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[S.S] Ordinary Life • 3

por ivy hurst, em 02.06.17

Mais um atraso... Eu, Nessie, peço desculpa. Tenho de voltar a agendar posts, senão é uma desgraça!

Enfim, esperemos que gostem! 

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- Claro que sim tonta. - Respondeu por fim, beijando-a mais uma vez de forma rápida e pegando nas suas coisas. - Vamos?

 

- Então está bem. - Assentiu, levantando-se primeiro, deixando-o passar. - Achas mesmo que eu vou conseguir arranjar alguma coisa? Um emprego, quero dizer. - Perguntou-lhe num tom baixo quando já estavam a sair. Laura olhava-o com algum receio. Não acreditava em si mesma e tinha bastante medo de desiludir quem a estava a ajudar.

 

- Manda para vários sítios. Starbucks por exemplo e Alfred Coffee! São sítios que recrutam muitas pessoas e é a tempo parcial, chega para ganhares o teu... - Incentivou, entrando no elevador com ela e clicando no botão do último piso.

 

- Eu vou tentar... - Informou, suspirando quando entraram no elevador. - Estes elevadores são perigosos. - Sussurrou em alemão, virando a cara para outro lado. Estar no cubículo como aquele, com ele, era estranho para ela. - Espero não te desiludir. - Acabou por dizer para desviar o assunto, olhando para o chão.

 

- Desiludir com o quê? - Questionou confuso, olhando-se ao espelho. - Oh meu deus tenho que ir à depilação, esqueci-me totalmente da marcação! - Guinchou, olhando para ela falsamente chocado.

 

Laura ia para responder, mas achou aquela reação dele demasiado engraçada e desatou a rir à gargalhada. - À depilação? - Murmurou ainda a rir, abraçando-se a si mesma. - O que é que tu precisas de depilar com tanta urgência? - Brincou com ele, afastando-se para poder tossir à vontade.

 

- Tudo, eu depilo tudo menos as pernas e os braços. Estou a fazer laser e tinha marcação hoje, mas esqueci-me! - Respondeu, levantando a sua camisola de cavas para ela ver como era totalmente depilado. - Depois trato disso. - Encolheu os ombros levemente e saiu com ela do elevador. Também ali era a única porta que existia! Aproximou-se da mesma e passou o dedo na pequena ranhura que lia a impressão digital dele, abrindo-a.

 

- Oh nossa senhora... - Sussurrou quando ele levantou a camisola e não se atreveu a olhar mais de três segundos, virando logo a cara. Respirou fundo quando as portas do elevador finalmente abriram e seguiu-o, observando o que ele fazia com atenção. Aquilo era só luxos e ainda nem da porta tinha passado! Esperou pela autorização e assim que entrou, sorriu ao ver Pumba a aproximar-se dos dois. Para grande espanto da rapariga, o pequeno cão foi direito a ela, roçando-se à sua perna como se lhe pedisse miminhos.

 

- Olha ele, seu falsinho. - Riu-se, fazendo uma festa no pequeno cão e seguindo para dentro do seu apartamento. Tudo ali estava decorado ao seu gosto e nada em grandes exuberâncias. - Fica à vontade ok? - Olhou-a com um sorriso, desaparecendo depois no corredor principal que dava a todo o lado.

 

- Vou tentar. - Sorriu levemente, olhando em redor. Aquela parte da casa era bastante limpa, organizada e iluminada. Parecia o oposto da vida dela. Enquanto esperava, Laura acabou por se sentar no chão, deixando que Pumba subisse para o seu colo e começou a fazer-lhe festinhas. A morena ria-se num tom adorável, achando piada a posição do cão, parecia que estava no paraíso.

 

Bill preparou a sua mala do ginásio o mais rápido que conseguiu, voltando depois à cozinha para preparar o seu batido de proteínas e levar consigo uma garrafa de água. - Estou pronto, vamos? - Olhou-os, rindo-se de Pumba. - Esse cão... - Negou com a cabeça.

 

- Oh, sim, claro. - Respondeu de imediato, levantando-se, abraçando o cão com um braço. Abraçou-o de seguida com os dois, dando-lhe beijinhos. - Acho que ele gosta de mim... - Comentou com Bill, seguindo-o de volta para o exterior do seu luxuoso lar.

 

- Também acho que sim, sinal de que se vão dar bem. - Riu carinhoso, fechando a porta e chamando de novo o elevador. - Há comida dele lá na dispensa, dá-lhe agora quando chegares uma medida daquelas que está lá no balde. - Pediu, fazendo algumas festas ao pequeno cão. - Se ele se portar mal, mete-o na varanda de castigo. - Avisou, olhando Pumba que ergueu logo as suas orelhas. - Tu mesmo!

 

- Certo. Oh, coitadinho! Ele não se vai portar mal, pois não? - Sorriu docemente ao cãozinho, mimando-o. - Mais alguma coisa que precise de saber? - Questionou, olhando Bill desta vez.

 

- Ele não se pode excitar muito, tem problemas de coração. Fora isso é tudo ok! - Riu-se, beijando-a com calma quando sentiu o elevador parar no piso do apartamento dela. No meio do beijo Pumba decidiu juntar-se à festa, lambendo ambos com toda a sua vontade. - Pumba para. - Resmungou o loiro.

 

Aquele beijo estava a ser tão bom e tão carinhoso... Até o cão ficar ciumento. - Eu bem te digo que ele gosta de mim. Está com ciúmes! - Brincou docemente, afastando-o um pouco para poder voltar a beijar o loiro. - Devo fazer algo para o jantar a contar contigo? Quero dizer, se eu ainda conseguir cozinhar algo de jeito...

 

- Sim, conta comigo para jantar, por volta das 20h30 estou aqui. - Respondeu de imediato, impedindo que as portas se fechassem apenas com uma mão. - Se for preciso alguma coisa, liga-me. A Gigi tem o meu número ok? - Sorriu-lhe.

 

- Eu não... Hm, não tenho telemóvel. - Informou com um sorriso algo atrapalhado, aproveitando para sair do elevador. - Mas não te preocupes, se for realmente preciso eu peço-lhe que te ligue. - Aconchegou Pumba nos seus braços, mexendo a patinha dele. - Diz até logo ao dono. - Murmurou, continuando a abanar a sua patinha com cuidado.

 

- Sim, faz isso. - Riu-se divertido e acenou a ambos. Assim que as portas se fecharam, o loiro sorriu estupidamente e encostou-se à parede do elevador.

 

Laura pegou na chave que Bill lhe dera e regressou assim à sua casa. Depois de trancar a porta e de se certificar que estava realmente bem fechada, a morena tratou de alimentar Pumba como o loiro lhe tinha pedido. Aproveitou enquanto o pequeno estava distraído e foi até ao quarto onde Gigi estava. Bateu suavemente à porta, espreitando para o interior. Sorriu ao ver que a rapariga estava mesmo a dormir, era bom que ela descansasse. Regressou para perto do cão e começou a adiantar aquilo que seria o jantar dos três. Lembra-se de a mãe gabar imenso um estufado que ela fazia e como tinha tudo o que precisava, decidiu escolher isso para o jantar. Quando já estava tudo meio pronto, Laura desligou o fogão e seguiu com Pumba para o quarto. Foi surpreendida com um terrível ataque de tosse que a deixou quase sem fôlego, mas com calma conseguiu controlá-lo. O pequeno Pumba parecia um mini-Bill, não saía da sua beira e roçava o seu focinho no corpo dela com carinho. Como já tinha tudo pronto e era só juntar massa quando o loiro regressasse, Laura deixou-se levar e acabou por adormecer. Tinha fechado a porta do quarto e tudo o resto para que o cão não fugisse nem fizesse algo de errado.

 

Bill regressou ao apartamento assim que acabou o seu treino e comprou algo para dar a Laura. Ela precisaria daquilo! Abriu a porta, deixando a sua mala ao lado da mesma e caminhando até ao quarto dele, que agora pertencia à rapariga. Sorriu ao vê-la dormir e não se conteve em se deitar ao lado dela, acariciando-lhe as costas com delicadeza.

 

Pouco depois de sentir alguém a tocar-lhe, Laura abriu os olhos calmamente e sorriu ao ver o loiro tão perto de si. - Olá... - Murmurou, com um sorriso carinhoso e o seu ar ensonado. - Desculpa ter adormecido, estava a sentir-me cansada e assim... O Pumba comeu e tem estado sempre aqui comigo. - Informou, sorrindo ao ver o cão ainda a olhar para ela, como se fosse ele a tomar conta dela e não o contrário.

 

- Já reparei e cheira mesmo bem. - Sorriu, beijando-lhe a cabeça. - Vamos ao médico depois de jantar ok? Não estou a gostar dessa voz. - Informou, mexendo-lhe no cabelo com calma.

 

- Espero que gostes. Já não faço aquele comer há imenso tempo, por isso não posso prometer nada. - Encolheu os ombros levemente, abanando a cabeça logo de seguida. - Não é preciso, isto acaba por passar. Não te preocupes. - Informou com um ligeiro sorriso, sentando-se calmamente. - Já é tarde, tenho de ir acabar o jantar. A Gigi deve estar cheia de fome e tu também.

 

- Mas eu não estava a pedir a tua autorização para irmos, eu disse que vamos. E se não formos o médico vem até ti. - Avisou sério, erguendo-se da cama. - Anda, eu ajudo-te. - Sorriu-lhe, estendendo-lhe a mão para a ajudar a levantar.

 

- Pronto, está bem... - Suspirou, levantando-o com algum custo. Começava a sentir dores pelo corpo todo e aquele seu cansaço não a largava por nada. Seguiu com Bill para a cozinha, procurando a massa nos armários. Porém, antes de encontrar a massa, encontrou aquela caixa vermelha em forma de coração com os bombons. - Tu compraste mesmo isto? - Questionou com um sorriso carinhoso, encontrando a massa pouco depois. - Há uma cena lá onde eu vivia... Não sei se posso chamar de tradição, mas é algo do género. E envolve uma caixa semelhante a essa. - Começou por explicar enquanto tratava do jantar.

 

- Que tradição é essa? - Procurou saber, olhando para ela enquanto colocava os pratos sobre a mesa. - Estás a falar aqui do beco ou na Suíça? - Questionou curioso.

 

- Na Suíça. - Respondeu de imediato com um sorriso carinhoso. - Quando um rapaz gosta de uma rapariga e quer confessar-lhe os seus sentimentos, oferece-lhe uma caixinha dessas. - Contou, abanando a cabeça. - Foi assim que o meu pai fez com a minha mãe, por acaso. A minha mãe dizia que não se devia comprar isso para nós mesmas, dava azar. Então, nunca comprei. - Informou, rindo-se de seguida. - Enfim.

 

- Na Alemanha também fazem isso, mas com uma bolacha típica de lá. - Sorriu, continuando a meter a mesa com calma. - Comprei-te uma coisa, mas dou-te mais logo. - Avisou sempre de sorriso na cara.

 

- Não sabia. Pensava que era algo que faziam só lá. - Riu, virando-se para ele. - Compraste uma coisa para mim? O que é que tu me compraste? - Questionou bastante curiosa, sorrindo carinhosamente. - Tens de começar a ter cuidado com as quantias que gastas comigo, ainda vais à falência por minha causa!

 

- Eu para ir à falência precisava de muito. Precisava de parar de trabalhar, de tirar tudo do mercado, de muita coisa. - Riu-se divertido, aproximando-se dela. - A minha família tem dinheiro e sempre terá, é algo inevitável e não ligo ao que gasto, desculpa se parece fútil... - Sorriu levemente.

 

- Não é isso, é só que... Não estou habituada a isto, a ser tão ajudada, a receber prendas e essas coisas. - Sorriu, desligando quando já estava pronto. - Vais chamar a Gigi?

 

- Sim eu vou lá. - Afirmou, caminhando para o quarto onde Gigi estava. Bateu à porta e espreitou para dentro da divisão, vendo a rapariga ainda a dormir. Fechou de novo a porta e regressou à cozinha. - Ela ainda está a dormir, não a quero acordar. - Comentou com um beiço mimado, de quem não gostava de interromper o sono das pessoas.

 

- Oh, está bem. Eu deixo-lhe preparado para depois quando ela acordar. - Avisou, apressando-se depois a servir Bill. - Espero que esteja bom. - Murmurou, enchendo-lhe o prato, colocando menos quantidade para si mesma. - Correu bem o treino? - Questionou enquanto servia as bebidas, sentando-se depois.

 

- Obrigado. - Agradeceu, sentando-se à mesa. - Correu bem, corre sempre. - Encolheu os ombros. - Um dia vais comigo, o que me dizes? - Olhou-a.

 

- Ao ginásio? Vou fazer figuras tristes! - Gargalhou, provando a comida que tinha preparado. - Oh... Até está boa. - Murmurou, virando-se para o lado. Teve novamente um ataque de toque, mas não foi tão grave como o que teve durante a tarde. Bebeu alguma água depois e deixou-se ficar sentada a respirar fundo.

 

- Ai, isto passa. Nota-se! - Resmungou, comendo completamente deliciado com o que ali tinha. - Está ótimo isto. - Gabou, levando mais um pedaço de carne à boca.

 

- Juro que passa. Acontece-me várias vezes, mas acaba por passar. Acho que depois de três anos a viver naquela tenda as minhas defesas já devem ser praticamente nulas, por isso adoeço muitas vezes. - Explicou, encolhendo os ombros.Esboçou um sorriso carinhoso ao vê-lo tão deliciado com a comida que ela tinha feito e decidiu seguir o seu exemplo. - Fico feliz por gostares!

 

- Por isso mesmo é que vais ao ginásio. Vais mudar de vida ok? Vais mudar para a minha vida... - Olhou-a, beijando-lhe a testa de forma demorada. - Pode ser? - Procurou saber, acariciando-lhe a bochecha com carinho.

 

Ainda com aquele seu sorriso fofo, Laura assentiu e chegou-se mais perto do loiro. - Pode. Tu fazes-me sentir tão bem... E ainda nem um dia inteiro passou. - Murmurou, deixando um pequeno resto de comida no prato. Desejava que tivesse encontrado Bill há mais tempo, de preferência antes de todo o mal lhe ter acontecido.

 

- E tu deixas o meu lado mais piroso vir ao de cima. O que é bastante agradável! - Informou, puxando-a para o colo dele. - Vamos tirar umas férias, vamos para um sítio romântico vais ver como ficas caidinha por mim num instante. - Riu-se divertido.

 

- Eu gosto do teu lado piroso. - Murmurou, sorrindo imenso assim que ele a puxou para o colo. - Quem te disse que não estou? - Sussurrou num tom carinhoso, acariciando-lhe o rosto. - Tens a certeza que me queres levar contigo?

 

- Claro que quero, tenho que levar alguém porque ir sozinho não tem piada nenhuma. - Resmungou, enchendo-lhe os ombros de beijos. - Onde gostavas de ir? - Procurou saber.

 

- Não sei... Onde tu me quiseres levar está bom para mim. Surpreende-me. - Pediu, segurando no rosto dele, beijando-o com todo o amor e carinho. - És tão fofinho... tenho medo que te fartes de mim. Pareces... sei lá, demasiado bom para ser verdade, ando sempre a pensar que se calhar estou a sonhar.

 

- Não me farto das pessoas só porque sim. Normalmente sou quem é deixado! - Riu-se entre um breve suspiro e terminou de comer. - Vamos arrumar isto para eu ir tomar um banho. - Disse, agarrando nela e erguendo-se.

 

- Deixado? - Não foi capaz de esconder o espanto sequer. - Porque é que alguém haveria de deixar uma pessoa tão boa como tu? - Na cabeça dela, aquilo não fazia qualquer sentido! Laura riu-se quando ele se levantou, ainda com ela no colo e segurou-se a ele com cuidado até que ele a pousasse no chão. Lavou a loiça, secou-a e arrumou tudo nos devidos sítios, deixando apenas o prato de comida para Gigi no forno. Aproveitou os post-its que ali havia e deixou um recado, caso a loira acordasse quando eles não estivessem em casa. - Vai lá tomar banho, eu vou escolher uma roupa e depois também tomo um duche.

 

Bill ajudou-a a limpar a cozinha, deixando tudo impecavelmente limpo e arrumado, como estava antes. - Podes tomar ao mesmo tempo que eu, o chuveiro dá para dois no tamanho de para 4 ou 5 pessoas lá dentro. - Riu-se divertido, agarrando na mala do ginásio ao passar pela porta e seguindo depois para o quarto com ela.

 

- Quê? Tomar banho contigo? Ahm, juntos? - A morena ficou meio aparvalhada a olhar para ele enquanto ele seguia para o seu quarto, mas assim que acordou dos seus pensamentos foi atrás dele. Foi até ao closet e escolheu algumas das peças de roupa que mais tinha gostado e depois seguiu para a casa de banho. - Então, ahm... tomas banho aqui também...?

 

- Sim, tenho aqui a roupa toda. Podemos tomar banho em casas de banho separadas, se não te sentires confortável! - Sorriu-lhe, pousando a mala sobre a cama e tirando de lá o seu gel de banho da Nivea que servia tanto para corpo como para cabelo. - Eu tomo na outra casa de banho. - Tranquilizou, beijando-lhe a testa.

 

- Não, não! - Falou demasiado depressa, agarrando-lhe o braço. - Podes tomar comigo... - Murmurou, sorrindo carinhosamente. - A sério, podes tomar banho comigo. - Informou calmamente, despindo depois toda a sua roupa, colocando-a no dito cesto para roupa suja.

 

- Então vamos lá despachar para irmos ao médico e comprar vitaminas para ti. - Disse com um sorriso carinhoso, indo com ela para a casa de banho e despindo-se assim que chegou. Laura entrou e ligou a torneira, afastando-se da água até ela estar suficientemente quente. Molhou o seu cabelo e todo o corpo, olhando para o loiro assim que ele entrou. Por muito que quisesse, não foi capaz de resistir e olhou-o de alto a baixo, aproximando-se dele logo de seguida. Pousou-lhe as mãos no peito e acariciou-lho calmamente.

 

Com calma, Bill passou-lhe as mãos pelos cabelos, beijando-a com carinho e calma. - Maldivas ou Bahamas? - Questionou num risinho divertido.

 

- Disseste-me que me querias levar às Maldivas, por isso... pode ser Maldivas. - Respondeu com calma e carinho, acariciando-lhe o rosto. - Nunca fui a nenhum sítio desses, fico ansiosa só de pensar nisso.

 

- Vais amar, mas temos que comprar muita água termal e tudo isso porque é realmente muito calor. - Disse com calma, começando a lavar o seu corpo. - Vou ver como estão as passagens e talvez só iremos quando tudo isto da Gigi e do meu irmão acalmar. Tenho medo do que ela possa fazer a ela mesma... - Suspirou. - Isto para ela é um desgosto enorme porque os valores onde ela foi educada dizem-lhe que se o marido saltou fora foi porque ela não é boa esposa e por isso mesmo terá que se manter ao lado dele e aguentar tudo. Independentemente de tudo, deve-lhe respeito e amor incondicional e ela é louca pelo meu irmão...

 

- Sim, claro. Tenho pena que ela esteja a passar por isto, não deve ser nada fácil. Não entendo porque é que o teu irmão lhe anda a fazer estas coisas se supostamente a ama. - Encolheu os ombros, lavando o seu cabelo com todo o cuidado. - Vamos quando tu achares que é boa altura, sem problema. - Informou, retirando o champô do seu cabelo, lavando o seu corpo de seguida, até ele lhe retirar a esponja da mão.

 

- Também não entendo, ele deve andar na droga ou sei lá. - Encolheu os ombros meio revoltado e começou a passar-lhe a esponja pelas costas, onde ela não chegava na perfeição.

 

- Talvez... - Murmurou, relaxando quando ele lhe lavou as costas. - Eu ajudo-vos no que puder. - Ofereceu-se de imediato, lavando-lhe as costas também. - Já estás todo lavadinho?

 

- Já, podemos sair. - Sorriu, passando-se por água de novo e abrindo a cabine de duche. - Toma um robe. - Estendeu-lhe, sorrindo ao vê-la tão perfeita de corpo molhado.

 

- Obrigada fofinho. - Agradeceu carinhosamente, secando rapidamente o seu corpo e vestindo o robe depois. Voltou pouco depois ao quarto, olhando bem para a roupa que tinha escolhido. Sentou-se na cama por causa da pouca força que tinha nas pernas e começou a vestir-se calmamente.

 

- Não estás nada bem... - Comentou com calma, ajudando-a a vestir-se antes de ele mesmo começar a arranjar-se. - O que sentes? - Procurou saber, apertando-lhe o soutien com cuidado.

 

- Sinto-me muito cansada, parece que por muito que eu me deite isto não passa. Sinto-me quase sem forças e tenho uma dor esquisita no peito. - Acabou por confessar, suspirando depois. - Mesmo que seja algum problema sério, só espero que não seja nada de contagioso. - Suspirou, vestindo-se com a ajuda dele.

 

- Podes estar com uma pneumonia...eu espero bem que não. Foda-se! - Exclamou, vestindo-a de uma forma meio nervosa e apressada. Não queria sequer pensar na possibilidade de Laura estar com um problema tão mau como aquele, contudo não o ia admirar uma vez que a mais nova vivia em condições bastante precárias. - Vou-me só vestir... - Avisou, agarrando no seu creme e passando no corpo todo, de uma forma meio atabalhoada e apressada, não tendo tempo a perder com aquelas mariquices. Da mala retirou a sua roupa e vestiu tudo, ajeitando-se ao espelho.

 

- Hey, tem calma por favor... - Pediu calmamente, olhando-o assustada. Não queria pensar na possibilidade de ter realmente alguma coisa grave. Não suportava essa ideia! Laura foi até à mala de viagem onde tinha as suas coisas, retirando de lá os seus documentos, que observou por instantes. A data do seu nascimento fê-la engolir em seco. Só faltavam dois dias para o seu aniversário, mas não ia contar-lhe. Nunca o fez.

 

- É quase impossível ter calma numa situação destas. - Comentou com cautela, agarrando em todos os seus pertences e colocando-os ao bolso. - Vamos? - Questionou, olhando para ela e aguardando que regressasse para perto dele de modo a saírem.

 

- Sim. - Apenas disse, saindo com ele. Até então não tinha pensado no quão grave aquilo poderia ser. Passou todo o tempo calada, inclusive durante a viagem até ao hospital. Estava demasiado nervosa, só pensava em todas as coisas que poderia ter. Mesmo quando saiu do carro ela parecia estar noutro mundo, até sentir a mão de Bill a agarrar a sua. Olhou-o nesse instante, mostrando-lhe o quão nervosa estava.

 

- Vai correr tudo bem, não estejas nervosa. - Pediu, entrando com ela pela porta principal do Hospital Alemão. Todo aquele espaço era igualmente inovado e requintado, uma vez que era um hospital privado e especialmente usado por emigrantes germânicos. - Tens os teus documentos? - Procurou saber, estendendo-lhe a mão como se lhos pedisse. Queria ser ele a tratar daquilo! Era um bocado difícil não ficar nervosa depois de o ver ficar tão preocupado. Laura assentiu e entregou-lhe os documentos, ficando sempre próxima dele enquanto ele tratava das suas coisas. Os nervos acabaram por resultar noutro ataque de tosse, que a deixou um pouco pior do que já estava. - Arranjem-me consulta rápido com o meu médico, ela não está nada bem. - Pediu enquanto agarrava em Laura ao colo com todo o cuidado.

 

- Não é preciso, não quero passar à frente de ninguém, não é justo para quem está à espera... - Murmurou, levando a mão à boca para voltar a tossir de uma forma terrível. Reparou que a mão estava meio ensanguentada, mas limpou-a de imediato antes que Bill visse. Se ele reparasse numa coisa daquelas ainda era capaz de entrar por ali a dentro, mesmo sem permissão.

 

- Oh meu deus... - A rececionista levou uma mão à boca assim que viu Laura limpar a sua mão e levantou-se de imediato da cadeira para sair do guichet. - Anda, vamos entrar já. - Avisou Bill, chamando-o com um gesto de mão para que o loiro a seguisse. Ele assim fez, meio confuso com a reação dela, mas acatou o seu pedido, seguindo-a pelos corredores fora. - Doutor Klaus, tenho aqui o Bill com a namorada ela precisa urgentemente de ser vista. Está com tosse acompanhada de sangue! - Avisou.

 

- Prepara-me a sala de TAC e chama-me uma enfermeira para vir recolher sangue, rápido. - Pediu deixando o mais novo entrar com Laura nos braços.

 

- Estão a assustar-me, que merda se passa?! - Questionou Bill num tom meio elevado, olhando para o seu amigo. - Responde-me Klaus! - Gritou-lhe. Laura fechou os olhos quando ouviu a rececionista. Esqueceu-se que ao contrário de Bill, ela estava a vê-la demasiado bem. Dali para a frente tudo passou a correr. Num instante já estava no interior do hospital e Bill já gritava com o médico.

 

A morena aconchegou-se ao peito dele, sentindo-se a tremer e ficou mais assustada ainda quando sentiu alguém a tentar retirá-la do colo do loiro. Não foi preciso muito até ela ir parar às mãos de outra pessoa. - Bill...?! - Chamou-o, completamente assustada.

 

- Tem calma, eu estou aqui. - Tentou tranquilizar, segurando na mão da morena e olhando para Klaus que começava já a fazer o seu trabalho, sem grandes conversas. Não havia tempo a perder!

 

- Vamos fazer-te um TAC e algumas análises para despistar o que possas ter. Laura, não é?! - Olhou-a com um sorriso atencioso, colocando no braço da morena, a braçadeira para lhe medir a tenção. - Quando é que começaste a sangrar enquanto tossias? - Procurou saber.

 

- A primeira vez que aconteceu foi há alguns meses atrás, mas depois fui melhorando... Mas hoje voltou outra vez. - Explicou num tom de voz trémulo, olhando o médico que começava a medir-lhe a tensão. Esperou que ele o fizesse e depois esperou que ele dissesse mais alguma coisa. Estava com os nervos em franja!

 

- E nunca veio ao médico quando esteve assim? - Procurou saber, olhando-a sempre de forma atenta.

 

- Ela vivia numa tenda num beco, agora está a viver comigo. - Respondeu Bill de imediato, olhando para o amigo. - Responde-me, isso pode ser o quê? - Questionou.

 

- Eu não tinha possibilidades de vir ao médico... - Começou por dizer, engolindo em seco quando Bill lhe contou onde estava a viver. Laura arrepiou-se e fechou os olhos por instantes, olhando depois o médico. - É grave...? - Perguntou baixinho, querendo que o médico lhe dissesse a verdade.

 

- Deverás estar com inícios de uma bronquite aguda, vamos fazer análises para despistar o pior caso de cancro ou coagulação do sangue e o TAC para pneumonia ou tuberculose. Em princípio trata-se de uma bronquite e se assim for ficas aqui esta noite de quarentena e sais daqui amanhã pela hora de almoço com uma receita carregada de coisas para tomar. O resto, deixo nas mãos dele e com bastante confiança porque sei que ele é um hipocondríaco por isso vai tratar muito bem de ti. - Disse com calma, vendo a enfermeira chegar com tudo o que era necessário para a recolha de sangue. - Podemos recolher sangue? - Procurou saber.

 

Para ela, tudo o que o médico dizia era demasiado assustador. Cancro? Pneumonia ou tuberculose? Quarentena? - Hm, sim... Se for alguma das outras coisas, sem ser a bronquite, o que é que me acontece? Fico cá internada? - Perguntou com um certo medo, olhando-o com atenção. Só esperava que realmente não fosse nada disso! Bronquite aguda comparada com tudo o resto não deveria ser nada.

 

- Sim, tens que ficar internada... - Sorriu levemente, deixando a enfermeira fazer o trabalho dela e olhando para Bill que estava a ficar cada vez mais pálido. - Meu, anda cá! - Pediu, agarrando no braço do amigo e levando-o consigo dali. - Que bailarina tu me saíste. - Brincou, sentando-o noutra cadeira.

 

- Cala-te. - Pediu, pousando os cotovelos nos seus joelhos e segurando a cara entre as mãos. Bill estava bastante nervoso e ansioso e tudo aquilo o deixavam à beira de desmaiar.

 

A início até podia ser engraçado, mas não queria que Bill desmaiasse por ali. - Tem calma, vá. Respira fundo. Se quiseres eu até te dou um docinho se te portares bem, mas não me desmaies aqui por favor. A rapariga que trouxeste já está demasiado assustada e se ela percebe que não estás aqui a falar só comigo e sim porque te estás a sentir mal, ainda lhe dá uma coisa. - Murmurou, sorrindo. - Porque é que ficaste assim de repente?

 

- Meu, cuida dela. Eu curto demasiado dessa gaja! - Pediu, respirando fundo enquanto tentava manter-se sóbrio. - Odeio hospitais, depois começam a correr à minha volta com uma pessoa que mexe comigo, meu não sou de ferro. - Protestou com um ar ainda meio vesgo. - Dá-me açúcar ou assim, isto foi uma quebra de tenção...

 

Klaus passou-lhe uma taça com pequenos pacotes de açúcar e alguns rebuçados, mesmo antes de ele lhe pedir. - Eu não sabia que tu tinhas namorada, estou realmente muito desatualizado... - Sorriu, tentando mantê-lo acordado. Já sabia que se se calasse, ele era capaz de se deixar levar e desmaiar. - Ela morava numa tenda e num beco? Há quanto tempo?

 

- Cerca de Dois anos, eu acho. Era acompanhante do Roth, palhaço nojento, filho da puta! - Deu um soco na secretaria provocando um enorme estrondo e tapou a cara com a mão enquanto chupava um rebuçado.

 

- Roth? O Snyder? Estás a gozar... - Murmurou, arregalando os olhos quando ele deu um soco na secretária. - Hey, isso não é para destruir. - Resmungou, na brincadeira. - Não admira que ela esteja assim, então. Aliás, não sei como não está pior, dois anos a viver na rua não é fácil. - Suspirou, agradecendo à enfermeira quando avisou que iria levar a amostra de sangue para ser analisada. - Sim, estou de olho. - Respondeu quando a enfermeira lhe segredou algo ao ouvido, olhando Laura. Tinha-se sentido mal depois da recolha e a enfermeira tinha-lhe levantado as pernas para ajudar a passar mais depressa. - E é ela a tal? Porque tu pareces realmente muito apaixonadinho, Kaulitz.

 

- Espero bem que sim, porque também me sinto estupidamente apaixonado e tu sabes o que isso significa. Ou vai resultar ou vou ser deixado mais uma vez... - Disse num tom baixo, olhando para Laura.

 

- Eu estou bem, vai cuidar dela, por favor... - Pediu calmo e metendo mais um rebuçado à boca.

 

- Tenho acertado no futuro das tuas relações só de olhar para as gajas que me apresentas... Mas nenhuma delas te olhava assim como a Laura olha. Ela sentiu-se mal depois de lhe tirarem sangue e mesmo assim é contigo que ela está preocupada. - Segredou-lhe discretamente, assentindo depois. - É bem provável que seja a tal. Depois manda-me convite. - Brincou, dando-lhe uma palmadinha leve no braço, seguindo para perto da Laura. - Então, como te sentes? - Questionou-lhe calmamente, observando-a com atenção.

 

- Já começo a sentir-me melhor, obrigada. - Respondeu de imediato, olhando rapidamente para Bill. - Ele está bem? - Questionou baixinho, bastante preocupada. Não queria que ele se sentisse mal por causa dela!

 

- O Bill é gay, pensava que te tivesse dito. É uma florzinha que não pode ver agulhas! - Brincou para a tranquilizar. - Vamos para a sala de TAC? Aquilo demora uns 5 minutos, não é nada demais. - Sorriu-lhe docemente.

 

- Oh... Eu não sabia. - Murmurou com uma pequena careta, mordiscando o lábio. - Sim, vamos. Quanto mais depressa eu fizer isso e se souber o que é melhor, certo? - Suspirou, levantando-se da cadeira com todo o cuidado. Ao passar por Bill ela acariciou-lhe o braço, observando-o. - Ficas bem? - Perguntou baixinho, ajeitando-lhe os cabelos.

 

- Não ligues ao que esse gajo diz, eu não sou gay. - Apressou-se a clarificar, beijando-lhe a mão. - Fico. - Tranquilizou por fim.

 

- Deixemo-nos disso agora, vá. - Resmungou Klaus, apontando a porta da saída.

 

Laura riu baixinho e abanou a cabeça. - Eu sei, não te preocupes. - Assentiu-lhe no fim, olhando depois o médico. - Desculpe. - Murmurou algo envergonhada, seguindo-o depois pelo hospital até à divisão ou foi feito o TAC e quando terminou aguardou por ele como lhe pedira. Devia de ir para um quarto a seguir, visto que ia passar ali a noite.

 

- Vamos ver de um quarto para ti ok? Tens uma bronquite e normalmente as pessoas não ficam internadas porque isso passa, mas tens as defesas muito em baixo. Vou dar-te vitaminas no soro e umas coisinhas para ver se esses níveis sobem. - Sorriu-lhe. - Podes ir para casa Bill, vá! - Gozou, mandando o amigo embora com um gesto.

 

- Vê lá que quarto arranjas, é que vou dormir cá também. - Sorriu de forma exagerada, abraçando Laura com cuidado.

 

- Está bem. Depois amanhã posso ir embora, certo? - Laura queria ficar boa, obviamente, mas não gostava muito de hospitais. Evitava-os ao máximo e só ia quando já não aguentava mais. Quando Bill a abraçou, ela não pôde deixar de esconder aquele seu sorriso carinhoso e abraçou-o de volta.

 

- Sim, não te preocupes com isso ok? Só quero depois que venhas quando te sentires melhor para repetires análises e sempre que te sentires mal. Vou passar a ser o teu médico, depois o Bill trata disso comigo. - Disse calmo, ligando para a receção para requisitar um quarto nos cuidados continuados do hospital, uma ala que mais parecia um hotel.

 

A morena foi assentindo a tudo o que o médico dizia, sorrindo-lhe no fim. - Está bem, muito obrigada doutor. - Não demorou muito até levarem Laura e Bill para um dos quartos. Depois de ela trocar de roupa para algo do hospital, puseram-na a soro. Nunca esteve numa situação em que fosse necessário, mas havia sempre uma primeira vez para tudo. Assim que estava tudo feito da parte do médico, Klaus despediu-se rapidamente dos dois e saiu da divisão. - Estás melhor? - Perguntou ao loiro, bastante preocupada.

 

- Estou, aquilo foi só uma quebra de tenção. - Tranquilizou, tapando-os com cuidado e puxando-a mais para si. - Nunca imaginei que a primeira vez que fossemos dormir juntos fosse numa cama de hospital. - Comentou divertido.

 

- Nem eu... desculpa, fofinho. - Murmurou, aconchegando-se a ele o melhor que podia, encarando-o depois. - Mas depois, se quiseres, podes dormir na minha cama, comigo. Quero dizer, tecnicamente é tua... - Riu.

 

- Parece-me boa essa proposta. - Sorriu abertamente, dando-lhe um beijo terno. - Devíamos ligar à Gigi a ver se ela está bem. Espero que ela não faça porcaria... - Suspirou.

 

Laura sorriu docemente e correspondeu ao beijo com carinho. - Sim, faz isso fofinho. Mas se achares que ela ao telemóvel está muito esquisita, devias ir ter com ela... Eu não vou fugir daqui. - Informou, pousando a cabeça no peito dele.

 

- A minha mãe deve ir lá, ela mandou-me mensagem a perguntar onde é que ela estava. - Comentou, agarrando no sei telemóvel e ligando para Gigi que atendeu pouco depois.

 

- Sim...? - Murmurou do outro lado da linha.

 

- Gigi? Como estás? Olha, tens um prato de comida no forno, não sei se já viste. - Começou por dizer, esperando que ela lhe disse algo.

 

- Sim eu vi, estava ótimo. Agradece à.…Laura, não é? - Suspirou. - O teu irmão alguma vez fodeu com ela? - Questionou meio confusa uma vez que Tom conhecera Laura, só de olhar para ela.

 

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publicado às 22:15
editado por Daniela C. a 6/6/17 às 22:14


2 comentários

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De twilight_pr a 03.06.2017 às 19:13

Quando ela começou a tossir sangue, fiquei realmente preocupada com ela, pensava que era daquelas tosses nojentas mas que pronto... quando ela o fez, socorro ><
E este final, eu tenho um feeling que ela não foi para a cama com o Tom, mas vocês gostam de fazer suspense em relação a várias coisas que eu gostava de saber. Eheheh.
Ela e o Pumba são a coisa mais fofa e adorei vê-los aos dois juntos e também gostei do médico do Bill, ele parece realmente ser um tipo às direitas.
Fiquei com pena, quando o Bill disse que já foi deixado T_T como é que é possível!?
Ainda continuo a querer descobrir o porquê do Tom se andar a comportar assim e espero que a Gigi não faça nada a ela própria!
Fico à espera do próximo ;)


Beijinhos meninas <3
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De ivy hurst a 07.06.2017 às 00:49

Aquela tosse é realmente algo preocupante. Ainda por cima com sangue à mistura...
O Pumba adora a namorada do dono, ele é ainda mais amoroso com ela do que com ele xb
O suspense tem de estar sempre por aqui, claro xD
Isso do Bill ter sido deixado... COMO PODI CÊ? :c
Vais descobrir mais amanhã :3


Obrigada, beijocas!

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