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[S.S] Ordinary Life • 7

por ivy hurst, em 28.06.17

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- Eu entendo... Mas já passou. Não vai acontecer mais. Agora tenho-te a ti. - Ela mostrou-lhe um pequeno sorriso, voltando a fitar o chão. - Só queria que soubesses isso. Apesar de ter sido o que fui, eu ainda espero ter a minha merecida primeira vez. Ok, talvez sem a decoração com as pétalas de rosas e isso. - Brincou, suspirando. - Pode não ser realmente a primeira vez, mas para mim será como se fosse.

 

- E vais ter, acredita em ti acima de tudo. Sempre te disse isso... - Relembrou com calma. - Mas não posso negar que por mim eu eliminava essa parte da tua vida para sempre porque só te fez sofrer. Foste vendida por outras pessoas, perdeste um filho, vivias na rua...meu deus como é que é possível?! - Abanou a cabeça.

 

- O meu menino... - Laura respirou fundo e começou a mexer os seus dedos, entrelaçando-os. - Às vezes fico a pensar nele, sabes? De tudo o que me aconteceu, foi o que mais me abalou. Ele era um bebé tão pequenino e tão lindo... Não me perguntes o que ele tinha, eu não sei. Eu não o tive no hospital, eu tive-o no beco. - Contou com calma, fechando os olhos. - Ele não parava de chorar, eu estava exausta, sentia-me a morrer. Tentei amamentá-lo mas ele não queria o leite. Ele durou uma hora só. Talvez duas, no máximo. Foi deixando de respirar e acabou por morrer nos meus braços. - Sussurrou, limpando as lágrimas. - Mas se calhar foi melhor assim. Eu não tinha como alimentá-lo e não ia ter coragem de o dar para a adoção. Eu tive-o ali e ele ia crescer ali. Não era justo. A Kayla foi quem me ajudou e como ela conhecia uma rapariga do hospital, ela chamou-a para cuidar de mim. - Laura respirou fundo algumas vezes, voltando a abrir os olhos quando estava mais calma. - Mas eu estou a dar a volta. Não vou sofrer mais. Vai correr tudo bem agora. E ele está lá em cima a olhar pela mãe. - Sorriu, olhando Bill no fim. - Eu... Desculpa. Nunca tinha falado assim tanto sobre isto com ninguém.

 

- Ele podia ter sobrevivido se tivesses os cuidados necessários... - Disse apenas, completamente arrepiado com tudo o que ouvira. - Ouve, eu quero ser pai! Não agora porque este momento é do meu irmão e é melhor cada um ter o seu protagonismo de cada vez, que depois nos chatearmos por sentirmos que um de nós foi ignorado... - Começou por dizer. - Mas vamos meter para trás essa vida, não vamos falar mais dela, porque me custa imenso imaginar-te nessas situações todas...eu amo-te Laura, isso custa-me ouvir...

 

- Tu disseste-o. - Murmurou, sorrindo de novo. - Que me amas. - Justificou-se antes de ele questionar, pegando nas mãos dele. - Sim. Um dia. - Sussurrou, levando as mãos dele até à barriga dela. - Vais ser o pai dos meus bebés- Começou por dizer, levando as mãos dele a passear pelo seu corpo. - E vais ser tu quem vai fazer amor comigo. - Murmurou, mordiscando o lábio. - E sim. Vamos deixar o passado no passado. Vamos viver o presente. O nosso presente.

 

- E o nosso futuro! Porque esse ainda terá muitas coisas boas para tu viveres... - Assegurou, agarrando na cara da morena com ambas as mãos e beijando-a com todo o amor e carinho que sentia por ela. - E vou fazer amor contigo sempre que desejarmos. - Sorriu.

 

- Faz amor comigo quando quiseres. Tu fazes-me sentir bem comigo mesma, não tenho problemas em estar de forma mais íntima contigo. Eu sei que me vais fazer sentir uma princesa. Vais beijar cada pedaço de mim. E eu mal posso esperar para que isso aconteça. - Sussurrou, ligeiramente corada. - Talvez não agora, a Gigi vai estar cá uns tempos... - Mordeu o lábio, suspirando. Se pudesse ser naquele momento, nem se importava. - Bem, enfim... Se calhar vou para o quarto.

 

- E não me vais levar contigo? Vou ficar aqui abandonado? - Resmungou, apontando-se com um ar falsamente chocado. - Pumba, já viste isto? - Olhou o cão.

 

- Não consigo contigo ao colo, não sou forte como tu. - Laura fez um beicinho, agarrando na mão dele, começando a puxá-lo. - Vem ajudar-me a tirar a roupa do corpo. - Sussurrou, beijando-lhe a mão.

 

- Se te tirar a roupa do corpo vai ser para fazer amor contigo. - Avisou num tom matreiro, erguendo-se do sofá e pegando nela ao colo. - Mas já que não queres por causa da Gigi, não posso obrigar a nada. - Comentou com ar angelical.

 

- Então anda, vem fazer amor comigo. - Sussurrou já no colo dele, beijando-lhe o pescoço. - Faz amor comigo. - Pediu de novo, perto do ouvido dele.

 

- Não me beijes o pescoço que isso faz cócegas. - Riu-se à gargalhada, levando-a para o quarto. - Amorzinho do pai, anda! - Chamou o pequeno cachorro, olhando para ele por momentos e depois para Laura. - Tens que ter forças amanhã para acordar cedo. - Piscou-lhe o olho, como se a desafiasse.

 

- E eu vou ter forças para acordar cedo. - Resmungou de forma adorável, sorrindo por fim. - Só preciso de tomar a medicação, senão acabo por me esquecer. - Relembrou-se a si mesma, rindo baixinho quando viu o cãozinho a correr para o quarto de Laura. - Achas que não vou ter forças, é?!

 

- Não sei de nada! - Exclamou num leve encolher de ombros divertido. - Vai lá tomar a medicação. - Pediu, pousando-a no chão com calma e continuando o caminho para o quarto.

 

Laura nunca foi tão rápida a tomar medicação como naquela altura. Ainda deu uma olhada na sala e na cozinha, ajeitando o que estava fora do sítio e depois foi ter com o Bill ao quarto. Fechou a porta devagarinho e observou-o enquanto ele se aproximava de si. - Amo-te tanto, Bill.

 

- Ai não digas isso tantas vezes, vais gastar isso. - Resmungou num tom carinhoso, puxando-a para ele e beijando-a com calma. - Desculpa se não te disser isso muitas vezes, mas eu não digo as coisas quando as pessoas gostam de ouvir, digo-as quando elas menos esperam e eu gosto assim... - Sussurrou com calma e um sorriso estampado no rosto.

 

- Eu digo-te porque é o que eu sinto. - Retorquiu carinhosamente, abraçando-o com ternura. - Mas posso dizer menos se quiseres. Ou não dizer. - Brincou com ele, beijando-o intensa e apaixonadamente de seguida, sem lhe dar chance de responder.

 

- Podes dizer quando quiseres, só estava a clarificar que de mim não irás ouvir tanto. - Argumentou por fim, caminhando com ela para a cama e deixando-a cair na mesma com cuidado. - Mas que tu és uma boazona, lá isso és. - Comentou num tom matreiro, rindo-se por fim.

 

- Sou a tua boazona. - Corrigiu-o logo de seguida, fazendo um pequeno gesto com o dedo indicador para que ele se aproximasse. Aproveitou para soltar o cabelo e mordiscou o lábio enquanto olhava o loiro.

 

- O que queres? - Procurou saber, enquanto lhe despia o vestido que ela envergava. Com calma atirou a peça de roupa para o chão e beijou-lhe o pescoço. - Cheirosa. - Comentou num tom cómico.

 

Apesar de ele ter tido bastante graça, Laura não de riu por estar a suspirar e a mordiscar o seu lábio. Nunca lhe tinham beijado o pescoço assim. - Quero que me beijes. - Sussurrou de uma forma que até pareceu que lhe tinha sido roubado o ar e sorriu. - Beija o meu corpo todo, amor.

 

- E vou beijar, não te preocupes que eu vou fazer o serviço todo oh chiquesa. - Brincou, passando as mãos pelo peito como se fosse um gigolo ou algo parecido. Riu-se divertido e beijou-a de forma intensa, como se lhe tirasse o fôlego de uma só vez!

 

Aquele beijo tinha sido o suficiente para que o íntimo dela despertasse e ansiasse por mais. - Que beijo tão bom... - Sussurrou quando foi capaz, passando as suas mãos pelos seios calmamente.

 

- Os meus beijos são sempre bons. - Afirmou numa gargalhada, descendo os beijos pelo pescoço dela até ao encontro do peito da morena. Ela soltou uma pequena gargalhada, sorrindo carinhosamente ao sentir os lábios dele pelo seu corpo. Suspirou assim que ele chegou ao seu peito e fechou os olhos por instantes.

 

Bill por sua vez deliciou-se completamente com os seios da rapariga. Não eram grandes, mas também não eram pequenos e, por isso mesmo, o tamanho perfeito levavam-no a perder-se em carícias e lambidelas por ali. A sua mão vaga passeou pelo corpo de Laura, parando no elástico das suas cuecas, com o intuito de as remover. A rapariga levou as mãos até ao cabelo de Bill, acariciando-o suavemente. Soltava suspiros e gemidos muito baixinhos, respirando com calma. Ajudou o loiro a despir-lhe as cuecas, puxando-o de novo para si para o voltar a beijar.

 

Bill deixou-se levar, mas não por muito tempo. Queria continuar a fazer o seu trabalho, mas acima de tudo fazê-lo bem feito. Queria dar a Laura um prazer do qual ela nunca sentira e estava disposto a não abdicar de nenhum segundo com exigências da morena. Era como ele queria e achava melhor! Com cuidados, voltou a beijar-lhe os seios e sugar cada um dos seus mamilos, descendo depois os beijos pelo ventre dela. O sorriso de Laura não desaparecia e ela ia gemendo baixinho. Ainda não tinha acontecido muito, mas ela já se sentia feliz e parcialmente realizada. Bill era realmente o homem que a amava e que amava cada centímetro do corpo dela e isso só a fazia sentir-se bem! De forma meio automática, a morena afastou um pouco as suas pernas uma da outra, confiando em Bill para que ele fizesse o que quisesse.

 

Quando se apercebeu de tal ato por parte da morena, o loiro prosseguiu o seu caminho até alcançar o íntimo dela. Beijou-o com todo o cuidado, lambendo-lhe o clitóris devagar enquanto lhe acariciava as coxas com as suas mãos grandes. A rapariga abriu a boca ao sentir aquele prazer, mas de lá apenas saiu um longo suspiro como se fosse um gemido. Nunca se tinha sentido assim e ainda só tinham passado segundos. Depois de molhar os lábios secos com a sua língua, Laura mordiscava o lábio inferior, sorrindo por estar satisfeita. Com calma Bill encaixou-se entre as pernas dela, puxando-a mais para ele pela cintura e sugando os lábios vaginais de Laura com cuidado. Sorriu ao sentir aquele sabor agradável e prosseguiu com a sua língua para a entrada da rapariga.

 

Laura estremeceu e suspirou. - Oh, amor... - Ela gemeu baixinho, levando as suas mãos até aos seios, acariciando-os com calma enquanto continuava a provocá-la.

 

- Sou eu. - Respondeu divertido, olhando para ela apenas com um movimento de olhos. Com calma, passou os seus dedos pelo local onde se entretinha e penetrou-a com apenas um dedo, sorrindo.

 

Ela voltou a gemer assim que ele lhe penetrou o dedo, fechando os olhos enquanto se apoderava daquela sensação tão suave e tão boa. - Continua, amor. - Implorou num tom rouco, sorridente.

 

- Mas eu não disse que ia parar. - Riu divertido, beijando-lhe o interior das coxas de forma provocante.

 

Laura riu baixinho, mas depois arrepiou-se, voltando a gemer. - Mais... - Sussurrou, olhando-o.

 

- O quê mais? - Questionou, acariciando-lhe o interior com o dedo à procura daquele ponto que levaria a rapariga a trepar paredes.

 

Ela ia para lhe responder pouco depois, mas ao sentir aquele prazer que aparecer tão de repente e em grande intensidade, Laura gemeu ligeiramente mais alto, mas de modo a que o som permanecesse naquela divisão apenas. Arqueou as suas costas e fechou ligeiramente as pernas, ficando ofegante assim que aquele momento passou. - Hm, Bill... - Chamou por ele ainda de olhos fechados.

 

- Descobri. - Gracejou divertido, penetrando-a com mais um dedo e roçando-os sobre aquela parte rugosa do íntimo dela.

 

- Oh meu... Bill..! - A rapariga soltou uma pequena gargalhada com um gemido pelo meio, agarrando-se ao lençol que estava debaixo de si. - Tão bom... - Sussurrou, voltando a levantar a cabeça para o poder observar. Havia tanta luxúria no olhar dele naquele instante que ela até se arrepiou.

 

- Eu sei que é bom e isto ainda nem é nada. - Brincou divertido, esticando-se para a beijar com calma, mas de forma intensa. Os seus dedos aumentaram então de intensidade, querendo que ela aproveitasse aquele prazer com algum silêncio porque para ele, o amor perfeito era feito onde apenas os olhares e os gemidos, diziam tudo. As mãos de Laura passaram pelos braços de Bill, seguindo depois até às costas dele. Ela já estava num ponto em que já gemia de forma mais regular, mas sempre baixinho. Beijava-o com intensidade e paixão e as suas expressões demonstravam muito bem o grande prazer que ela sentia só com aquilo. A morena arranhou-lhe as costas ao de leve quando se sentiu perto do auge de novo e colou os seus lábios aos dele, abafando os gemidos.

 

Com um sorriso traquina, Bill retirou os seus dedos do interior dela e sugou-os lentamente, chegando à primeira gaveta da mesinha de cabeceira com a outra mão vaga e retirando de lá um preservativo, que prontamente deixou na mão de Laura.  A morena molhou os seus lábios com a língua, mordiscava depois o lábio inferior quando ele lhe entregou o preservativo. Nunca tinha feito aquilo na vida, mas mesmo assim não disse nada e abriu a pequena embalagem com cuidado, colocando o preservativo no pénis de Bill. Sorriu de forma carinhosa e vitoriosa, olhando-o de seguida sem ser capaz de esconder a felicidade e ansiedade que sentia.

 

- Essa cara é impagável. - Comentou num tom baixo, com um enorme sorriso na cara e uma enorme ereção entre as pernas. Estava tão desejoso e ansioso por aquilo quanto ela e, por isso mesmo, não perdeu tempo. Beijou-a mais uma vez e encaixou-se entre as pernas dela, elevando-lhe uma perna, pela zona da coxa, enquanto a penetrava devagar. Não a queria magoar! Laura gemeu de forma contínua enquanto o rapaz a penetrava e se ia enterrando em si. Nunca uma penetração lhe soubera tão bem e isso era bem visível, não só através dos gemidos dela, como da sua expressão. Suspirou quando o sentiu chegar ao fundo, agarrando-lhe os braços enquanto soltava pequenos suspiros de prazer. - Estou a magoar-te? - Questionou num tom bastante rouco, soltando por fim um gemido contido que o fazia contrair todos os músculos do seu corpo. - Se te magoar diz, por favor... - Pediu, roçando o nariz no dela, com os seus olhos fechados como se tentasse manter o seu equilíbrio mental.

 

- Não, amor. Não te preocupes. - Apressou-se a responder baixinho, beijando-o logo de seguida. Ela segurou-se bem aos braços dele assim que ele se movimentou com calma e ela voltou a gemer. Todo o corpo dela parecia estar agradecido e pedia por mais. Os gemidos e as expressões que ela fazia deviam estar a endoidecer Bill. Mesmo tendo os olhos fechados a maior parte das vezes, ela sentia-o. - Não te contenhas. - Pediu, encarando-o novamente.

 

- Oh eu perco a cabeça e não é o momento... - Sussurrou, beijando-lhe o pescoço entre grunhidos e movimentos ligeiramente mais rápidos. Bill tinha tendência a exceder-se se o seu prazer chegasse a níveis muito elevados, mas naquele momento não queria, de todo, que isso acontecesse.

 

- Eu quero que te percas. - Informou com um sorriso carinhoso e inocente. Laura gemeu um pouco mais alto, afastando mais as pernas para que ele se movimentasse à vontade. Até ela já se sentia perdida com tanta excitação. Dava-lhe linguados e já estava ofegante e contorcia-se sempre que o membro do namorado acertava no sítio certo. Estava no paraíso naquele momento.

 

- Oh Laura... - Gemeu Bill, cerrando os seus olhos e aumentando cada vez mais as suas investidas. Estava a perder a cabeça, mas a sanidade mental que ainda lhe restava, faziam-no ser carinhoso com ela na mesma. Estava duro, extremamente excitado e com uma enorme vontade de se vir, contudo, queria que a morena tivesse o seu momento.

 

- Mais, Bill. - Sussurrou-lhe a meio de um gemido mais prolongado, beijando-o uma e outra vez. Mesmo tendo acelerado um pouco, Laura conseguia perceber que ele se estava a conter. - Mais, amor. - Gemeu um pouco mais alto, movimentando também o seu corpo, levando as suas mãos a massajar os seus seios, assim como as pontas dos dedos aos mamilos de forma a ter ainda mais prazer.

 

- Laura, vou magoar-te! - Olhou-a nos olhos. - Eu não quero que depois fujas... - Disse ofegante, parando os movimentos e limpando as pequenas gotas de suor que tinha entre o nariz e o lábio.

 

A morena olhou-o com um sorriso carinhoso, acariciando-lhe as bochechas. - Não vou fugir. Eu disse-te que não te vou abandonar. Não vou a lado nenhum, amor. Dá-me aquilo que me queres dar, sem medo. - Incentivou-o, beijando-o novamente. - Eu prometo.

 

- Então vamos mudar de posição. - Pediu com calma, ajoelhando-se sobre a cama e puxando-a para ele de forma a beijá-la. Com cuidado, virou-a de costas para si e beijou-lhe as mesmas. - Mãezinha se me perco a culpa é tua. - Murmurou num tom cómico, rindo-se depois e aguardando que ela se colocasse a jeito.

 

- Queres, queres! - Olhou-a com um sorriso matreiro. - Amanhã não andas. - Brincou, acariciando-lhe as costas com uma mão e passando o seu membro pelo íntimo da rapariga, antes de a penetrar de novo de forma lenta e profunda.

 

- Quero sim! - Resmungou com um beiço adorável, gemendo mal o começou a sentir. Deixou-se ficar o mais quieta possível, de modo a que fosse ele a controlar os movimentos.

 

- Você pediu. - Brincou, começando os seus movimentos cada vez mais rápidos. Assim que chegou ao seu máximo, agarrou nas ancas dela com uma mão e a outra segurou-a pelo ombro, como se a empurrasse cada vez mais contra si.

 

Laura voltou a gemer cada vez mais, acabando por se agarrar onde pôde assim que ele acelerou até aquele ritmo tão rápido. - Não aguento muito mais, amor. - Resmungou num gemido, notando-se a sua aflição.

 

- Vem-te! - Pediu naquele seu tom rouco e bastante másculo, agarrando-lhe as ancas com ambas as mãos e dando-lhe investidas sempre bastante profundas e certeiras.

 

Ela inclinou a cabeça para trás e deixou-se levar, gemendo de uma forma maravilhosa. As suas pernas tremelicavam e o seu corpo contorcia-se, mas Bill agarrava-a de tal forma que ela ficava quase imóvel. Ela olhou para trás enquanto ainda se vinha, sorrindo ao vê-lo prestes a vir-se também. Numa investida bastante forte, Bill fez com que ela se deitasse no colchão e deitou-se por cima dela, vindo-se num gemido arrastado é bastante sentido.

 

Laura enterrou a cara na almofada e gemeu, deixando-se ficar quieta enquanto Bill tinha aquele seu momento. Para além de ser o momento de cada um, era também um momento deles. A morena sorria, completamente satisfeita e feliz.

 

- Oh deus... - Murmurou cheio de prazer, beijando os ombros da morena por fim. - Estás bem princesa? - Procurou saber.

 

- Estou ótima amor. - Retorquiu de imediato, já um pouco mais calma. - Não sei porque estavas com medo. - Sorriu ao olhá-lo pelo canto do olho, mordiscando o seu lábio. - Foi perfeito, amor. Perfeito...

 

- Oh, mas eu não perdi muito a cabeça, acredita. - Riu-se divertida e beijou-lhe o pescoço com carinho, não deixando de sair dele. - Amo-te. - Sussurrou-lhe ao ouvido.

 

A morena riu de igual forma, abanando a cabeça. - Também te amo. - Murmurou, olhando para ele pelo canto do olho. - Amo-te mesmo muito, Bill.

 

- Eu sei princesa. - Assegurou, erguendo-se com calma e caminhando depois até à casa de banho com o intuito de se desfazer do seu preservativo. - Queres vir tomar um duche? Amanhã temos que sair mesmo cedo. - Encostou-se à ombreira da porta.

 

- Sim... - Murmurou num tom sonolento, erguendo-se calmamente. Foi para a casa de banho logo de seguida, entrando quando já a água estava temperada. Sentia-se algo cansada, mas aquele sorriso que ela tinha não enganava ninguém. - Não precisas de ter medo de "perder a cabeça", amor. - Assegurou enquanto lavava o seu corpo com cuidado... E sono.

 

- Claro que tenho medo, nem sempre é fixe. - Disse com calma, ajudando-a a tomar banho uma vez que ela estava bastante sonolenta.

 

- Mas do que é que tu tens mais medo? De isso acontecer, ou de eu não gostar? - Laura já tinha alguma noção de que provavelmente seria mais a segunda opção do que a primeira. Assim que passou o corpo por água, lavou o seu cabelo e esperou por Bill. Só saiu dali depois de ele também o fazer, secando o seu corpo com a toalha.

 

- Ambos. - Resmungou com calma. - Precisas mesmo de umas horas de sono amor. - Riu divertido, beijando-a enquanto pegava nela ao colo.

 

- Não tenhas medo... começámos hoje a nossa vida mais íntima, aos poucos vamos aprendendo o que cada um gosta ou não... - Murmurou, mas assim que ele a pegou ao colo, Laura aconchegou-se e numa questão de segundos já estava meio adormecida.

 

- Sim, é isso. - Concordou, deitando-a com cuidado e tapando-a. - Dorme princesa, amanhã acordo-te. - Sorriu, beijando-lhe a testa de forma demorada. Ao vê-la adormecer, Bill afastou-se, caminhando para o Closet e preparando uma mala de viagem para cada um, tamanho cabine e com roupas de inverno.

 

Laura ainda ouviu o que Bill disse, mas já não respondeu. Adormeceu com um sorriso fofo e dormiu todas aquelas horas que o namorado permitiu. Sentiu alguém a tocar-lhe e a chamar por ela, o que a levou a, aos poucos, despertar. Ela levou a sua mão a apalpar o colchão enquanto procurava pelo loiro, mas não reconheceu aquilo em que a sua mão pousou. Curiosa, Laura sentou-se na cama e sorriu ao ver um ramo de flores, que logo agarrou. Quando finalmente viu Bill, o seu sorriso alargou ainda mais.

 

- Bom dia princesa! - Exclamou sorridente, beijando-a com calma. - São cinco da manhã e precisamos de sair de casa dentro de uma hora porque temos um avião para apanhar. - Sussurrou com um enorme sorriso, apontando o envelope no meio das rosas, onde continha duas passagens para a Suíça.

 

- Avião? - A morena olhou-o e apressou-se a agarrar o envelope. Pousou o ramo no seu colo e quando viu o que estava dentro daquele envelope, as lágrimas inundaram-lhe os olhos. - Oh meu deus... vamos mesmo à Suíça? - Murmurou, completamente emocionada.

 

- Claro que vamos. - Assegurou completamente contente. - Vá, vai vestir um fato de treino, agarra num casaco bem quentinho e vamos embora que temos um voo para apanhar e uma hora ainda de caminho para o aeroporto. - Relembrou, dando-lhe uma leve palmada na coxa.

 

Laura agarrou no ramo com uma mão e com a outra abraçou o loiro, beijando-o apaixonadamente. - Obrigada amor. - Murmurou, levantando-se logo de seguida. Vestiu o fato de treino da forma mais rápida que conseguiu, arrumando depois o telemóvel dentro da sua mala. - Já estou pronta! - Anunciou com um sorriso de orelha a orelha. Laura até já parecia uma mulher diferente, como se tivesse renascido das cinzas como uma Fénix. - Ah, espera! Tenho de meter as flores numa jarra!

 

- Temos que comer algo leve antes de sair. - Informou ao mesmo tempo que pedia um Uber para os levar até ao aeroporto. - Depois comemos lá um pequeno almoço melhor. - Acrescentou sorridente.

 

- Até como um leitão inteiro se tu quiseres! - Exagerou na brincadeira enquanto tratava das flores, seguindo depois para a cozinha. Teve mais um ataque de tosse que felizmente foi bastante curto e depois apressou-se a comer fruta.

 

- Não te esqueças da medicação. - Avisou, colocando as malas à porta e entrando na cozinha pouco depois para comer algo. Atrás de si seguiu Gigi que apresentava uma cara de sono engraçada é uma expressão confusa.

 

- Vão viajar? - Procurou saber, enchendo um copo de água. Laura foi-lhe dar um beijinho e assentiu.

 

- Sim! O Bill vai comigo à Suíça! - Informou toda contente, arrumando depois a sua medicação antes que se esquecesse. Só pelo facto de eles terem feito amor ela já parecia diferente, pois ela já não pensava que ele poderia ter nojo do seu corpo e agora tinha a certeza que ele a amava por inteiro. Agora com a viagem à Suíça estava ainda mais radiante.

 

- Ah, é verdade. Parabéns! - Desejou, abraçando depois Laura e sorrindo de forma carinhosa. - O Bill e as suas coisas fofas, ao início é assim, mas depois oh fica a achar-se um macho latino. - Brincou divertida, levando Bill a resmungar algo quase para si. - A propósito, o teu irmão mandou-me uma mensagem do telemóvel dele a dizer que ia ligar ao meu irmão Mike a contar o que fez e para eu voltar para a Alemanha. Resultado, ele ou está perdoado e anda a enviar-me mensagens, ou simplesmente enlouqueceu e quer enlouquecer-me a mim também. - Contou.

 

- Ai é? Vais virar macho latino daqui a uns dias? - Brincou com o namorado, olhando depois a loira. - Obrigada!

 

Bill ergueu o sobrolho, completamente confuso. - Mandou mensagem? Fala com a minha mãe, conta-lhe. Ela ajuda-te enquanto eu estiver fora, mas mesmo assim eu vou tentar saber alguma coisa.

 

- Sim, ele pode ter o telemóvel com ele. Não está propriamente num hospital de malucos ou o que seja! Mas sim, não se preocupem e vão lá descansados à vossa vida. - Sorriu levemente, abrindo a porta do frigorífico para ver o que havia de comida. - Vou às compras, não me apetece estar aqui. - Suspirou. - Compras, compras, compras e a minha vida não passa desta merda... - Murmurou.

 

Laura abraçou a loira com carinho, mimando-a. - Vai correr tudo bem, vais ver. - Assegurou, dando-lhe um beijo rechonchudo na bochecha. - Oh, é verdade! O Bill ofereceu-me um telemóvel, por isso se precisares podes ligar-me! - A morena correu até à gaveta que ti já um bloco e caneta, pegou no telemóvel onde tinha guardado o próprio número e escreveu-o no papel. Arrancou-o com cuidado e voltou para perto de Gigi, entregando-lho. - Aqui está!

 

- Vou mandar mensagens não te preocupes. - Sorriu-lhe, agarrando no papel e olhando-os. - Boa viagem sim?

 

- Cuida-te. - Pediu Bill, beijando a cabeça da loira e saindo depois da cozinha com Laura.

 

Laura beijou-lhe a bochecha de novo e depois seguiu o namorado até aos elevadores onde entraram logo de seguida. - Bill?

 

- Diz amor. - Olhou-a, após carregar no botão do piso onde estava a porta principal.

 

- Estás pronto para conhecer os meus pais? - Questionou num tom divertido, chegando-se perto dele. - Eu sei que disse que não ia falar mais sobre aquilo, mas eu não posso continuar a mentir-lhes, vou ter que lhes contar... Mas prometo que depois disso não falo nem penso mais! - Laura cruzou os dedos indicadores e beijou-os em sinal de promessa.

 

- Estou mais do que pronto, mas nessa altura eu prefiro ir comprar pão ou assim. - Comentou sincero, passando os dedos pelos seus cabelos loiros. - Não quero mesmo voltar de novo a ouvir isso...

 

- Eu sei amor, por isso é que te estou a informar agora. Por mim podes ir comprar pão à vontade... E aquela caixa de bombons especial. - Sorriu carinhosamente, beijando-o de seguida. - As flores eram lindas, amor. Obrigada.

 

- Queres é chocolates. - Riu-se divertido, beijando-a com carinho e muita calma. - Mas quando chegarmos já vão estar murchas. Mas não importa, a minha mãe tem muitas lá na mansão, tem uma estufa enorme! - Clarificou.

 

- Eu gosto de chocolates! - Resmungou com um ar fofinho, olhando-o de seguida com uma certa surpresa. - A sério? Não fazia ideia que a tua mãe tinha uma estufa de flores! E não te preocupes, o que conta é a intenção... E podes oferecer flores sempre que quiseres! - Informou o namorado, ajudando-o com as malas quando as portas abriram.

 

- Ela adora flores e farta-se de inventar. - Riu, aproximando-se do Uber deles e colocando as malas na bagageira. - E sei que és gulosa, mas olha a linha. - Brincou divertido.

 

- Hey, eu estou sempre na linha, sempre jeitosa! Mas preciso de uns doces de vez em quando. - Apontou-lhe o dedo, esperando por ele e só depois é que entrou no carro, tal como o namorado fez logo a seguir. - Já tinha ouvido falar disto do Uber, mas nunca tinha experimentado. - Sussurrou ao ouvido do loiro, ajeitando o casaco do fato de treino. - É muito longe daqui? O aeroporto. Eu já nem sei bem onde é.

 

- É perto, mas devemos apanhar algum trânsito o que faz com que a viagem, seja cerca de 45 minutos. - Explicou com um sorriso nos lábios. - Fica-te bem esse fato de treino. - Elogiou todo ele babado com a sua namorada ainda não assumida.

 

- Obrigada amor. - Murmurou toda fofa, pousando a sua mão na perna de Bill. - Tu também estás todo jeitoso, mas isso já não é novidade. - Riu-se, abanando a cabeça. - Que história é aquela do macho latino? Fiquei curiosa!

 

- Ela estava a gozar, é parvinha. - Riu-se divertido. - Mas acabas por perder parte da fofura quando estás num relacionamento há algum tempo. Não acaba o romantismo, mas não é tão constante estares sempre em surpresas. Depende também porque eu sou muito romântico então tenho tendência em estar sempre com coisas. - Disse por fim

 

- Não é nada parvinha! Eu achei muito engraçado. - Acabou por confessar de forma divertida. - Duvido que entre nós alguma coisa acabe, especialmente a fofura. - Murmurou, pegando depois no seu telemóvel. - Estou mortinha por ver os meus pais. Espero que esteja tudo bem com eles.

 

- A fofura comigo cessa porque como disse eu não sou uma pessoa melosa. - Explicou calmamente, encolhendo os ombros. - Vais ver que os teus pais estão ótimos e quando te virem vão ficar ainda melhor. - Riu.

 

Laura assentiu de modo a dar a entender que percebia, mas depois suspirou. - Espero que sim. - Estava com algum receio, não podia negá-lo. Não tinha contacto com eles já há algum tempo, porque o dinheiro não chegava para tudo e o muito pouco que ia tendo, tinha de gastar sempre consigo. - Apresento-te como? Como meu namorado? - Riu baixinho, encarando-o de novo.

 

- Sim, até porque vais aceitar o meu pedido de namoro, certo? - Olhou-a com um sorriso enorme, beijando-a com calma.

 

- Pedido de namoro? - Sussurrou perto dos lábios dele, depois de o beijar. - Claro que aceito, tolo! - Resmungou de forma divertida, beijando-o de novo.

 

- Então és minha namorada, indiscutivelmente. - Riu divertido, entrelaçando os dedos de ambos e olhando depois a paisagem. - Vou ter saudades do calor, mas vai saber bem apanhar aqueles graus negativos também. - Comentou.

- Oh, é só um dia ou dois, depois voltamos. - Sorriu carinhosamente, olhando para as mãos deles. Nem acreditava que ele já a chamava de namorada, fazia-a sentir tão, tão bem. - Sabes quanto tempo é que os meus pais namoraram? - Perguntou de repente, rindo-se.

 

- Quanto tempo, princesa? -Procurou saber, olhando-a com um sorriso carinhoso.

 

- Três meses! - Respondeu logo de seguida, rindo à gargalhada. - Antes de fazerem os quatro meses de namoro, já eles estavam casados! E apesar de todas as zangas e brigas sem jeito, eles continuam juntos e amam-se cada vez mais. - Contou-lhe com um sorriso carinhoso.

 

- Oh, isso é engraçado porque os meus pais também não namoraram muito tempo. Cerca de meio ano e depois casaram porque o meu pai também tinha pressão familiar para isso! - Contou. - E eu tenho um pouco, mas não quero apressar as coisas dessa maneira. - Argumentou.

 

- Bem... Eu não tenho pressa e duvido que os meus pais façam alguma pressão quanto a isso... Por isso estás à vontade, amor. Podemos levar o tempo que for preciso, não há pressa mesmo. - Sorriu, encolhendo os ombros.

 

- Mas eu tenho a pressão dos meus pais, não é dos teus. - Informou com cautela. - Mas não estejas preocupada com isso, são coisas que passam quando perceberem que eu não vou fazer o que eles querem. - Argumentou de imediato.

 

- Sim amor, eu sei. Só te estava a informar que da minha parte não tens de te preocupar com isso. - Respondeu-lhe com calma, olhando depois pela janela. - Também fizeram pressão com o teu irmão? Para casar com a Gigi?

 

- O meu irmão fez tudo como ele quis. A história deles é bonita e tenho pena que se esteja a desfazer agora. O meu irmão está mesmo mal porque ele nunca faria isto a nenhuma mulher... - Suspirou meio triste com o que se passava.

 

Laura suspirou tristemente e acariciou a coxa do namorado com calma. - Vai tudo ficar bem. Nós vamos ajudá-los no que pudermos. - Sussurrou-lhe com ternura, beijando-lhe a bochecha. - O que eu puder fazer, eu faço. Sem qualquer problema!

 

- Não há muito que possamos fazer. Agora tudo depende da força de vontade do meu irmão em ficar limpo... - Comentou calmamente e num encolher de ombros resignado.

 

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publicado às 14:00
editado por Daniela C. às 20:35


1 comentário

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De twilight_pr a 29.06.2017 às 00:05

Adorei a forma como eles se envolveram, foi tão romântica... ai eles ligaram-se de uma outra forma, foi muito mais para além do físico!
Não estava a contar que ele a levasse para a Suíça, não contava mesmo nada. Estou nervosa como as coisas vão ser com os pais dela, porque não quero que nada corra mal, após tantos anos. E especialmente porque não sei o que esperar.
Também digo já que fiquei super triste e com o coração totalmente a sangrar quando ouvi ela a falar do filho, fiquei mesmo, mas mesmo triste. Até me faltou o ar!
Entretanto, continuo preocupado com o Tom, espero que tudo se resolva depressa porque estou cada vez mais preocupada com ele, preciso de saber mais.
Volto a dizer que adorei quando eles fizeram amor, foi mesmo íntimo e perfeito!


Beijinhos meninas <3

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