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No Control || 7

por ivy hurst, em 20.09.17

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Bill olhou-a de alto a baixo e depois encarou Agnes. - Venham lá para fora. - Pediu.

 

- Tasha! - Gritou Saskia, agarrando-se às pernas de Bill. - Colinho. - Pediu, estendendo os braços para o loiro que a agarrou de imediato. - Nita! - Exclamou radiante, apontando a loira e recebendo por parte de Bill, beijos ternos na face.

 

A pequena fez com que Natasha sorrisse de imediato. Aos poucos e com calma, a loira aproximou-se de Bill, que tinha a menina no seu colo. Já não estava assim tão perto dele há tanto tempo que agora até tinha medo. Tanto que nem ousou em olhar para ele, olhando apenas para Saskia. - Estás tão bonita, princesa. - Murmurou, dando-lhe um beijinho carinhoso naquela sua bochecha rechonchuda. - Tens-te portado bem?

 

- Si. - Respondeu de imediato, puxando Natasha mais para si pelo pescoço. Bill sentia-a colada a si, mas mesmo assim não ousou mexer-se. Estava com saudades do calor do corpo dela! - Jinhos. - Pediu, coçando os olhos com a manha do sono.

 

Natasha estremeceu ao sentir o corpo de Bill e continuou sem olhar para ele. Aquilo era uma tortura! Com cuidado, Tash abraçou a menina e deu-lhe beijinhos nas bochechas. - Queres mais beijinhos? O padrinho deve querer dar mais. - Sorriu, tentando afastar-se, mas Sass não queria deixar.

 

- Não! - Choramingou, agarrando-se à loira fortemente e deitando a cabeça sobre a dela. Bill era mais alto que Natasha, o que fazia com que Sass ficasse ligeiramente mais alta também.

 

- Pronto meu amor, pronto. - Natasha deu-lhe um beijinho e depois aconchegou-a, fazendo-lhe festinhas nas costas com cuidado. Sorriu quando sentiu a mãozinha dela a fazer-lhe festinhas também e suspirou. Estavam ali os dois, colados um ao outro graças àquela menina tão preciosa.

 

- Vamos dormir... - Sussurrou Bill para a pequena Saskia que já estava mais para lá do que para cá, mas ainda conseguiu assentir. - Senta-te na cama para pegares nela ao colo. - Ordenou, esperando que a loira se sentasse na cama para lhe poder passar a pequena. Já se encontravam a sós no quarto. Natasha assentiu e obedeceu ao loiro de imediato, sentando-se confortavelmente na cama. Segurou Saskia com todo o cuidado, olhando-a com um certo brilho nos olhos. Foi só ela instalar-se no colo da loira e agarrar-se a ela para adormecer logo. Sass pousou uma mão num dos seios de Tash, procurando metê-la depois dentro da sua camisola como já era hábito fazer a Marie, enquanto adormecia. - Levanta-a um pouco. - Pediu, colocando uma longa almofada por debaixo do corpo de Saskia, de maneira a que esta ficasse mais direita e confortável. Os olhos do loiro passaram pelo peito de Natasha, vendo-lhe o mamilo quase descoberto, mais escuro e maior do que o normal. - Amanhã vais-te levantar bem cedo e vais fazer análises. - Rosnou-lhe entre dentes, descobrindo-lhe o outro seio e apontando para ele. - Sabes o que é isto não sabes? - A sua expressão era de ira e os seus olhos estavam completamente cobertos por uma densa camada de água.

 

Natasha achou piada ao que Saskia fizera, mas ficou extremamente confusa logo de seguida. A maneira como ele lhe destapou o outro mamilo fez com que ela mordesse o lábio e só depois é que teve coragem de o encarar. - Análises? Porquê? Isto o quê? - Perguntou completamente à toa, olhando para os seus seios. - Estás a assustar-me... - Murmurou, já de lágrimas nos olhos também.

 

- Estás com peito de grávida Natasha, grávida. - Alertou-a furioso enquanto deixava as lágrimas cair pelo rosto.

 

- Não. - Respondeu de imediato, aflita, mas sem largar a menina ou mexer-se. - Não, eu não estou grávida. Não posso. Não posso... - Sussurrou, chorando. Queria ser mãe, mas não assim, não agora! Não ia ser capaz de avançar com aquela gravidez. - Não posso estar grávida agora, não vou conseguir... Se eu estiver... Eu não posso continuar. - Murmurava, completamente destroçada. E se o filho fosse de Gilles?!

 

- Tu o quê? - Questionou de volta, agarrando no pescoço dela sem o apertar. - Quiseste armar-te em puta, agora assumes as tuas responsabilidades. - Rosnou-lhe. - Se tu ousas afetar essa gravidez eu mato-te e de uma forma bem lenta. - Avisou-a.

 

Natasha arregalou os olhos, sentindo o coração quase a saltar-lhe pela boca. A sua preocupação fora apenas Saskia, mais nada. As lágrimas caíam do rosto dela sem parar, enquanto ela encarava Bill. - Porque é que não me matas já de uma vez? - Murmurou, quase como se lhe implorasse.

 

- Tu estás grávida. Esse filho é meu! - Bateu no seu próprio peito. - Meu entendes? Meu. - Gritou por fim, num mix de sentimentos constantes entre a ansiedade de ser pai e o coração partido de aquele filho poder ser da pessoa que mais odiava neste mundo.

 

- É teu, mas tu já não queres saber da mulher que o está a gerar, Bill. Se queres fazê-lo prefiro que me mates já porque eu não estou a aguentar isto, Bill, não estou! E se não o fizeres tu, acabo por fazê-lo eu! - Falou-lhe mais alto sem parar de chorar, mostrando todo o seu desespero. Só desviou o olhar quando Saskia acordou a choramingar e Natasha embalou-a nos seus braços de imediato. - Pronto, amor. Já passou, já passou. Dorme, princesa. - Tentou tranquilizá-la, olhando Bill novamente quando a pequena se acalmou.

 

- E tu, quiseste saber de mim? Quiseste falar comigo antes de te ires enfiar debaixo dele? Eu nunca te trairia Natasha, nunca. - Soluçou arrasado com toda aquela situação. - Destruíste-me, destruíste todo o carinho que eu tinha por ti, por nós... - Negou. - Eu comprei uma casa, eu mandei construir uma clínica só para mim perto do bairro, só para ter mais tempo para ti, eu comprei viagens para nós até às poucas ilhas onde sonhavas ir e que ainda não foste...eu estava a um passo de te pedir em casamento...e tu estragaste tudo... - Confidenciou num choro compulsivo.

 

Natasha voltou a chorar desalmadamente ao ouvir aquilo tudo, mas não foi capaz de desviar o olhar. - Eu cometi o maior erro da minha vida, achas que não sei disso? Achas que estou bem? Que estou feliz? Não estou, Bill. Eu não mereço ter-te por perto sequer, da mesma maneira que tu não mereces uma mulher horrível como eu sou. Uma puta, como tu disseste. - Fungou, continuando de seguida. - Podes odiar-me à vontade que não odeias mais do que eu me odeio a mim mesma. Mas não te destruas desta maneira por minha causa... Eu não mereço. Eu não valho nada, Bill. Nada. Não aguento ver-te assim. - Sussurrou por fim, agarrando na mão dele, levando-a novamente ao pescoço dela, tentando apertá-lo com a mão dele. - Acaba com isto logo, com o teu próprio sofrimento. Mata-me, por favor.

 

- Para! - Gritou completamente apavorado e ouvindo Jace entrar no quarto de repente. Bill não ouviu mais nada a partir daquele momento, estava em choque, completamente assustado com a ideia de tirar a vida à mulher que mais amava naquele mundo além da sua mãe. Natasha levantou-se com calma e entregou a filha de Jace ao mesmo, pedindo-lhe desculpa. Ajeitou a camisola e o casaco e sem olhar para trás, a loira fugiu dali a correr - parando ao pé do carro de Bill - onde se encostou e deixou-se escorregar até se sentar no chão.

 

- Tom, ajuda-me! - Pediu Jace, agarrando na sua filha que gritava desesperada por Bill, ao vê-lo deitado no chão como se estivesse morto. - Calma, o padrinho está bem... - Tentou tranquilizar.

 

Tom voltou a correr, desta vez em direção ao irmão, levando logo Darius consigo. - Bill! - O moreno levou a mão à boca e deixou que fosse Darius a aproximar-se primeiro.

 

Por se sentir maldisposta, Natasha levantou-se e voltou a correr para o interior, chegando a tempo de ver Tom a correr com o médico. Sem pensar duas vezes, Natasha foi atrás deles e aquilo que viu fê-la esquecer a indisposição. - Acorda Bill! - Implorou chorosa, conseguindo pela primeira vez desfazer-se das mãos de um dos homens deles, ajoelhando-se perto do loiro. - Por favor, Bill... acorda.

 

- Natasha afasta-te um pouco, ele está em choque... - Avisou o médico, segurando nela com cuidado. - Saiam todos daqui caralho. - Quase gritou quando todos se meteram à porta a espreitar.

 

Completamente assustada, ela obedeceu e afastou-se o máximo que pôde, mas não saiu da divisão. A culpa de tudo aquilo era dela. Quanto mais fazia, mais ela estragava. - Ele vai ficar bem? - Perguntou baixinho, abraçando-se a si mesma.

 

- Vai, está só em choque... - Sorriu-lhe levemente, desapertando o casaco do loiro para que ele não estivesse tão quente.

 

- Está bem... - Murmurou, esperando. Jace tinha saído do quarto para entregar a filha a Marie. Os únicos que estavam ali naquele momento eram o Tom, Jace, Darius e Natasha, cada um mais preocupado que o outro. A loira suspirou de alívio quando Bill começou a acordar, mas manteve a distância.

 

- Ah, mano... Não te ponhas a dormir em tudo o que é sítio. - Brincou Tom, ajudando Darius a levantá-lo na altura certa. - Como te sentes?

 

- Bem... - Murmurou, sentando-se na cama logo de seguida. Estava meio tonto, sem saber bem o que fazer naquele momento. - Vou ser pai... - Riu-se emocionado, desatando a chorar enquanto olhava para o seu irmão gémeo. - Eu vou ser pai, Tom... Eu também vou ser pai...

 

Natasha sentiu toda a gente a olhar para ela, mesmo estando a olhar só para Bill. Sorriu docemente ao vê-lo tão emocionado e assentiu quando Tom a olhou. O moreno sorriu-lhe e abraçou-o levemente, dando-lhe uma palmada nas costas. - Oh, mano! Fico tão feliz por ti...

 

Bill tremia por todo o lado e chorava completamente feliz, não conseguindo estar triste quando ser pai era tudo aquilo que ele queria. - Temos que celebrar o facto de irmos ser pais... - Olhou-o, vendo-o ficar meio confuso.

 

- Oh Bill! - Resmungou Agnes assim que o ouviu dizer tal coisa. - Como é que tu soubeste também? - Revirou os olhos, sabendo perfeitamente que Bill notava aquele tipo de coisas ao longe.

 

Tom pestanejou algumas vezes, olhando os dois. - Espera. Tu disseste os dois? Eu também? - Arregalou os olhos, olhando Agnes. - Isto é verdade?! - Quase gritou à noiva, sorrindo abertamente. Mal ela assentiu, ele aproximou-se dela e abraçou-a. - Porque é que não me disseste logo? Oh meu Deus, vou ser pai! Vou ser pai!

 

- Soube ontem, queria que a Natasha fosse a primeira a saber. - Explicou com um sorriso adorável. - Mas ela também está? - Olhou a amiga.

 

Natasha encolheu os ombros, mas assentiu à mesma. - O Bill diz que sim, só de olhar para mim... Ele é entendido nisso, por isso acredito que seja verdade. De qualquer das maneiras, vou fazer análises amanhã. - Esboçou um pequeno sorriso, olhando Bill. 

 

- Oh, deves estar. - Sorriu abertamente, ainda a receber inúmeros mimos de Tom.

 

- Vamos comer. - Pediu, levantando-se com calma e passando uma mão pela barriga.

 

Natasha sorriu à amiga e encolheu os ombros. - Eu já comi, mas se quiserem posso acompanhar-vos- Aos poucos, Natasha foi-se aproximando-se dos três, observando Bill com cautela.

 

- Eu disse: vamos. Comer. - Reforçou Bill, olhando para ela com uma cara bastante séria. - Agora. - Apontou a porta.

 

Natasha encolheu-se e assentiu-lhe. - Está bem. - Murmurou, saindo pela porta. O resto da noite foi passada da forma mais calma possível, a comer e a beber com uma certa moderação. A loira adormeceu no carro, a caminho de casa e só voltou a acordar na manhã seguinte da pior maneira. Assim que se sentou, sentiu-se terrivelmente enjoada! Sem ser capaz de se conter muito mais, Tash correu para a casa de banho e vomitou violentamente o que tinha e não tinha no estômago.

 

Bill suspirou ou ouvir a rapariga, levantando-se da cama com uma enorme enxaqueca. Estava de ressaca, tanto do álcool como da droga que não consumia nem bebia há mais de 24 horas. - Já passa... - Assegurou, agarrando-lhe nos cabelos para não caírem dentro da sanita.

 

Tash puxou o autoclismo e limpou a boca, deixando-se encostar a Bill. - Eu tenho de ir fazer as análises. - Suspirou, olhando-o. Ele estava ainda pior que ela. - Vou só vestir qualquer coisa e vou lá. É melhor ficares aqui, não estás bem.

 

- O médico aqui sou eu. - Respondeu de imediato, caminhando até ao lavatório e passando a cara por água gelada. - Toma banho, veste algo e depois vamos. - Avisou.

 

Sem querer questionar a autoridade dele, Natasha arranjou-se o mais rápido que conseguiu, vestiu algo rápido e cómodo e foi ter com Bill. - Já estou pronta. Posso pedir um favor?

 

- O quê? - Perguntou, limpando o seu corpo depois de tomar o seu duche rápido.

 

- Podes conduzir um pouco mais devagar hoje? Por favor. - Natasha tentou concentrar-se e olhar apenas para os olhos dele, mas acabou por olhar para todo o corpo do loiro. Desviou o olhar quando ele a olhou de súbito e mordiscou o seu lábio. - É que não quero fazer asneiras no carro.

 

- Tudo bem. - Respondeu, vestindo uns boxers e escolhendo uma roupa meio ao calhas.

 

- Obrigada. - Agradeceu rapidamente, saindo depois do quarto. Foi andando até à garagem, onde esperou por ele. Não foi preciso Bill conduzir muito até voltar a estacionar o carro. Natasha pensava que iam ao hospital, mas estavam agora num sítio diferente, que parecia estar completamente vazio. Saiu do carro e aproximou-se do loiro, que trancava o veículo. - Onde estamos? - Questionou, voltando a olhar para o edifício.

 

- Na minha clínica. - Respondeu, tirando do bolso as suas chaves e carregando no comando que abria as grandes da entrada principal. O edifício era enorme, com dois andares e um gigantesco parque de estacionamento. Ainda no exterior estava a ser montado um parque para crianças e uma área comum.

 

Natasha ficou bastante impressionada ao ouvir aquela resposta e olhou o loiro com grande orgulho. - Uau... - Murmurou encantada, mesmo sem ainda ter visto nada do interior. - Não sei o que dizer. - Comentou, sorridente. - Tenho muito orgulho em ti, Bill. - Deixou escapar, mesmo sabendo que provavelmente aquilo não interessava para nada.

 

- Obrigado... - Agradeceu, abrindo a porta e dando-lhe passagem primeiro. O interior era todo em tons de preto, branco e cinzento. Tinha o chão preto brilhante, as paredes todas cinzentas e os tetos brancos. Havia ainda 3 corredores diferentes, com distinções de cores. Rosa para os gabinetes da saúde da mulher, um corredor com uma mistura de cores para pediatria e o que dava acesso às escadas para o piso superior, era em tons bege, destinado apenas para salas de parte e internamento. - Ainda não está tudo acabado, mas vai ser mais ou menos assim... - Prosseguiu, apontando para os corredores e caminhando depois para aquele que iria ser o seu consultório, no corredor para a saúde da mulher e da criança. - Entra. - Pediu, segurando na porta para que ela entrasse. O consultório de Bill era entre os tons de tudo o resto, exceto uma das paredes, coberta por uma imagem enorme de Natasha.

 

A loira estava espantada com tudo aquilo que via. Sentia um orgulho gigantesco de Bill a cada passo que dava. A clínica estava a ficar fantástica e ela tinha a certeza que ele iria ter muito sucesso! Mas o que a deixou mesmo boquiaberta, foi aquilo que viu no consultório. - Oh meu Deus... Bill... - Deixou escapar, de lágrimas nos olhos, bastante emocionada. Olhar para aquilo fê-la lembrar de tudo o que ela tinha arruinado, o que a levou a começar a chorar. Tapou a cara com as suas mãos, deixando-se ficar assim algum tempo.

 

- Não te podes enervar... - Relembrou, apontando-lhe a maca para ela se deitar. - O Darius deve estar a chegar para te recolher o sangue. - Avisou, sentando-se na cadeira que lhe pertencia.

 

- O meu plano não era trair-te. - Sussurrou quando ainda estava com as mãos a tapar a cara, sem se importar se ele ouvia ou não. Já não importava agora, com certeza. Depois de se acalmar, Tash deitou-se na maca, ficando a olhar para Bill.

 

- Já está o mal feito, esquece isso agora. - Murmurou de olhos na parede à sua frente. Ele amava aquela foto! Tinha sido ele mesmo a tira-la em Bali.

 

- As coisas não aconteceram como tu pensas. - Murmurou, respirando fundo. - Mas não interessa. - Suspirou, fechando os olhos quando ouviu alguém a bater à porta. Deveria ser Darius.

 

- Não quero saber como aconteceram...simplesmente esse filho tanto pode ser meu, como dele... - Murmurou, deixando Darius entrar e cumprimentou-o, apontando depois Natasha. - Quando quiseres, acho que ela está pronta. - Disse calmamente.

 

- Não é dele. - Disse de imediato, sem sequer pensar duas vezes. A loira abriu os olhos e sorriu a Darius, colocando-se a jeito. - Sim, eu estou pronta. - Confirmou, virando a cara para não ver absolutamente nada.

 

Darius assentiu e aproximou-se dela com cautela, começando a tirar-lhe sangue com todo o cuidado. - Já está! - Exclamou, colocando-lhe o pequeno penso. - De tarde envio-te os resultados ok? - Olhou para Bill. - E vê se abres isto rápido, está brutal mano, não deixes isto morrer... - Pediu.

 

- Obrigada. - Sorriu carinhosamente, sentindo-se grata por daquela vez não sentir que ia desmaiar ou vomitar como quase todas as outras vezes. A loira sentou-se na maca com calma e foi assentindo ao ouvir o que Darius dizia, concordando com ele. Bill não podia deixar aquilo assim! Tash olhou o loiro e esboçou um pequeno sorriso.

 

- Vou ver o que faço depois... - Apenas disse, erguendo-se da cadeira e agarrando nos seus pertences. O seu telemóvel tocou e assim que viu que era Jace, atendeu. Tinha-lhe enviado mensagem a pedir para levar Sass para casa dele durante umas horas. - Sim? (...) Estou na clínica, mas é para a ir buscar agora? (...) Ah...ok... - Bill baixou a cabeça, reduzindo drasticamente o tom de voz. - Não ia acontecer nada, mas eu entendo a vossa decisão. Depois passo por aí...talvez...(...) Até logo. - Desligou a chamada completamente desfeito e seguiu caminho até à entrada da clínica, esperando que os outros dois viessem.

 

A loira olhava tanto para um como para o outro, sem perceber absolutamente nada do que estava a acontecer. Só quando o alcançou à porta da clínica é que conseguiu falar-lhe. - O que é que se passa? Aconteceu alguma coisa?

 

- Conduz tu. - Pediu, dando-lhe a chave para a mão e fechando a clínica. Assim que tinha tudo fechado, caminhou para o carro e entrou no lugar do pendura. - Vamos para casa, quero ir para casa. - Pediu de lágrimas a escorrerem-lhe pela cara.

 

Natasha entrou no carro e apressou-se a ligar o mesmo, mas não foi capaz de sair dali ao ver o loiro assim. Com calma, pousou a sua mão sobre a de Bill e olhou-o. - Diz-me o que se passa, por favor...

 

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publicado às 15:00
editado por Daniela C. a 20/8/17 às 03:54


2 comentários

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De twilight_pr a 25.09.2017 às 21:45

Shame on me... porque a Twi já tinha lido o capítulo, mas deu-me uma preguiça enormeee de comentar do capítulo e acabei por deixar andar e andar e andar, mas here I am para comentar finalmente o capítulo :)
Estou seriamente preocupada com o que vai acontecer a seguir, porque c'mon esta parte final... socorro ficou totalmente desfeito e apenas lhe pediu para o levar para casa, preciso de saber o porquê!
Depois estou super contente por ela estar grávida a sério que estou, mas estou um bocado nervosa em relação à paternidade, se bem que acho mesmo que seja o Bill o pai da criança ainda por nascer, mas a forma como ele ficou... o choque socorro e a forma como ela falava... meine gott.
Can't wait pelo próximo que aí vem e prometo que quando o ler, comento logo logo logo!!!


Beijinhos meninas <3
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De Daniela C. a 27.09.2017 às 00:58

Olá Twi!
Não te preocupes com o facto de não comentares assim que leres, sabemos que iremos ter uma pegada tua assim que podes. Acredita que nos deixa muito contente!
Quanto ao Bill, ele afecta-se com muito pouca coisa e com muito poucas pessoas por isso se pensarmos nas mais importantes, podemos perceber o quê. Mais não posso dizer :x
É mesmo uma boa notícia ela estar grávida e brevemente teremos a resposta quanto à paternidade, não vamos desanimar ahah
Beijinhos e muito obrigada ♥

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Daniela Costa

O meu nome é Daniela, tenho 21 anos e sou de Almada. Trabalho actualmente no STARBUCKS mas sonho ser Comissária de Bordo. Amo escrever, ver Vlogs e não sou mesmo nada adepta de séries. Tenho uma panca por maquilhagem e claro, viajar.


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Nessie Santos

Chamo-me Vanessa, mas já há alguns anos que me tratam por Nessie (tal como prefiro). Outras pessoas podem conhecer-me como Ivy Hurst, que é uma espécie de heterónimo, ou até o nome do meu ego. Tenho 22 anos, adoro escrever como é óbvio (mais do que ler), adoro videojogos, assim como filmes e séries.


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Quando tudo parecia quase perfeito, os fantasmas do passado voltam a surgir. Natasha vê-se encurralada com um passado capaz de arruinar o seu futuro e determinado a destruir os que ama. Será capaz de controlar tudo o que a rodeia?


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