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No Control || 3

por ivy hurst, em 23.08.17

 

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Bill apenas suspirou, encostando-a ao seu peito e reconfortando-a da melhor maneira que sabia e podia. - Tens que ser sincera comigo, eu não te vou gritar nem magoar... - Argumentou num tom pacífico.

 

- Porque é que tu queres que eu diga se já sabes? - Ela falava com enorme dificuldade, porque também lhe custava respirar. - O peso todo que perdi e que tu notaste não foi do exercício. - Explicou, explodindo em lágrimas, o que dificultou tudo ainda mais para ela. - Eu não quero, mas eu não consigo parar.

 

- Tem calma, não chores... - Pediu, beijando-lhe a testa e soprando-lhe depois para a cara de forma a acalmá-la mais rápido. - Vamos a um psicólogo os dois...queres? - Incentivou.

 

- Não! - Retorquiu de imediato, arregalando-lhe os olhos. Deixou-se ficar calada na tentativa de tudo acalmar, mas não estava a ser capaz. - Não consigo respirar. - Queixou-se depressa, abanando as mãos perto da cara.

 

Bill levantou-se de imediato com ela ao colo, andando para o jardim o mais rápido que conseguiu. - Vá, respira com calma. - Pediu, pousando a loira no chão com calma e afastando-lhe o cabelo do pescoço e da cara.

 

A rapariga agarrou o namorado pelo braço e aos poucos foi conseguindo respirar melhor, até normalizar. - Desculpa não ter contado. - Começou por dizer, abanando a cabeça. - Desde que as coisas ficaram mais sérias entre nós eu tenho tentado, mas por muito que tente acabo por voltar a fazê-lo.

 

- Vamos conseguir passar isto. - Prometeu, beijando-lhe a testa enquanto lhe agarrava o rosto com delicadeza. - Não quero que te magoes a ti mesma desta maneira Natasha, por favor... - Pediu-lhe, olhando para ela nos olhos.

 

- Eu sei... Eu tenho tentado parar com isto, por ti. Só que não tem sido fácil. Eu nunca mais fui à praia, nem uso os biquínis. Tenho medo de me olhar ao espelho. O único momento em que não me importo de estar destapada ou nua é quando estás por perto. Porque tu dizes sempre que gostas... fazes-me sentir bem. Mas quando como, volta tudo.

 

- Não tens que fazer isto por mim, mas por ti. - Respondeu de imediato, num tom sério e meio de aviso como se quisesse mesmo que ela voltasse ao que era. - Acho que devias ir ao psicólogo, ia fazer-te muito bem. - Recomendou.

 

- Se for por mim não dá em nada. Já tentei e olha só no que deu. - Suspirou, abrindo o robe para que ele visse o corpo dela. Tash costumava mostrar o seu corpo nu quando não havia muita claridade, para que ele não visse bem o corpo dela. Mas ali à luz do dia não dava para esconder. - Como é que um psicólogo me ajuda nisto?

 

- Natasha, ouve uma coisa: os psicólogos são excelentes pessoas para ajudar mulheres com distúrbios alimentares. Se tu nem por mim consegues parar de fazer isso é porque estás num estado demasiado caótico na tua cabeça. - Explicou com calma. - Tudo o que fazes de mal ao teu corpo, tem a ver com o teu psicológico, nada mais. - Concluiu.

 

A loira respirou fundo e voltou a tapar-se rapidamente, aconchegando-se ao seu robe enquanto olhava apenas para o chão. - Está bem, eu vou tentar ir a um psicólogo... - Acabou por ceder, suspirando. - Porque é que nunca me contaste? Das câmaras.

 

- É uma coisa banal, faz parte da minha vida há anos ter tudo sob vigilância. - Começou por dizer, puxando-a para si e abraçando-a com cuidado. - A minha cabeça está em jogo todos os dias e se me acontecer alguma coisa, as pessoas vão saber quem foi e vão tratar de vingar uma possível morte minha. - Explicou, acariciando-lhe os cabelos.

 

- Não fales assim! - Disparou de imediato, batendo-lhe no peito. - Não digas essas coisas, por favor. O que é que eu faria sem ti? - Olhou-o seriamente, abanando a cabeça. - Não é para tu responderes à pergunta, nem penses em dizer que eu ia seguir em frente e não sei quê, porque sabes perfeitamente que não seria capaz de o fazer. - Falou bastante convicta, apontando-lhe o dedo de seguida. - Por isso, por favor, não digas essas coisas. Não suporto sequer esse pensamento.

 

- Só te estava a explicar o porquê. - Sorriu docemente, beijando-a com carinho. - Hoje vamos jantar ao teu restaurante favorito, pode ser? - Questionou, olhando-a atento, mas sempre de sorriso na cara. Amava-a imenso! A loira suspirou, sorrindo de imediato.

 

- Ao meu restaurante favorito? Porquê? Algum motivo especial? - Aquilo deixou-a bastante curiosa. Só lá iam quando era o aniversário dela ou queriam comemorar algo. Mas não havia nada a comemorar e Natasha não fazia anos. - Devo ir toda arranjadinha?

 

- Não, é simplesmente para ver se comes e não vais fazer o mesmo. - Riu divertido, dando-lhe uma leve palmada no rabo. - Ai essa sua cabecinha não para menina Natasha, temos que deixar de pensar e ansiar demasiado pelas coisas. - Comentou, como se lhe estivesse a dar uma dica sobre algo, cabia agora a Tash entender, ou não.

 

A loira revirou os olhos e cruzou os braços ao peito. - Eu não pensei em coisa nenhuma. - Resmungou como se fosse uma criança prestes a amuar e suspirou. - Não é preciso irmos àquele restaurante para eu comer. É um sítio muito dispendioso e chique e eu agora, não tenho nada decente para vestir e levar para lá. - Encolheu os ombros e suspirou. - Ouve lá, alguém vê o que as tuas câmaras filmam? Para além de ti.

 

- Sim, as pessoas que eu peço para ver. Mas como deves imaginar sei o que lhes posso pedir para verem! - Riu-se divertido com a preocupação dela à cerca das câmaras. - Não te preocupes que eles não te vêm nua. - Beijou-a com carinho. - E vamos jantar a esse restaurante ok? Não foi uma proposta, foi um aviso de que vamos e pronto. - Concluiu.

 

- O quê?! Olha, tu vê lá bem o que tu mostras e a quem tu mostras, porque senão vou lá eu nem sei a onde e dou um par de estalos a cada um! - Apontou-lhe o dedo e riu-se. - Estou tramada contigo. E visto o quê, homem? Se aparecer lá outra vez com aquele vestido ainda pensam que sou uma pobrezinha, ou forreta. Eu estou desgraçada contigo! - Resmungava sozinha, voltando ao interior da casa, seguindo de imediato para o quarto. Em vez de ir ver a sua roupa, acabou por despir o robe e deitou-se na cama de barriga para baixo.

 

- Tu tens imensa roupa! - Protestou assim que chegou ao quarto, sentando-se na cama a lado dela. - Mas posso mandar vir um vestido, mas escolho eu. - Avisou de imediato, apontando o dedo à mais nova por momentos.

 

- Não... - Disse-o de forma arrastada, deitando a cabeça no colo dele. - Não podes estar sempre a gastar rios de dinheiro comigo, amor. Se continuas assim ainda vais à falência e a culpa é toda minha. - Riu-se, olhando-o com aquele seu sorriso carinhoso. - Não é preciso, está bem? Tu tens razão, eu tenho imensa roupa e exagerei no que disse.

 

- Não vou à falência nunca porque eu vendo droga e esses drogados só querem aqui o Billy. - Brincou todo divertido, enchendo-a de cócegas de forma a ouvi-la rir. - Eu mando vir o vestido e se quiseres pagas tu, é-me igual. - Encolheu os ombros. - Mas pagas o que eu escolho. - Riu-se matreiro.

 

Natasha desatou a rir à gargalhada, contorcendo-se toda por causa das cócegas. - Porra...! - Resmungou enquanto estava ofegante, sentando-se depois. - Pode ser um que mostre pouca pele, por favor? - Pediu normalmente, mas assim que viu aquele olhar do namorado virou a cabeça para outro lado. - Ok, desculpa.

 

- Vai ser com muita pele à mostra porque eu quero estar a comer e a comer-te com os olhos. - Avisou de imediato. - E que todos olhem que eu vou sorrir-lhes do género: Mano, é minha, mas continua à procurar! - Explicou todo ele convencido, o que até tinha a sua piada.

 

Tash soltou uma pequena risada e sentou-se na cama, colocando-se de joelhos em frente ao namorado. - Estou um bocadinho mais magra do que pretendia... - Comentou, suspirando pesadamente. - Espero que não te importes de ir com a Tash magrinha. - Brincou, encolhendo os ombros.

 

- Não quero saber da Tash Magrinha, quero apenas que te sintas verdadeiramente bem com o que vais vestir. - Informou com calma, acariciando-lhe a cara. - És linda Natasha, nunca me senti tão sortudo na vida como agora. - Confidenciou, sorrindo de forma tola ao olhar para ela.

 

Apesar de a loira estar a sorrir de igual forma, estava também bastante emocionada e a tentar não chorar, enquanto que os olhos dela já estavam mais do que inundados. - Sortuda sou eu, por ter um namorado como tu, que me ama tanto. - Murmurou, beijando-o apaixonadamente. - Obrigada por tudo, amor.

 

- Só te peço que nunca me deixes por nada deste mundo. Nunca estive tão bem como agora! - Suspirou, abraçando-a com alguma força, mas sem a magoar. - Só quero construir uma vida contigo, sermos daqueles velhos apaixonados daqui a uns anos. - Sorriu enquanto brincava com os cabelos dela, olhando para a janela do quarto meio sonhador.

 

- Adoro quando estás assim, tão sonhador e a dizer essas coisas tão bonitas. - Murmurou bastante contente, beijando-lhe o pescoço com carinho. - Um dia vamos ter um bebé nos braços. Ou dois. - Brincou, sorrindo abertamente. - Só não sei do que estás à espera. - Sussurrou, rindo baixinho.

 

- Estou à espera que amanhã vás ao meu consultório para eu te observar e reviver os bons velhos tempos. - Brincou, mas a falar a sério no que dizia parte de a observar. - Quero ver se está tudo bem, quero que faças análises Natasha Kingsley e vais andar debaixo de olho. - Avisou, apontando-lhe o dedo.

 

Ela revirou os olhos e suspirou. Se havia coisa que ela detestava era ter de fazer análises! - Está bem, está bem, eu faço as análises amanhã de manhã, senhor doutor. Tenho de marcar consulta com a menina terrivelmente bonita lá da sua área ou o doutor recebe-me quando puder e quiser? - Perguntou com um ar sério, abanando a cabeça. - E é para ir toda descapotável?

 

- É só apareceres lá quando quiseres, não precisas de avisar. - Disse simplesmente, olhando-a com bastante calma. - É para ir como te sentires melhor… - Acabou por dizer, encolhendo os ombros face à questão dela. - Foste a casa do meu irmão? - Questionou de repente.

 

- Está bem, então de manhã eu faço as análises e à tarde vou lá ter contigo. - Informou, assentindo de seguida face à pergunta final. - Sim, fui amor. A Agnes teve mais uma daquelas noites e eu fui lá para estar um bocadinho com ela, fiz-lhe panquecas. O teu irmão apareceu depois, de calçãozinho curto e todo encharcado porque esteve na piscina e a Agnes ficou toda doida, por isso vim embora. - Explicou, rindo-se. - Porquê?

 

- Queria saber como é que ela se sentia. Os comprimidos acabam amanhã! - Explicou passando uma mão pelos cabelos. - O meu irmão está sempre a enviar-me mensagens a pedir-me opiniões e assim. - Riu-se divertido.

 

- Ai sim? não sabia disso. Ela diz que passou a noite a vomitar e tem os seios bem inchados. - Explicou, gesticulando com as suas mãos de forma engraçada. - Do ponto de vista médico... Como estão as coisas para o lado dela? Vai correr tudo bem, não é?

 

- Claro que vai, ela está bastante bem. Mais umas duas semanas e está grávida! - Exclamou de forma convicta. - Mas o peito dela estava roxo? - Procurou saber com um ar meio desconfiado.

 

Natasha bateu palminhas e sorriu abertamente. - Ah, espero mesmo que sim! Só quero que tudo corra bem para ela, a Agnes merece. - Suspirou, fazendo uma pequena careta. - Hm, acho que não... Não reparei bem nisso, para te ser sincera. Porquê?

 

- Porque se estiverem roxas podia ser algo de mal. - Explicou com calma, beijando-lhe a testa com ternura. - Eles merecem mesmo, o meu irmão então anda bastante ansioso. - Suspirou.

 

- Estão os dois. Até tenho medo quando ela engravidar, ainda desmaiam quando souberem. - Brincou, encolhendo os ombros. - Bem, pelo menos vou ter um tempinho para praticar, não é? Tu não precisas, és o senhor doutor todo experiente em bebés.

 

- Quando eles souberem ficam radiantes, vão chorar imenso, aposto. - Comentou sorridente. - E quanto a mim, pode não acontecer já. Ouve, não vamos treinar, vamos fazer as coisas normais! - Suspirou.

 

- Mas alguém aqui está a falar de ti? Tenho de aprender para cuidar do meu futuro afilhado! - Resmungou, prosseguindo. - Os bebés são muito pequenininhos e frágeis e eu não tenho experiência nenhuma com esses seres humanos tão minúsculos. - Falava num tom carinhoso, gesticulando. - Não ias mandar vir um vestido para mim? - Perguntou de repente, querendo mudar de assunto. - Tenho de ir escolher uma lingerie, faz lá isso. Escolhe uma coisa bonita!

 

- É a coisa mais fácil do mundo! - Respondeu de imediato, agarrando no seu telemóvel para fazer uma chamada para o seu estilista favorito de maneira a pedir que se deslocasse a casa dele para escolher algo para Natasha. A loira foi buscar a última lingerie que comprara com a amiga e em seguida fechou-se na casa de banho, mas desta vez não trancou a porta. Vestiu a lingerie completa e arranjou o seu cabelo, prendendo-o ao de leve de modo a que pudesse soltá-lo se assim quisesse e ficasse perfeito na mesma. Enrolou-se numa toalha para o namorado não ver e voltou ao closet, calçando uns sapatos de salto alto negros. Por muito altos que fossem, ela não ficava tão alta quanto o namorado.

 

Destapou a toalha quando já estava no quarto e em frente à cama, mostrando. - Que tal? Gostas? É a tal nova que te falei na semana passada.

 

Bill olhou para ela, ainda ao telemóvel e a sua reação foi de espanto total. Meio a gaguejar, despachou o amigo ao telemóvel e desligou a chamada. - Estás linda! - Exclamou sorridente, puxando-a para si pelas coxas.

 

Tash tentou abafar as gargalhadas ao ver o namorado tão atrapalhado e segurou-se a ele assim que a puxou. - Já te conheço há tanto tempo e nunca te vi tão atrapalhado como agora. Estavas a falar com quem? E quem traz o meu vestido vai demorar? - Sussurrou-lhe as questões, ajeitando os cabelos. - Tenho de vestir algo, os teus amiguinhos não me podem ver assim.

 

- Eles não vêm, não te preocupes. - Assegurou, beijando-lhe a barriga com carinho. - O Richard vem aqui com uma série de vestidos para eu escolher. - Informou, acariciando-lhe o fundo das costas.

 

- Hm, ótimo, ainda bem. Como queres aproveitar o resto do dia? - Natasha afastou-se ligeiramente e colocou a sola do sapato no peito de Bill, empurrando-o suavemente até ele se deitar. - Já sei que vais escolher um daqueles bem curtos e justos, não vais?

 

- Olha, se continuas nessa provocação, vou rebentar com essa lingerie antes mesmo de saires para a rua com ela. - Avisou, agarrando-lhe no tornozelo em tom de aviso. - Vê bem a tua vida. - Semicerrou os olhos.

 

- Eu não tenho medo das tuas ameaças, Bill Kaulitz. - Semicerrou os olhos também, desafiando-o. - Se o fizeres eu posso perfeitamente comprar uma nova. Ou duas, ou três. - Apontou-lhe o dedo, sorrindo perversamente.

 

- Pois, mas podes provocar que daqui não levas nada. - Apontou-lhe o dedo e voltou a sentar-se na cama. - Onde queres ir agora de tarde? - Procurou saber, olhando para ela enquanto ajeitava o seu cabelo.

 

- Não sei. Continuo a achar que devias ter descansado mais um pouco. - Suspirou, levando a mão à barriga. - Mas tudo bem, podemos ir dar uma volta. Talvez... Ah, sei lá, sou péssima nisto. - Gargalhou, olhando o relógio. - O que é que as pessoas normais fazem nas folgas?

 

- Se quiseres que durma... - Deixou escapar meio incomodado com o facto de Natasha estar a querer passar do 8 para o 80 como se lhe quisesse provar algo. - Podemos ir à praia ou à piscina, está bastante calor. - Comentou com calma.

 

- Não é isso, amor. Só estou preocupada com o teu bem-estar, mais nada. Não quero que andes por aí cansado. - Explicou-se com calma, assentindo depois. - Vamos à praia então. Não vou a uma há muito tempo. - Sorriu, despindo a lingerie.

 

Bill e Natasha passaram o resto do dia juntos na praia e ao final do dia regressaram a casa. Com a ajuda do namorado e do estilista não tiveram qualquer tipo de problemas em encontrar algo que assentasse bem no corpo da rapariga e que fosse do agrado dos dois. O jantar dos dois correu o melhor possível e daquela vez Natasha não correu até à casa de banho como de costume.

 

 

No dia seguinte, Bill levou a namorada para as análises. Ela detestava, mas sabia que tinha de ser. A manhã como sempre passou a correr e depois do almoço o loiro foi trabalhar. A meio da tarde, Tash arranjou-se e foi então ter com o namorado. Quando ia para bater à porta do seu consultório, uma das enfermeiras saiu do mesmo, toda sorridente e ainda a ajeitar as suas roupas. Natasha não gostou particularmente do sorriso que a mulher trazia e muito menos do olhar que ela lhe lançou, mas também não comentou. Olhou o namorado que também ele ajeitava as calças e a bata e respirou fundo. - Posso?

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publicado às 15:00
editado por Daniela C. a 20/8/17 às 02:47


1 comentário

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De twilight_pr a 10.09.2017 às 22:14

Desculpem só ter vindo agora, especialmente porque ainda tenho mais dois capítulos em atraso, mas prometo que já ando a colocar tudo em dia!
Entretanto, fiquei bastante preocupada com ela por causa do seu distúrbio alimentar, mas espero que o facto de saber que isso é mau para ela e de ela saber perfeitamente que tem um problema e com a ajuda do Bill isso ajude bastante.
Agora este final.... epa... dá mesmo indícios de que aconteceu alguma coisa, mas pronto a ver vamos. Next chapter aqui vou eu!


Beijinhos meninas <3

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Autoras

Daniela Costa

O meu nome é Daniela, tenho 21 anos e sou de Almada. Trabalho actualmente no STARBUCKS mas sonho ser Comissária de Bordo. Amo escrever, ver Vlogs e não sou mesmo nada adepta de séries. Tenho uma panca por maquilhagem e claro, viajar.


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Nessie Santos

Chamo-me Vanessa, mas já há alguns anos que me tratam por Nessie (tal como prefiro). Outras pessoas podem conhecer-me como Ivy Hurst, que é uma espécie de heterónimo, ou até o nome do meu ego. Tenho 22 anos, adoro escrever como é óbvio (mais do que ler), adoro videojogos, assim como filmes e séries.


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Quando tudo parecia quase perfeito, os fantasmas do passado voltam a surgir. Natasha vê-se encurralada com um passado capaz de arruinar o seu futuro e determinado a destruir os que ama. Será capaz de controlar tudo o que a rodeia?


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