ter-te acontecido algo lá...

 

- Não o enterrem. Eu quero cortar-lhe aqueles tomates com uma faca e vender no talho. - Rosnou num misto de raiva, antes de entrar em pranto. - Aquele filho da puta destruiu-me a vida Tom. - Soluçou, tapando a cara com ambas as mãos.

 

Ele puxou-a para si e abraçou-a com força. - Eu sei amor, eu sei. Ele agora é só um corpo morto, por isso se tu assim quiseres podes fazê-lo. Podes disparar, esfaquear, o que quiseres. Desde que isso te ajude...

 

- Só peço que o pai dele depois não me meta ao barulho. Tom, como é que vamos encobrir esta história toda? - Procurou saber, olhando o moreno ainda com as lágrimas a caírem-lhe dos olhos. Tudo aquilo a estava a assustar, ao mesmo tempo que a deixava aliviada.

 

- Não precisas de te preocupar com nada disso, amor. Os meus homens sabem perfeitamente o que fazem e ninguém, mas absolutamente ninguém te vai meter ao barulho. Nem pai, nem tio, nem periquito. Não precisas de te preocupar com mais nada, confia em mim. - Pediu-lhe, transmitindo-lhe ao mesmo tempo alguma confiança. - Para além disso, inimigos não lhe faltavam. Já para não falar que não seria a primeira vez que ele desaparecia do mapa sem avisar ninguém, pelo que sei. Assim sendo, podemos mesmo dizer que isto acabou, amor. Acabou este pesadelo. Não vamos ter de nos preocupar mais com aquele monstro nunca mais.

 

- Eu sei disso mas não nos podemos esquecer da tua ex...essa sim ainda me preocupa e muito. - Confidenciou enquanto limpava os olhos com calma. - É tão frustrante tudo isto...

 

- Sinceramente, o Daniel preocupava-me mil vezes mais do que a Ria. Se não fez nada até agora, duvido que o faça entretanto ou no futuro. Se não resolveu o divórcio a bem, irá resolvê-lo a mal. Estou cansadíssimo das fitas dela. Se dei conta de um psicopata, posso perfeitamente tratar da outra aspirante a psicopata. - Falou ade forma séria, sem a largar. - Não penses nisso agora, amor. Nem nele, nem nela. Pensa apenas que estamos um passo mais perto daquilo que queremos.

 

- Pode até ser aspirante a psicopata mas não deixa de nos incomodar. Sabes lá se não tenta meter em prática os planos do Daniel? Eles estavam feitos Tom, aposto contigo tudo o que quiseres. - Comentou calmamente, olhando a paisagem devagar. - É frustrante mas não quero mesmo pensar nisso agora, podemos simplesmente seguir com a nossa vida? - Olhou-o, roçando depois o nariz no maxilar do moreno.

 

- Não me espantava se estivessem feitos um com o outro. Eu já tratei de um, posso perfeitamente tratar dela também. Se eu descubro que ela anda sequer a planear algo, mato-a. - Falou com um ar zangado. Só de pensar naquilo ele ficava tenso. - Podemos, babe. E vamos seguir com a nossa vida, porque já passámos por demasiada merda e merecemos ser felizes.

 

- Comecemos pelo Aldi para ir buscar o meu bolo. - Pediu, rindo-se divertida enquanto pensava já naquele seu bolo favorito. - E depois temos trabalho para acabar no Loft. - Sorriu, passando a mão pelo seu membro ainda ereto.

 

- Estou a ver que a minha Agnes hoje está cheia de desejos e não os esquece de maneira nenhuma. - Brincou, arrepiando-se e respirando fundo assim que sentiu a mão dela a tocar-lhe. - Está quieta, amor. Vá lá... - Pediu baixinho, remexendo-se no banco do carro. - O Aldi não fica muito longe daqui, por isso controla-te, vá.

 

- Eu estou controlada, tu é que tens que controlar o Tommy. - Brincou, ajeitando-se novamente no banco. - Hoje vamos sair. - Guinchou contente, batendo palminhas como uma pequena criança.

 

- Tu sabes perfeitamente que estou longe de estar controlado, por isso não me provoques ainda mais, amor. - Resmungou de forma engraçada, assentindo de seguida. - Já não sei o que é estar horas sem ti, vai ser tão estranho. - Ultimamente eles estavam sempre juntos e aquela seria provavelmente a primeira vez que ficariam afastados durante horas. - Vais ver o que te vai acontecer quando chegares.

 

- Isso digo-te eu a ti. Se eu estiver com uma bebedeira em cima, não vai haver nada que te salve. - Avisou sorridente, dando-lhe uma leve palmada na coxa do moreno. Assim que sentiu o carro parar, retirou o cinto e agarrou na sua mala de mão. - Vamos lá!

 

- Dizes-me a mim? Estou cheio de medo já! - Brincou com ela, saindo do carro depois de desligar tudo. Trancou o veículo e seguiu com ela para o supermercado, seguindo-a. - Leva o que quiseres, eu ofereço.

 

- Olha ele, não preciso que me ofereças. Um dia vamos comparar a nossa fortuna, pode ser? - Brincou, olhando para ele por cima do ombro e abanando o seu rabo enquanto andava para o provocar. - Essa tesão, oh mano. - Gozou, rindo-se divertida.

 

- Não te ofereço por pensar que precisas, mas sim porque quero. Não faz mal nenhum pagar-te o bolo e o que quiseres mais, ou faz? - Encolheu os ombros e respirou fundo, olhando para outro lado. - Já não te chega ter, não sei quantos pares de olhos, a olhar para mim?

 

- Coitadas, deixa-as olhar amor, quem chupa isso seu eu. - Comentou naturalmente, estendendo-lhe a mão para que ele segurasse. - Não se nota muito com a camisola mas ainda me dás mais excitação assim. - Confidenciou.

 

Tom deu-lhe a mão e entrelaçou os seus dedos nos dela, revirando-lhe os olhos com um ar divertido estampado. - Podemos não falar mais sobre excitações e afins, please? - Arrastou a última palavra, como se fosse um miúdo a pedir um brinquedo novo à mãe.

 

- Sim, podemos parar de falar sobre isso. - Afirmou divertida, beijando-o com dedicação. - Queres comprar algo aqui? - Procurou saber enquanto agarrava num cesto à entrada do supermercado.

 

- Não babe, acho que não preciso de comprar nada. Compra os doces todos que te apetecer que eu ofereço, amor. - Beijou-lhe a testa carinhosamente, olhando para trás de forma repentina.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:09
editado por Daniela C. às 22:33


6 comentários

Imagem de perfil

De a 11.04.2017 às 15:33

Ahh! Nem acredito que eles se livraram de um problema! Adeus, Daniel! Fico contente por ele ter sumido do mapa e não mais os ir chatear! Eu espero, também, que eles não tenham problemas nenhuns, mas confio na palavra do Tom: se ele tem tudo controlado e diz que não, então é não xb Agora, Ria, és a próxima 😈 Achei o momento no carro realmente picante e...socorro, é preciso dizer que gostei? xD Quando leio este tipo de cenas nesta fic sinto-me mesmo porca xD Mas que posso fazer? Está sempre no ponto! 👌👌👌👌
Fico à espera do próximo capítulo! Beijinhos para as duas :)
Imagem de perfil

De ivy hurst a 11.04.2017 às 15:45

Adeuzinho Daniel! :D
Nós adoramos escrever este tipo de cenas, e saber que vocês adoram lê-las deixa-nos ainda mais contentes :D
Somos todas umas porquitas, deixa lá... É num bom sentido! xD
Muito obrigada, beijocas ♥
Imagem de perfil

De a 11.04.2017 às 15:46

Vocês escrevem-nas mesmo bem! É impossível não ficar sempre entusiasmada por ler coisas dessas xD
Imagem de perfil

De ivy hurst a 11.04.2017 às 15:56

Aww, muito obrigada! :D
Imagem de perfil

De twilight_pr a 12.04.2017 às 22:51

Finalmente o problema Daniel terminou e está totalmente excluído do mapa, agora só se têm de preocupar com a Ria que eu espero realmente que esteja para ser em breve, que acabe de vez com ela de uma maneira ou de outra.
E confesso que adorei a cena no carro, que intenso xDDD gosto das cenas picantes xP estes dois pegam fogo a qualquer coisa quando estão nessa onda xDD


Beijinhos às duas <3
Imagem de perfil

De ivy hurst a 14.04.2017 às 17:55

Já podemos dizer adeus ao Daniel :D Ou pelo menos parece que sim ~~
Vamos lá ver agora o que eles irão fazer quanto à Ria :b
Estes dois juntos são o fogo xD


Beijocas ♥

Comentar post



Autoras

Daniela Costa

O meu nome é Daniela, tenho 21 anos e sou de Almada. Trabalho actualmente no STARBUCKS mas sonho ser Comissária de Bordo. Amo escrever, ver Vlogs e não sou mesmo nada adepta de séries. Tenho uma panca por maquilhagem e claro, viajar.


PERSONAL BLOG

Nessie Santos

Chamo-me Vanessa, mas já há alguns anos que me tratam por Nessie (tal como prefiro). Outras pessoas podem conhecer-me como Ivy Hurst, que é uma espécie de heterónimo, ou até o nome do meu ego. Tenho 22 anos, adoro escrever como é óbvio (mais do que ler), adoro videojogos, assim como filmes e séries.


PERSONAL BLOG


Currently Posting

No Control

Informações

Quando tudo parecia quase perfeito, os fantasmas do passado voltam a surgir. Natasha vê-se encurralada com um passado capaz de arruinar o seu futuro e determinado a destruir os que ama. Será capaz de controlar tudo o que a rodeia?


Currently Writing

Lost In You



Playlist


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.