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[S.S] Ordinary Life • 5

por ivy hurst, em 14.06.17

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- Oh meu Deus! - Guinchou assim que ouviu o motor, olhando Bill que conduzia sem problema algum. Foi só o loiro apanhar uma reta milagrosamente vazia e acelerou bastante. - Isto é tão fixe! - Quase gritou, em grande êxtase.

 

- Um dia quando formos à Alemanha, eu conduzo lá na autoestrada que não tem limite e percebes como é bom. - Sorriu abertamente, conduzindo com toda a segurança enquanto acelerava cada vez mais. Aquela zona estava praticamente vazia, o que se tornava um grande parque de diversões para Bill.

 

- Ainda melhor que isto?! Isto já é fantástico! - Continuou a falar num tom bem alto, pousando a sua mão na perna de Bill enquanto olhava para a estrada. - Espera, quando formos à Alemanha? Também me queres levar à Alemanha?!

 

- Claro, nasci lá e vou à Alemanha quase todos os meses. - Respondeu, começando a reduzir as mudanças e a velocidade, uma vez que iam entrar num local com mais tráfego. - Aqui não posso puxar muito por ele a não ser em pista, mas na Alemanha não temos limite de velocidade em autoestrada, então posso dar aquilo que eu conseguir dar com ele. - Explicou.

 

- Acho que nunca me senti tão feliz num carro. - Confessou, gargalhando. - E tu tens muito jeito para conduzir isto... acho que se estivesse com outra pessoa estava a morrer de medo. - Abanou a cabeça, acariciando-lhe a perna com carinho. - Obrigada. - Murmurou, com aquele seu sorriso de quem estava para lá da felicidade. Dava até para esquecer os ligeiros nervos que tinha por ir conhecer os pais de Bill.

 

- Ao inicio não era divertido conduzir isto porque pensava que me ia matar aqui dentro, mas passou a ser normal e agradável. As pessoas acham que eu conduzo isto e é a melhor cena de sempre, que devo ser um gajo do caralho! Mentira, isto é assustador de conduzir se não tiveres experiencia. - Contou com calma, mudando o modo do carro para Strada, o mais indicado para uma condução diária e em cidade.

 

- E és! Tu és doido! No bom sentido, claro... - Riu-se, abanando a cabeça. - Quero dizer, eu não ia ser capaz de conduzir uma coisa destas, é que nem pensar! Acho que fugia assim que ligasse o carro. - A morena gesticulava, rindo-se do que dizia, que acabava por ser bem verdade. - Agora já posso dizer que andei num Lamborghini, que coisa chique!

 

- Neste modo strada consegues conduzi-lo, agora no modo sport e o corsa, são modos mais agressivos que te faz colar mesmo ao banco. Tens aquela sensação de que saíste de um ringue de luta. - Explicou sempre atento à estrada. - Um contra deste carro, é que não tens muita visibilidade para trás, é tudo direcionada para aparte dianteira. - Gesticulou levemente com uma mão, vendo muitas das pessoas tirarem fotos e perguntarem-se quem ele era, assim que parou num sinal. - E depois é isto, tudo olha e fala e essas merdas. - Encolhei os ombros.

 

- Nunca me peças para conduzir este bicho, por favor. - Pediu de um modo divertido, olhando depois para o exterior, reparando que havia quem tirasse fotografias e até filmasse. - Eles que se lixem, os semáforos foram feitos para outra coisa. - Murmurou, chegando-se até ele, beijando-o logo de seguida enquanto podia.

 

- Concordo. - Comentou contra os lábios da morena, beijando-a com alguma intensidade uma vez que queria aproveitar o pouco tempo que tinha para o fazer. Assim que o sinal abriu, Bill arrancou, ainda colada aos lábios dela, mas com um olho na estrada. - Ai, que não me posso distrair. - Abanou a cabeça, afastando-se ligeiramente da morena.

 

- Tu és maluco. - Resmungou baixinho, voltando a endireitar-se, ficando sempre atenta à estrada e ao caminho que Bill tomava. Respirou fundo quando finalmente chegaram à casa dos pais do loiro, olhando-o assim que desligou a Besta. - O teu pai se calhar vai reconhecer-me, sei lá. - Murmurou, lembrando-se que foi ali que esteve na última vez que saiu com Roth. Laura levou a sua mão à de Bill, acariciando-a.

 

- Ahm... - Bill suspirou e olhou depois para ela nos olhos, beijando-lhe a mão. - A minha mãe era stripper, antes de ser quem é. - Contou, segurando os dedos dela entre os seus lábios, um a um. - Ninguém nesta casa te vai julgar, porque como te disse, viemos de famílias não muito normais. - Relembrou calmamente.

 

Depois de o ouvir com atenção, a morena sorriu docemente e assentiu. - Bem, espero que ao menos gostem minimamente de mim. - Comentou com um sorriso carinhoso, beijando-o intensamente depois de retirar o cinto. Só parou, meio de repente, quando ouviu uma voz feminina a chamar por Bill, ou melhor, pelo filho. - Que susto... - Sussurrou, rindo-se.

 

- Filho! Ah, já chegaram! - Gritava toda empolgada, caminhando depressa até chegar perto do carro. Ia para abrir a porta do condutor, mas arrependeu-se. - Vocês não estão a namorar aí dentro, ou estão?

 

- Mãe, não olhes agora que estou com ele na mão. - Bill quase gritou, tentando assustar a mais velha com aquela sua piada.

 

- Oh minha nossa senhora! - Simone falava bem alto, dando alguns passos atrás enquanto olhava desconfiada para o carro. - Tu estás a gozar comigo não estás?! - A progenitora acabou por se rir, sorrindo quando o viu a porta a abrir. Espreitava o mais que podia, mas mesmo assim não se aproximou. Laura abafava as gargalhadas o melhor que conseguia, batendo, entretanto, no braço do loiro ao de leve. Abriu a porta quando ele também o fez, mas não saiu de imediato por estar a ajeitar os seus cabelos ainda no carro. Queria estar perfeita para aquele momento.

 

- Claro que estou mãe, por amor de Deus. - Resmungou divertido, abraçando a sua progenitora assim que saiu do automóvel. - Este carro não é muito bom para dar quecas, lamento informar-te. - Comentou, olhando-a com um sorriso enorme estampado no rosto.

 

- Realmente não tem lá muito espaço, não. Se tivesses trazido o outro já duvidava! - Riu de forma carinhosa, abraçando-o com ternura e depositando depois um beijo rechonchudo na sua bochecha. - Oh, esse sorriso tão lindo! É bom ver-te assim, filho!

 

Assim que achou que estava pronta, a morena saiu do carro e fechou a porta com cuidado, aproximando-se calmamente da mãe e filho que se abraçavam. - Olá, senhora Kaulitz. - Quase murmurou, ainda a uma certa distância, mostrando aquele seu sorriso supersimpático, genuíno e carinhoso.

 

- Esta é a Laura mãe, deves lembrar-te dela da última festa. Estava com o Roth. - Apresentou, apontando a morena enquanto a puxava para perto de si. - Fui busca-la ao sitio onde ela pernoitava e raptei-a para minha casa. - Explicou, abraçando a mais nova com tanto carinho que Simone não foi capaz de ficar indiferente.

 

- Sempre soube que os meus filhos iam ter vertentes malucas como o pai deles. - Comentou de forma bastante simpática e querida. - Prazer em conhecer-te Laura e trata-me por Simone sim? - Pediu, estendendo a mão à morena para que se aproximasse dela. - Bill deixa-me abraçar a rapariga. - Protestou.

 

- Igualmente, senh.... Hm, Simone. - Corrigiu-se a tempo, sorrindo amavelmente. Assim que o loiro permitiu, Laura aproximou-se da mãe dele e abraçou-a com cuidado e ternura. Tal como acontecia com Bill, ela também se sentia bem perto de Simone. Sentia-se normal ali e isso era bom.

 

- Sê bem-vinda minha querida, és linda! - Sorriu abertamente, olhando-a nos olhos. - Já sei porque é que o meu Bill está perdido de amores por ti, tens uns olhos lindos e és tão delicada assim como ele. - Sorriu-lhe.

 

- Oh, muito obrigada! Conhecer o seu filho Bill foi a melhor coisa que me aconteceu. - Sorriu mais ainda, olhando o loiro por instantes. - E já vi que ele sai à mãe, pelo menos no que toca a elogios! - Riu baixinho, suspirando por fim.

 

- O meu Bill é todo eu, todo fofo e todo romântico. Ele vai dar-te uma overdose de mimos, vais ver! - Assegurou, olhando também para Bill. - O teu irmão disse que queria vir, mas dependia do seu estado. Ele como agora não consome, anda muito alterado... - Disse, sorrindo levemente.

 

- Não me importo, eu adoro todos os mimos que ele me dá. - Respondeu com um grande sorriso, olhando o loiro assim que a mãe lhe falou. - Espero que ele fique bom o quanto antes. - Desejou num tom baixo, vendo Bill a aproximar-se dela de novo.

 

- Vai ser complicado, só espero que ele aceite ser internado. Tenho medo que ele bata de novo na Gigi, ela está grávida... - Suspirou. - O que ele te disse ao certo mãe? - Procurou saber, abraçando Laura por trás e beijando-lhe o topo da cabeça.

 

- Olha filho... - Simone respirou fundo e ajeitou o seu cabelo. - Estive meia hora a implorar-lhe que me contasse o que andava a fazer e outra meia hora para saber o que o levou a consumir. - Suspirou, olhando o filho mais novo com um ar tristonho. - Ele só queria fazer o favor ao rapaz mas aquilo deu para o torto e pronto... E nós já sabemos como ele é, engole tudo e suporta o mundo todo nos ombros se for preciso. O problema é que virou-se para o vício errado. - Suspirou pesadamente, encolhendo os ombros. - Ele já concordou e aceitou o tratamento, só falta ir mesmo. O teu irmão vai ficar bem.

 

- Espero mesmo que sim, ainda por cima tem um filho para cuidar que eles queriam bastante. - Suspirou contra a cabeça da morena. - A Gigi ontem, toda fofa aqui com a Laura, até fiquei admirado, ela é uma bitch! - Comentou divertido.

 

- Vai correr tudo bem. - Murmurou, sorrindo depois. - Oh, mas isso é porque tu tens uma namorada toda fofa, é impossível tratá-la de outra maneira!

 

Laura gargalhou e abanou a cabeça. - Tudo o que eu fiz foi cozinhar, mais nada! E tive muita sorte porque já não cozinhava há muito tempo... Mas pronto, correu bem e vocês gostaram.

 

- Sim, mas a Gigi costuma mesmo ser um cabra. Ela era uma puta para todas as gajas com quem estive, dá-te com sorte. - Riu-se divertido ouvindo pouco depois o seu pai aproximar-se. - Olá pai, como estás? - Sorriu-lhe, dando-lhe dois beijos na face.

 

Laura apenas encolheu os ombros. Talvez se devesse sentir mesmo uma sortuda por Gigi a tratar bem. Pelo menos no dia anterior tinha tratado, o futuro ninguém sabe. - Olá Senhor Kaulitz, muito gosto em conhecê-lo. - Afirmou assim que o pai de Bill olhou para ela, esperando que ele acabasse de cumprimentar o filho.

 

- Olá minha querida, bem-vinda! - Sorriu-lhe, beijando-lhe a mão levemente e olhando depois para trás de ambos. - Vem ali o Tom. - Avisou, apontando o portão com o queixo. De lá entrou Gigi a conduzir o seu jipe e Tom vinha ao lado, quase todo tapado pelo capuz do seu casaco.

 

Laura sorriu carinhosamente, achando bonito o gesto do pai dos gémeos. Virou-se para trás quando o mesmo os informou da chegada do outro casal e quando Gigi saiu do veículo ela acenou-lhe. - Hm, Bill? - Chamou-o baixinho, aproximando-se dele. - Será boa ideia eu aproximar-me muito da Gigi? Sei lá, ela está grávida e eu estou um bocado... Doente.

 

- Podes estar perto dela, mas não muito próxima. - Explicou com calma, beijando-a depois devagar.

 

- Queres ajuda...? - Questionou a loira ao aproximar-se do marido e vendo-o olhar o chão, como se ganhasse coragem para descer do jipe.

 

Tom abanou a cabeça calmamente, respirando fundo de seguida. Depois de alguns segundos, o moreno saiu do jipe e acompanhou a esposa até chegar perto dos pais, do irmão e da sua namorada. - Olá. - Falou num tom calmo e baixo, olhando o chão.

 

Bill abraçou o irmão com cuidado, sentindo-o esconder a cara dele no seu ombro. - Desculpa, sabes que te amo... - Sussurrou-lhe, afastando-se de todos o suficiente para ficar a sós com o seu gémeo. - Porque é que não falaste comigo? - Procurou saber.

 

O moreno encolheu os ombros, suspirando pesadamente. - Eu não queria falar com ninguém depois daquilo... - Explicou, desviando o olhar.

 

- Eu sou teu gémeo Tom...eu estou aqui para te ajudar e não para te ver destruído... - Argumentou. - Descarregaste nela as tuas frustrações porquê? Ela sempre te foi exemplar, sempre te respeitou mesmo quando não merecias...

 

Com algum custo, Tom engoliu em seco e respirou fundo. - Eu não faço ideia, Bill. Eu nem me lembro de nada ao certo, só para perceberes o quão apagado eu fico. - Explicou-se, abanando a cabeça. - Eu posso até querer muito, mas não consigo parar, não sozinho. Eu posso descarregar numa pessoa qualquer, mas nela não. Ela não merece está merda. - Resmungou, apontando para si mesmo.

 

- Eu vou falar com o Klaus para ver de uma clínica. Precisas de fazer o tratamento o mais rápido possível para não perderes o crescimento do teu filho... - Sorriu-lhe. - Parabéns, fico muito orgulhoso de ti! - Acariciou-lhe a cabeça.

 

- Isso é o que mais me assusta, Bill. - Começou por dizer, virando a cara quando se apercebeu que Gigi, Laura e os pais dos gémeos passaram por ali e seguiram para dentro. - Não consigo ficar feliz agora porque estou uma merda e tenho medo de fazer alguma coisa. - Resmungou, olhando o chão.

 

- Não a podes tratar com indiferença, deixa-a ajudar-te também. - Opinou calmamente, olhando-o com atenção. - Ela é tua mulher...

 

- Pois, mas tê-la perto de mim só a prejudica a ela e ao nosso filho e eu não quero fazer mais porcaria, Bill. Se alguma coisa lhe acontecesse a ela ou ao bebé eu não me ia perdoar, não iria ser capaz de viver com essa culpa. - Tom levou as mangas do casaco a limpar as bochechas e suspirou.

 

- Porque não ficas aqui na mãe até não entrares na clínica? Assim nada lhes vai acontecer... - Opinou calmamente, esperando que o irmão pensasse seriamente nisso. - Ou podem ir para minha casa se preferires...

 

- Sim... Talvez seja melhor eu fazer isso. Não é que eu queira ficar longe da Gigi ou assim, mas neste momento é o melhor a fazer. Eu fico aqui com a mãe. Eu daqui a bocado falo com ela. - Informou com um pequeno encolher de ombros, encarando finalmente o irmão. - É melhor irmos para dentro, devem estar à nossa espera para comer.

 

- Tom, eu estava a dizer virem os dois. Ela não vai querer afastar-se de ti! - Relembrou meio como um esclarecimento. - Vá, vamos lá. - Suspirou.

 

- Eu sei, mas era o que ela devia fazer, pelo menos agora enquanto não sou internado. - Suspirou, seguindo o irmão gémeo até à sala de jantar. Já estavam todos sentados nos devidos lugares e já estavam a ser servido o almoço. Tom sentou-se ao lado de Gigi, pousando a mão na barriga dela. Laura sorriu assim que o loiro se sentou ao lado dela e agradeceu quando a empregada a serviu. Olhou os restantes, esperando que também fossem servidos e começassem a comer. Gigi sorriu para o moreno, olhando depois a comida de maneira ansiosa, como se estivesse pronta para atacar aquele prato em poucos segundos.

 

- Podem começar a comer. - Avisou Simone ao rir-se da loira que não retirava os olhos da lasanha.

 

- Mãe, vou fazer um jantar de anos para a Laura. Estão todos convidados! - Informou Bill, olhando a rapariga e depois a sua progenitora.

 

- Um jantar Bill? Oh por favor! Fazemos uma festa aqui e convidamos o Roth. - Opinou, rindo-se depois de uma forma tão profunda e maquiavélica que levaria qualquer um a rir-se.

 

Apesar de todos se rirem com aquela ideia, Laura olhou Bill com alguma aflição, abanando a cabeça. Voltou a olhar Simone, suspirando depois. - Não faça isso, por favor... Se ele me vê com o Bill ainda é capaz de ir atrás do seu filho. - Ela nem se importava se ele fosse atrás dela, mas atrás de Bill não podia ir! - E se é a minha festa de aniversário, ou jantar ou o que seja, eu não o quero lá. Por favor... - Porque é que ela havia de querer Snyder, um homem que já a agrediu tanto e a obrigou a tanta coisa, na sua festa? - Eu sei que não sou eu que mando ou que vou preparar o que quer que seja e podem convidar quem quiserem, mas por favor não o convidem a ele. Ele já me fez tanto mal... - Murmurou, suspirando. - Por favor.

 

- Estava a brincar minha querida, não vou convidar esse homem como é óbvio! Ok, no mínimo ele vai ver-vos juntos numa festa de angariação de fundos onde eu o vou levar à falência e quanto ao Bill...bom, não será tão grave se o Mr. Roth Snyder for atrás dele. Vamos rezar apenas que não estejas por perto porque se fores aqui como a Gigi, vais querer entrar na luta e digamos que atrapalha os homens, percebes? - Comentou, gesticulando com as mãos levemente. Gigi soltou um grunhido, mastigando rapidamente o que tinha na boca para poder defender-se.

 

- Sogra não seja assim, eu podia perfeitamente ajudar a dar uns socos ou a agarrar. Só me deixam bater em gajas porquê? - Protestou.

 

- Laura, nesta família os homens tratam dos homens e as mulheres tratam das mulhe....

 

- Parem as duas com essa merda, vão assustá-la! - Interrompeu Bill, olhando para Gigi e depois para a sua mãe que o encarava com o sobrolho levantado.

 

- Não me assustam, não te preocupes. - Informou com um pequeno sorriso, olhando depois as outras mulheres. - Desculpe Simone, eu pensei que estava a falar a sério... - Explicou atrapalhada, ajeitando os pequenos cabelos que estavam soltos.

 

- Não, eu não o iria convidar sabendo que te causa desconforto. É óbvio que ele já te fez muito mal, todos aqui conhecem o Roth, o Tom não o pode ver à frente não só por isto que se passou com ele agora como outras situações onde a Gigi esteve envolvida. - Começou por dizer. - O Bill já anda a jurar acabar com ele desde que ficou caído por ti há umas duas festas atrás. - Concluiu, ouvindo Bill resmungar para si mesmo. - Ah, não era para dizer esta parte?! Desculpa filho. - Sorriu abertamente.

 

Laura arregalou os olhos ao ouvir aquilo, olhando Bill de seguida. - É verdade? - Questionou, voltando a olhar Simone. - Eu não fazia ideia, ele não me contou nada disso!

 

- Não é nada de outro mundo, só te vi numas festas e chamaste-me à atenção. - Reclamou num tom fofo, olhando para a amada.

 

- Sim, ele só disse que eras uma brasa e que não entendia como conseguias andar a acompanhar o Roth, mas pronto. - Riu-se alegremente, continuando a comer.

 

Laura corou um pouco e riu baixinho, abanando a cabeça. - Pensei que era do conhecimento de todos que aquele homem não tem nenhuma mulher "fixa" e que as que aparecem com eles nas festas são... Bem... - A morena encolheu os ombros e continuou a comer, olhando Bill depois. - Com que então tu já andavas de olho em mim há mais tempo, han? - Brincou, ouvindo todos a rirem-se. Até mesmo Tom, que era o que estava mais em baixo.

 

- O meu irmão quando fisga uma gaja, pensa logo em coisas fofas e bonitas, cheias de mel e um monte de coisas horríveis como essas. - Disse, fazendo uma careta divertida. - Vai-te habituando, pelo que vejo vocês têm futuro. - Sorriu-lhe.

 

- Felizmente o meu filho mais novo arranjou uma mulher. Parabéns Bill, é desta? - Olhou o mais novo.

 

- Rude! Estás a ser rude Gordon, que horror. - Atirou Simone meio assustada, levando o marido a querer protestar. - Calou. Pede desculpa ao teu filho! Quê? Só porque o Tom se casou porque é maluco, o outro também tem que seguir o mesmo caminho? - Adiantou-se, deixando o marido a gaguejar sem saber bem o que dizer. Não queria que Bill se sentisse mal com aquele comentário, estava apenas a brincar com ele. Tom e Gigi riram-se, achando piada à autoridade de Simone naquele momento. A morena ficava cada vez mais confusa sempre que a mãe falava. Já não sabia distinguir se ela estava a brincar ou não e não fazia ideia se aquilo era alguma dica bem direta para que Bill não ficasse com Laura. Depois de um breve suspiro, a rapariga continuou a comer até ter sido interrompida pela sua tosse. Pegou no guardanapo que levou à boca para tapar a mesma, pediu licença e saiu dali, deixando-se tossir à vontade quando finalmente chegou ao exterior.

 

- Foda-se. - Suspirou, levantando-se da mesa e caminhando atrás dela. - Está tudo bem? - Questionou, acariciando-lhe as costas. - Não fiques a pensar que a minha mãe não te quer como nora, muito pelo contrário. Ela só disse aquilo porque o meu pai acha que sou uma bicha que nunca se vai casar. - Explicou num revirar de olhos.

 

Laura fez o simples gesto de levantar a mão para que ele esperasse um pouco e quando a tosse finalmente parou, ela respirou fundo algumas vezes, tentando recuperar o fôlego o quanto antes. - É só mais um ataque de tosse... - Explicou-se rapidamente, encolhendo os ombros depois. - Ah, está bem...

 

- Desculpa... - Pediu meio triste, acariciando-lhe os cabelos com cuidado. - Tomas agora os medicamentos e vais ver que vais ficar melhor. - Sorriu-lhe, beijando-lhe a testa de forma demorada.

 

- Não tens de pedir desculpa, amor. - Laura chamou-lhe amor pela primeira vez, mas nem se apercebeu que o fizera. Apenas lhe saiu da boca de uma forma genuína. A rapariga acariciou o rosto do loiro, beijando-lhe a bochecha de seguida. - Está tudo bem, a sério. Eu só preciso de aprender a distinguir quando eles estão a brincar e a falar a sério. - Riu baixinho, tossicando no fim.

 

- Era só isto que eu temia, que tu te sentisses mal perto deles por algum motivo... - Comentou num leve encolher de ombros, olhando-a sempre nos olhos com um brilho especial. Tinha adorado ouvir aquilo e parecia ainda ecoar no cérebro dele, aquela palavra. - Quando a minha mãe me defende é porque não gosta que o meu pai diga qualquer coisa sobre mim. Sou o menino da mamã, o meu irmão sempre foi o machão e o meu pai claro que se vê muito nele..., mas vais perceber com o tempo. A minha mãe adorou-te, de coração! - Garantiu.

 

- Hey, está tudo bem, a sério! Eu não me sinto mal ao pé deles. Só não os conheço muito bem, mais nada. - Garantiu com o seu sorriso carinhoso, mostrando as suas pequenas covinhas. - Não te quero assim tristinho, já disse que estou bem! - Apontou-lhe o dedo com um ar sério, sorrindo depois. - Só saí para não infetar toda a gente ali dentro. - Brincou, gargalhando de seguida.

 

- Eu acredito, mas também não me apetece estar mais aqui. Quero ir-me embora... - Comentou num tom meio baixo, passando os dedos pelo seu cabelo. - Importas-te? - Questionou, abraçando a mais nova com calma.

 

- Oh, porquê? É a tua família e o almoço até está mesmo bom... - Ela fez um pequeno beicinho, observando-o com atenção. - É por causa de mim? Eu não me sinto mal aqui ou perto deles, juro...

 

- Tem a ver com o meu pai, não gostei do que ele disse e ele tem que perceber isso... - Comentou, beijando-a depois com cuidado. - Vamos almoçar e vamos embora. Perdi o apetite, mesmo. - Revirou os olhos.

 

- Pronto, está bem. Se é isso que tu queres, é isso que vamos fazer. - Informou de imediato, beijando-o uma vez mais. Assim que o beijo terminou, Laura entrelaçou os seus dedos nos de Bill e sorriu-lhe. - Anda, vamos voltar lá para a mesa, amor. - A morena puxou-o de volta até aos lugares deles na mesa e olhou os restantes enquanto se explicava. - Peço desculpa, mas dão-me estes ataques de tosse de vez em quando e pronto...

 

- Não faz mal, nós entendemos. - Sorriu-lhe Simone, olhando para Bill que apenas se sentou e agarrou no seu telemóvel. - Não está bom o comer, filho? Queres outra coisa? - Questionou preocupada, mesmo sabendo com quase toda a certeza, o motivo daquele ato.

 

- Não, estou sem apetite apenas. - Respondeu vagamente, de olhos postos no telemóvel e sem muita conversa.

 

Laura meteu um pedaço de lasanha à boca e olhou o loiro com um ar tristonho, acabando por lhe acariciar a bochecha. Fui a única coisa que o fez desviar os olhos do seu telemóvel. - Queres ir agora? - Sussurrou-lhe, assim que engoliu o resto que tinha na boca.

 

- Come, depois vamos. - Tranquilizou-a, continuando a passar uma vista de olhos pelo feed do seu instagram.

 

- Vão já embora? Oh, mas... - Gaguejou Simone, olhando depois Gordon. - Vês o que tu fazes seu idiota de merda? - Gritou-lhe, batendo na mesa irritada com o marido. Aff, Gordon porque não arranjas uma puta para te bater punhetas? Já que parece que andas com falta de sexo. - Levantou-se. - Ou se calhar já as tens, não é? - Revirou os olhos.

 

- Estás a abusar Simone. - Levantou a voz, olhando a sua esposa. - É muito grave o que tu estás a afirmar, sabes disso não sabes? - Questionou num tom sério.

 

- Grave são as merdas que tu dizes ao teu próprio filho. Qual é o teu problema? Se ele fosse gay, que tinhas tu a ver com isso? Eras tu que levavas no cu, ou era ele? - Apontou Bill, aproximando a cara da do marido.

 

- Vamos embora, não vou ouvir isto. - Atirou Bill, levantando-se de forma irritada e puxando Laura com ele.

 

Ali sim, Laura ficou chocada com as coisas que começou a ouvir. Mas pior de tudo era o seu amado, que não estava realmente bem ao ouvir tudo aquilo. A morena levantou-se também, olhando Bill com um ar bem preocupado e engoliu em seco. - Sim... - Apenas disse, olhando-os num instante. - O almoço estava muito bom, obrigado. - Falou rapidamente, entrelaçando os seus dedos nos de Bill, deixando-se ir por ele que quase a puxou até ao carro. - Queres que eu conduza? Não estás bem, amor... - A sua voz mostrava a sua enorme preocupação e mesmo que aquele carro fosse a Besta, ela preferia conduzi-lo se isso fosse melhor para ele. - Hey, olha para mim... - Pediu, abraçando-o quando já estavam à beira do carro.

 

- É melhor ires para casa no Audi eu depois apareço lá ok? - Pediu, aproximando-se do carro que iria dar à morena e entrando parcialmente no mesmo. Colocou a morada no GPS e voltou a sair do carro. - Vai com cuidado. - Pediu, beijando-a de forma rápida, mas ao mesmo tempo carinhosa. Afastou-se da morena e entrou no seu carro, ligando-o e colocando o cinto de segurança.

 

- Tom faz alguma coisa, ele mata-se ali dentro. Oh meu deus, eu não gosto daquele carro! - Gritou Simone do cimo da escadaria, vendo Bill arrancar numa velocidade não muito normal.

 

- Calma mãe, ele não se vai matar! Deixem-no estar na dele... - Atirou meio chateado, olhando para Gigi depois. - Vai com ela amor, depois vou lá para falar contigo. - Pediu, beijando a testa da companheira com cuidado.

 

Por momentos, Laura pensou que se calhar ele ia ficar ali a discutir com o pai, ou que fosse dar uma simples volta. Mas a expressão dele dizia-lhe contrário. Bastante nervosa e preocupada, a morena saiu do carro e começou a correr até ao Lamborghini de Bill. - Bill, espera. Sai desse carro por favor! - Implorou com a maior das aflições. Mas ele mal a deve ter ouvido e se ouviu ignorou, porque arrancou dali numa forma bem assustadora. - BILL! - Laura levou as mãos a tapar a boca, passando-as depois pelo resto do rosto. Não tinha telemóvel, não sabia o número dele, não tinha como comunicar com ele. Tinha o coração nas mãos! A rapariga correu até àquele que seria o carro dela e ligou-o assim que pôde.

 

- Calma, não adianta ires atrás dele. - Pediu Gigi ao entrar no carro com a morena. - Ele já está longe. Tem calma, nada lhe vai acontecer ok? - Olhou-a nos olhos.

 

As lágrimas escorriam pelo rosto de Laura enquanto ela chorava em silêncio. Limpou-as à manga da camisa, notando-se nessa altura o quanto as suas mãos tremiam. Respirou fundo, soluçando pelo meio, pousando as suas mãos no volante depois do colocar o cinto. Estava a morrer de preocupação e ainda nem cinco minutos tinham passado. - Onde é que ele foi...? - Sussurrou para si mesma enquanto olhava o GPS, voltando a limpar as lágrimas que teimavam em cair. Cuidadosamente, lá acabou por arrancar e seguir o caminho que o aparelho indicava.

 

Ele deve ter ido dar uma volta até Malibu. Apanhar aquela brisa do mar, conduzir a alta velocidade e tentar esquecer o que ouviu. Não te preocupes, ele sabe cuidar-se melhor do que ninguém. - Assegurou, metendo o cinto e deixando-se relaxar. - Queres ir à praia também? O mar acalma-me, não sei se a ti também... - Encolheu ligeiramente os ombros.

 

- Mas aquele carro é tão perigoso... oh, eu estou tão preocupada. - Murmurou, limpando rapidamente as lágrimas, mas sem deixar de tomar atenção à estrada. - Nunca fui a nenhuma praia de cá... - Confessou, olhando-a quando parou no trânsito. Sempre que tinha de parar ela olhava para todos os lados, na esperança de ver a Besta.

 

- Vamos então mudar a rota para Venice. Não vamos fazer praia porque estás doente e isso vai piorar. Vamos apanhar um bocado de ar, sentar numa esplanada junto ao mar e com sombra... - Comentou, alterando o GPS para Venice. - Vais adorar este local. É muito movimentado por ser turístico, mas é extremamente artístico, tem muitos músicos de rua, dançarinos, artistas e coisas do género. - Explicou com calma.

 

- Está bem... - Ela não estava capaz de falar muito. Era como se tivesse um nó na garganta que lhe dificultasse a fala. Só chegaram cerca de quarenta e cinco minutos depois e mesmo assim Laura continuava pouco faladora. A sua tosse começou a piorar cada vez mais por causa de todos aqueles nervos e da extrema preocupação. Aos olhos de outros podia parecer exagero, mas ela não era capaz de controlar. A água que ia bebendo ajudava e estava minimamente confortável por estarem à sombra. Para além das poucas palavras que dizia a Gigi, Laura ficou calada durante horas. Tantas que já o sol se estava a pôr e elas ainda ali estavam. A sua vontade era ou ligar para os hospitais da zona, ou ir lá pessoalmente. - Se calhar é melhor irmos para casa, não? - Acabou por dizer, respirando fundo. Tinha os olhos vermelhos e cansados de tanto chorar e aquela sua dor no peito tinha piorado bastante.

 

- Sim, estás a ficar pior e eu não quero que ele me culpe disso... - Disse ao erguer-se da cadeira onde estava sentada. Pagou tudo o que consumiram e voltou para perto da morena, olhando o seu telemóvel. - Ele já deve estar por casa, queres ligar-lhe? - Questionou, estendendo-lhe o seu iPhone.

 

- Posso? - Os olhos de Laura voltaram a ficar bastante cintilantes. Ela precisava de ouvir a voz dele e principalmente de saber que ele estava bem! - Obrigada, Gigi, obrigada. - Murmurou quando a loira lhe deu permissão, passando-lhe o telemóvel já com o contacto à vista. Laura tocou suavemente no ecrã para iniciar a chamada e esperou com grande ansiedade.

 

- Estás com a Laura? - Questionou ao atender a chamada. Estava preocupado e isso notava-se imenso no tom de voz dele.

 

- Bill! - Ela guinchou assim que o ouviu, tossicando de seguida. - Onde estás?! Já estás em casa? Se não estiveres ao menos diz-me onde estás e eu vou ter contigo! - Para além da preocupação extrema, já se percebia uma certa rouquidão na voz de Laura. - Eu estou tão preocupada contigo... - Murmurou, chorando.

 

- Tu estás pior... - Constatou. - Onde raio estão? Essa gaja é doida? Foda-se, voltem para casa! - Pediu num tom apressado. - Eu estou em casa, estava preocupado porque pensei que tivesses vindo para aqui, mas por favor, voltem. Estás pior e ainda nem tomaste a medicação... - Suspirou.

 

- Tem calma, eu estou bem... Viemos a um sítio porque ela queria ajudar-me a acalmar. - Explicou rapidamente, respirando fundo depois. - Por favor não saias daí, eu vou voltar já para casa sim?!

 

- Não, eu não vou sair daqui, mas tu estás pior sim. Vá, voltem depressa... - Pediu um suspiro.

 

- Vou já para aí, vou já para aí! - Respondeu de imediato, acabando por desligar depois. - Ele está em casa. - Laura pousou a mão no peito e respirou fundo. Podia sentir um certo alívio, mas mesmo assim só descansava na totalidade quando visse que ele estava realmente bem. - Muito obrigada Gigi, muito obrigada! - Sorriu-lhe docemente, entregando-lhe o telemóvel. As duas acabaram por regressar ao carro e Laura colocou a morada no GPS, seguindo até casa. Conduziu sempre de forma segura e pelo menos não passou a viagem toda a chorar. Depois de estacionar o carro na garagem e se certificar que estava trancado depois de saírem, seguiu para o elevador, carregando no botão que as mandava para o andar certo. - Desculpa por teres ficado o dia todo a aturar uma chorona... - Murmurou à loira quando estavam no elevador.

 

- Não faz mal, deu para comer. - Sorriu divertida, entrando no elevador e olhando-se ao espelho. - Oh, estou com um rabo, parece um pêssego injetado com água. - Comentou, virando o seu rabo para o espelho e olhando por cima do ombro. - É suposto eu estar a crescer para a frente, não para trás. - Riu-se, agarrando no seu telemóvel. - Junta-te aqui vamos tirar uma foto. - Pediu.

 

Ao fim de horas, a morena finalmente soltou uma gargalhada num tom bastante engraçado, por causa da rouquidão. Sem pensar duas vezes, Laura juntou-se a Gigi rapidamente e assim que a loira tirou a foto Laura afastou-se de novo. - Desculpa, mas é que não quero que fiques doente também, estás grávida e não convém... - Explicou, espreitando o iPhone dela. - Mas ficou bonita! - Comentou, apontando para o aparelho. Quando o elevador parou e as portas se abriram, a morena engoliu em seco e saiu de seguida. - Anda! - Pediu rapidamente, caminhando um pouco mais rápido do que o habitual até chegar à porta de casa.

 

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publicado às 14:17
editado por Daniela C. a 16/6/17 às 01:09


2 comentários

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De twilight_pr a 15.06.2017 às 21:59

Ena a cena ficou um pouco complicada durante o almoço, pensei realmente que seria tranquilo e que estariam todos bem, mas pelos vistos aquela conversa tornou-se realmente desconfortável. Não estava a contar com a explosão da Simone e a seguir da discussão dela com o Gordon!!
Fico contente pelo Tom ter aparecido e por ele ter falado pelo menos com o Bill sobre aquele assunto, acho que ajudou e o Bill sempre deu alguns concelhos para ajudarem o irmão o que faz com que ele não pense que não esteja a fazer nada para ajudar o seu irmão.
Também achei que ela estava pior, agora a ver se toma a medicação para ver se fica melhor. Especialmente também quero que eles voltem a estar juntos, porque pela forma como ele saiu da casa dos pais.. socorro! 


Beijinhos meninas <3
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De ivy hurst a 17.06.2017 às 16:23

Um almoço que era suposto ser pacífico transformou-se num pequeno pesadelo... E a Laura, coitada, ficou com o coração nas mãos ao ver o seu amado sair dali daquela maneira.
Ela nem estava a pensar em si, mas si no Bill... Mesmo estando pior, tudo o que ela queria era saber se ele estava realmente bem.
Obrigadaa, beijocas :3

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O meu nome é Daniela, tenho 21 anos e sou de Almada. Trabalho actualmente no STARBUCKS mas sonho ser Comissária de Bordo. Amo escrever, ver Vlogs e não sou mesmo nada adepta de séries. Tenho uma panca por maquilhagem e claro, viajar.


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