Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Losin Control || 4

por ivy hurst, em 06.12.16

 

Muito obrigada a todos os fofinhos!
Aqui mais um capítulo, esperemos que gostem! ♥

 

------------------------------------------------------------------------

 

Daniel olhou para o arquiteto e sorriu de forma desafiadora. – Estás com algum problema, arquiteto de meia tigela? – Atreveu-se, esperando que Tom saísse do ascensor para o provocar ainda mais com algo. Sobre Agnes, claro!

 

Depois de suspirar, Tom simplesmente conteve uma gargalhada e abanou a cabeça. – Depende. Se saíres do meu caminho e me deixares passar, então não tenho problema nenhum. – Falou, num tom quase de alerta. Estava um bocado cansado da viagem, tinha de ir adiantar trabalho e não estava para aturar miúdos mimados como Daniel.

 

– Afasta-te é tu da Agnes, senão juro que nem no caixão vais ter descanso. – Ameaçou, aproximando-se mais do moreno. – Tu não sabes mesmo com quem te estás a meter. – Assegurou, mostrando-se um típico bad boy mas que em nada afetava Tom.

 

– Tu é que não sabes com quem te estás a meter. Tu a mim não me assustas, rapaz. Não passas de um miúdo mimado que quando as coisas não correm como quer, faz birras. Essa tua ameaça que me fizeste, faço-a eu a ti. Volta a humilhá-la ou meter-te com ela e te garanto que as coisas vão correr de maneira muito diferente. – Retorquiu bem a sério, mas com serenidade. O problema é que quando ele estava naquele estado, significava que estava pronto para qualquer coisa, fosse isso a defesa ou o ataque. Medo de Daniel é que não tinha com certeza.

 

– Rapazinho foi quem te fez os cornos e não se lembra. – Atacou, aproximando-se ainda mais de Tom de forma ofensiva. – Se tu não te afastas da Agnes, quem sofre é ela. Acredita que tu não fazes ideia do que sou capaz. Ela é minha! – Apontou-lhe o dedo, próximo da face do mais alto.

 

– A Agnes não é de ninguém. – Defendeu, rindo-se da reação dele. – Tu pensas que ela é o quê? Um objeto? Um prémio qualquer que outrora ganhaste? Não. A Agnes não tem dono. Ninguém é de ninguém. Tu estás só obcecado e amuado porque já não estás com ela. Agora sai-me mas é da frente, eu tenho mais que fazer. Há quem realmente trabalhe, nem todos são meninos mimados a viver às custas dos pais. – Se Tom voltasse a ouvir algo semelhante a “ela é minha”, ainda era capaz de lhe dar um murro sem pensar duas vezes sequer.

 

– Se ela não é um objeto, porque é que a estás a usar para as tuas desilusões de homem casado? Ou direi melhor, traído ou chupado até ao tutano? – Riu-se enquanto o olhava. – Tu sabes lá o que é a Agnes, nem a conheces. Estás a pensar que ela é perfeita mas quando a conheceres realmente vais desejar fugir. – Assegurou, tentando na sua mente, manipular Tom a afastar-se de Agnes, dê por onde desse. – Vai lá à tua vida, campónio. – Revirou os olhos, afastando-se ligeiramente.

 

– Não sou como tu, não uso as pessoas para o que me apetece e quando me apetece. E depois, não tens nada a ver com isso. Se me dou ou não com a Agnes isso não te diz respeito. És ex-namorado dela. Ela já seguiu em frente e tu devias fazer o mesmo. – Avisou, gargalhando. Acabou por sair do elevador porque já estava cansado de impedir que as portas se fechassem só para dar trela ao pacóvio. – Foge tu, meu caro. Era o que fazias de melhor! – Informou, sorrindo-lhe, e assim que passou por ele seguiu para o exterior do edifício. O ar não era assim tão puro quanto aquele que ele precisava de respirar naquele instante, mas servia.

 

Felizmente tinha o motorista da Agnes, Alfred, para o levar de volta para o hotel. Como acontecera há horas atrás, Alfred tinha usado os seus conhecimentos e tomado atalhos para evitar o trânsito e chegar o mais rápido possível ao seu destino. Agradeceu-lhe e em seguida voltou para o quarto de hotel, trancando-se no mesmo. Estar um pouco a sós era tudo o que precisava naquele instante. Precisava de pensar no que ia fazer quanto àquele idiota, Daniel. Mas antes disso, pegou nos seus pertences, especialmente na pasta com papelada e no portátil, e ficou a trabalhar enquanto Agnes não regressava.

 

Agnes por sua vez demorou mais do que uma hora na sua visita. Não tencionava demorar assim tanto tempo mas havia sempre alguém com quem ela se perdia em conversa, sobre família e especialmente sobre os filhos dos seus funcionários, que fazia questão de ajudar sempre que algo era necessário. Após as visitas terminarem, a morena abandonou o edifício sem grandes demoras e pediu a Alfred que a deixasse na 5th Ave de maneira a poder comprar alguma lingerie que já andava a namorar. Após isso, regressou ao carro e seguiram caminho para o hotel, apanhando desta vez algum trânsito visto que já se encontravam no centro.

 

Assim que ouviu a porta a abrir, Tom colocou os papéis e o portátil de lado e ficou atento, vendo quem entrava. Tinha a certeza que era Agnes, mas nunca se saberia se seria outra pessoa. Respirou fundo e esboçou um ligeiro sorriso. – Hey… Correu bem, a visita? – Procurou saber, mais interessado em saber se uma pessoa em particular tinha voltado a incomodá-la.

 

– Correu bastante bem. Desculpa a demora, mas conversas de mulheres bate sempre em filhos e as crianças são algo que mexe muito comigo. – Desculpou-se, aproximando-se do mais velho, depois de deixar o saco com a lingerie perto das suas malas sem que ele desse conta. – E tu, adiantaste algum trabalho? – Procurou saber, acariciando-lhe as costas enquanto se sentava no seu colo.

 

– Ah, não te preocupes com isso. Não sabia que esse era um assunto que gostavas. – Sorriu amavelmente, encolhendo os ombros depois. – Algum, sim, mas não tanto quanto eu queria. – Soltou um pequeno suspiro e depois encarou-a. – Não tiveste mais nenhum... Incómodo?

 

– Eu gosto, fico toda emotiva e tento sempre ajudar os meus empregados quando o assunto são os filhos. Não só os filhos, mas o principal que me leva a ajudar sem aceitar um não, são as crianças. – Explicou com um sorriso simpático nos lábios. – Não te preocupes, o Daniel não me incomoda dentro das empresas. Sabe que não tem chance! – Encolheu os ombros e soltou uma risada desprovida de entusiasmo. Agnes felizmente tinha uma grande equipa de seguranças sempre atenta a cada passo da morena, pelo que quem quer que fosse, que tentasse fazer-lhe algum tipo de mal, era completamente arrasado.

 

Tom não comentou quanto ao assunto das crianças. Não conhecia Agnes muito bem, mas já se tinha apercebido que ela era boa pessoa. Tinha a certeza disso. – Eu espero que ele não te incomode. Nem na empresa nem fora dela. É um idiota! – Resmungou, algo incomodado e zangado.

 

– Ele voltou a chatear-te? – Questionou enquanto olhava o rapaz seriamente. – Ouve, não lhe dês conversa, manda-o passear sempre que tentar incomodar-te. – Pediu num breve suspiro. Odiava Daniel com todas as suas forças e não sabia como algum dia tinha gostado tanto de uma pessoa como ele. – Queres continuar a trabalhar?

 

O moreno encolheu os ombros e suspirou. – A mim não aquece nem arrefece. Só não gosto da maneira como ele fala de ti, como se tu fosses um troféu dele ou coisa assim. Eu detesto gente assim. E depois, ameaça muito e tem a mania que é o maior. "Não sabes com quem te estás a meter" e blá blá blá. – Revirou os olhos e respirou fundo. – Coitado, pensa que me mete medo. Mas ele é que tem de ter cuidado. – Falou, mais para si mesmo do que propriamente em resposta a Agnes.

 

– Esquece-o. – Pediu, beijando-lhe a testa demoradamente. – Queres trabalhar um pouco mais enquanto eu tomo um banho, para depois irmos jantar e dar uma volta? – Procurou saber, soltando o cabelo do mais velho. – Ficas sexy assim de cabelo solto, mas cabelo solto e todo transpirado és outra coisa. – Brincou com ar matreiro. – Em cima de mim de preferência. – Acrescentou.

 

Assentiu. Por si, o tema “Daniel” era para ser esquecido, pelo menos até ao dia seguinte. Não queria ter de se preocupar mais com essa pessoa repugnante. – Sim, acho que vou aproveitar para adiantar mais umas coisas. Ainda há muito que fazer… Não sei como me deixei chegar a este estado, nunca fui de me desleixar, e agora estou entupido com tanto trabalho. – Resmungou descontente com ele próprio, apontando para a papelada e o portátil, desapontado consigo mesmo. Mas a conversa de Agnes quanto à sua sensualidade fê-lo sorrir. – Ainda com vontade de me devorar? – Questionou, com um sorriso maroto.

 

Agnes riu-se como uma pequena criança mimada, não deixando de todo que o seu sorriso desvanecesse. – Sempre com vontade de te devorar. – Admitiu, erguendo-se. – Vou tomar um banho demorado e depois arranjar-me para irmos comer ao Chinatown porque preciso de junk food. – Justificou-se, amarrando o seu cabelo num apanhado desajeitado que lhe dava ar de jovem emancipada e não de mulher de negócios clássica.

 

– Já vi que sim. – Concluiu, sorridente. Voltou a assentir enquanto ouvia os seus planos para as horas seguintes e voltou a colocar o portátil no seu colo e os papéis perto de si. – Está bem, eu vou ficar por aqui a tratar de coisas chatas. Depois tomo um duche rápido e vamos onde quiseres. – Informou, passando a prestar toda a sua atenção ao seu trabalho.

 

– Até já então. – Sorriu e caminhou para o mini bar na sala de estar da suite. Do mesmo retirou uma garrafa de Moët & Chandon Rosé e um copo gelado, levando tudo para a casa de banho, juntamente com a roupa que queria vestir e uma das lingeries que tinha comprado. Ligou a água da banheira ao mesmo tempo que fechava o ralo e procurou no seu necessaire uma bomba de banho. Assim que escolheu a que queria, colocou a bola na banheira com vista para o Central Park e despiu-se para por fim entrar nela. O seu banho durou cerca de 45 minutos, onde a morena aproveitou para relaxar, beber o seu champanhe de eleição e acima de tudo para dar paz a Tom e à sua incansável vontade de se envolver com ele.

 

Enquanto Agnes se banhava tranquilamente, Tom concentrou-se no que estava a fazer, conseguindo adiantar aquilo que tinha em mente. Foi capaz de enviar os emails necessários e que estavam em falta, assim como alguns documentos com a sua permissão para as mais variadas coisas. Por muito que a secretária dele o ajudasse, havia sempre imenso trabalho que cabia apenas a Tom ser concluído e a mais ninguém. Porém, nos últimos tempos com todo aquele drama entre ele e a sua esposa, mulher essa que ele já considerava como ex-mulher, tinha-se desleixado com tudo, incluindo o trabalho. E Tom nunca tinha feito tal coisa, mesmo que estivesse ocupadíssimo e com a agenda preenchida.

 

Respirou fundo quando terminou e sorriu de forma vitoriosa. Tinha estabelecido algumas metas quando pegou nas suas coisas, e terminou realmente todas elas. Ter conseguido adiantar os assuntos mais importantes deixou-o, obviamente, mais contente. Após arrumar todos os seus pertences relacionados com o trabalho, dirigiu-se para a casa de banho. Nem sequer bateu à porta, simplesmente entrou e sorriu à mulher que ainda estava deitada na banheira, mas com ar de quem estava prestes a sair da mesma. A espuma tapava a maior parte do seu corpo, portanto não vira nada de novo. – Já terminei o que queria. Do trabalho, quero dizer. O mais importante já está, o resto pode esperar. – Informou, num tom de voz mais aliviado e alegre. – Bom, era só para te dizer… – Comentou, mas não saiu dali, nem desviou o seu olhar do dela.

 

– Também já estou despachada, a água está a arrefecer. – Informou, olhando-o com um sorriso aberto. – Chegas-me o roupão, por favor? – Pediu, apontando o mesmo e pousando o copo de champanhe que continha um resto no fundo do copo. – Fico feliz por teres conseguido terminar o que tinhas planeado. – Comentou, erguendo-se da banheira e esperando pelo roupão.

 

O moreno olhou para a direção que ela apontava, encontrando o roupão que pedira de imediato. Pegou no mesmo e entregou-lho, apreciando-a rapidamente enquanto saía da banheira e se tapava. – Sinto-me muito mais aliviado, se queres que te diga. Ainda tenho coisas a fazer, mas as coisas mais importantes já estão feitas ou, pelo menos, adiantadas. Até sinto que posso finalmente descansar ou até mesmo celebrar. – Argumentou, com um ar mais divertido e brincalhão. Era mesmo como se parte do peso que carregava sobre os ombros lhe tivesse saído dos mesmos e se sentisse mais confortável, mais aliviado, embora não fosse na sua totalidade.

 

– Essa parte do celebrar agrada-me. Porque será? – Retorquiu de forma animada, dando um leve nó no seu roupão turco e roubando-lhe um beijo. – Obrigada. – Agradeceu ao apontar a peça de roupa e levou as mãos de seguida à camisa do mais velho, começando a desapertá-la. – Gostas de comida chinesa? – Procurou saber enquanto olhava os botões que ia desapertando e olhando também o peito definido de Tom. Ele era um autêntico Deus Grego!

 

— Não sei, diz-me tu porque é que isso te agrada tanto. – Desafiou-a, permitindo que o despisse. Algo lhe dizia que ele ia ficar nu em breve mas não era para tomar já o seu duche, e sim para outra coisa. – Gosto, porquê? – Questionou, mas num tom baixo. Estavam os dois muito próximos, e podiam até sussurrar que iriam ouvir na perfeição. Tom ajudou-a e retirou a peça de roupa mais depressa, encarando-a de seguida, mas sem dizer mais nada.

 

– Porque estava a pensar que isso podia ser o nosso jantar uma vez que vamos à Chinatown. – Relembrou com um sorriso nos lábios. – És um pedaço de mau caminho, bastante apetecível. – Sussurrou-lhe contra os lábios, mordendo-lhe o inferior por fim e enquanto levava as mãos ao cinto de pele negro. Desapertou-o num movimento rápido e puxou uma das suas pontas, enrolando-o na mão. – Tenho que me ir despachar senão não apanhamos nada aberto. – Disse, afastando-se ligeiramente de Tom com um sorriso provocador.

 

Apesar de estar a corresponder da maneira que ela desejava, ele não ficou assim tão surpreendido quando ela se afastou dele. Conhecia aquele jogo de sedução demasiado bem. Sorriu-lhe de volta e de igual forma, acenando-lhe. – Vai lá arranjar-te então. Eu tomo um duche rápido e não devo demorar para me arranjar. Ah, e talvez me possas ter como sobremesa, já que sou assim tão apetecível. – Provocou, fechando depois a porta. Despiu o resto da roupa, ligou a torneira e assim que a água estava temperada ao seu gosto, tomou o seu banho rápido.

 

Agnes passou o seu creme pelo corpo todo assim que Tom fechou a porta e apressou-se a vestir a lingerie negra que tinha comprado. O soutien era rendado, confortável, sem aros e adequado ao peso do peito da morena, mas acima de tudo bastante sexy devido à transparência e à maneira como deixava os seios perfeitamente encaixados dentro dele. Já as cuecas eram as típicas cuecas de fio-dental rendadas mas com 3 elásticos na lateral que lhe sobressaiam as ancas. Por cima tapou com um vestido simples preto e bastante confortável, nada semelhante ao estilo que levava por baixo daquela peça de roupa. Caminhou para a casa de banho, entrando na mesma sem pedir permissão e colocou-se em frente ao espelho, começando a arranjar o seu cabelo em algo confortável como o seu outfit.

 

Ao sair do banho, riu baixinho por a ver ali a arranjar-se. Não ia criticá-la por não ter pedido permissão ou avisado ao entrar, uma vez que ele tinha feito o mesmo. Pegou então numa das toalhas à disposição e secou o seu corpo, seguindo depois, com a toalha presa na cintura, até à sua mala. Assim que vestiu os boxers procurou pelo resto. Escolheu algo simples, umas calças de ganga escura, uma camisola e um casaco em tons igualmente escuros, mas a condizer entre si. Calçou umas sapatilhas, meteu perfume e ajeitou o cabelo como sempre fazia. Num instante, já ele estava pronto, à espera de Agnes.

 

– Já estou pronta. – Anunciou ao calçar os seus Adidas. Pegou no casaco, assim como na mala de mão e colocou um pouco de perfume. – Que tal estou? – Questionou enquanto dava uma ligeira volta em frente a Tom.

 

Esteve cerca de um minuto calado, a apreciá-la calmamente, observando cada detalhe da sua indumentária. – Hmm… Apetecível. – Comentou, com um sorriso maroto. Pegou no telemóvel que tinha deixado sobre a cama e verificou o mesmo, para ver se havia já alguma resposta por parte das pessoas a quem enviou emails. Guardou o smartphone segundos depois de o bloquear e voltou a olhar para Agnes. – Vamos então?

 

– Vamos. – Assentiu vestindo o seu casaco e colocou a mala no antebraço. – Estou com imensa fome. – Deixou escapar, saindo do quarto com Tom e seguindo para o elevador.

 

Tom acompanhou-a até ao elevador e carregou no botão depois de entrarem. – O teu motorista está à nossa espera? – Questionou curioso

 

– Não, vamos andar de metro. – Sorriu-lhe e carregou no botão do piso térreo. – Ir para Manhattan de carro era dar um tiro no meio da testa. – Brincou, encostando-se a uma das paredes do ascensor.

 

– Daí a pergunta. Estava pronto para te chamar doida caso dissesses que íamos de carro. Especialmente se dizes que estás cheia de fome. – Riu, ficando simplesmente a olhar para ela. – Estou ansioso que isto acabe, sabes?

 

Agnes ouviu aquilo e sentiu quase como um murro no estômago. Seria assim tão má companhia para Tom querer que estes dias tivessem fim, o mais breve possível?! – Não precisas de o fazer se não quiseres. – Disse, olhando para os seus ténis enquanto mexia numa mexa de cabelo rebelde.

 

Tom ergueu a sobrancelha e continuou a olhar para ela. Não estava a entender aquela sua resposta e pensou que, talvez, ela também não tinha entendido corretamente aquilo que ele tinha acabado de dizer.  – Como assim? O que queres dizer com isso? – Procurou saber, não só curioso como também muito sério. Não só devia fazê-lo como também queria, e bastante. Não podia simplesmente continuar naquela situação, a viver daquela maneira. Julgou que Agnes soubesse bem disso, por isso, para ele, as suas palavras não fizeram sentido nenhum.

 

– Não precisas de estar aqui os 15 dias comigo. Disseste que querias que isto acabasse rápido! Estou a dizer que não precisas de estar aqui se não quiseres. – Clarificou, olhando-o com um semblante calmo mas ao mesmo tempo nervoso e bastante triste. A ideia de Tom estar a achar tudo aquilo aborrecido, consumia-a.

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:00


7 comentários

Imagem de perfil

De twilight_pr a 08.12.2016 às 15:29

Ena pá! Gostei principalmente da cena da casa de banho! Foi uma cena e tanto :)
Gostei bastante do capítulo e por muito que tentamos esquecer o Daniel, eu acho que ele ainda vai dar que falar... infelizmente, porque argh... não gosto nada dele.
Quero o resto da conversa! Porque não acho que foi nesse sentido que o Tom estava a falar quando disse que estava ansiosa para que aquilo acabasse.
Can't wait!!

Beijinhos grandes às duas <3
Imagem de perfil

De ivy hurst a 09.12.2016 às 21:48

Acho que não existe nenhuma alma que goste do Daniel... Ou se calhar até existe mas deve estar perdida por aí, ahaha xD
Isso eu cá não sei, mas no próximo capítulo já vais ficar a saber com certeza :D


Beijocas ♥
Imagem de perfil

De Daniela C. a 10.12.2016 às 23:21

Ahah o Daniel tem muuuuuitos inimigos, idk why?! x'D
Para o próximo capítulo saberás o porquê, próxima terça para ser mais precisa :D
Beijinhos Jo ♥
Sem imagem de perfil

De TheOtherSide a 11.12.2016 às 17:17

Este capítulo está perfect como sempre *.*
Estou super curiosa, para ver se o Tom e a Agnes não se zangam por uma frase mal dita xd
Continuem rápido, please :p
Beijinhos <3
Imagem de perfil

De ivy hurst a 11.12.2016 às 17:49

Vamos lá ver, né!
E ainda não sabemos bem se é uma frase mal dita, bem dita, ou pensada... Não sei de nada :b
Próxima terça há mais!
Obrigada, beijocas ♥
Imagem de perfil

De a 15.12.2016 às 22:43

Tenho três coisas a apontar em relação a este capítulo. 1- Adorei a calma e o nível do Tom perante as provocações do outro parvo! 2- Como assim, ele não se meteu na banheira com ela? (xD) 3- Tenho a certeza absoluta que aquilo que o Tom quis dizer foi que mal podia esperar que a saída terminasse para se ir divertir com ela entre quatro paredes xDD
Vou seguir para o próximo capítulo! Beijinhos às duas!
Imagem de perfil

De ivy hurst a 30.12.2016 às 03:28

Cá estou eu, meio mês depois xD Ah, o Tom... Ele é muito calminho... Mas só às vezes! xD
Ahaha! Provavelmente, visto que eles adoram esse tipo de diversão xb
Obrigadaa, beijocas! ♥

Comentar post



Autoras

Daniela Costa

O meu nome é Daniela, tenho 21 anos e sou de Almada. Trabalho actualmente no STARBUCKS mas sonho ser Comissária de Bordo. Amo escrever, ver Vlogs e não sou mesmo nada adepta de séries. Tenho uma panca por maquilhagem e claro, viajar.


PERSONAL BLOG

Nessie Santos

Chamo-me Vanessa, mas já há alguns anos que me tratam por Nessie (tal como prefiro). Outras pessoas podem conhecer-me como Ivy Hurst, que é uma espécie de heterónimo, ou até o nome do meu ego. Tenho 22 anos, adoro escrever como é óbvio (mais do que ler), adoro videojogos, assim como filmes e séries.


PERSONAL BLOG


Currently Posting

No Control

Informações

Quando tudo parecia quase perfeito, os fantasmas do passado voltam a surgir. Natasha vê-se encurralada com um passado capaz de arruinar o seu futuro e determinado a destruir os que ama. Será capaz de controlar tudo o que a rodeia?


Currently Writing

Lost In You



Playlist


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.