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[O.S.] Up In The Air || pt.1

por ivy hurst, em 29.04.17

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Olá amores!

Esta é uma One-Shot dividida em duas partes. Esperemos que gostem! :)

 

 

Passava pouco do meio-dia quando o Boing 777 com destino a Berlim, aterrou. Diana aguardou ordem do piloto para remover os cintos e assim que conseguiu, abriu a porta de saída dianteira para que todos os passageiros saíssem de forma ordeira. A cada um que passava a rapariga mostrava o seu maior e melhor sorriso, acenando a alguns que lhe agradeciam imenso o seu bom trabalho durante aquelas 6 horas de voo. - Vou dar a volta para ver como está tudo. - Avisou assim que todos os passageiros saíram, dando então a volta ao avião e recolhendo tudo o que se encontrava fora de sítio. Diana era comissária de bordo na Emirates há 5 anos e já sabia como tudo funcionava. Aquilo era realmente a sua vida e a rapariga não esperar que tivesse outra diferente em breve. Estivera 4 anos na economy class e há quase meio ano, passara para a business class. - Está tudo ok. Já têm tudo pronto? - Procurou saber, olhando os colegas que permaneciam na Galley a falar.

 

- Tudo prontinho! - Respondeu uma delas, sorrindo a Diana. - Já viste tudo? Ou precisas de alguma ajuda?

 

- Preciso de ir embora tenho o meu sexgod à espera. - Riu-se, agarrando na sua malinha e saindo do avião com todo o resto da Crew. Lá fora já aguardava por eles uma carrinha que os levaria à zona das chegadas para dali seguirem para o Hotel. Assim que chegaram ao edifício, Diana aguardou pacientemente pela sua mala e olhou para o telemóvel, não sabendo ainda nada de Tom uma vez que este ainda estava a dormir. Assim que viu a sua mala passar, agarrou na mesma e caminhou apressada para o exterior, entrando na carrinha que a levou ao hotel. - Oh deus... - Suspirou ansiosa, com um enorme sorriso no rosto enquanto entrava no hotel e se aproximava do balcão. - Bom dia, queria a chave que está em nome de Tom Kaulitz e Diana Americano. - Pediu, vendo a rececionista assentir e mexer no computador.

 

Tentando ser o mais silencioso e discreto possível, Tom aproximou-se de Diana, passando a mão pelas curvas dela lentamente. - Chegaste mais cedo, ou fui eu que me atrasei? - Sussurrou-lhe ao ouvido, ignorando a rececionista que os olhava.

 

- Pensei que estivesses a dormir, oh ia assaltar-te esses boxers. - Riu bastante animada, virando-se para ele e beijando-o com todo o fogo que tinha. Que saudades que ela tinha daquele homem!

 

O moreno levou logo as mãos ao traseiro dela, apalpando-o com força enquanto a beijava. - Podes assaltar os meus boxers na mesma. - Murmurou, pegando depois na chave. - Anda, vamos para o elevador, babe. - Todos os pequenos convites vindos de Tom, como aquele para entrarem num elevador, eram a chave para incendiar Diana. Ele sabia-o e adorava.

 

- Vamos lá querido. - Piscou-lhe o olho, retirando o chapéu pertencente à farda e pegou na pega do trolley dela. - Obrigada! - Agradeceu à rapariga, seguindo caminho de mão dada com Tom. - Estava com saudades tuas, vou dizer isto que soa meio piroso, mas é verdade. - Olhou-o.

 

- Que mentirosa, tu tens é saudades da minha piroca. - Falou muito descontraidamente, encolhendo os ombros. Deixou que ela entrasse primeiro no elevador e agradeceu aos céus por estarem sozinhos no mesmo. - Correu tudo bem? - Questionou calmamente, encostando o seu corpo ao dela, encurralando-a num canto.

 

- Não desvies a conversa, sabes perfeitamente que não são só saudades do teu amigo, como tuas. Que além de me dares as melhores fodas do mundo, és a pessoa que mais me acalma no mundo. - Sorriu, beijando-o de forma meio provocante. - Não me digas que só tiveste saudades da minha Dianinha apertada?! - Olhou-o nos olhos, procurando a língua dele de novo, de forma lenta.

 

Tom escolheu corresponder a todos aqueles beijos primeiro e só depois é que respondeu. - Eu tive saudades tuas. Não só dá Dianinha. - Acabou por confessar, encarando-a. Num movimento rápido, o moreno ajoelhou-se e levou as mãos a passearem pelas pernas dela, passando por baixo da saia até chegar ao que lhe interessava. Retirou as cuecas dela, levantou-se e guardou-as no bolso. - Anda, vamos para o quarto. - Afirmou quando as portas abriram, mostrando um sorriso matreiro.

 

- Oh meu Deus. - Murmurou a olhar o teto daquela caixa metálica e saindo com ele dali. Como sempre o quarto deles era no fundo do corredor, meio afastado de todos os outros porque eles assim gostavam. Tom passou o cartão na porta, deixando a morena passar com a mala. Diana deixou tudo a um canto e apressou-se a pousar o seu chapéu na mesa de apoio do quarto. Depois de entrarem, o rapaz trancou a porta e depois aproximou-se de Diana, encostando-a à mesa enquanto lhe beijava o pescoço com calma.

 

- Tens alguma coisa combinada para a tarde, além do meet e assim? - Procurou saber enquanto desapertava a sua camisa. Sabia que Tom não gostava de despir a sua farda por considerar uma responsabilidade enorme e ela não se importava com isso, uma vez que tinha que ser bastante cuidadosa com a sua indumentária.

 

- Não, reservei o resto do meu dia para o passar contigo. - Começou por dizer, observando-a enquanto se despia. - Mas se tiveres coisas combinadas não faz mal, babe.

 

- Achas? Só as pernas abertas para ti! - Sorriu de forma perversa, despindo-se até ficar apenas em soutien. Diana não tinha o peito propriamente pequeno, mas nada que fosse excessivo ou feio, muito pelo contrário. Todos os soutiens lhe assentavam bem e aquele não era exceção. - Vais demorar muito a despir-te? - Procurou saber, abrindo as suas pernas e dando ao rapaz uma visão sobre o seu íntimo descoberto.

 

- Tu hoje estás toda... - Ele calou-se por instantes, mordiscando o lábio. Despiu-se por completo, pousando a sua roupa num sítio onde não atrapalhasse. - Tira-o. - Pediu, apontando para o soutien dela.

 

- Eu hoje? - Sorriu matreiro e mexeu as suas sobrancelhas, retirando o seu soutien e mandando-o para um local incerto.

 

- Sim, tu. Estás toda assanhada. - Brincou, aproximando-se dela de novo, puxando-a para si. - Não chegaste a dizer-me se correu bem. - Resmungou, beijando-a de seguida.

 

- Tens esse efeito em mim! - Riu, deixando-se ir com ele e segurando-se ao pescoço do mais velho assim que o seu corpo embateu contra o dele. - Correu bem, foi um voo curto, mas tive pessoas super simpáticas que elogiaram bastante o meu alemão. Deveria ter-lhes dito que era tão fluente porque faço bicos a um alemão bastante sexy. Engulo tudo, nada vai fora! - Provocou, passando a sua mão por cima do membro de Tom até o conseguir agarrar com firmeza. Aquela virilidade toda arrepiava Diana até ao seu mais pequeno pelo. Tom tinha um pénis longo, bastante suave e que a rapariga comentava que parecia esculpido para servir de molde a alguns dildos que se vendiam em lojas de adultos. A glande do mais velho era descoberta e se havia coisa que Diana amava em homens, eram circuncisões perfeitas e achava muito mais higiénico até em vários aspetos.

 

- Eu bem disse que tinhas saudades da minha piroca. - Brincou com ela, desviando o olhar mais para baixo, apreciando a mão dela. Ela adorava agarrar o membro dele e fazer outras coisas, mas ele tinha algo diferente em mente. Depois de retirar a mão dela dali, pegou nela ao colo, pousando-a apenas na cama. Assim que o fez, afastou as suas pernas e depositou alguns beijos no interior das suas coxas, chegando rapidamente ao clítoris de Diana. Deliciou-se por ali durante alguns minutos, provocando-a também com os seus dedos até se afastar ligeiramente. Encaixou-se entretanto entre as pernas dela, roçando o seu pénis no íntimo dela enquanto lhe beijava os seios.

 

A morena gemeu ao sentir tudo aquilo, arqueando as costas e os seus pés enquanto aproveitava aquela sensação. Diana ansiava aquilo tanto ou mais do que ele e não havia muito tempo a perder, quando tencionavam ficar algumas horas a aproveitarem-se um ao outro. - Vais foder-me de uma vez ou não? - Olhou-o desafiadora, ondulando as suas ancas contra o membro de Tom que a provocava incessantemente.

 

- Como se tu não gostasses da tortura que te estou a dar. - Resmungou divertidamente, penetrando-a lentamente enquanto lhe falava. Beijou-a logo de seguida, começando, entretanto, com investidas lentas e profundas.

 

- Adoro tudo o que me dás. - Constatou num gemido intenso, agarrando-se aos braços de Tom. - Odeio é ter que estar tanto tempo longe de ti por causa disto. - Murmurou, cerrando os olhos ao sentir Tom penetrá-la até ao fim e jurou ter ido ao céu e voltar, enquanto também o seu ar se perdia algures. Nunca tinha estado com alguém que a preenchesse tanto como o rapaz e não se tratava apenas de lhe ter doído um bocado, mas de a ter deixado à beira de um orgasmo súbito e inesperado. As suas unhas rasparam no ombro do moreno, enquanto da sua boca, saiam baixos gemidos onde ainda só ali se iriam ouvir.

 

- Diana... - Tom deixou escapar um pequeno gemido, mantendo aquele ritmo calmo. - Se te magoar ou quiseres que pare, só tens de o dizer. - Avisou, encarando-a. A rapariga negou de imediato, informando-o de que não queria parar, por nada, mesmo que o mundo ameaçasse ruir. Estava tudo a saber-lhe tão bem, que ela só queria manter-se assim até ao fim do dia! Mas, infelizmente, não podia. Pelo menos tinha aquelas horas para aproveitar com ela antes de voltar ao trabalho.

 

- Não te preocupes, está tudo bem. - Assegurou num tom meio rouco, carregado de prazer que ela não conseguia sequer esconder. Os seus olhos estavam carregados de luxúria e a sua boca procura a do mais velho com urgência, sempre que sentia a glande dele passar-lhe pelo ponto G. Ele começou a acelerar, mas isso não o impedia de ir o mais fundo que conseguia. A cada investida ia sempre até ao fundo, deliciando-se só de a ouvir e ver as expressões que ela fazia. Aquilo dava-lhe um prazer dos diabos, que não demonstrava na totalidade porque tentava conter-se. Diana abria cada vez mais as pernas, recebendo-o na totalidade e de forma dolorosamente agradável. Havia alturas que a rapariga perdia o Norte, mas com o tempo tudo se tornou apenas agradável e viciante. As ancas da morena ondulavam contra as de Tom, num instinto quase lascivo de o receber sempre, cada vez mais e mais rápido. Queria-o de cabeça perdida, queria que ele a possuísse como nunca antes tinha possuído uma mulher. Não se importava de se submeter a ele e a todos os caprichos que lhe poderiam passar pela cabeça, queria apenas apreciar todas as suas expressões másculas e prepotentes mais uma vez e todas as vezes que aquela relação o poderia permitir. Ali não se falava em amar, mas havia troca intensa de carinho, respeito e acima de tudo a junção de duas pessoas que se davam extremamente bem sexualmente.

 

Sem pensar em absolutamente mais nada, ele agarrou-a com força e acelerou mais ainda. Tanto investia freneticamente, como abrandava a ponto de quase parar. Parando bem fundo, Tom beijou-a intensamente e sorriu-lhe. - Quero que te venhas, Diana. Quero ver-te. Quero ouvir-te. - Afirmou num tom bastante sensual, gemendo no fim.

 

Diana arqueou as suas costas num arco quase perfeito e deixou-se levar pelo prazer que a invadia. Os seus olhos fecharam-se com força e as paredes do seu íntimo apertavam o membro grosso e húmido de Tom, enquanto as pernas estremeciam e cediam sobre a cama. - Não pares, por favor. - Implorou, arranhando-lhe os flancos com uma mão enquanto a outra tratava de lhe massajar a bolsa pesada e quente no fundo do pénis. Sentiu o moreno semi sentar-se contra a cabeceira da cama, sem a deixar. Sem demoras prendeu-lhe as pernas com os braços, colocando-os por baixo dos joelhos da morena, em forma de gancho. Ela gritou de prazer com a bruta investida que Tom aplicara nela e um sorriso perverso desenhou-se nos seus lábios quando sentiu de novo um orgasmo assaltar-lhe o corpo de forma impiedosa. Fora mais curto, mas brutalmente intenso! - Estás a fazer-me lembrar a noite que tivemos no Coachella, todos drogados. Aí ainda eras casado! - Sussurrou ofegante contra a boca do mais velho, olhando-o nos olhos enquanto afastava ligeiramente as ancas para poder soltar o largo membro das suas entranhas. - Nunca imaginei que me fosse viciar nisto. - Olhou o membro com um sorriso enorme. - Sabes que gosto especialmente quando perdes a cabeça e me fodes sem descanso até me veres a dormir de exaustão. - Confidenciou, passando a ponta dos seus dedos pela espessa coroa e apanhando as pequenas gotas pré-ejaculatórias que escorriam por ela abaixo. - Só te podes vir dentro de mim. - Relembrou, lambendo os seus dedos numa imagem completamente perversa.

 

Naquele momento, Tom sentia que estava num mundo à parte. Nunca pensou que uma mulher se aguentasse e tivesse prazer enquanto ele também o tinha. Só aquela imagem provocava-lhe coisas que só ele sabia! - Nem eu quero que seja de outra forma. - Comentou, com aquele seu sorriso maroto. Levou a mão ao seu membro, roçando-o no clitóris dela tanto depressa como devagar, mas não a penetrou. - Quero vir-me todo dentro de ti e quando isso estiver para acontecer não vais conseguir parar-me mesmo que queiras. - Avisou, penetrando-a de uma só vez, mas retirando-se logo de seguida.

 

- Tu é que me vais manter quieta, eu já sei. Vais querer estar enterrado em mim durante minutos só para te vires e eu vou apertar-te dentro de mim como se estivesse a apertar a tua tesão com as minhas próprias mãos. - Segredou-lhe entre gemidos. - Vais desejar que o faça, porque sei que estás demasiado cansado para estares a gastar tanta força em investidas brutas. - Continuou agarrando no pénis dele com força e serpenteando-o de forma rápida sobre o seu clitóris. Gemeu contra o ouvido dele até se vir de novo num esguicho quente, mas moderado e ouviu-o rugir num tom lascivo e animal. - Não te segures mais… - Pedinchou num tom carinhoso, penetrando-se de novo com bastante lentidão e sem qualquer tipo de esforço. Estavam ambos tão lubrificados que ao menor movimento, encaixavam-se como se fossem a peça certa um do outro.

 

- Não brinques comigo. - Pediu, naquilo que acabou por ser um gemido rouco e bastante másculo. Tom saiu de dentro dela e virou-a. Não só a virou ao contrário, como a pôs de quatro. Assim não estaria a olhar para a parede ou para a cama, mas sim para o reflexo dos dois através do espelho que havia em frente. Acariciou e beijou-lhe as costas, deixando-se entrar facilmente dentro dela. - Eu não estou assim tão cansado, ainda sou capaz de te dar um orgasmo valente. - Avisou num tom sensual, levando uma das mãos ao pescoço dela enquanto a penetrava sem piedade. Agora sim, estava de cabeça perdida.

 

- Não estou a brincar, eu não brinco nestas alturas. - Disse num tom baixo e calmo, demonstrando que tudo o que dissera antes servira apenas para mostrar o quão louca estava por ele e expressar, de forma carinhosa, a vontade que tinha de fazer Tom afogar todas as duas semanas de seca. Nem por um momento Diana deixou de os olhar através do espelho e o seu ar era de puro prazer e felicidade. Sentia-se constantemente à beira de um orgasmo e muitos dos seus gemidos nem chegavam a ser ouvidos de tantos que haviam para sair pela boca dela. - Tom vem-te por favor! - Implorou, não aguentando aquela combustão que se formava dentro dela. O próximo orgasmo ia arrombar com ela de uma forma tal que não se aguentaria nas pernas durante alguns minutos. - Por favor... - Gemeu de forma arrastada com os seus olhos completos de lágrimas, tal era intensidade do que aí vinha.

 

Senti-la a enfraquecer e ainda por cima ouvi-la a implorar foram a gota de água para o moreno. Incapaz de continuar a conter-se, Tom deixou-se levar e começou a gemer de imediato de uma maneira que nunca tinha feito. As investidas eram brutas e profundas, bastante poderosas e quase automáticas. Tom não tinha qualquer controlo de si mesmo naquele momento, vindo-se e gemendo imenso enquanto agarrava a rapariga pelos ombros. - Diana... - Gemeu ainda a tremer, virando-lhe o rosto para a beijar.

 

- Tom! - Gritou com o seu corpo completamente a tremelicar. Parecia que estava a ter um ataque qualquer, mas eram só uns brutos orgasmos múltiplos que faziam a morena contorcer-se várias vezes contra o corpo de Tom. Sentiu-o agarrar-lhe nas ancas com firmeza e imobilizar-se dentro dela de tal forma que Di sentia os espessos jatos de sémen dentro de si. - Não saias... - Murmurou num tom quase inaudível e extremamente cansado, empurrando o seu corpo contra o de Tom, de tal forma que o fez sentar-se sobre os calcanhares com ela no colo. Beijou-o de forma lenta, agarrando nas mãos dele com força. - Sabes o que me leva a ter isto contigo? Porque és o único que me dá orgasmos até me sentir exausta e mesmo assim ter vontade de mais... - Falou de forma pausada, rodando as suas ancas de um lado para o outro e sentindo o pénis de Tom massajar-lhe todas as paredes da vagina, fazendo-a gemer por vezes. - Precisava de ti em todos os meus layovers, em todos os meus dias off... - Sussurrou, virando-se de frente para ele e olhando-o nos olhos. - Porque eu quero mais... - Sorriu como se estivesse quase a dormir, mas ainda com força suficiente para se penetrar de novo e sentir o membro de Tom enrijecer um pouco mais. - Estou tão molhada Tom, porque é que me fazes isto? - Resmungou contra o pescoço dele, fazendo-lhe um enorme chupão ali, num local bastante visível a todos.

 

- Fuck! - Resmungou, gemendo de forma arrastada durante alguns segundos, fechando os seus olhos por instantes. Diana era realmente a mulher ideal para ele, Tom nunca teve alguém que lhe provocasse toda aquela excitação ou que o aguentasse quando ele endoidecia durante o sexo. - Oh, Diana... - Murmurou, passando as suas mãos pelo corpo dela. Não queria largá-la por nada. - Porque é que te faço isto? Porque mereces. Porque gostas. Porque eu amo fazer-te isto. - Sussurrou a última parte, rosnando quando a sentiu a fazer-lhe um chupão. - A marcar território, Diana?

 

- Há mulher na área, elas vão entender... - Riu-se num tom matreiro, olhando para ele com um sorriso de orelha a orelha e uns olhos que mais pareciam de uma pessoa high. - Eu amo mesmo que me deixes assim e odeio as vezes que me deixas excitada e não me podes foder. Só penso nesta sensação... - Moveu-se de forma lenta, gemendo-lhe baixo e ao ouvido. - Sempre te disse que as mulheres portuguesas valiam a pena na cama. - Sussurrou, beijando-lhe o pescoço com beijos molhados.

 

Tom suspirou quando ela se movimentou, mordiscando o seu lábio lentamente. - As outras portuguesas não me interessam. A única que me interessa és tu. - Falou num tom sério, deixando que o beijasse à vontade. - Eu também não gosto. - Começou por dizer, continuando logo de seguida. - Daquelas alturas em que só quero enterrar-me em ti e não posso. - Suspirou, acariciando-lhe as costas.

 

- Eu sei, fazes questão de me enviar fotos das tuas tesões e eu, no Dubai, a ouvir as rezas e a pensar como seria bom chupar-te tudo. - Sorriu, abraçando-o com calma e movendo apenas as suas ancas devagar.

 

- Tu gostas. - Encolheu os ombros, rindo baixinho. - Se pudesse, passava muito mais tempo contigo. - Murmurou, roçando os seus lábios nos dela. Não demorou muito até voltar a beijá-la daquela forma intensa. Beijos molhados eram os seus preferidos e a sua especialidade.

 

Diana correspondeu prontamente, perdendo-se como sempre naqueles seus beijos que não significavam nada, mas diziam tudo. - Eu sei, se eu pudesse também só fazia voos para cidades onde estavas. - Sorriu carinhosa, roçando o nariz com o dele. Sentiu as mãos dele passear-lhe pelas coxas, unindo depois os polegares sobre o clítoris dela assim que chegou com as mãos ao fim das pernas. A morena gemeu de novo, de forma baixa e bastante íntima, abraçando-o com mais força enquanto se movia um pouco mais rápido. Todo o corpo dela estava suado, a sua vagina encharcada de lubrificante natural e algum esperma de Tom, que escorria cada vez mais à medida que ela se movia. Tudo aquilo a deixava à beira da loucura! Di nunca se sentira tão satisfeita e ao mesmo tempo, tão ansiosa por mais como se sentia com Tom.

 

As pontas dos dedos de Tom provocavam-na rapidamente, enquanto ele se enterrava nela de vez em quando, mas à bruta. Os suspiros e pequenos gemidos do moreno excitavam-na mais e ele conseguia percebê-lo bem. - Vem-te para mim outra vez. - Pedinchou, procurando a boca dela com uma certa aflição. Ela assentiu, beijando-o enquanto se movia mais. A cada investida dele, Diana arranhava-lhe os ombros, marcando-o mais mas sem ter sequer intenção de o fazer. Estava demasiado envolta no sexo para ter noção que o podia magoar. Contudo não o sentiu importado, uma vez que Tom acelerou os movimentos uma vez mais, levando-a ao auge de novo.

 

O moreno estava sempre com um ar sério e só demonstrou um sorriso fofo e vitorioso quando ela se veio novamente. - Tão linda... - Murmurou, diminuindo as investidas gradualmente até acabar por parar por completo. Abraçou-a contra si, beijando-a uma e outra vez. - Estás bem?

 

- Sim... - Murmurou num tom quase inaudível, deitando a cabeça no ombro dele com calma. - Exausta, não sinto o meu corpo, parece que estou a flutuar... - Sorriu de olhos fechados, deixando-se levar pela exaustão até adormecer assim.

 

Tom sorriu e começou a acariciar o corpo dela enquanto ainda falava, ficando surpreendido por ter adormecido tão depressa. Segurou-a bem e ergueu-se, saindo finalmente do seu interior. Deitou-a na cama, tapando-a e aconchegando-a com todo o cuidado e carinho. Por já não ter muito mais tempo, Tom pegou nas suas roupas e fechou-se na casa de banho, onde tomou um duche e se arranjou. Estava prestes a ir-se embora, mas não ia sair dali sem lhe dar um beijo. Silenciosamente, Tom aproximou-se de Diana e sentou-se na beira da cama, aproveitando enquanto ela dormia para lhe ajeitar os cabelos e beijar a testa.

 

Um forte bater na porta fez Diana acordar sobressaltada, de tal maneira que sentia o seu coração perto da boca. - Foda-se! - Exclamou na sua língua materna, engolindo em seco ao perceber que era apenas alguém a bater à porta mas de uma maneira um pouco bruta demais. - Já vais...? - Questionou, olhando-o ainda ensonada.

 

O moreno revirou os olhos, suspirando depois de a ver acordada. - Já vai! - Resmungou num tom alto para que se ouvisse do lado de fora. Olhou Diana e assentiu. - Sim, tem de ser. Ficas bem?

 

- Fico, eu depois também vou até lá. Tenho bilhete... - Informou enquanto o olhava, sorrindo quando reparou no enorme chupão dele. - Isso está mesmo visível. - Riu-se divertida, passando uma mão pelas costas dele. - Deixa-me amarrar melhor o teu cabelo. - Pedinchou, sentando-se na cama. - God preciso de ir tomar banho! - Comentou numa risada.

 

- Ah, então vais lá apreciar a tua bela obra de arte? - Brincou com ela, virando-se ao contrário para ela poder amarrar-lhe o cabelo. - Sim, precisas mesmo de um banho, porquita!

 

- Vou e comprei aquele pack com tudo o que tenho direito. - Disse num tom sedutor, beijando-lhe o pescoço enquanto lhe amarrava o cabelo num apanhado perfeito. Ter que apanhar o seu quase todos os dias há 5 anos, já lhe dava alguma experiência.

 

- Então o teu deve ser um bilhete especial, tiveste direito a estar comigo e tudo. - Gargalhou, tentando manter-se quieto. - Não fazia ideia que tu ias. Agora já não sei como me vou concentrar, estou tramado.

 

- Ia aparecer lá de surpresa no meet mas como pensei que pudesses não gostar muito da ideia, estou a dizer-to agora. - Explicou, terminando o seu apanhado e ouvindo alguém bater à porta novamente. - É melhor ires. - Sorriu.

 

- Já vou, caralho! - Resmungou em alto e bom som, levantando-se depois. - Então, sendo assim, tenho a oportunidade de te pôr a vista em cima... Não te escondas atrás das outras gajas, está bem? - Pedinchou, beijando-a de forma calma e intensa. Tom jamais se ia embora sem lhe dar pelo menos um dos seus beijos maravilhosos. - Até logo. - Murmurou, saindo depois dali.

 

- Combinado. - Concordou, correspondendo ao seu beijo e deixando-o depois ir com um enorme sorriso no rosto.

 

Mal saiu daquele quarto, Tom recebeu aquele olhar típico de Bill. O loiro bem queria estar sério, mas havia sempre aquele sorriso e aquela expressão de quem queria saber as ditas novidades. - O que foi? - Perguntou quando já estavam no elevador, olhando-o. - Estamos assim tão atrasados?

 

- Um pouco, mas vais dizer-me quem te fez isso aí no pescoço? - Procurou saber, apontando o pescoço do gémeo enquanto se ria divertido.

 

- Quem achas que foi? Uma mosca? - Revirou os olhos, rindo-se. - Se foste até ao quarto sabes perfeitamente que estive com a Diana. Nem é preciso fazer-se um desenho, sabes melhor que ninguém. - Suspirou, olhando o irmão. - Ela vai lá estar hoje.

 

- A sério? - Questionou surpreendido quanto à ida de Diana ao concerto. - Isso é bom, ela sabe dar a volta às situações, não acho que seja motivo para estares preocupado ou nervoso com isso. - Tranquilizou. - Apesar desse chupão estar muito bem feito, foi uma bem mandada han! - Riu-se, batendo ao de leve nas costas do irmão.

 

- Sim, a sério. Ainda me vou atrapalhar todo na merda do meet. - Resmungou, passando a mão pela cara. - Oh, ela sabe bem o que faz. Assim já não há gaja que se aproxime de mim, quando virem esta mancha gigante fogem logo com medo. - Brincou, suspirando depois. - Vieste a pé?

 

- Ela está é a deixar-te mortinho de amores por ela. - Constatou, saindo do elevador com ele. - Até ao teu quarto fui a pé claro, mas já fui encontrar-me com uma pessoa. - Avisou, vendo os G's perto da saída a aguarda-los.

 

- Foste encontrar-te com quem, rapaz? - Perguntou de repente, respirando fundo quando viu os outros dois. - Eu não estou mortinho de amores pela Diana, Bill. - Resmungou baixinho, olhando-o de seguida.

 

- Com um rapaz mesmo, não te interessa saber quem. - Aconselhou, vendo depois os outros dois acercarem-se de Tom com os típicos comentários masculinos.

 

- Elah, o que é isto Tommy? - Questionou Georg, fazendo algumas carícias no pescoço do amigo em jeito de brincadeira.

 

- Não me interessa? Ah, isto agora é assim? - Resmungou, revirando os olhos mal começou a ouvir os comentários. - Foi uma portuguesa jeitosa. - Respondeu simplesmente, com aquele seu típico sorriso maroto. - Como é? Vamos embora ou vão ficar todos a apreciar minuciosamente o meu chupão?

 

- Tens um bruto chupão no pescoço tipo mesmo a marcar território, típico de mulher segura e não apresentas à malta? - Olhou-o com um sorriso matreiro. - Calma, Portuguesa? Aquela com o nome de princesa ou que é? A comissária? - Levou a mão à boca chocado.

 

- Apresentá-la a vocês? Só se for para ela fugir logo de mim, porque vocês são uns doidos. Principalmente tu! - Apontou para Georg, rindo. - Sim, essa. Chama-se Diana, parvo. - Revirou os olhos, suspirando de seguida. - Mas porque é que estás assim tão interessado em saber? Isso é tudo inveja? Não te preocupes, eu continuo a ter tempo para ti!

 

- Precisei que me esfregassem as costas e tu não estavas lá, vês como estás sem tempo para mim?! - Resmungou enquanto lhe tentava apertar os mamilos em jeito de brincadeira.

 

- Vamos embora crianças, temos um concerto para dar e mais um monte de coisas a fazer. - Bill fez-se ouvir, acenando aos seguranças para que seguissem caminho na frente.

 

- Está quieto! - Pediu, já a rir às gargalhadas. Afastou-se do amigo e respirou fundo, seguindo então para o local onde tinham de trabalhar. Assim que chegou, Tom fez as suas coisas como sempre fazia e quando terminou encostou-se a um canto. Tinha apenas alguns minutos, por isso deixou-se ficar ali sozinho e sossegado. Podia parecer que estava a pensar em mil e uma coisas, mas ele só pensava em Diana.

 

A rapariga que ficara no hotel apressou-se a tomar banho e vestir uma roupa prática. A sweat da Banda que Tom lhe oferecera, umas calças pretas desportivas e calçou os seus Yeezy, ajeitando depois o seu longo cabelo já seco ao espelho. - Sexo faz-te bem à pele. - Comentou para si mesma, constatando que a sua pele estava sem imperfeições pelo que só colocou um pouco de rímel, uma sombra clara e um batom nude que lhe davam um ar simples mas ao mesmo tempo cuidado. Assim que estava quase pronta, chamou um Uber e agarrou em tudo o eu precisava para o concerto, saindo do quarto. Apanhou o Uber e assim que chegou ao recinto, entregou todas as suas coisas para entrar, aguardando depois na fila.

 

Antes que o irmão fosse à sua procura, Tom foi ter com o irmão, que estava mesmo a terminar de se arranjar. - Ó homem, está bom, não te ajeites mais. - Riu baixinho, aproveitando aquele breve momento em que estavam sozinhos. - Depois preciso de falar contigo.

 

- Sobre? - Olhou-o, começando a ouvir as fãs entrarem para o meet. - Diz lá o que é, não me deixes com essa ansiedade estúpida. - Resmungou.

 

- Depois eu falo contigo, agora não dá tempo. - Diminuiu o tom de voz assim que os outros dos se aproximaram e afastou-se ligeiramente do irmão. - Já está na hora? Já podemos ir?

 

Bill rosnou para o irmão e assentiu de seguida. - Sim podemos ir. - Acabou por dizer, pegando no seu copo de champanhe e caminhando com todos os outros para a sala onde iria ser a sessão de perguntas e respostas. Ao entrar Bill acenou e cumprimentou toda a gente, sentindo-se no lugar dele e passando o olhar por toda a gente, reconhecendo Diana sentada no chão da sala, num dos lados da mesma. Era uma rapariga que se fazia notar naturalmente!

 

Tom sorriu assim que entrou na sala, acenando aos fãs que ali estavam. Demorou segundos até encontrar Diana, mas tentou ser o mais discreto possível, não olhando durante muito tempo para ela. Deixou que o irmão começasse, como era já hábito e rezou para que a Diana não fizesse nenhuma pergunta.

 

A rapariga manteve-se na sua, sempre atenta ao que eles respondiam e ria-se quando algo tinha piada. Ou porque sabia que os rapazes estavam a gozar ou porque de facto as perguntas eram alguma coisa de jeito. Sentia a pressão de Bill para ela perguntar algo, uma vez que lhe apontava o dedo várias vezes.

 

- Tu aí no chão, queres perguntar algo? - Questionou o mais novo dos gémeos.

 

- Se pudessem escolher um superpoder, qual escolheriam? - Questionou num tom Pacífico, olhando para todos.

 

O gémeo mais velho teve vontade de dar uma forte cotovelada ao irmão, mas apenas soltou um suspiro. Já sabia que ele ia fazer algo do género. - Superpoderes... Bem... - Tom riu baixinho e maior parte das pessoas riu-se também. - Não faço ideia... - Encolheu os ombros, olhando Georg.

 

- Eu escolhia ser invisível! - Respondeu Bill de imediato, olhando para os restantes.

 

- Para mim é difícil escolher entre voar ou ser invisível mas eu escolhia voar. - Respondeu ao que Gustav assentiu e a morena olhou então Tom para que este respondesse.

 

- Imortalidade é um superpoder? Se não for, vai a visão raio-x... - Respondeu descontraidamente, provocando uma gargalhada geral. Já todos sabiam o suposto motivo de ele querer tal coisa. - Mais perguntas? - Questionou calmamente, aproveitando para olhar para Diana um pouco.

 

- Visão Raio-X? - Questionou Georg, olhando Tom. - Para veres os ossos das gajas? - Riu-se.

 

- Não, estúpido, não percebes nada de super poderes. Com a visão raio-x tu podes controlar a profundidade e ver o que quiseres, seja por baixo da roupa para veres a roupa interior, ou para veres uma pessoa toda nua... Ou os órgãos e os ossos. - Gargalhou, encolhendo os ombros. - O Georg de certeza que gostava de ter esse poder para me ver nu sempre que quisesse, mas ele está com vergonha de admitir...

 

- Eu vejo-te nu sempre que quero. - Respondeu, levando todas as fãs a rirem-se com aquele pequeno momento e deram por terminado assim a sessão, uma vez que mais ninguém tinha perguntas para os rapazes. Assim que o assistente deu a informação de que poderiam ausentar-se para ir à casa de banho antes das fotos, foram várias as raparigas que correram para a wc, enchendo-se de perfume, mais um monte de laca, algumas trocavam mesmo a sua roupa para algo mais ousado.

 

Tom estava a aproveitar aquela pausa para beber qualquer coisa, rindo-se quando viu Georg. - Não sabia que me vias nu sempre que querias, essa é novidade para mim. Andas a espiar-me e eu nem sei, que triste! - Gozou com o amigo, olhando para as horas. Pela primeira vez, estava morto por despachar o trabalho que tanto gostava. - Agora vem a parte difícil, não é, Billy?

 

- Fotos, onde vou ser agarrado e apertado e apalpado. - Sorriu de forma forçada, olhando para Diana e chamando-a. - Chega aqui. - Pediu com um sorriso sincero, reparando que ela fora a única a ficar ali.

 

- Não quero confusões. - Sorriu citada, caminhando até eles e sendo recebida por Bill com um abraço apertado.

 

- Até parece que nem gostas. Então tu, que és todo fotogénico e essas coisas. - Brincou com o irmão, virando estátua assim que ouviu a voz de Diana. Estava de costas para ela e mal se mexeu durante os primeiros segundos, mas depois respirou fundo e aproximou-se deles. - Estavas sozinha?

 

- Eu vim sozinha, querias que estivesse com quem? - Questionou sorridente, olhando para ele.

 

- Fazes questão de tirar esta foto? Podemos tirar depois, ficas aqui com o Mike, o meu assistente. - Falou Bill, tentando que ela se destacasse do grupo para vir depois com eles para o camarim para perto dos seus amigos.

 

- Posso não tirar, não me importo, mas não se metam em confusões que as vossas fãs são doidas ainda me matam. - Riu divertida.

 

- Não sejas tola, aqui ninguém te vai magoar de maneira nenhuma. - Falou de imediato, pousando a sua mão nas costas dela, acariciando-as com calma. - Fica à vontade, está bem? - Pediu num tom baixo, puxando-a para si sem se importar com os outros, muito menos com Georg que já estava com aquele ar de quem estava prestes a dizer uma piadinha.

 

- Está bem, obrigada rapazes. - Sorriu abertamente, olhando todos e roubando depois um beijo a Tom. - Tens aqui alguma garrafa de água? Estou cheia de sede!

 

- Ah é a famosa Diana? Muito prazer, eu sou o Georg e este é o Gustav, uma vez que ninguém nos apresenta. - Apontou-se, acenando depois à rapariga.

 

- Prazer em conhecer-vos e desculpa. - Desculpou-se, indo cumprimentar os outros dois.

 

- Di, não tens de pedir desculpa de nada. Não lhes ligues. - Encolheu os ombros, indo buscar uma garrafa de água para ela. - Mas pronto... Esta é a Diana e Diana, estes são os moços que tu já sabes. - Apontou-os, rindo-se. - Precisas de mais alguma coisa? - Perguntou calmamente enquanto lhe entregava a garrafa, sorrindo-lhe por fim.

 

- Só mesmo desta água, depois como qualquer coisa e estou pronta para a festa. - Riu-se divertida, afastando-se deles assim que ouviu as pessoas entrarem de novo na sala. Diana manteve-se junto dos assistentes o tempo todo da sessão de fotos e sentia especialmente das raparigas, o burburinho que faziam e os olhares que lhe lançavam por ela estar ali.

 

Tom, apesar de estar sempre muito sorridente, estava também atento a Diana. Quando terminaram, o moreno respirou fundo e bebeu uma garrafa de água. - Bill?

 

- Sim? - O mais novo dos gémeos virou-se para o outro, esperando que ele dissesse o que queria.

 

- Estás bem? - Questionou num tom baixo, passando-lhe a mão pelo braço.

 

- Estou, mas porque perguntas? - Questionou confuso face ao gesto do irmão.

 

- Porque estás demasiado concentrado a olhar para o telemóvel. - Apontou, sorrindo depois. - Não me digas que há amor novo na costa e eu não sei de nada!

 

- Não, apenas um escape. - Sorriu-lhe, encolhendo levemente os ombros e vendo que todas as pessoas já tinham saído. - Vai lá ter com a tua miúda, não a deixes muito tempo sozinha eu ela está com um pacote hoje, até eu comia. - Brincou com um enorme sorriso.

 

Tom semicerrou os olhos. - Hey, essa não é para tu comeres, a Diana é minha. - Afirmou bem a sério, esboçando um sorriso parvo depois. Ao ver Georg e Gustav distraídos, continuou a falar com o irmão, mas num tom mais baixo. - Gosto mesmo dela. Mas nem sei bem como passar para além do que já há. Quero dizer... Ainda se pergunta se querem namorar connosco, hoje em dia?

 

- Eu sei, estou a brincar. - Tranquilizou enquanto o ouvia. - Acho que deves falar com ela seriamente sobre isso e tem sempre em conta que ela ama o que faz e que vais ter que viver bem com isso. - Opinou com calma, olhando-o atento.

 

- Não é isso que me preocupa. Claro que me custa estar longe dela, mas ela tem o trabalho dela e eu o meu. Ambos gostamos do que fazemos, não é isso que me assusta. Só tenho receio de a assustar com essa conversa de tornar as coisas mais sérias, entendes?

 

- Acho que deves falar com ela, nunca saberás senão o fizeres. - Opinou. - Não acho que ela se vá afastar, não são todas as pessoas que com a profissão dela ajeitam as suas viagens para te apanhar em muitas delas. - Sorriu.

 

- Está bem, eu vou fazer isso. - Assentiu, dando depois um abraço ao irmão. Depois de levantar a mão aos outros dois em jeito de despedida, Tom foi ter com Diana. - Olá jeitosa!

 

Diana sorriu ao ver o rapaz, abraçando-se a ele com calma e cheirando-o. - Estás bem? - Procurou saber, olhando-o depois com calma.

 

- Melhor agora. - Murmurou, beijando-a de seguida. - E tu? Eu reparei que estavam a olhar para ti de lado e com cochichos. - Suspirou, acariciando-lhe as costas.

 

- Não quero saber, a inveja delas supero eu bem. - Sorriu-lhe num leve encolher de ombros. - Estou com imensa fome e uma dor nos abdominais que nem te passa pela cabeça. - Riu-se divertida. - Vais comer aqui com os teus amigos e a banda? - Procurou saber.

 

- Pronto, pronto! Só não quero é que te sintas desconfortável. - Clarificou. - Com eles? Não... Estava a pensar ir comer contigo, onde tu quiseres. Se quiseres, claro. - Apressou-se a dizer, com um sorriso simpático. - Prefiro ir contigo para um sítio mais calmo, onde estejamos mais à vontade.

 

- Mas eles vieram aqui visitar-vos, não vão ficar meio chateados por não estares? - Procurou saber. - Não te esqueças que saíste de um casamento onde maior parte das pessoas não gostavam da tua mulher por ela ser uma anti-social. - Relembrou. - Não estou a dizer que temos uma relação séria, nada disso, mas percebes onde quero chegar? - Argumentou meio atrapalhada.

 

Ele revirou os olhos, mas de uma forma divertida. - Não te preocupes que eles também não se preocupam! - Sorriu, suspirando. - Eu posso estar com eles noutra altura, não me vão julgar quando perceberem porque não fui. - Afirmou, dando-lhe depois a mão. - Vá, onde queres ir? Ou melhor, o que é que te apetece?

 

- Sushi. - Respondeu de imediato, beijando-o uma vez mais antes de caminhar com ele pelos corredores de acesso. - Não nos vão ver a sair daqui? - Procurou saber.

 

O moreno encolheu os ombros. - Que vejam, não me importa. Mas se for de alguma maneira desconfortável para ti, saímos pelas traseiras e assim. Tu é que sabes, Di. - Explicou com calma, aguardando pela sua decisão.

 

- Não quero que falem e que te sintas incomodado com isso, é só essa a minha preocupação. - Argumentou com calma, olhando-o nos olhos. - Se queres fazer isto, estou ao teu lado para o fazer. - Sorriu-lhe.

 

- Babe, não me incomoda, de todo. Ouve... - Tom respirou fundo, desviando o olhar durante uns segundos. - Eu gostava de tornar as coisas mais sérias. A nossa relação, sabes? Passarmos a ser mesmo namorados, assim mesmo oficial... - Tentou explicar-se da melhor maneira que sabia, sentindo-se meio atrapalhado.

 

- Oh meu deus, vou desfalecer. - Riu-se completamente corada, agarrando-lhe na cara para o olhar nos olhos. - Estás a falar a sério? - Procurou saber, olhando para ele com um enorme brilho no olhar. Diana amava Tom, era um facto, mas nunca imaginou que ele sentisse algo tão forte quanto ela, ao ponto de a pedir em namoro.

 

- Hei, não me assustes... - Pediu com um beiço adorável, assentindo de seguida. - Estou a falar muito a sério. Não tenho aqui nenhuma prenda catita nem nada disso. - Riu baixinho, suspirando pela milésima vez. - Bem, hm... Então... Aceitas namorar comigo, Diana? - Perguntou seriamente, sentindo-se bastante nervoso. Meter os pontos nos i's e chamar os bois pelos nomes nestas situações deixavam-no sempre assim.

 

- Sim, aceito! - Riu completamente emocionada, deixando-se chorar. - Juro que nunca imaginei que depois de todos estes meses, quer dizer, quase um ano depois de nos envolvermos, que me pedisses em namoro. - Comentou com um sorriso enorme, limpando a cara antes de o beijar com cuidado.

 

Tom respirou fundo, bem mais aliviado e abraçou-a com força. Não numa força exagerada, mas sim uma força cuidadosa, carregada de carinho. - Oh, ainda bem que aceitaste! - Riu atrapalhado, fazendo uma careta engraçada depois. - Nunca imaginaste? Porquê?

 

- Porque acordamos que isto era sexo, porque temos umas vidas complicadas... - Respondeu sensata, acariciando-lhe as costas com cuidado. - Vai ser difícil estar longe de ti, não vou mentir, mas não é impossível. - Argumentou, beijando-lhe o queixo com cuidado.

 

- Sim, isso é verdade... Mas acho que tu também sabes e sentes que já deixou de ser só sexo há algum tempo. - Sorriu-lhe, encolhendo os ombros. - E se tem resultado até agora, vai resultar no futuro também. Não me importo de, nas minhas férias, passar o tempo a viajar só para ver a minha comissária.

 

- Tem dado muito certo, mesmo em termos sexuais temos serões perfeitos. - Comentou com um sorriso perverso, apalpando-lhe o rabo disfarçadamente. - Mas vamos comer e conversamos lá? - Questionou sorridente.

 

- Sim, por favor. Antes que eu ainda morra aqui de tanta fome que já tenho. - Brincou, puxando-a melhor para si, rodeando o corpo dela com o seu braço. - Temos de conversar bem sobre esse apalpão que acabaste de me dar. Ainda estás toda assanhada, é?

 

- Tu deixas-me assim. Sabes gosto de ti porque és tudo o que eu sonhava num homem! Fodes-me, alinhas nas minhas coisas malucas, não és demasiado meloso mas surpreendes-me e isso deixa-me feliz. - Sorriu abertamente, saindo com ele do edifício.

 

- Sim, tu és doida pela minha piroca. - Segredou-lhe ao ouvido enquanto saíam, rindo baixinho depois. - Eu nunca tive ninguém como tu. Eu gosto de ti como és e sinto-me bem quando estou contigo porque posso ser quem sou, não preciso de ser nem mais, nem menos. - Foi dizendo, agarrando o seu telemóvel para chamar um Uber.

 

- Vamos esperar aqui fora? - Questionou assustada, ouvindo alguns gritos de algumas raparigas que avisavam outras que ele estava ali. - Oh meu deus, é hoje! - Passou uma mão pela testa.

 

- Ainda hoje me esqueço que não posso fazer disto. - Murmurou, colocando-se à frente dela, começando a entrar logo de seguida de onde tinham saído. Agradeceu aos seguranças que por ali estavam e agiram, olhando Diana depois. - Desculpa, desculpa. - Pediu, beijando-lhe a testa. - Anda, vamos para uma divisão qualquer e quando chegar saímos a correr, sim?

 

- Não tem mal e não precisamos de sair a correr basta agir naturalmente, mas não estarmos a viver como se aqui fosses uma pessoa normal. - Riu-se, entrando com ele para uma pequena sala. Assim que Tom ia acender a luz a rapariga demove-o, agarrando-lhe na mão e puxando-o para ela até estar sentada na mesa que lá havia. - Gosto mais assim. - Sorriu.

 

Tom por sua vez levou as mãos às coxas dela, encaixando-se entre as pernas dela. - Ai é? Então porquê? - Sussurrou sedutoramente, beijando-lhe o pescoço com calma, até acabar por lhe fazer um chupão tal como ela lhe tinha feito.

 

- Porque gosto de te sentir, desenvolvo o toque, decoro cada bocado teu... - Comentou com um sorriso, deixando-o vingar-se da mesma maneira enquanto lhe passava as mãos pelo corpo todo. - Agora estamos de igual para igual não é? - Riu-se.

 

- Parece que estamos. - Comentou primeiro, beijando-lhe parte do peito descoberto. - Decoras cada bocado meu? Como assim, ainda não tinhas decorado tudo já? - Resmungou de forma divertida, beijando-a uma e outra vez, impedindo-a de responder.

 

- Decorei, mas gosto sempre de te decorar mais. - Respondeu assim que conseguiu, mordiscando-lhe o lábio inferior. - O homem já deve estar aí, o teu telemóvel está a vibrar. - Avisou, batendo-lhe no bolso das calças. - Já o foste trocar? Ele estava todo desfeito! - Exclamou, vendo-o através da luz que o dispositivo dava, nas mãos dele.

 

- Ah, acho bem! E não, ainda não... Não tive grande tempo ainda. - Explicou-se com uma pequena careta, dando-lhe a mão para a ajudar a descer dali. - Sim, é o homem que já chegou. - Confirmou logo de seguida, arrumando o telemóvel só quando saíram dali. - Preparada para ouvir mais alguns gritos?

 

- Preparada. - Riu-se, entrelaçando a mão com a dele e saindo para o carro que os esperava perto dos autocarros. Foram fotografados, gravados e mesmo assim nenhum deles se mostrou importado com tal. O jantar decorreu entre muita conversa e alguns planos para viagens futuras. Depois do jantar regressaram ao recinto e Tom foi preparar-se para o concerto, deixando a rapariga aceder à área VIP onde estavam alguns amigos e familiares dos rapazes. Diana nunca assistira a um concerto deles, mas adorara aquele e conseguiu divertir-se imenso. A banda estava com uma enorme vibe e isso notava-se a léguas! No fim do espetáculo, a morena aguardou uma mensagem de Tom que lhe iria dizer supostamente para onde ela tinha que ir.

 

Assim que o moreno enviou a mensagem à namorada, saiu dali no intuito de a encontrar a meio do caminho. Quando a viu apressou o passo, beijando-a intensamente mal pôde. - Então, eu estava sexy não estava? Todo sensual a tocar o tamborzinho. - Brincou, rindo da sua estupidez.

 

- Essa parte excitou-me imenso. Fez-me imaginar tu a bateres-me assim enquanto fazíamos anal. - Segredou-lhe num tom matreiro.

 

- Acho bem que te tenhas lembrado dessa maravilha. - Apontou-lhe o dedo, sorrindo. - E essa excitação já passou ou é preciso ir ali aliviar-te num instante?

 

- Nunca passa. - Riu-se com o que dizia, sabendo que era verdade assim como ele o sabia também.

 

- Tom, venham para aqui. - Chamou Bill, sorrindo ao vê-los num clima animado. - Vem apresentar a Diana a estes doidos. - Incentivou.

 

- Hmm? Ah, ya, claro, vamos já. - Sorriu ao seu gémeo, olhando depois para a namorada. - Vamos ter com eles? Eu prometo que te trato dessa excitação depois. - Sussurrou, pondo-se a jeito para começar a caminhar com ela.

 

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publicado às 21:30


4 comentários

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De twilight_pr a 30.04.2017 às 20:07

Estou a matar-me com o apelido dela coff coff 
Adorei quando eles andaram nas cambalhotas, foi muito intenso xP gostei disso, como não gostar não é? xDDD
Confesso que ainda me estou a rir com o super poder escolhido por ele, é que é coisa mesmo do Tom e confesso ainda mais que uma das partes que eu mais gostei foi os momentos Torg, estavam um máximo! Só me fizeram rir.
O final foi intenso aquela conversa super intima entre os dois *emoji safado* e o Bill sempre ali para quebrar o momento, bateu na porta quando o Tom estava a querer dar-lhe um beijo para ir embora e depois chama-os quando estavam prestes a entrar em combustão! Eheheheh
Quero saber como vai ser a parte dois ;)


Beijinhos grandes às duas <3
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De Daniela C. a 02.05.2017 às 02:58

O apelido...tenho que confessar que foi sim obra minha e que, claro, inspirado em vocês família Americano, porque foi a primeira coisa que me apareceu e soou bem!
As cambalhotas são sempre aquela base, acho que este blog deveria ser considerado o blog com mais escrita pornográfica dos últimos tempo. Podemos parecer malucas mas confesso que não conseguimos não escrever coisas assim, porque simplesmente nos sai bastante bem. Mas bom, ainda bem que gostaste e para a semana sai a parte dois.
Beijos grandes Twi ♥
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De a 19.05.2017 às 01:40

Depois de ter começado a ler no outro dia, (finalmenteeee) terminei a leitura da primeira parte desta OS! (desculpem ter demorado tanto >.<) Comecei a ler isto mesmo lançada, animada com o rumo que a coisa estava a tomar, mas acabei por me deixar levar pelo cansaço... De qualquer forma, voltei, já terminei de ler e estou, por fim, a comentar :) Vocês têm assim um jeito para o muito-muito grande para escrever cenas badalhocas xD Eu gosto das histórias em si, mas vocês têm o dom de me animar e deixar focada na parte badalhoca de tão bem escritas que estão. De verdade! Fico mesmo satisfeita por ver que vêm aí coisas porcas por saber que vou ler algo realmente bom. Não me caso de ler coisas dessas escritas por vocês: é um facto. Ando feita uma badalhoca portanto xD Estou mesmo a fazer figas para que o resto da OS tenha coisas porcas também xD Ahh, e o nome: não posso deixar de referir o nome da Diana mais uma vez! Adoro xD
Fizeram um óptimo trabalho aqui, meninas :) estou ansiosa por ler o resto e a sério que o farei quando não estiver a morrer de sono e arranjar um tempinho :3
beijinhos para as duas :)
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De ivy hurst a 25.05.2017 às 22:05

Ahaha! Bem, ao menos significa que tenho talento para alguma coisa (eu e a Daniela, claro :b)
Obrigada, beijocas!

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O meu nome é Daniela, tenho 21 anos e sou de Almada. Trabalho actualmente no STARBUCKS mas sonho ser Comissária de Bordo. Amo escrever, ver Vlogs e não sou mesmo nada adepta de séries. Tenho uma panca por maquilhagem e claro, viajar.


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Chamo-me Vanessa, mas já há alguns anos que me tratam por Nessie (tal como prefiro). Outras pessoas podem conhecer-me como Ivy Hurst, que é uma espécie de heterónimo, ou até o nome do meu ego. Tenho 22 anos, adoro escrever como é óbvio (mais do que ler), adoro videojogos, assim como filmes e séries.


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