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[S.S] Ordinary Life • 10

por ivy hurst, em 19.07.17

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Laura largou o seu lábio e começou a gemer de imediato, mas baixinho. - Céus... - Sussurrou, pousando as mãos nos ombros dele. - Deixas-me louca, Bill. Quero-te tanto.

 

- E tu tens-me, de todas as maneiras - Sorriu carinhoso, erguendo-se com ela ao colo e caminhou em direção à piscina. - Tu sabes. - Acrescentou, começando a descer as escadas com cuidado para que não escorregasse e a deixasse cair. - Posso dizer que sou um homem sortudo porque tenho a possibilidade de aquecer a água da piscina e assim não perco esta linda tesão. - Gracejou num tom meio cómico.

 

- Lá nisso tu tens razão, é uma linda tesão. - Brincou com o namorado, arrepiando-se quando sentiu a água a tocar-lhe no corpo. Já tinham feito sexo algumas vezes desde que voltaram, mas nunca numa piscina. Laura estava toda entusiasmada! - Esse olhar que tu me fazes quando estás todo excitado... - Ela sorriu e passou a língua pelos lábios secos, observando-o.

 

- Não sei do que falas, para mim é normal. - Riu-se sentando a namorada na borda da piscina e beijando-lhe as coxas de forma demorada, afastando as pernas dela para ter acesso ao que pretendia.

 

Com um enorme sorriso, Laura levou as mãos ao cabelo do namorado, acariciando-o enquanto o namorado lhe beijava as coxas. - Quantas divisões tem este apartamento? - Perguntou de repente, com um ar divertido.

 

- Hall, sala, cozinha, escritório, três quartos, 3 casas de banho e a lavandaria. 11, portando! - Disse entre cada beijo que depositava no interior das coxas dela, chegando finalmente ao ponto que queria.

 

- Então quero essa quantidade em orgasmos, se faz favor. - Exigiu, gemendo pouco depois. - Se começas já assim o primeiro não vai demorar muito. - Murmurou de uma forma sexy, mesmo sendo sem querer.

 

- Sabes que 14 orgasmos é algo difícil porque se eu te dou múltiplos, cais para o lado e não acordas mais. Só amanhã! - Relembrou começando a sugar os lábios inferiores dela com um ar completamente deliciado.

 

- Dá-me os que tu quiseres, homem. - Murmurou, inclinando a cabeça para trás, deixando-se gemer à vontade. - Isso... - Sussurrou, abrindo um pouco mais as pernas. Bill riu-se ao ouvir a namorada, não por achar piada, mas por se sentir vitorioso com tal feito. A boca dele continuava a sugar aquela zona como se fosse algo tão doce que o loiro não sabia se desejava parar. Contudo, deu lugar aos dedos e acariciou a entrada de Laura, penetrando-a depois com dois dos seus dedos e retomando os leves chupões no clitóris da rapariga.

 

Laura gemeu muito mais alto que antes, completamente satisfeita com o prazer que estava a receber. - Fuck... - Murmurou de uma forma extremamente sensual entre gemidos, largando os cabelos do loiro para se poder apoiar no chão. - Mais. - Exigiu, de olhos fechados. Bill introduziu mais um dedo, arrastando-os lenta e profundamente para tocarem perfeitamente no ponto que pretendia. Ouvi-la gemer era como música para ele!

 

- Foda-se! - Resmungou quando ele passou os dedos pelo sítio certo, provocando-a ainda mais. Laura voltou a colocar as mãos no namorado, desta vez nos ombros dele, olhando-o enquanto as suas pernas começavam a tremelicar.

 

- Vem-te. - Pediu Bill, movendo os dedos num ritmo bem mais rápido e frenético, mas sem afastar os dedos daquela parte mais rugosa no interior da rapariga. Laura arranhou os ombros do namorado, deixando-se ir até atingir o orgasmo. Contorceu-se, gemendo alto, deixando-se depois cair até encostar a testa na do namorado, abraçando-o contra si. Estava toda sorridente, mas não estava completamente satisfeita. Ela queria sempre mais e o namorado não lhe ficava nada atrás. Assim que a apanhou no colo, Bill penetrou-a de surpresa, quase nem lhe dando tempo para respirar um segundo. Amava fazer sexo com ela e jurava nunca ter tido uma pessoa que o satisfizesse tanto quando Laura. - Adoro que sejas tão apertadinha, deixas-me ainda mais louco....

 

- Bill! - A morena gritou de prazer, levando as mãos até às costas dele, que logo arranhou. - Eu adoro quando tu me dizes essas coisas. - Confessou, num tom bastante ofegante, mas sem deixar de sorrir. Laura era louca por Bill e amava tudo o que ele lhe fazia, mas quando ele lhe dizia aquele tipo de coisas ela ficava doida.

 

- Eu sei. - Gracejou, encostando-a à parede e investindo nela de forma rápida e certeira. A pressão que a água fazia nem sempre ajudava, mas Bill era ágil o suficiente para se mover ali durante um bom tempo sem perder a força.

 

A rapariga gemia a cada investida. Para além de se notar o imenso prazer que ela estava a ter pelos seus gemidos e pela maneira como gemia, também era notório pela sua atitude e pela inquietude. Ora inclinava a cabeça para trás, ora encarava o namorado; tanto o beijava e tentava abafar os gemidos como gemia bem alto. - Oh, Bill... - Laura juntou os seus lábios aos dele, beijando-o loucamente.

 

- Sou eu... - Sussurrou num tom rouco, gemendo enquanto respirava já ofegante. A água estava quente, ele estava quente e ela, quente estava, o que os fazia também um pouco mais impacientes pelo facto de toda aquela excitação fazia-os sentir que iam pegar fogo.

 

- Vem-te, Bill, vem-te. - Gemeu, enquanto também ajudava naqueles movimentos rápidos e de grande aflição. - Quero sentir-te a vires todo dentro de mim, que te enterres em mim, bem fundo. - Pedinchou entre gemidos, começando a ter leves tremores. - Anda Bill, não pares.

 

Bill rosnou um tom másculo, enterrando-se nela cada vez mais com investidas profundas. Só ia descansar quando ela mesma tivesse o segundo orgasmo, junto com o dele! A aflição de Laura tornou-se cada vez maior e ela sentia-se cada vez mais perto de um orgasmo. Ainda esteve um par de minutos naquela agonia, mas de súbito ela começou a gemer cada vez mais e mais alto, vindo-se de uma forma gloriosa. Era tão intenso que o seu corpo não parava quieto e ela não conseguia calar-se por ainda sentir todo aquele prazer gigantesco.

 

- Oh fuck... - O loiro não tardou em acompanhá-la, vindo-se de forma intensa e agarrando-a com alguma força contra si. Não a queria longe e por isso mesmo tentou imobiliza-la, movendo-se apenas ele.

 

Laura beijou-o com urgência, gemendo sempre que sentia aquelas fortes e profundas investidas enquanto ele se vinha. Sorriu quando ele a encarou, com aquele brilho nos olhos. - Oh, amor... - Murmurou em forma de gemido, beijando-o uma e outra vez.

 

- Vamos até à cozinha. Aqui sinto que estou a morrer com está água quente. - Riu-se- beijando-a com cuidado e saindo da piscina com ela.

 

- Vamos! - Riu, saindo com ele. Caminharam nus pela casa sem qualquer problema e qual do chegaram à cozinha, Laura debruçou-se sobre a bancada, deitando o tronco nu, na mármore gelada. Estava numa posição meio indecente porque até com as pernas abertas e de rabo empinado, mas sentia-se no céu. - Ah, que fresquinho!

 

- Aí sim? - Procurou saber, aproximando-se da morena e penetrando-a de novo enquanto lhe agarrava nos pulsos e os prendia com as mãos atrás das costas dela. - Vamos começar a brincadeira. - Sussurrou-lhe ao ouvido, investindo nela com força e sempre de surpresa. Bill estava a perder a cabeça!

 

Laura gemeu alto e fechou os olhos com força, respirando fundo quando conseguiu. - Vamos começar? Ainda não tinha começado?! - Fingiu-se de chocada, virando o rosto de modo a conseguir vê-lo.

 

Bill negou com um sorriso matreiro, acercando-se de um pano e amarrando assim os pulsos dela. - Vai começar agora. - Reforçou, levando a mão a uma caixinha que tinha sobre a bancada e tirando da mesma um anel vaginal vibratório que comprar naquela tarde. Com um movimento de ancas saiu dela e colocou aquela peça na base do seu pénis, já ligado. Deu alguns passos até se sentar numa cadeira e chamou-a com o dedo. - Senta-te aqui com as pernas dobradas. Os teus pés têm que cruzar entre os meus joelhos. Como se tivesses de joelhos sobre as minhas coxas. - Ordenou.

 

A morena deixou-se relaxar sobre a bancada depois de ele a amarrar e ficou ligeiramente confusa quando ele saiu do seu interior. Porém, assim que ele a chamou e ela se aproximou, sorriu e mordiscou o lábio, colocando-se na posição que ele pediu. - Está bom assim?

 

- Ótima! - Exclamou, voltando a penetra-la com intensidade e de forma profunda. Esperava ver a sua reação quanto à vibração no seu clitóris e só rezava para que fosse positiva.

 

Laura revirou os olhos e abriu a boca, sorrindo ao sentir aquela nova sensação tão maravilhosa. - Oh meu Deus... - Murmurou, gemendo baixinho. - Foste comprar brinquedos? - Questionou baixinho, gemendo de forma arrastada logo de seguida.

 

- Passei por uma loja com coisas engraçadas e decidi que devíamos sair da rotina. - Clarificou, mantendo o clitóris dela encostado aquela peça e movendo-se de forma dolorosamente lenta. Bill sorriu num tom meio matreiro e malicioso, como se aquela pequena tortura fosse o início do que ainda havia por sentir!

 

- Oh, Bill... - Gemeu quando ele começou a movimentar-se devagar, olhando para baixo por instantes e depois para o namorado. - É confortável para ti? Não magoa? - Tentou saber, gemendo logo de seguida. - Compraste mais coisas?

 

- Ajuda a manter mais tempo a cena, retarda a ejaculação também, por isso vais ter muito que me aturar. - Riu, agarrando no rabo dela com ambas as mãos, depois de as embater contra o local com alguma força.

 

- Pronto, vou levar até o sol nascer. - Comentou de forma divertida, gemendo bem alto com aquele movimento dele. - Mais... - Pedinchou, sorrindo.

 

- Vou dar-te tudo o que quiseres, mas quando eu quiser baby. - Piscou-lhe o olho, beijando-a de forma intensa enquanto lhe agarrava os cabelos com uma mão e investia nela de surpresa e com alguma força, uma e outra vez.

 

- Então faz-me tudo o que tu quiseres, quando quiseres. - Sussurrou, fechando os olhos com força quando ele começou a investir daquela maneira. Laura estremeceu e tentou afastar-se quando sentiu um intenso prazer de súbito, que a fez gemer de uma forma incrível. Bill continuou os movimentos, esperando que ela se viesse com aquelas suas investidas repentinas. A sua boca ocupou-se também dos mamilos da morena, sugando-os um a um enquanto soltava pequenos gemidos roucos.

 

Com aqueles movimentos, não demorou muito até que Laura chegasse novamente ao auge. Desta vez ela acabou por se elevar até o pénis do namorado sair do seu interior, gemendo enquanto se vinha num pequeno e breve jato quente. - Fuck... - Gemeu, olhando por si abaixo, espantada.

 

- Hell yeah! - Gracejou Bill, levantando-se com ela e removendo aquele anel. Atirou-o para o chão agarrando de novo em Laura e entrou nela novamente, beijando-a enquanto caminhava para o quarto. Laura respirava fundo de modo a tentar à normalidade, mas antes disso já o namorado tinha pegado nela, penetrando-a de novo. A morena gemia baixinho contra os lábios dele, fazendo pequenos movimentos circulares de seguida. Ela gemia de forma arrastada, beijando o namorado depois quando conseguiu. Estava ansiosa para ver o que ele lhe faria a seguir, se havia mais brinquedos ou não.

 

- Vamos ver se é agora que tens os múltiplos que um homem não é de ferro. - Riu-se divertido, beijando-a enquanto se deitava com ela na cama, sem sair dela.

 

- Não és de ferro? Eu muito menos, até tenho medo de desmaiar no próximo orgasmo. - Brincou, gemendo baixinho por o sentir a penetrá-la melhor. - Ainda não posso tocar-te? Tira lá o pano dos meus pulsos, quero tocar-te e arranhar-te todo. - Murmurou, sorrindo.

 

- Parece-me bem. - Constatou, retirando-lhe o pano dos pulsos e mandando-o para um sitio qualquer do quarto. Não estava com pena nenhuma do seu corpo porque parecendo que não, Bill adorava sair marcado sempre que se envolvia com ela.

 

- Finalmente. - Resmungou, levando logo as mãos aos braços e peito do namorado, beijando-o logo de seguida. Naquela altura os beijos deles já não eram fofos nem nada que se parecesse, eram exatamente o oposto. - Fode-me, Bill. Fode-me como tu adoras fazer. - Bill sorriu, começando-se a mover dentro dela de uma forma louca e desmedida. Queria levá-la à loucura e sabia que não era preciso muito para isso. Com um movimento brusco de ancas, fê-la abrir bastante as pernas, ficando com elas praticamente a bater nos ombros e assim a obrigou a permanecer enquanto se movia nela bastante rápido. Com aquela velocidade e provocação toda, não foram precisos nem cinco minutos até Laura voltar a ter um orgasmo. Embora fosse um menos intenso, era igualmente bom. - Então? É só isso que tens? - Provocou-o, querendo conhecer aquele lado maluco de Bill que ele ainda não tinha dado a conhecer na totalidade. - Anda lá!

 

- Isso não me anima sabes? - Atirou sincero, enquanto respirava ofegante e cerrava os olhos com uma enorme dor por se estar a aguentar bastante. Os homens não aguentavam tanto quanto as mulheres e Bill não era exceção à regra.

 

Laura engoliu em seco e levou as mãos ao rosto dele, acariciando-o. - Desculpa... Desculpa. - Murmurou, sentindo-se extremamente envergonhada. Na verdade, naquele instante, ela sentia-se péssima.

 

- Há coisas que tens que pensar antes de dizer. Não é fácil para mim especialmente quando só pensas em ver-me doidinho... descontrai, tira isso da cabeça... - Pediu, olhando para ela e roçando o nariz no dela.

 

- Desculpa amor, desculpa. Eu pensei que tu... Eu só estava assim porque pensava que tu gostavas... - Laura desviou o olhar, sentindo-se para lá de envergonhada. Apetecia-lhe enfiar-se num buraco qualquer. - Desculpa. - Voltou a pedir, sem o encarar.

 

- Gosto, mas não quando menosprezam a minha performance sexual. Não tem piada... vive o momento, não peças, faz por teres sem teres que pedir. Vais ver que sabe bem melhor... - Argumentou num tom calmo, suspirando por fim como se tentasse ganhar mais fôlego.

 

- Mas não era isso que eu estava a fazer... Não pensei que te sentisses assim. Não volto a fazê-lo. - Murmurou, abraçando-o com calma.

 

- Eu sei, mas estou a sugerir algo para melhorarmos entendes? - Olhou-a nos olhos. - Menos torna-se mais. - Sorriu, passando o polegar sobre os lábios dela e beijando-a depois com dedicação. Laura apenas assentiu, incapaz de dizer algo que fosse. Limitou-se a acariciar as costas dele enquanto o beijava, desta vez com mais carinho. Bill rodou na cama com ela, deixando-a por cima de si. Estava exausto, a piscina tinha sem dúvida dado cabo do rapaz, mas não lhe tinha tirado a vontade de lhe dar aqueles seus múltiplos.

 

A morena sorriu docemente ao namorado, começando com movimentos calmos. Foi acelerando gradualmente e tudo o que se ouvia de Laura eram os seus suspiros e gemidos, nada mais. Chegaram ao auge quase ao mesmo tempo e a morena deixou-se cair sobre o corpo de Bill. Ele estava tão exausto que parecia que depois daquele orgasmo ia adormecer a qualquer altura. Laura beijou-o com carinho, saindo depois de cima dele para se deitar ao seu lado, acariciando-o. - Dorme bem... - Murmurou quando o viu bastante ensonado, ajudando-o a adormecer.

 

- Tu também princesa... - Desejou num tom já quase inaudível, adormecendo pouco depois.

 

Laura sorriu-lhe e deixou-se adormecer também, dormindo quase tanto quanto ele. Assim que acordou, saiu lentamente da cama para não o acordar também e seguiu para a cozinha. Já sabia que o despertador dele iria tocar dali a meia hora, por isso apressou-se a preparar-lhe o pequeno almoço. Arrumou o que havia espalhado como as roupas, o anel e o pano, escrevendo também um bilhete. Levou tudo para o quarto, colocando o bilhete ao seu lado na cama e o tabuleiro com o pequeno-almoço na mesa de cabeceira. O bilhete era simples, onde se podia ler um breve pedido de desculpas pela noite passada, com direito a um coração pintado a vermelho e tudo. No bilhete dizia também que ela tinha ido para casa e que falaria com ele quando acordasse. Assim que Laura chegou ao seu apartamento, reparou em certos objetos que não estavam nos sítios certos. Gigi era bastante arrumada e colocava tudo no devido sítio, daí as suspeitas da morena. Fechou a porta e caminhou por ali, olhando em redor com toda a atenção. - Gi? Estás aqui? - Foi questionando alto o suficiente, reparando num papel sobre a mesa da sala. Um bilhete da loira, informando que tinha saído com Simone para ir almoçar à casa dos sogros. De súbito, ela ouviu um barulho. Foi nessa altura que a morena ficou ainda mais assustada. - Quem está aí? - Perguntou, indo até à cozinha agarrar uma das facas que o faqueiro continha. Voltou à sala por ter medo de ir às outras divisões, marcando o número de Bill. Tinha deixado a mala na casa dele, mas o telemóvel tinha levado consigo, felizmente. - Vá lá, atende. Atende... - Murmurava, sentindo depois uma forte pancada que a levou ao chão e a fez largar o que tinha em mãos. Gritou ao ver o homem de negro, de cara tapada, saltando por cima do sofá para tentar escapar. Infelizmente, como era desajeitada, Laura torceu o pé esquerdo ao pousar os pés no chão, mas não se deixou ficar. Ouvia o homem a resmungar à medida que se aproximava, mas ignorava. Só queria voltar a pegar na faca. Ao entender que se voltasse para perto dos sofás seria logo apanhada, Laura fugiu para a cozinha onde agarrou numa segunda faca. Foi surpreendida pelo homem que a agarrou pelos cabelos, puxando-os com violência até ela ir ao chão. Ele colocou-se em cima dela, tentando mantê-la imóvel e também calada, mas esqueceu-se de lhe agarrar as mãos. Quando conseguiu e arranjou coragem, Laura espetou-lhe a faca várias vezes pelo corpo, fazendo-lhe um corte na garganta para terminar com aquilo de vez. Ouviu a porta de casa a ser aberta à força, mas já não reagiu. Estava ainda em pânico e num grande estado de choque, que a impedira de se mexer ou falar.

 

- Laura! - Gritou Bill, procurando por ela e encontrando-a na cozinha. - Laura estás bem? - Questionou preocupado, abraçando-a com força e olhando para o homem que permanecia morto no chão. - Ele magoou-te? - Procurou saber.

 

Laura suspirou quando aquele peso morto lhe saiu de cima e olhou o namorado. Estava de olhos arregalados e tremia por todos os lados e assentiu quando o namorado fez aquela questão. - Bill... - Sussurrou, ofegante e cheia de medo.

 

- Tem calma, está tudo bem agora... - Beijou-lhe a testa e agarrou no seu telemóvel, ligado para um amigo polícia que poderia ajudar a resolver aquele problema.

 

- O meu pé... - Choramingou quando a adrenalina começou a passar e ela começou a sentir algumas dores. - Acho que torci o pé... - Murmurou, olhando depois por si abaixo. Estava coberta de sangue e isso assustava-a imenso.

 

- Vamos sair daqui, trocar essa roupa e vamos ao hospital. Tem calma... - Falou na maior calma possível, olhando-a nos olhos. - Já passou, está tudo bem. - Assegurou.

 

- Não, não está! - Respondeu de seguida, olhando o cadáver. - Eu matei-o... Vou ser presa?! - Perguntou ao namorado com um certo pânico, olhando depois para o namorado. - Ele queria fazer-me mal, ele queria levar-me, eu só tentei defender-me. Não queria chegar a este ponto mas ele não desistia. - Choramingou, encarando o namorado. - Ajuda-me por favor...

 

- Não vais presa, não tenhas medo. - Tranquilizou, agarrando a cara dela com cuidado e beijando-a. - Eu já pedi a um amigo meu da polícia que venha cá e ele resolve o caso. Agiste em legítima defesa...

 

- Como é que ele entrou aqui?! O que é que ele queria de mim?! Eu não fiz nada a ninguém... Eu estou toda suja, é melhor não me tocares... - Murmurou, suspirando de seguida.

 

- Laura, para! - Ordenou, agarrando-lhe nos ombros. - Despe-te, deita essa roupa fora, vais tomar um duche e vestir algo de novo. - Apontou a porta da cozinha. Não era bom ela entrar em pânico num momento em que um homem morto ali era algo que a podia lixar para o resto da vida.

 

- Ok, ok... Desculpa. - Afirmou, saindo dali à frente do namorado, dirigindo-se ao quarto de imediato. Despiu a roupa assim que chegou à casa de banho e enquanto a água aquecida ela respirava fundo. Quando se olhou ao espelho, observando a sua figura durante uns segundos, pareceu que algo nela tinha mudado. Parecia mais... fria. Meteu-se na banheira quando viu o namorado através do espelho, esfregando o corpo sujo com a esponja.

 

- Está história não pode sair daqui. Ninguém pode sonhar sequer com isto ok? - Olhou-a com calma.

 

Laura abanou a cabeça calmamente, respirando sempre com calma. - Não vou contar a ninguém. - Apenas disse, apressando-se a terminar, saindo depois da banheira. O pé doía-lhe cada vez mais, mas ela tentava ser o mais forte possível. - E agora?

 

- Vestir algo e vamos ao hospital. Eles já estão lá fora a tratar de levar o corpo e afins. - Explicou com calma, pegando nela ao colo e levando-a de novo ao quarto.

 

Laura assentiu e gemeu baixinho com dores. Agradeceu quando o namorado lhe passou alguma roupa e vestiu sozinha o que conseguiu, pedindo ajuda para o resto. - Estou pronta. - Anunciou, levantou-se depois, apoiando-se apenas no pé bom. Sem haver mais conversa, deixou que o namorado a ajudasse e depois de dar uma palavrinha ao amigo, seguiram para o hospital. Apesar dos pequenos gemidos de dor, Laura não falava muito mais. Nem sabia se o devia fazer. Bill evitava pronunciar-se, não por achar que ela tivesse feito algo mau ou grave, mas porque não queria ver a pessoa que amava atrás das grades. Além de tudo mais deduzia que aquilo fosse obra de Snyder e isso preocupava-o verdadeiramente. Assim que chegaram ao Hospital Laura foi atendida de imediato e felizmente aquilo não passava mesmo de uma entorse. Klaus tinha-lhe dado umas canadianas, mas Laura nem se ajeitava muito com elas. Contudo, a morena fez um esforço e saiu do hospital com elas, usando-as da melhor forma que sabia. Entrou no carro com a ajuda de Bill, que andava tão calado quanto ela. Antes que ele fechasse a porta, Laura agarrou-lhe a mão e puxou-o melhor para si.

 

- O que tens estado a pensar...? - Procurou saber, olhando-o com atenção.

 

- Em quem possa ter preparado isto, mas não me apetece falar sobre isso agora porque me dá mais raiva. - Suspirou, beijando a testa da namorada com cuidado. - Onde queres ir almoçar? - Procurou saber de maneira a abstrair-se de tudo aquilo.

 

- Então não falemos sobre isso, amor. - Apenas disse com calma, acariciando-lhe as costas. - Queres ir àquele restaurante que adoras? Ou preferes algo mais simples? - Sorriu, beijando-lhe a mão.

 

- Mais simples. - Encolheu levemente os ombros, olhando para ela com um pequeno beiço adorável.

 

Laura sorriu e passou-lhe o polegar pelo beicinho. - Vamos onde tu quiseres, amor. Hoje fazemos tudo como te apetecer. - Beijou-lhe a mão de novo, sem deixar de sorrir.

 

- Então vamos almoçar e dar uma volta pelo parque com o Pumba. - Sorriu de imediato, abraçando a namorada contra si.

 

A morena mostrou um sorriso carinhoso, beijando o peito do namorado por cima da camisa que ele tinha vestida. - Sim, vamos passear o teu bebézinho. - Murmurou, colocando depois o cinto com cuidado.

 

- O nosso, agora também é teu. - Riu carinhoso e colocou o cinto, ligando o carro e arrancando assim com o mesmo.

 

- Nosso? Aw! - Laura soltou uma risada fofinha, olhando o namorado enquanto conduzia. Apesar do que tinha acontecido, a morena preferia agir como se nada tivesse acontecido. Era o melhor a fazer na sua opinião. - Onde queres ir comer? McDonald's? Pizza Hut?

 

- Umami Burguer, parece-me a melhor opção. - Comentou com calma, conduzindo para o local. - Como estás a nível de dores? - Procurou saber.

 

- Oh... Não conheço esse. - Confessou meio atrapalhada, encolhendo os ombros de seguida e fez uma pequena careta. - Mais ou menos. O Klaus meteu-me um spray qualquer e deixou de doer tanto, mas às vezes dói um pouco. - Explicou-se, rindo baixinho depois. - Sou é meio desastrosa com as canadianas mas pronto, eu consigo!

 

- Vais adorar essa hambúrgueria, é género gourmet mas muito boa. - Contou, olhando-a depois por momentos. - Vais ver que daqui a uns dias já não precisas delas e andas aí a saltitar. - Riu.

 

- Espero bem que sim, pareço uma parola a andar com aquilo! - Riu, olhando-se ao espelho, ajeitando os cabelos negros. - Estou bonitinha? Não me maquilhei em condições...

 

- Estás linda como sempre, não precisas sequer de estar maquilhada. - Sorriu-lhe e pousou uma mão sobre a perna dela. - Daqui a uns tempos sou eu a fazer anos...um mês mais precisamente. - Riu.

 

Com um sorriso fofo, Laura encarou o namorado e pousou a sua mão na perna dele também, acariciando com calma. - Ainda tenho de pensar bem no que te vou oferecer! Podes ter já muita coisa mas eu vou dar-te uma prendinha na mesma.

 

- Não te preocupes demasiado com isso. - Riu divertido, beijando-lhe a mão enquanto conduzia com calma. - Tens andado bem no teu carro? - Olhou-a.

 

Os beijos que Bill lhe dava tanto nas mãos como na testa eram pequenos gestos que ela amava. O pai sempre lhe dissera que se tratava de sinal de respeito, mas para além disso achava muito fofo. - Sim, amor! Eu gosto imenso do carro e conduzo-o sem qualquer problema. - Confessou, toda contente. - Obrigada por me deixares andar com ele, babe.

 

- Não tens que agradecer, vais ver que daqui a uns tempos já consegues comprar um carro melhor, mais recente e que realmente seja o teu sonho. - Argumentou, procurando um lugar para estacionar. - Há aí algum lugar desse lado? - Procurou saber.

 

- Comprar um carro melhor? Mais recente? - A morena riu baixinho e abanou a cabeça. - Não preciso, amor! Só compro outro quando aquele morrer de vez. - Sorriu, olhando depois atentamente para o seu lado. - Está ali um! - Apontou de imediato, deixando que o namorado estacionasse à vontade.

 

- Obrigado! - Agradeceu, estacionado logo à primeira e desligando o motor do carro. - Vamos lá encher essa pança. - Riu, retirando o cinto e saindo do carro para a ir ajudar.

 

Depois de receber a ajuda de Bill, Laura foi com as suas canadianas até ao interior do edifício, fazendo o seu pedido a seguir ao namorado. Não ficaram lá durante muito tempo, mas enquanto almoçavam pareciam uns adolescentes a viver o primeiro romance. Gargalhavam, davam a comida um ao outro, trocavam alguns beijos e olhares. Depois do almoço, o casal passeou com Pumba, o pequeno cão de Bill. - Foste tu que o ensinaste a tratar-me assim tão bem? - Perguntou já a rir-se, parando perto de um banco onde se sentou. Precisava de uma pausa.

 

- Não, ele é naturalmente adorável com quem acha que tem que ser. Ele morde ao meu irmão, por exemplo, mas só porque ele está sempre a chateá-lo. - Riu-se, sentando-se ao lado dela e pedindo a Pumba que fizesse o mesmo.

 

Laura gargalhou e fez festinhas ao cão, sorrindo-lhe. - Quando eu estive doente ele estava sempre muito atento e a dar-me mimos. Parece um mini Bill em versão canina. - Brincou, mimando Pumba. - Fico muito contente por o teu dono me deixar ser a tua mamã. - Sorriu, relaxando no banco de jardim. Depois do que tinha acontecido, aquele era um momento muito agradável.

 

Meses passaram e os problemas pareciam estar todos resolvidos e esquecidos. Tom estava recuperado e felicíssimo, já era pai e era super protetor, tanto com a mulher como com a filha. Laura conseguiu arranjar um trabalho que começou pouco depois da tragédia. Mesmo de pé torcido ela ia trabalhar e sabia impor-se quando os rapazes se atiravam a ela, incluindo os colegas.

 

Estavam agora todos de férias, era a véspera de Natal e já havia alguma azáfama. As famílias iam reunir-se todas na casa do embaixador para a festa de natal e começavam agora a chegar. Depois da família de Gigi que já tinha chegado no dia anterior, era agora a vez dos pais de Laura que chegavam finalmente aos Estados Unidos. A morena andava ansiosa para que chegasse a festa de natal, estava feliz da vida!

 

Bill e Laura tinham acabado de chegar à casa dos pais dele, sendo logo recebidos por Gigi, a bebé, Simone e Felice. - Oh, olha, eles já chegaram afinal! - Apontou contente, dirigindo-se às mulheres. - Olá!

 

- Olá filha! - Cumprimentou a progenitora, abraçando a sua filha assim que está se aproximou. - Estás tão linda, mais gordinha e fofinha, adoro esse vestido! - Elogiou.

 

- Oh, obrigada mãe! Tu também estás linda! E vocês também! - Olhou Gigi e Simone, sorrindo docemente ao ver a bebé a dormir pacificamente. - Que fofura! Ela está tão fofinha, só dá vontade de a encher com beijinhos! - Riu baixinho, dando um beijo leve na mão da bebé. - Os homens estão lá dentro? - Laura assustou-se mas sorriu ao sentir a mão do namorado na sua cintura, reparando que ele estava bastante interessado em ouvir a resposta àquela pergunta.

 

- Ainda bem que gostaste do vestido, fico feliz por ter acertado nas medidas. - Riu Gigi, olhando para a sua filha. - Finalmente está a dormir, teve que sair do colo do Tom e foi um pouco difícil para adormecer. Eles estão lá dentro no escritório à espera do Bill. - Olhou o loiro com um sorriso.

 

O loiro apenas assentiu e saiu dali quase a correr. - Hmm... Eu cumprimento os homens depois. - Murmurou ao vê-lo ir, voltando a olhar a loira. - Oh, sim! Estou muito satisfeita, gosto mesmo do vestido! - Confessou pela milésima vez, toda feliz. - Precisa de ajuda com alguma coisa para a festa, Simone?

 

- Está tudo pronto querida. Felizmente há alguns anos que pouco me preocupo com a comida porque arranjei alguém que o faz exatamente como eu! Faço alguns doces. - Argumentou com um enorme sorriso, entrando depois com as restantes mulheres na grande mansão.

 

- Oh, claro... Mas se precisar de alguma coisa pode pedir-me à vontade! - Informou, olhando-as a todas quando pararam de andar. - Porque é que estavam à espera do Bill? Aconteceu alguma coisa...? - Questionou preocupada, olhando-as seriamente.

 

- As conversas deles não nos dizem respeito querida. Apenas faltava o Bill! - Sorriu-lhe, vendo Tom aparecer e aproximar-se de Gigi.

 

- Queres levar a menina para quê? - Questionou assustada, olhando para o marido com o pânico a assaltar-lhe a alma.

 

- Hei, calma princesa. Está tudo bem... - Tranquilizou o mais velho, acariciando os cabelos da loira.

 

- Claro... Tem razão, peço desculpa. - Respondeu de imediato, mantendo-se em silêncio quando Tom se aproximou delas. Só ergueu a cabeça quando ele saiu dali com a bebé nos braços, olhando depois Gigi. - Queres vir comigo ao jardim?

 

- Mãe, se tocam na minha filha... - Ameaçou Gigi, já de lágrimas nos olhos.

 

- Gigi por favor, acalma-te! Não ouvistes teu marido? Comporta-te se fazes favor, já és crescida o suficiente para perceberes que não vai acontecer nada com a Lya. - Repreendeu, levando a loira a sair dali sem sequer responder à progenitora. Aquilo não a tranquilizava, muito pelo contrário!

 

Laura suspirou e olhou as mãos. - Eu vou falar com ela. Com licença. - Informou de forma rápida e simples, correndo depois atrás da loira, parando quando a alcançou. Pegou na mão dela e puxou-a até ao jardim, sentando-se com ela no banco mais próximo. - Ninguém vai fazer mal à bebé. - Murmurou, limpando as lágrimas de Gigi.

 

- Tu sabes qual é a sensação de te tirarem um filho dos braços sem saberes para onde o vão levar... - Olhou-a, suspirando de forma breve, mas pesada. - Confio no Tom, mas não estou ainda com vontade de deixar os meus irmãos privarem muito tempo com ela. - Argumentou.

 

- Eles não vão fazer mal à bebé. Tu sabes que o Tom era bem capaz de pegar nela e fugir para a proteger, ele nunca iria deixar que lhe fizessem mal. - Tentou tranquilizar, segurando-lhe as mãos. - Daqui a pouco ele está aqui, com a pequenina nos braços. - Sorriu, olhando em redor repentinamente.

 

- Eu sei que não fazem, mas não quero mesmo que eles estejam com ela lá dentro. Ainda vão obrigar o Tom a jurar algo pela vida dela e eu odeio isso... - Suspirou, limpando a cara e encolhendo depois os ombros. - Como está a correr o trabalho lá no Alfred? Ando viciada naquele iced cappuccino! - Exclamou.

 

- Eu entendo... Esperemos que não seja nada disso. Tem calma. - Pediu, encolhendo os ombros de seguida. - Oh, está a correr bem! Há colegas que se metem comigo e clientes também, mas eu também não me fico e meto-os na ordem. E os meus colegas fazem isso na brincadeira, eles são muito simpáticos comigo. Eu gosto de trabalhar lá, sinto-me bem. - Sorriu docemente, levantando-se de repente. - Tu ouviste alguma coisa? - Perguntou baixinho, caminhando de modo a tentar espreitar por trás dos arbustos. - Esquece... Devo andar a ficar maluca de certeza.

 

- Deve ser o jardineiro aí a ajeitar as coisas. - Sorriu, caminhando com ela para casa. - Ela daqui a pouco deve estar a acordar para mamar. - Suspirou.

 

- Sim, claro... Acho que ando com a mania da perseguição ou coisa assim. - Revirou os olhos, caminhando com a loira para o interior, onde estava bem mais quentinho. - Ah não te preocupes, é só ela começar a chorar que eles vêm logo a correr para a calares. Os homens por norma são assim. - Brincou, sorrindo ao ver a sua mãe a dar-se tão bem com a mãe dos gémeos e de Gigi. - Ando tão ansiosa com o jantar. Eu adoro o Natal!

 

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publicado às 14:00
editado por Daniela C. a 11/7/17 às 00:34


2 comentários

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De twilight_pr a 19.07.2017 às 14:58

Três grandes momentos neste capítulo. Eles nas cambalhotas que foi muitooo sexy. Um momento bastante trágico e ainda um momento em família.
Acho que também estou com a mania, porque algo me diz que não é nenhuma impressão o que a Laura ouviu, estou preocupada por não saber o que é. Portanto, tenho de estar bastante atenta no que vai ser, na realidade. Isso não me pode escapar nadaaa!
Entretanto, também acho não conseguiria lidar tão bem como ela lidou com o ataque que sofreu em casa dela. Porque sinceramente, acho que tinha dado numa de histérica sinceramente. Não faço ideia, mas acho que seria o que faria... no mínimo. Mas acho que o Bill foi um fator importante para ela não se passar tanto e quando eu não o tenho, não posso ter esse fator. Mas felizmente que não passou de uma entorce, porque já bastou que ela tivesse a bronquite ainda por cima daquela forma logo no início do relacionamento deles.
Espero que realmente que o natal em família não acabe mal, porque again estou nervosa com a impressão que a Laura teve e além disso está ali as famílias todas e estou preocupada com a Lya porque sabe-se lá o que pode acontecer. No meio disto tudo, estou super feliz pelo Tom ter conseguido recuperar e estar super bem e feliz com as suas duas meninas. 
Achei um amor aquele momento com o Pumba, porque... como não achar fofo? *-* Gosto tanto deste cão que é uma coisa louca!
Ansiosa para ler mais!!


Beijinhos às duas <3
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De sacha hart a 24.07.2017 às 22:04

Antes de mais, peço desculpa por apenas agora vir ler e comentar! Não me canso de repetir: sou a vossa pior leitora, mas espero compensar-vos um dia!
Este comentário foi escrito à medida que ia lendo os dez capitulos disponiveis, por isso escreco sobre coisas que aconteceram desde o primeiro, mas achei mais fácil catalogar tudo num único comentário a ir escrever um em cada post (por outras palavras, sou uma preguiçosa).

A minha primeira impressão, de imediato, foi o quão resignada com a vida a Laura estava. Quão "conformada" estava no rumo que a vida a levara, ao ponto de estar imune ao medo dos perigos do sitio e situação em que estava. Gostei que retratassem este túnel sem luz ao fundo do túnel, mas que afinal até tinha na forma do Bill. A maneira de como ele a tratou como um ser humano com valor pareceu chocá-la, mas emocionou-me. A Laura, mesmo assim, ainda não parece ter "enxergado" o que realmente de bom se está a passar, e ainda me custa ler o quanto ela relativiza certas coisas como a morte. It's just sad.
Em relação à Gigi e ao Tom deixaram-me já curiosa, especialmente com a mulher para perceber o que vai além da loira emproada. Como o  Bill diz, uma capa para um coração bom.

" Quais seriam as hipóteses do filho do Embaixador se apaixonar por alguém como ela?" - esta frase do segundo capitulo fez-me ficar com alto sorrisinho na cara. Mal podia esperar para ler o desenvolvimento desta pergunta.
O Bill é só o fofo dos mais fofos dos mais fofissímos. A maneira de como ele a trata, como se a Laura fosse o único raio de sol, deixa-me babada. Mas, novamente, it's just sad a maneira de como ela não consegue verdadeiramente compreender que ele faz isto de bom coração e sem ter segundas intenções. Meu deus, ela parece tão quebrada.
Agora... a Gigi com sinais de abuso por parte do Tom? Deu-me vontade de lhe partir a cara. Até este ponto da história odeio um gémeo e adoro o outro.

E agora ela está no hospital! E parece grave. Mas ao menos serviu para eles teremmum bonding time.
Agora, em relação à situação da Gigi e do Tom é um bocado difícil de engolir tudo aquilo, para um choque tão grande as reações ficaram um bocadinho relativizadas. Ao menos o Tom caiu na realidade e percebeu que tem de mudar!

Owww, a maneira de como esta vai ser a "primeira" vez dela. Foi tão querido a conversa deles sobre filhos, logo depois de ela ter contado a sua história. Agora já se percebe que ela acredita num futuro melhor.
Foi excelente a ideia de ele a levar à Suíça.  Ajuda mesmo a terminar a última ponta solta da sua anteior vida. Fiquei contente por os pais dela a receberem de braços abertos. Depois descambou um bocadinho, mas gostei que voltasse tudo aos eixos!

Adoro, adoro, adoro a sisterhood entre a Gigi e a Laura!

Depois o ataque à Laura depois daquela noite maravilhosa entre eles. As coisas simplesmente não correm à rapariga!  Apreciei a sua coragem, defendeu-se  si mesmae não se rendeu à morte como talvez tivesse feito se ainda fosse a rapariga do primeiro capítulo.  Só estranhei ela, horas depois de ter matado alguém, estar de humor tão leve e descontraído. 

Por fim, eu adoro quando há mudanças de avanço no tempo da narraitiva e desta vez pareceu ser por um convívio feliz, mas será?  Agora mal posso esperar pelo próximo capitulo!

Mais uns comentários gerais:
- gostei da maneira de como punham uma imagem lateral em cada capitulo!
- capitulos longos e completos, raramente com palha pelo meio, funcionou muito bem, sobretudo sendo short-story!
- às vezes estou a ler partes e tento adivinhar qual das duas é que escreveu!

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O meu nome é Daniela, tenho 21 anos e sou de Almada. Trabalho actualmente no STARBUCKS mas sonho ser Comissária de Bordo. Amo escrever, ver Vlogs e não sou mesmo nada adepta de séries. Tenho uma panca por maquilhagem e claro, viajar.


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Chamo-me Vanessa, mas já há alguns anos que me tratam por Nessie (tal como prefiro). Outras pessoas podem conhecer-me como Ivy Hurst, que é uma espécie de heterónimo, ou até o nome do meu ego. Tenho 22 anos, adoro escrever como é óbvio (mais do que ler), adoro videojogos, assim como filmes e séries.


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