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[S.S] Ordinary Life • 4

por ivy hurst, em 07.06.17

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- Sim, é esse mesmo o nome dela. - Sorriu docemente, mas acabou por suspirar. Não queria pensar numa coisa daquelas! - Eu não sei, Gigi... Mas posso perguntar, se é isso que realmente queres.

 

- Agora entendo porque é que ele não me queria perto do velho nojento...porque tinha medo que eu descobrisse as traições dele. - Murmurou num tom de choro. - Se não foi com ela, de certeza que o fez com gajas que ela conhece bem. Ele sabia que ela era prostituta Bill, ele disse-o assim que olhou para ela. - Soluçou. - Ele prometeu-me que nunca me iria magoar, ele jurou-me isso. Trouxe-me para este país para me meter os cornos? - O seu choro agravava-se a cada segundo. - Eu estou a ir contra os meus princípios, eu mudei de país porque ele jurou ao meu pai e aos meus irmãos que nunca me ia fazer nada mais do que feliz e faz-me isto com meio ano de casamento...porquê?!

 

Por estar tão perto de Bill e do seu telemóvel, Laura ouviu parte da conversa e abanou logo a cabeça. - Não é verdade! - Falou de imediato, aproximando-se um pouco mais. - O Snyder descobriu, sabe-se lá como, que ele andava a meter-se na droga às escondidas. Ele já me tinha visto lá no beco, porque por lá também... bem, também vendem disso. Para o Snyder manter a boca fechada, ele prometeu arranjar-lhe uma rapariga bonita. Foi desde aí que comecei a acompanhar o Roth. Mas eu não sabia quem o rapaz era, não sabia se era casado ou não... - Explicou-se, olhando Bill depois. - Eu não o conheço, mas do que vi por lá, ele não te traiu. Ele só lá ia por causa das suas gramas, mais nada. Sempre recusou as mulheres todas de lá.

 

- Estou mesmo a ver que ele vai usar essa merda para me chantagear. - Riu-se Bill num tom irónico, passando depois uma mão pela testa e colocando o telemóvel em alta voz.

 

- Não sei porque raio ele se viciou agora na merda da droga. Ele teve durante o nosso namoro todo, contacto com drogas pesadas e nunca tocou em nada a não ser em erva porque o meu irmão Mike lhe dava. Agora viciou-se? E bate-me? Deve pensar que por eu ser filha de traficantes de droga tenho que levar a torto e a direito... - Fungou, limpando as suas lágrimas de forma revoltada. - Eu estou grávida Bill, o que é que eu faço? A tua mãe vai acabar com ele, ela sabe que eu estou grávida, ela vai espancá-lo... - Soluçou, entrando de novo num choro compulsivo.

 

- Eu lembro-me da primeira vez que ele lá foi. A Kayla, uma das mulheres que lá está e que também vende, ela contou-me que ele parecia aflito, assustado com alguma coisa. E que lhe tinha dito que precisava de algo para o apagar mesmo. Talvez vocês saibam de alguma coisa que lhe tenha acontecido há meses atrás que o fez chegar a esse ponto? Isto é tudo o que sei... - Informou com calma, respirando fundo.

 

- Há uns meses ele matou uma pessoa...o meu irmão pediu-lhe um favor e ele matou o gajo porque ou era ele ou o outro. - Começou por dizer num murmuro. - Não sei o que lhe vai na cabeça, juro... - Soluçou.

 

Bill passou a mão livre pela testa e pelos cabelos, respirando fundo depois. - De certeza que foi essa merda que o deixou todo marado daquela cabeça. - Resmungou baixinho, abanando a cabeça. - Depois ainda por cima ele não é de desabafar com ninguém, então foi enfiar-se naquela merda. - Resmungou de novo, suspirando no fim. - Isto vai-se resolver, Gigi. Garanto-te.

 

- Eu espero que sim! Eu estou grávida, não quero perder este filho porque me está a saber demasiado bem, estar assim... - Murmurou, denotando-se um pequeno risinho feliz por parte da loira. - Vocês estão onde? - Procurou saber. A carne estava uma delicia Laura, obrigada. - Agradeceu.

 

- Vais ver que sim. Quando ele contar à minha mãe, ela vai espetá-lo numa clínica e se ela não o fizer, faço-o eu. Se tem problemas com a droga, vai tratar-se. - Falou bem convicto, olhando Laura depois. - Estamos no hospital. A Laura tem de passar cá a noite e eu vou ficar aqui com ela. - Contou de forma rápida, suspirando no final.

 

- Obrigada, Gigi! - Começou por dizer, continuando de seguida. - Mas se for preciso o Bill vai para casa ter contigo, já lhe disse que pode ir se for necessário! - Falou alto o suficiente para a rapariga ouvir, sorrindo ao loiro.

 

- Não é preciso, a Simone deve estar a chegar e eu só quero que ela me venha dizer que posso voltar para casa. Que me deixe dizer-lhe que vai ser pai, pode ser que o anime... - Suspirou num encolher de ombros. As melhoras e até logo sim? Beijos para os dois! - Despediu-se.

 

Os dois mandaram beijinhos ao mesmo tempo e assim que Bill desligou, Laura mostrou um enorme sorriso. - Uau, vais ser tio! - Comentou, bastante feliz. A última vez que tinha pegado num bebé não tinha sido uma experiência boa, mas agora seria totalmente diferente.

 

- Eu já desconfiava, ela anda com um pacote que mais parece rebolar. - Brincou divertido, olhando para ela com um enorme sorriso. - Como te sentes? - Procurou saber.

 

Laura riu-se do que Bill lhe contou e encolheu os ombros. - Estou mais ou menos por enquanto. - Informou, acariciando-lhe o peito. - Tu estás confortável? E tens mesmo a certeza que queres passar a noite aqui? Se a minha cama parece uma nuvenzinha, a tua deve ser superconfortável mesmo!

 

- São os dois colchões em casa, o que estás agora simplesmente foi mais usado. Eu estou naquela casa há cerca de 3 meses. - Sorriu-lhe, entrelaçando os dedos com os dela. - E quero mesmo ficar aqui, juro. - Assegurou.

 

A morena olhou os dedos de ambos, sorrindo mais que nunca. - Onde é que tens estado este tempo todo? Porque é que demoraste tanto tempo a encontrar-me? - Questionou num sussurro, sem desviar o seu olhar das mãos de ambos.

 

- Já vivo aqui há 8 anos. - Riu-se de forma divertida, beijando-a com delicadeza. - Também não sei porque não apareceste mais cedo. - Comentou num tom amoroso.

 

- Posso fazer um pedido todo? - Murmurou depois de o beijar de novo, olhando-o com toda a atenção. Não se importava nada que Bill fosse o tal, que fosse ele o homem da sua vida, o homem com quem no mínimo, casaria e a fizesse feliz. - Não deixes que mais coisas más me aconteçam, por favor. - Acabou por dizer, suspirando por fim.

 

- Não deixo, prometo. Vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para que nada aconteça contigo. Juro, juro... - Prometeu, beijando-lhe a cara toda. - Já tenho a tua prenda de anos... - Cantou sorridente.

 

- Obrigada fof... Espera, o quê?! - Laura olhou-o de olhos bem arregalados e mal acreditava no que tinha acabado de ouvir. Se calhar até tinha ouvido mesmo mal! - Tens a minha prenda de quê?

 

- Fazes anos daqui a dois dias, queres que seja prenda de quê? - Questionou de forma adorável, olhando para ela com um beiço. - Aliás vão ser umas duas prendas, mas pronto. - Sorriu abertamente.

 

- Mas como é que tu sabes isso? Okay, podias ter visto nos meus documentos, é verdade, mas se dizes que já compraste é porque já sabias antes de virmos... - Apesar de estar confusa, não conseguiu evitar um sorriso carinho. - Há muito tempo que não festejo o meu aniversário...

 

- Eu disse que tinha uma prenda para ti ao jantar. Reparei na tua data de nascimento no BI e assim dou-te esta prenda adiantada e depois a outra no dia. - Sorriu matreiro e de forma meio pensativa. - Ai adoro. - Bateu palminhas.

 

- Tens razão, já me tinha esquecido dessa prenda. - Comentou com um ar meio pensativo, sorrindo ao vê-lo todo entusiasmado. - Oh, agora estou muito curiosa para ver que raio de prendas são essas! - Ela já não se sentia assim há muito e agora estava tão contente e entusiasmada que parecia uma criança.

 

- Vamos celebrar esse dia, não te preocupes! Marco um jantar com os meus melhores amigos e as namoradas, vais ver como vai ser divertido. - Sorriu abertamente.

 

- Tipo uma festa? - Questionou sorridente, fazendo depois uma careta. - E o que é que lhes vais dizer quando te perguntarem "Quem raio é essa Laura?" - Gargalhou, abanando a cabeça.

 

- Vou dizer a verdade e eles vão dizer: ‘oh, lá vem outra para estar com ele uns meses’ e o deixar. - Comentou divertido, olhando para o teto com um sorriso parvo. - Depois vão perceber que não é bem assim e eu gosto disso... - Afirmou.

 

- Eu sei que este ainda é praticamente o primeiro dia, mas eu não te vou deixar. - Falou seriamente, olhando-o com um sorriso bastante carinhoso e algo parvo. - Eu não te vou abandonar, Bill. Não vou mesmo. - Murmurou-lhe sem deixar de sorrir, apertando-lhe a mão com carinho.

 

- Não te preocupes com isso agora, não me assusta. - Assegurou, beijando-lhe a ponta do nariz com cuidado. - Agora descansa sim? - Olhou-a nos olhos.

 

- Sim, vou tentar. - Depois de o beijar com toda a calma do mundo, Laura remexeu-se até encontrar a posição perfeita, acabando por adormecer em menos de nada. Teria passado uma noite perfeita se não fossem a quatros vezes que acordou de madrugada por causa dos seus detestáveis ataques de tosse, mas mesmo assim conseguiu descansar um pouco. Já havia uma claridade natural no quarto quando sentiu alguém a tocar-lhe, abrindo calmamente os olhos.

 

- Bom dia, desculpe incomodar, mas já pode ter alta. - Informou uma enfermeira. - Ah e é melhor avisar o Dr. Kaulitz para se vestir, é que está totalmente nu. - Murmurou, apontando Bill que dormir ferrado ao lado dela, totalmente nu e apenas com as suas partes intimas tapadas pelo fino tecido do lençol, naquela zona.

 

- Não incomoda, obrigado por me avisar. - A morena olhou para o lado, tentando não mudar um pouco que fosse da sua expressão. Tinha era vontade de a olhar com uma certa fúria, mas manteve-se neutra. - Não se preocupe. Pode ir. - Apenas disse, esperando que a mulher saísse. Quando estavam novamente sozinhos, Laura aproveitou que já não estava tão presa, uma vez que já não estava a soro e virou-se para Bill. Vê-lo dormir assim e poder apreciar o seu corpo era a oitava maravilha do mundo para ela. Levou a sua mão a acariciar o corpo nu dele, parando quando o sentiu estremecer, mas mesmo assim não retirou a mão dali. - Bom dia fofinho... - Sussurrou quando ele começou a abrir os olhos.

 

- Tive a ligeira sensação que me iam violar, ainda por cima a chamarem-me fofinho. - Comentou de olhos arregalados e engolindo em seco. - Meu, que susto! - Exclamou ao levar uma mão ao peito.

 

- Desculpa, desculpa! - Pediu rapidamente, afastando-se ligeiramente do corpo nu dele. - A enfermeira já aqui veio e disse para te avisar para te vestires, estava toda vidrada em ti. - Resmungou com um revirar de olhos bem lento. Dava para notar a léguas que não tinha gostado daquilo.

 

- Ah, safada da gaja! Nunca viu uma pila tão grande e trabalha num hospital alemão. - Brincou, puxando-a para si novamente. - Adoro esse revirar de olhos ciumento, juro. - Riu divertido, beijando-a com carinho enquanto lhe segurava no rosto com uma mão e de uma forma tão firme e segura que levava qualquer uma a suspirar de sensualidade.

 

- Era a única coisa que estava tapada, mas ela parecia muito tentada a destapar! - Resmungou num tom extremamente ciumento, deixando-se levar por aquele beijo que a fez sorrir e suspirar contra os lábios do loiro. - Parva... - Sussurrou enquanto fazia um pequeno beiço, juntando melhor o seu corpo ao dele. A morena acabou por abraçá-lo bem contra si, beijando-o de novo. Não queria as outras a olhar para aquilo que ela queria que fosse seu!

 

- Não ligues, ela deve ter percebido que eu estava muito bem acompanhado, mas se não percebeu, irá perceber. - Piscou-lhe o olho, acariciando-lhe as costas com cuidado. - Vamos embora? Estou com uma fome de leão, preciso de ir ao Alfred porque...but first, coffee! - Sorriu, erguendo o seu dedo indicador ao dizer aquele lema daquela Coffee House, mas tão seu ao mesmo tempo.

 

- Sim, vamos embora. Eu devia começar a procurar emprego também e esse é um dos sítios. - Laura levantou-se da cama e retirou o que tinha vestido, vestindo depois a sua roupa. Esperou que Bill fizesse o mesmo e depois olhou em redor. - Hm, os meus documentos? És tu que os tens?

 

- Sim, tenho tudo guardado. - Sorriu-lhe, vestindo-se também de forma rápida e agarrando nos seus pertences, colocando-os nos bolsos. - Temos só que passar no guichet para receber o papel da baixa e os medicamentos. - Informou, olhando-se ao pequeno espelho e ajeitando o seu cabelo.

 

- Oh, pois... - Já nem se lembrava que teria de tomar medicação. Era só mais uma despesa para os bolsos de Bill, mais nada! Saiu do quarto com ele e seguiu-o até ao sítio onde lhe foi dada a receita médica e assim que tudo estava tratado, seguiram para o carro. - Não me podes dar uma pista? Quanto às prendas... estou tão ansiosa e curiosa!

 

- Algo que te vai ser muito útil, tanto para ti como para mim. - Sorriu-lhe, ligando o carro e arrancando com o mesmo. Agarrou no seu telemóvel e marcou o número da sua farmácia local, encomendando os medicamentos depois de dar o número de identificação de Laura, onde tinha em sistema tudo o que Klaus lhe passara.

 

- Eu nem sequer sei como te agradecer ou compensar. - Deixou escapar quando ele terminou a chamada, sorrindo-lhe. - Mesmo quando eu tiver dinheiro não vou saber o que te oferecer. O que se dá a alguém como tu, que já tem praticamente tudo?

 

 

- O mais básico...vais aperceber-te disso com o tempo. Não tenhas pressa... - Sorriu-lhe de forma carinhosa e calma, mostrando-se sempre pronto para a esclarecer. Bill podia ter tudo, mas maior parte das coisas eram bens materiais que não lhe valiam de muito, ao lado do amor que ele sempre ambicionou e nunca conseguiu ter. Ele era bastante sensível, apaixonado pelas coisas mais simples da vida e tudo isso o tornavam numa pessoa bastante fácil de agradar.

 

- Eu acho que se calhar sei de algo, mas depois com o tempo vou vendo. - Sorriu, aninhando-se no banco do carro enquanto o loiro o conduzia. Quando chegaram e entraram no café, Laura olhou em redor por curiosidade, mas não gostou de ver que algumas pessoas estavam a olhar para ela fixamente. A maioria eram homens e o pior era já ter sido obrigada a estar com dois deles. Sentindo-se envergonhada, Laura passou a olhar para o chão apenas, segurando a mão de Bill.

 

- Levanta a cabeça, agora! - Quase ordenou, olhando-a pelo canto do olho e apertando-lhe ligeiramente e mão. Não a queria naquele estado, muito menos que se deixasse humilhar num local público e bem frequentado. - O que vais pedir? - Procurou saber, colocando-lhe de forma bastante discreta um dos seus cartões de crédito, dentro da mala dela. - 0189. - Segredou-lhe ao mesmo tempo que lhe beijava aquela zona da orelha e do pescoço.

 

Apesar de lhe ter obedecido e erguido a cabeça, a rapariga continuava bastante nervosa e incomodada. Arrepiou-se ao sentir os beijos dele, engolindo em seco de seguida. - Não quero nada... E tu queres o quê? - Sussurrou calmamente, mordiscando o lábio de seguida. Só lhe apetecia sair dali ou então cavar um buraco onde se pudesse enterrar. A primeira opção era mais simples.

 

Bill agarrou-lhe no queixo de forma delicada e olhou-a nos olhos. - Estás comigo, andas de cabeça erguida. A tua vida antiga morreu ok? Só tens que mostrar isso a toda a gente e começa agora. - Falou num tom calmo. - Pede o pequeno almoço para ti, não é uma opção, é algo que tu vais mesmo fazer. - Esclareceu, apontando depois o menu por cima do balcão. Laura não queria estar ali, de todo. Mesmo assim acabou por ficar e fez o que o loiro lhe pediu, ou praticamente ordenou. Pediu as primeiras coisas que viu no menu, esperou que Bill também pedisse e depois procurou o cartão dele na sua mala. Não teve qualquer problema no pagamento e assim que estavam despachados saíram dali, indo para um lugar à escolha de Bill. Ela não disse mais nada, apenas se limitava a mordiscar o seu lábio e a entrelaçar os seus dedos uns nos outros. Ao ver tal reação, o loiro não fez mais nada senão remeter-se ao silêncio e comer tudo o que tinha à frente. Não ia voltar a pedir-lhe para erguer a cabeça, muito menos para se fazer uma mulher digna quando todos a olhavam de uma forma injusta e desprezível. Se ela não o queria fazer, com força de vontade própria, Bill também não a ia obrigar a rigorosamente nada. - Se quiseres pede ao homem para embrulhar o bolo senão agarra e dá ao primeiro necessitado que te apareça à frente... - Murmurou, acabando de beber o seu café. Talvez aquela afirmação lhe fosse servir de abre olhos!

 

Depois de olhar Bill com um ar triste, Laura endireitou-se e recompôs-se, comendo o seu pequeno-almoço com calma. - Não fales assim comigo... - Pediu, encarando-o. - Não é fácil para mim, é horrível. - Ela passou a mão pelos cabelos, respirando fundo. - Isto não é justo. - Sussurrou, coçando os olhos.

 

- Achas que alguma vez vais ser respeitada se continuas a andar por aí de cabeça baixa? As pessoas vão continuar a achar que estás na mesma vida, que eu sou o rico que te contratou e tu a acompanhante cabisbaixa que vem tomar um pequeno-almoço forçado com o cliente...é injusto, realmente é injusto para ti enquanto mulher e para mim enquanto teu amigo, acima de tudo... - Argumentou num tom calmo, olhando para a rua movimentada diante deles.

 

Ela não tinha pensado daquela forma. Não tinha pensado que, para além de àquilo ser injusto para ela, também seria para ele. Não lhe tinha passado pela cabeça a imagem errada que podiam estar a passar, acabando por piorar a situação, especialmente para o lado dela. Laura alcançou a mão de Bill e acariciou-a com calma. - Desculpa... - Murmurou, tentando parecer mais confiante de si mesma. - Achas que vou voltar a ser respeitada? - A resposta àquela pergunta era muito importante para ela. Queria acreditar que sim e que um dia tudo voltaria à normalidade.

 

- Acho, mas precisas de ter muita força para mudar isso. Baixares a cabeça diante os teus problemas não é a melhor solução. Tens que me deixar ajudar-te, tens que querer ser ajudada ao ponto de esqueceres os olhares. Já pensaste que eles poderiam olhar para nós com inveja, mas olharam para ti com um sorriso de troça? Por pensar que não passas dessa vida quando na verdade juraste-me que ias deixá-la... - Olhou-a nos olhos. - Tudo isto depende de ti Laura, da tua atitude perante o mundo. Porque o mal que tu fazes toda a gente vai reparar, agora o bem...vai passar-lhes ao lado. E é assim que tem que passar, ao lado e não como motivo de troça... - Argumentou.

 

- E deixei! Mas pensava que ia conseguir agir normalmente se me aparecesse algum deles à frente e afinal acabou por ser um bocadinho mais complicado. - Suspirou, encolhendo os ombros. - Tudo o que eu quero é voltar a sentir-me normal, sentir-me bem comigo mesma, seja fora ou dentro de casa. Fiquei nervosa e pronto... estraguei tudo. - Murmurou, terminando o pequeno-almoço.

 

- Vem cá... - Pediu, batendo levemente no seu colo para receber a rapariga no mesmo. Assim que a viu aproximar-se, beijou-a com cautela e olhou-a nos olhos. - Sempre ouvi dizer que conseguimos sempre tudo o que queremos se tivermos a força de vontade necessária para isso. E se tu a tens aí dentro, deixa que ela trabalhe, não a prendas... - Pediu. Para Laura, não havia colo melhor que o de Bill. As atitudes dele, juntamente com as suas palavras e ações, faziam-na sentir-se melhor a cada segundo que passava. Já com um sorriso carinhoso estampado no rosto, Laura beijou-o. Era um beijo longo e algo apaixonado, que a fazia sorrir cada vez mais.

 

- Vamos levantar os medicamentos e dar um passeio com o Pumba? Ele deve estar cheio de saudades! - Sorriu-lhe, dando-lhe uma leve palmada no rabo e levantando-se com ela ao colo. - Já bebeste a tua bebida toda? - Procurou saber.

 

- Vamos! E sim, já bebi tudo. - Quando Bill se levantava com ela ao colo, Laura mostrava sempre um sorriso estúpido. Quando estavam só eles os dois sentia-se como se fosse uma princesa, mas quando o fazia em público era diferente. Para ela era como se ele estivesse a mostrar a todos que ela era sua e de mais ninguém. E ela adorava que ele o fizesse! - Vais pousar-me no chão ou nem por isso? - Riu baixinho, segurando-se a ele.

 

- Não me digas que tens vertigens. - Brincou divertido, pousando-a no chão com cuidado. - Já está bom assim miss? - Questionou divertido, entrelaçado os dedos com os dela, enquanto se deixava caminhar para o carro.

 

- Não tenho nada disso, mas se continuas a pegar-me ao colo ainda ficas com umas dores de costas valentes. - Respondeu quando já estavam quase a chegar ao carro, rindo baixinho. - Gosto quando pegas em mim ao colo, é verdade. - Confessou rapidamente enquanto ele destrancava o carro.

 

- Eu treino para alguma coisa, não é só para ser fit. - Brincou, entrando no carro com ela e ligando o mesmo. - Elá, os meus pais estão fartos de me ligar, mas está tudo ok com esta gente?! - Comentou ao pegar no telemóvel.

 

- Pronto, pronto! Sendo assim podes pegar em mim sempre que te apetecer! - Informou, fazendo uma careta enquanto colocava o cinto e ouvia o que ele dizia. - É melhor ligares de volta! Será que aconteceu alguma coisa com o teu irmão? Ou com a Gigi?

 

- Eu espero bem que não, pelo amor de deus.... - Suspirou, retomando a chamada à sua progenitora e aguardando.

 

Simone atendeu a chamada quase de imediato, falando antes que o loiro pudesse dizer algo. Ah, até que enfim, filho! Tenho estado aqui a morrer de preocupação! Tu estás bem?! Ouvi dizer que estavas no hospital!

 

- Oh, só podia, essas fofocas de merda. - Revirou os olhos. - Estou bem mãe, fui com uma princesa ao hospital, ela está com bronquite e estivemos a passar lá a noite. - Explicou com calma.

 

- Ah! Porra, que susto, estava aqui tão preocupada já a pensar que te tinha acontecido alguma coisa. - Simone respirou fundo, visivelmente mais aliviada. - Espera lá... Princesa? Tu tens uma namorada e não contas nada à tua mãe?

 

- Mãe, se já fosse minha namorada, eu teria dito isso mesmo. - Resmungou meio amuado. - É verdade, como correu com o Tom? - Procurou saber.

 

- Estou a ver, ainda não é mas pelo tom da conversa é porque vai acabar por o ser mais tarde ou mais cedo! Quero conhecer essa rapariga, filho! - Informou algo entusiasmada, mas depois perdeu o ânimo todo. - Oh... Nunca tinha visto o teu irmão assim. Estive um tempão para que ele me contasse porque é que anda neste estado e outro tanto para saber o que o levou a viciar-se naquela porcaria. Nós vamos ajudá-lo, estás a ouvir? Ele não pode estar assim, está a destruir-se e a destruir os que o rodeiam.

 

- Sim, eu posso falar com o Klaus e ver de uma clínica boa para ele. - Suspirou. - A Gigi continua em minha casa ou já a deixaste voltar para a deles? - Questionou.

 

- Sim filho, faz isso por favor. Deixei-a voltar para casa, sim... era o que ela queria e o teu irmão agora tem medo de estar perto seja de quem for, duvido que volte a tocar-lhe. - Suspirou brevemente.

 

Fizeste bem. Quanto à Laura, não achas que és uma cusca? - Procurou saber divertido.

 

- Eu?! A tua mãe não é cusca nenhuma, só quero conhecer a rapariga a quem o meu filho já chama de princesa e tudo! Porque não a trazes cá a casa hoje ou amanhã? Venham cá almoçar ou jantar, o que preferirem! - Simone riu-se baixinho, notando-se aquele seu entusiasmo.

 

- Não a quero assustar, vocês são loucos. - Argumentou num tom divertido. - Olha, podias era meter o meu A1 fora da garagem para eu o ir buscar, fazias-me isso mãe linda? - Questionou, arrancando com o seu automóvel.

 

- Não somos nada! - A mãe do loiro guinchou, rindo-se. - Tiro sim, se a trouxeres cá a casa logo à noite. Eu até faço aquela sobremesa que tu tanto adoras, anda lá vá! - Pedinchou, aguardando ansiosamente pela resposta.

 

- Pode ser almoçar hoje? Jantares para nós é para esquecer nestes dias que por aí vêm. - Respondeu num tom calmo, conduzindo de forma segura. - O pai está por casa também? - Procurou saber.

 

- Pode sim senhora! Eu posso ligar à Gigi e convidá-la a ela e ao teu irmão, mas devem ficar por casa. - Avisou enquanto gesticulava e andava de um lado para o outro. - Sim Bill, vamos estar aqui os dois prontos para te receber e conhecer a tua... Princesa Laura! - Simone riu baixinho, suspirando depois. - Mas não te atrases, ouviste?!

 

- Sim eu não me atraso, vamos só levantar os medicamentos e tomar um banho. Saímos agora do hospital. Só me atraso se houver trânsito, já sabes! - Relembrou, entrelaçado a mão com a da morena. - O que vai ser o almoço? - Questionou curioso.

 

- Está bem filho. Vou pedir para fazer aquela lasanha divinal, há que conquistar a Laura pelo estômago, já que o meu filho diz que somos loucos! - Resmungou, suspirando de forma exagerada.

 

- E são um bocado, mas a nossa história também é meio louca por isso, estamos bem para vocês. - Riu-se divertido.

 

- Ah, estou ansiosa para saber tudinho. Pronto filho, vou desligar para me arranjar e essas coisas todas, até daqui a um bocadinho! - Simone mandou beijinhos e desligou logo de seguida.

 

- Ainda estou a tentar perceber se ouvi mesmo bem quando me chamaste princesa agora ao telemóvel. - Gargalhou, beijando a mão dele depois. - Vamos lá almoçar? Tens de me ajudar a escolher qualquer coisa, Bill. Algo bonito...

 

- Não te preocupes, eu ajudo. - Sorriu abertamente e beijou-lhe a mão também. - E claro que chamei princesa, é isso mesmo que tu és. - Argumentou sorridente.

 

Laura mostrou aquele sorriso parvo de imediato, assentindo. - É e tu deves ser o príncipe encantado! - Respondeu de seguida, rindo baixinho. - Sempre está tudo bem com eles? Com a Gigi e o teu irmão?

 

- A minha mãe deixou-a ir para casa, vai convidá-los para almoçar, mas não sei se o meu irmão vai querer sair de casa. Tenho que falar com o Klaus para me ver uma clínica para ele. - Comentou, entrando no parque de estacionamento da farmácia. - Vais lá levantar os medicamentos? - Olhou-a.

 

- Pois, é o melhor a fazer... Se ele está com um problema, o melhor é ajudá-lo o quanto antes. Ainda por cima agora, que vai ser pai. - Suspirou, assentindo de seguida. - Sim, claro que vou. - Assentiu, retirando da sua malinha o cartão dele, que lá tinha guardado depois de pagar as coisas no café. - Posso? - Perguntou baixinho, mostrando o cartão de crédito.

 

- Claro, vais ficar com ele enquanto não formos abrir uma conta para ti e essas coisas todas. - Assentiu, passando uma mão pelos cabelos. - Vai lá, senão a mulher mata-me se chegamos atrasados. - Riu-se, dando-lhe uma leve palmada na perna.

 

- Obrigada, Bill. - Laura chegou mais perto do loiro e beijou-o rapidamente, saindo depois do veículo. Felizmente não estava assim tanta gente na farmácia, por isso não demorou quase nada. Colocou o cinto assim que chegou ao carro e espreitou para dentro do saco, vendo a medicação que tinha de tomar. - Bem... Ao menos é para me ajudar com esta maldita bronquite.

 

- Deixa ver o que há aí. - Pediu, agarrando na saca e retirando os medicamentos de lá, um a um. - Tens aqui a pílula também, eu pedi-lhe ontem. - Mostrou-lhe, lendo depois os componentes da mesma. - Não é muito agressiva, é na boa. - Tranquilizou.

 

- Oh... está bem. Eu nunca tinha tomado, mas sei como é. - Apressou-se a dizer, agarrando nas outras caixinhas. - Eu vou ficar boa. Não, eu vou ficar ótima! - Falou consigo mesma enquanto arrumava a medicação novamente no pequeno saco, olhando-o depois. - É melhor irmos para casa agora.

 

- Quando te aparecer agora a menstruação tomas no primeiro dia, o comprimido referente ao dia da semana em que estás. Depois é só tomares normal, mas lês as instruções e vais-te habituando! - Sorriu, arrancando de novo com o carro. - Também tens aí vitaminas para tomares. - Avisou, conduzindo de volta para casa que não ficava muito longe dali.

 

- Não te preocupes, eu vou ler tudo com atenção e tomar tudo direitinho, prometo. - Garantiu-lhe, observando-o de vez em quando enquanto ele conduzia. Em menos de quinze minutos já estavam em casa e Laura seguiu de imediato para a casa de banho, despindo-se depois de abrir a torneira. - Bill, vens? - Questionou alto o suficiente para que ele ouvisse, uma vez que tinha ficado para trás.

 

- Vou ficar a escolher a tua roupa depois tomo um duche rápido. - Informou a partir do closet, passando as roupas uma a uma. Não a queria demasiado tapada porque adorava ver-lhe pele mas sabia que se fosse algo demasiado ousado, Laura não se iria sentir confortável. Optou por um conjunto simples e bastante leve, adequado ao calor de LA e uns chinelos muito à moda Alemã, que o fizeram rir por saber que Simone iria adorar.

 

- Está bem, até já! - Laura apressou-se a tomar o seu duche, demorando cerca de dez minutos por não querer que se atrasassem. Assim que saiu limpou o seu corpo e passou um creme que Bill lhe tinha comprado pela pele, seguindo para o quarto ainda nua. Sorriu ao ver já a roupa em cima da cama, aproximando-se de Bill quando ele saiu do closet. - Obrigada. - Murmurou, dando-lhe um beijinho na bochecha.

 

- De nada, espero que gostes do que escolhi, eu amei. - Sorriu alegremente, beijando-a uma vez mais antes de se afastar de novo para a casa de banho. - Não demoro. - Acrescentou, encostando a porta e entrando no chuveiro depois de se despir. O seu banho foi consideravelmente rápido, uma vez que, sendo homem, conseguia lavar-se de forma rápida com um só champô. Quando terminou, vestiu um dos seus robes e voltou ao quarto, sorrindo quando a viu já vestida. - Estás tão linda. - Comentou completamente vidrado nela.

 

Laura estava a acabar de arranjar o seu cabelo quando Bill regressou. Virou-se melhor para ele, dando uma pequena voltinha para que ele visse de todos os ângulos. - Que tal? Gostas? Prendi o cabelo porque acho que fica bem e como está calor acaba por ajudar a não morrer por causa da temperatura. - Riu baixinho, aproximando-se dele.

 

- Acho que fizeste muito bem, estás perfeita! - Exclamou sorridente, aproximando-se dela para a beijar novamente. - O que visto? - Questionou, coçando a cabeça de forma meio desastrada, sem saber o que vestir naquele momento.

 

A princesa de Bill sorriu-lhe com carinho e levou as suas mãos ao robe dele, desapertando-o e abrindo-o calmamente. - Não sei... - Murmurou, observando o peito dele. - Veste uma t-shirt qualquer e umas calças, fica-te sempre tudo tão bem...

 

- Oh, tenho que ver o que deixei aí no armário. - Resmungou, olhando para com carinho. - Acho que tenho aí uma roupa boa. - Comentou, caminhando até ao roupeiro e tirando de lá o que pretendia. - O que achas desta? - Mostrou-lhe.

 

- É muito bonita, leva-a. - Sugeriu, pegando na sua mala para ver se tinha lá as suas coisas. - Toma, é teu. - Deu-lhe o cartão de crédito assim que ele se vestiu e ajeitou-lhe as roupas com calma.

 

- Já disse que vais ficar com ele, não ouviste? - Resmungou, secando o seu cabelo com uma toalha mais pequena. - Eu falei-te disso no carro. - Relembro, beijando-a antes de seguir para a casa de banho. Secou o seu cabelo e ajeitou-o com a ponta dos dedos, metendo-lhe um bocado de cera para ficar modelado.

 

A morena suspirou e assentiu, indo ter com ele quando já estava a terminar de se arranjar. Abraçou-o por trás e colocou-se em bicos dos pés, beijando-lhe o pescoço suavemente. - Prometo que não vou comprar nada desnecessário. Estás lindo. - Comentou sorridente.

 

- Não me importo que compres o que quiseres, se realmente o desejas. - Olhou-a através do espelho, segurando-lhe nas mãos com carinho. - Também estás ainda mais linda. - Comentou, beijando-lhe as costas da mão com um sorriso amoroso. - Vamos andando? - Olhou-a.

 

- Sim, é melhor irmos embora antes que nos atrasemos e a tua mãe fique chateada. - Sorriu, pegando novamente na sua mala, onde retirou de lá a sua carteira. Guardou o cartão de Bill e ajeitou-se, saindo com ele de casa depois disso.

 

Assim que chegaram à garagem, Bill destapou o seu Lamborghini e destrancou o mesmo, abrindo-lhe a porta. - Faça favor de entrar. - Sorriu-lhe, dando a volta ao automóvel e entrando de seguida. Ele amava conduzir aquele carro!

 

Laura ficou bastante entusiasmada quando o viu destapar aquele carro, olhando com um enorme sorriso. - Oh meu Deus, nunca andei num Lamborghini nem nada do género. - Comentou com um risinho nervoso, entrando no veículo com calma e esperando que ele fechasse a porta. Voltou a olhar para ele quando já estava dentro do carro, a acomodar-se ao banco do condutor. A morena apreciava os detalhes com um enorme sorriso, mordiscando o lábio. - Este carro é rápido, não é?

 

- Bastante. É preciso ter um kit de unhas enormes para agarrar neste bicho. - Riu-se, ligando o carro e sorrindo quando ouviu o rugir do motor que inundava a garagem inteira. - Vamos lá, a ver se chegamos muito a tempo. - Piscou-lhe o olho e arrancou com o automóvel, sentindo-se logo a força que tinha só pelo arrancar leve e rápido.

 

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publicado às 14:00


2 comentários

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De twilight_pr a 07.06.2017 às 23:47

Ainda me estou a rir com a reação da enfermeira que a foi acordar e a forma como ela estava com o Bill. Também estou bastante preocupada com o Tom, especialmente porque agora sabemos realmente o que se passa e que de facto ele não andava a trair ninguém, eu não o conseguia ver a trair ninguém, principalmente se ele fez de tudo para ficar com ela.
Entretanto, gosto de ver a Laura e o Bill juntos e gosto da forma como ele a estar a ajudar, de forma a que ela também tenha de começar a tomar as suas próprias iniciativas o que realmente é bastante bom. Também quero mostrar que adoro a Simone e estou mesmo contente pela forma como todos estão dispostos a ajudar o Tom e adorei a reação dela em relação à Laura e ainda estou *-* com o que o Bill disse sobre o que os amigos dele vão pensar em relação a ela.... fiquei triste, porque realmente não gosto de pensar em alguém a deixá-lo.
E sem dúvida que os outifts escolhidos estavam muito bem, mas o do Bill socorro, que hombre! *-*
Estou contente pela Gigi estar grávida e que eu espero que tudo corra bem e que nada aconteça ao bebé... iria ser mesmo mau ><
Acho que isto ficou uma confusão de pensamentos e acho que ficou um tanto grande xDDD


Beijinhos meninas <3
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De ivy hurst a 14.06.2017 às 17:01

Essa reação foi excelente! Badalhoca! xD
Foi uma ótima mistura de pensamentos, não me senti nada confusa :b
Obrigada, beijocas ♥

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O meu nome é Daniela, tenho 21 anos e sou de Almada. Trabalho actualmente no STARBUCKS mas sonho ser Comissária de Bordo. Amo escrever, ver Vlogs e não sou mesmo nada adepta de séries. Tenho uma panca por maquilhagem e claro, viajar.


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