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No Control || 1

por ivy hurst, em 09.08.17

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Prontos para o que aí vem? Eu e a Daniela esperamos que estejam bem prontos!

Beijocas! 

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Bill entrou em casa passava pouco das sete da manhã. Tinha acabado de sair do seu turno noturno e o que mais queria agora era encontrar a sua namorada pela cama, a dormir com aquele seu ar angelical que todos os dias lhe derretia o coração. Passaram cerca de 5 meses desde que voltaram da Alemanha e fazia 4 na semana seguinte, que Natasha se tinha mudado para casa do loiro. Ao entrar no quarto, um sorriso de orelha-a-orelha desenhou-se nos seus lábios ao ver Tash deitada sobre a cama, completamente nua e apenas com um lençol por entre o corpo, cobrindo-lhe pouco da pele. Com cautela, pousou as suas coisas no chão e caminhou até à cama, agarrando num pé da mais nova com delicadeza.

 

- Princesa… - Chamou, beijando-lhe aquela parte do corpo e subindo com os seus beijos pela perna torneada da rapariga. Por ter um sono leve, não foi preciso muito para que Natasha acordasse. A doce voz do namorado fê-la sorrir logo e quando sentiu os beijos dele, abriu os olhos calmamente. Não tinha dormido muito porque, sempre que Bill podia, trocavam mensagens. Mesmo com todo o esforço, ela acabara por adormecer a meio da madrugada.

 

- Já voltaste? Que bom, amor. - Murmurou no seu tom carinhoso, puxando-o para si. Queria beijá-lo e abraçá-lo. - Desculpa, eu adormeci.

 

- Dei conta, mas isso animou-me porque para mim não há coisa mais sexy que te ver acordar. - Confidenciou, deitando-se devagar sobre a rapariga e beijando-a com todo o amor e carinho que tinha por ela. - Ficas tão poderosamente sexy assim nua a dormir nos lençóis. - Sorriu perverso. A loira sorriu abertamente, bastante feliz por ouvir aquele elogio do namorado.

 

- Vou passar a dormir sempre assim, então. - Provocou-o, abraçando-o com ternura enquanto o beijava de novo. Em momentos como aquele, os beijos deles eram sempre longos e intensos, carregados de paixão e embora pedissem por mais, não passavam dali. Pelo menos até então. - Os bebés que o meu doutor ajudou a vir ao mundo ficaram bem lá no hospital? - Desde que estavam juntos que contavam tudo um ao outro e Natasha estava sempre muito ansiosa por ouvir sobre o trabalho do namorado. Nada a fazia distrair-se enquanto o namorado lhe contava sobre o dia ou noite de trabalho!

 

- Hoje foram 3 partos. - Sorriu, sentando-se na cama e puxando a mais nova para o seu colo. - 2 meninas e 1 menino, todos eles felizmente e de perfeita saúde. - Contou enquanto a olhava atento. - Nem sei como consegui fazer todos os partos, foram quase todos seguidos, andava louco de quarto em quarto. - Riu-se.

 

- És um herói. Estou tão orgulhosa de ti, amor. - Os olhos dela até brilhavam sempre que ele lhe contava sobre as maravilhas do seu trabalho. Natasha adorava ouvir tudo aquilo. - Se fosse eu, tu podias tratar do parto, ou teria de ser outro médico? - Perguntou, mas apenas por curiosidade.

 

- Posso ser eu, mas nem sempre aceitamos tratar de familiares porque, se algo de errado acontece, deixamos automaticamente de exercer, não porque somos obrigados a isso, mas porque como vais ficar tão afetado psicologicamente não vais ter capacidade para continuar. - Explicou com calma, passando uma mão pelos seus cabelos. - Por exemplo, por eu estar a ajudar a Agnes no tratamento dela, não sei se algum dia irei ser capaz de lhe fazer o parto. Porque se alguma coisa acontecer, eu não vou conseguir aguentar a culpa. - Esclareceu, gesticulando levemente com as mãos.

 

- Sim, eu compreendo amor. Era só uma dúvida que eu tinha há já algum tempo, mas esqueci-me de te perguntar. - Sorriu-lhe, levando as mãos ao rosto dele, acariciando-o. - Eu queria dizer-te uma coisa há bocado, mas achei melhor ser assim em vez de o dizer por mensagem. - Começou por dizer, não deixando o sorriso desvanecer. - Tenho saudades tuas. Sabes a que me refiro. - Mordiscou o lábio, continuando. - Eu queria pedir desculpa por te fazer esperar tanto tempo... Mas estou pronta agora. Tenho saudades de te sentir dentro de mim, do prazer que me dás. - Falou com toda a sinceridade, encarando-o. - Não estou a dizer que tem de ser agora, também, só te queria dizer isso...

 

- Tens a certeza…? - Procurou saber, passando as suas mãos grandes sobre as costas quentes da rapariga. - Não quero que me peças desculpa por nada, muito menos por isso. - Pediu de imediato, beijando-lhe a testa com ternura.

 

- Tenho, amor. - Respondeu de imediato, convicta do que dizia. - Já passou muito tempo desde o que aconteceu e eu não posso, nem quero, estar sempre presa ao passado. Para além disso... Tu não és o Gilles. Tu importas-te comigo, tu amas-me de verdade. E eu sinto mesmo a tua falta e sei que tu sentes a minha. - Sorriu, beijando-o de seguida. - Eu estou pronta.

 

- Não posso negar que sinto mesmo a tua falta, mas sei o que custa passar pelo que passaste. - Começou por dizer, colocando uma mexa de cabelo da loira, atrás da orelha. - Estou orgulhoso de nós sabes? Estamos a viver juntos há 4 meses, está tudo a correr bem, temos o nosso cão gordo. - Riu, olhando Pumba que permanecia deitado aos pés da cama.

 

- Eu sei que sentes, não consegues esconder propriamente essa coisa gigante que tens aí quando ficas mais alegre. - Brincou com o namorado, assentindo depois. - Eu também. Estou feliz por estar tudo a correr tão bem. Eu tinha tantos medos e todos eles desapareceram. - Ela desviou o olhar para olhar o cão, rindo baixinho. - O bebé ainda cai, está a dormir que nem uma pedra! - Riu, apreciando o Pumba.

 

- Deixemos agora o bebé dormir e vamos nós passar para a ação. - Sorriu abertamente, puxando o rosto dela para perto do seu de forma delicada. - Que tal se formos tomar um banho? - Sugeriu, beijando-a calmamente.

 

- Vamos passar à ação? - Perguntou baixinho e surpreendida. - Por mim tudo bem, amor, mas tu estás cansado e tens de ir dormir... - Murmurou preocupada, devolvendo o beijo.

 

- Durmo depois e acredita que até vou dormir melhor. - Riu-se, agarrando na loira ao colo com firmeza e erguendo o seu corpo da cama. - Um banho e fazer amor contigo, é tudo o que mais quero agora. - Confidenciou entre beijos, caminhando sem demoras para a casa de banho. Natasha não conseguiu esconder a sua felicidade, os olhos dela brilhavam de novo. Segurava-se bem ao namorado que a levava ao colo e beijava-o variadas vezes, em vários sítios.

 

- Eu também quero, muito. Preciso tanto de ti, amor. - Murmurou quando ele a pousou no chão e Tash tratou de o começar a despir entre beijos. Bill ajudava-a sempre que conseguia, ligando a água do chuveiro para que esta aquecesse antes de entrarem para a cabine de duche.

 

- E eu de ti, acredita. - Suspirou, não conseguindo conter tal comentário, uma vez que já há 5 meses que estava sem ter relações e parecendo que não, era doloroso.

 

- Eu sei, meu amor. - Sussurrou-lhe enquanto levava uma das mãos ao membro dele, acariciando-o levemente. Fê-lo apenas com as pontas dos dedos e conseguiu sentir o namorado a arrepiar-se com aquele gesto tão simples. Afastou-se para ver se a água já estava na temperatura ideal e em seguida entrou, esperando que ele fizesse o mesmo.

 

- Meu deus! - Exclamou enquanto passava as mãos pela cara, numa tentativa de agarrar a sua sanidade algures perdida. Entrou para a cabine e fechou a porta de vidro, deixando-se molhar pelos jatos de um dos dois chuveiros, posicionados no teto. - Está boa assim para ti? - Procurou saber.

 

- Sim. - Apenas disse, puxando-o imediatamente para si para o poder voltar a beijar. - Eu amo-te tanto. Quero sentir-te a vir dentro de mim. Quero ouvir-te a gemer por mim. - Confessou, voltando a acariciar o membro dele. Bill gemeu mais uma vez com o toque dela e não resistiu em passar-lhe as mãos pelos seios. Era louco por cada recanto dela!

 

- Vais ter tudo isso. - Assegurou, levando uma das mãos ao intimo da rapariga e acariciando-lhe o clítoris com os seus dedos esguios.

 

- Oh, meu amor... - Gemeu de imediato mal ele começou a dar atenção tanto aos seios dela como ao clitóris. Ele conhecia o corpo dela melhor que ninguém, melhor que ela mesma até. - Isso sabe tão bem. - Sussurrou, abrindo um pouco mais as pernas enquanto continuava com as carícias e movimentos calmos no membro dele.

 

- Eu sei, sou um expert a ler o teu mapa. - Declarou num tom carinhoso, beijando-a uma e outra vez antes de a penetrar de forma lente com um dos seus longos dedos. - Se quiseres parar, avisa... - Pediu num sussurro.

 

- Céus... - Gemeu perto dos seus lábios quando sentiu o dedo dele a penetrá-la com toda a calma e assentiu face ao seu pedido. Natasha ficou a pensar que a reação dela à penetração devia ter sido algo atraente, pois foi nesse momento que o pénis do namorado enrijeceu por completo. Era como se aquela fosse a sua primeira vez e estava a saber-lhe divinamente bem. Ficou um par de minutos assim, mas pouco depois pediu-lhe por mais. - Mais um, amor. - Sussurrou-lhe, gemendo baixinho entre beijos fogosos. Bill não acedeu de imediato ao pedido da namorada, pelo que tencionava fazê-la desesperar um pouco mais. Os seus restantes dedos passeavam por ali perto, confundindo-a ao mesmo tempo que a lubrificava ainda mais devido à ansiedade.

 

- Sabes que te amo? - Questionou, penetrando-a finalmente com outro dedo. Todo aquele jogo que Bill fazia acabava por a excitar cada vez mais e isso era notório e palpável. O loiro podia senti-la a ficar cada vez mais molhada graças aos seus toques.

 

- Amor... - Gemeu um pouco mais alto assim que ele finalmente lhe penetrou o dedo e abanou a cabeça. Abriu os olhos para o poder ver e sorriu-lhe. - Diz-me que me amas. - Pediu num tom baixo, contendo os seus gemidos. Já nem estava habituada a soltar-se, porque tinha aprendido a conter todos os barulhos quando começou a ter relações com Bill no seu escritório.

 

- Eu amo-te e quero ouvir-te. - Sussurrou-lhe, beijando-lhe o pescoço com beijos molhados enquanto começava a levar caminho até ao peito da morena. - Não te contenhas. - Pediu, beijando-lhe e sugando-lhe um dos mamilos de forma lenta.

 

Natasha não aguentou mais e acabou por soltar um gemido bem audível ao sentir a boca do namorado a tratar o seu mamilo de forma tão prazerosa. Ela movimentava-se calmamente de encontro às mãos dele, sentindo cada vez mais prazer. - Se continuas assim eu não aguento e venho-me na tua mão. - Murmurou, gemendo.

 

- As vezes que tu quiseres. - Respondeu de imediato, acelerando os movimentos dos dedos um pouco mais. - Quero que gozes este momento ao máximo. - Pediu sorridente, continuando a deliciar-se no peito da rapariga.

 

- Oh, meu Deus! - Resmungou de imediato, começando a sentir as suas pernas a tremelicar assim que ele acelerou. Levou a mão aos cabelos dele, acariciando-os enquanto ele continuava tudo aquilo que a começava a levar à loucura. - Amor…? - Chamou pelo namorado num gemido aflita, como se lhe pedisse permissão para atingir o orgasmo.

 

- Vem-te! - Pediu, levando a sua boca ao clítoris da rapariga e sugando o mesmo com calma. Sem esperar muito mais sentiu o corpo dela estremecer por completo e o seu instinto foi agarrar de imediato nas pernas da mais nova, amparando-a com firmeza. Mesmo que ela quisesse continuar a senti-lo ali durante mais algum tempo, ela não conseguia. Chegou rapidamente a um orgasmo intenso, que a fez sentir as pernas como se fossem varas verdes. Olhou o namorado quando conseguiu manter-se de pé sozinha e acariciou-lhe os cabelos.

 

- Vais continuar a enlouquecer-me e a torturares-te ou vais finalmente entrar? - Sorriu com ternura, mordendo o lábio. Sabia que ele estava para lá de ansioso.

 

- Nem precisas de implorar. - Riu divertido e ergueu-se de novo, pegando nela ao colo e beijando-a com todo o fogo que tinha. Ao mesmo tempo e sempre com cuidado, enterrou-se dentro dela, mantendo-a bem junto a si enquanto a encostava à parede.

 

- Bill... - A rapariga gemeu de forma arrastada, arranhando as costas do namorado ao de leve. Já se tinha esquecido do tamanho e da grossura do membro dele e voltar a senti-lo foi ainda melhor do que ela pensava. - Amo-te. - Sussurrou, soltando um pequeno gemido logo de seguida. Encostou os seus seios no peito dele e esperou que ele começasse a movimentava-se. Queria que fosse ele a comandar.

 

- Também te amo... - Gemeu, enterrando-se por completo nela e só depois é que começou com as investidas lentas mas de certa forma intensas. Não a queria de todo magoar, uma vez que estava a ser demasiado bom para acabar tão depressa. Os gemidos saiam da boca dele sem medo assim como as carícias pelo corpo de Tash nunca tinham fim. Natasha sorriu carinhosamente ao ouvir a resposta do namorado, mas ao mesmo tempo também se lembrou de algo que talvez também o loiro tivesse esquecido.

 

- Amor, tu sabes que eu não tenho andado a tomar a pílula. Já não me lembrava... - Murmurou-lhe, mas naquele instante só recebeu um sorriso de Bill e ele não parou as investidas. - Não dizes nada? - Tash acariciou-lhe o rosto, gemendo mais alto pouco depois.

 

- Já viste o que era eu com uma princesa igual a ti, a correr pela casa? - Imaginou com um enorme sorriso desenhado nos lábios. - Era a melhor coisa que podia acontecer daqui a nove meses. - Admitiu, beijando-a de forma intensa enquanto lhe dava uma investida mais profunda.

 

A loira abraçou o namorado com mais força e gemeu alto com aquela investida. Juntou os seus lábios novamente aos do namorado, sem deixar de sorrir, ou deixar escapar pequenos gemidos. - Tu queres engravidar-me, amor? - Sussurrou-lhe, acariciando o rosto dele.

 

- Vamos deixar andar e ver no que dá. Não quero pensar no facto de querer engravidar-te, nem quero que penses que tens que engravidar. - Disse carinhoso, roçando o nariz nos lábios da loira enquanto lhe segurava o rosto com uma mão. - Se fizermos as coisas naturalmente elas acontecem quando menos esperamos e é isso mesmo que eu quero. - Sorriu-lhe.

 

- Um dia, amor. - Ela sorriu de volta, beijando-o com carinho. - Mas não podes é parar assim a meio… - Sussurrou, movimentando calmamente o seu corpo, levando uma das mãos ao seu seio.

 

- Ai, olhem ela com exigências. - Brincou divertido, voltando a movimentar-se nela com toda a calma do mundo. Não tencionava acabar aquilo muito rápido! A loira gemeu baixinho, apalpando-se com delicadeza.

 

- Mostra-me todo o amor que sentes por mim. - Pediu com carinho, continuando o que fazia.

 

- Mostro-o todos os dias e sabes disso melhor do que eu. - Sorriu, beijando-a com afinco enquanto se movia nele ligeiramente mais depressa, mas sempre de forma bastante profunda.

 

- Oh, meu Billy. - Gemeu mais alto assim que o namorado acelerou, inclinando a cabeça para trás. - Não pares, amor. - Pediu-lhe a gemer, sorrindo. Bill beijou-a de forma intensa e não aguentou estar mais naquele ritmo, acelerando o mais rápido que conseguia mas sempre com todo o cuidado quanto a Natasha. Não a queria magoar, muito menos que ela se sentisse usada por ser um ritmo não muito romântico. Os gemidos da parte dele saiam num tom natural mas extremamente sensual que arrepiaria qualquer mulher. Tudo o que estava a acontecer ali excitavam ainda mais a loira. As investidas, os beijos intensos e sobretudo aqueles gemidos do namorado. Sentia-se outra vez perto do auge, mas desta vez seria ainda melhor e mais intenso. - Vem-te, amor. Vem-te dentro de mim. - Implorou-lhe, gemendo cada vez mais alto.

 

- Só se te vieres comigo... - Sussurrou contra o ouvido dela, beijando-lhe o pescoço de forma provocante.

 

- Céus. - Gemeu assim que ele lhe atacou o pescoço, um dos pontos fracos de Tash.

 

- Sim, sim. - Gemeu-lhe baixinho ao ouvido, agarrando-se ao namorado com força. - Estou à tua espera mas não sei se aguento muito mais. - Informou de olhos fechados, não conseguindo conter mais os seus gemidos. - Não aguento mais, amor.

 

Bill não conteve um risinho divertido e veio-se finalmente num gemido meio grutesco e rouco. Para um homem ouvir que a mulher não aguentava mais, era uma vitória! - Oh fuck... - Grunhiu, dando investidas espaçadas, mas profundas.

 

Mesmo que Bill não atingisse o orgasmo, Natasha não iria ser capaz de conter o seu. Chegou ao auge assim que ouviu e sentiu o seu namorado a vir-se, gemendo por ele como nunca tinha feito. A cada investida ela gemia um pouco mais, ainda envolvida em todo aquele prazer. - Amor... - Gemeu-lhe na última investida, mais brusca e profunda e beijou-o intensa e apaixonadamente de seguida.

 

- Diz princesa... - Pediu, respirando ofegante enquanto a agarrava com firmeza pelo rabo. Estava finalmente saciado e completamente feliz da vida.

 

- Sentes-te melhor agora? - Riu baixinho, encarando-o de seguida. - Adoro ver-te assim tão contente. - Confidenciou, depositando vários beijos carinhosos nos lábios dele.

 

- Estou mesmo bem e feliz. - Sorriu de forma parva, dando para notar que Bill estava mesmo há 5 meses sem dar uso ao seu mais querido amigo. - Até vou dormir melhor! - Exclamou sorridente, rindo-se por fim.

 

- Ainda bem, amor. Agora vou lavar-te, estás exausto e precisas de descansar. - Explicou preocupada, mordendo o lábio quando ele saiu de si. Aos poucos conseguiu aguentar-se sozinha em pé e não perdeu tempo em começar a lavar o corpo de Bill com cuidado. - Queres comer algo antes de dormir?

 

- Comi uns snacks no hospital. Acho que me vou guardar para o almoço. - Sorriu, fazendo o mesmo com ela. - Tu vais dormir ou vais fazer algo? - Procurou saber, sorrindo ao passar as mãos pelo corpo dela enquanto a lavava.

 

- Nem sei, amor... Se quiseres eu posso deitar-me contigo e fazer-te festinhas até adormeceres. - Sorriu, terminando depois de o lavar e aproveitando para passar o seu corpo por água. - E hoje eu faço o almoço para nós dois. - Sorriu, passando as mãos pelo corpo do namorado.

 

- Parece-me bem, mas se quiseres ir ter com a Agnes ou assim sabes que estás à vontade. - Sorriu-lhe, beijando-a depois de enxaguar o seu corpo por completo. - Vamos? - Desligou a água e abriu a porta do chuveiro para agarrar nos robes de ambos.

 

- Não te preocupes amor, eu sei que não sou uma prisioneira. - A loira assentiu-lhe e vestiu o robe que o namorado lhe passou. Aconchegou o loiro na peça de roupa e beijou-o rapidamente. - Anda para a cama doutor, tens de descansar o corpinho, incluindo o fazedor de bebés. - Brincou, mordiscando o lábio. Puxou-o consigo de volta ao quarto e empurrou-o calmamente para se deitar na cama. Deitou-se a seu lado, tapando-o como se tratasse do seu bebé. - Está bom assim?

 

- Está ótimo minha querida namorada. - Riu carinhoso e beijou-a com delicadeza antes de fechar os olhos. - Se saires deixa recado, ok? - Pediu ensonado, já quase a cair no sono dele.

 

- Claro que sim, meu amor. - Murmurou, acarinhando-o. - Sonha com bebés nossos. - Sussurrou-lhe, vendo-o a acabar por adormecer com um sorriso estampado no rosto. Natasha ainda tentou voltar ao sono de beleza, mas só conseguiu dormir meia hora. Pumba acordou-a como um bebé a querer atenção e com medo que acordasse Bill também, a rapariga pegou no cão ao colo e levou-o consigo até à sala. Deixou a porta do quarto encostada, para que os eventuais barulhos não incomodassem Bill. Agarrou o seu telemóvel e reparou que tinha uma mensagem de Agnes a desejar-lhe um bom dia.

 

 

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publicado às 15:00
editado por Daniela C. a 20/8/17 às 02:17


4 comentários

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De twilight_pr a 09.08.2017 às 16:34

Boa forma de começar xD grande forma de começar um capítulo meninas.
Gosto da relação deles os dois e o facto de ele falar sobre a sua rotina só mostra realmente um casal que confiam um no outro e o facto de contarem a rotina um do outro acaba sempre por me deixar toda skhfkh.
A cena deles a enrolarem-se foi bastante intensa e nisso confesso que vocês fazem-no e muito bem, vocês conseguem descrever tudo de uma forma super boa e intensa não o tornando ordinário, fica... classy!
Pronta para ler o próximo :)


Beijinhos às duas <3
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De ivy hurst a 10.08.2017 às 15:38

Aww Twi muito obrigada! É bom saber que escrevemos bem estas cenas xD
Beijocas ♡
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De a 11.08.2017 às 02:19

Só para dizer um oi e que não me esqueci disto! Tenho muuuuiiitoooo para ler, mas arranjar tempo para o fazer é mentira ^^' O que estou a tentar dizer é que: pode demorar, mas quando conseguir passo por aqui para me actualizar :)
beijinhos
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De ivy hurst a 11.08.2017 às 16:03

Oii!
Não te preocupes que nada do que está aqui vai fugir, prometemos!
Beijocas ♡

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Daniela Costa

O meu nome é Daniela, tenho 21 anos e sou de Almada. Trabalho actualmente no STARBUCKS mas sonho ser Comissária de Bordo. Amo escrever, ver Vlogs e não sou mesmo nada adepta de séries. Tenho uma panca por maquilhagem e claro, viajar.


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Nessie Santos

Chamo-me Vanessa, mas já há alguns anos que me tratam por Nessie (tal como prefiro). Outras pessoas podem conhecer-me como Ivy Hurst, que é uma espécie de heterónimo, ou até o nome do meu ego. Tenho 22 anos, adoro escrever como é óbvio (mais do que ler), adoro videojogos, assim como filmes e séries.


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Quando tudo parecia quase perfeito, os fantasmas do passado voltam a surgir. Natasha vê-se encurralada com um passado capaz de arruinar o seu futuro e determinado a destruir os que ama. Será capaz de controlar tudo o que a rodeia?


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