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No Control || 17

por ivy hurst, em 29.11.17

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- Tudo bem, eu só quero que a menina esteja bem, mais nada. Não me perdoaria se algo de mal lhe acontecesse por minha culpa. - Sussurrou, escondendo a sua cara no braço da amiga. - Ai, meu Deus! Esqueci-me de uma coisa! - Falou em grande aflição, tapando a boca com uma das mãos. Tinha de cancelar tudo o que tinha planeado para o casamento da amiga. - Merda, esqueci-me de cancelar umas coisas… - Resmungou, tentando sentar-se.

 

- Já está cancelado. - Agnes sorriu, beijando a testa da amiga de forma demorada. - Estava tudo como eu queria. Lamento que seja também por isso que estejas assim... - Comentou num tom triste, olhando-a nos olhos. - És a melhor assistente e melhor amiga que tenho na vida, sabias?

 

- O que é que está cancelado? - Perguntou meio à nora, esperando que ela respondesse antes de ainda acabar por meter o pé na poça. - Eu? Melhor assistente? - Abanou a cabeça. Nem naquilo conseguia acreditar. Sentia-se a culpada de tudo o que estava a acontecer, estava a odiar-se imenso naquele momento.

 

- O casamento, não sejas tola. - Resmungou num tom mimado, continuando a olhar para ela de forma atenta. - Deixa de dizer disparates, Natasha vais ter que mudar essa atitude pelo bem da tua filha. Isso não te faz bem... - Argumentou.

 

- Oh... Então já sabes... - Murmurou e suspirou tristonha, passando as mãos pelos cabelos. - Não consigo pensar de outra forma desde que o Bill discutiu comigo. - Confidenciou, desviando o olhar, voltando a ficar com o olhar fixo na parede como tinha feito durante o resto do dia enquanto não adormecia. - Sinto-me uma merda... - Confessou baixinho, e desatou a chorar logo de seguida.

 

- Desculpa... Não queríamos que isto acontecesse... - Suspirou triste, passando uma mão nas costas da melhor amiga com calma. - Ele não queria magoar-te...

 

- Não tens de pedir desculpa porque a única culpa nisto tudo sou eu. Eu é que sou a culpada. O Bill foi preso por causa de mim e se a nossa menina não estiver bem a culpa também é minha! - Natasha gesticulava e tentava falar demasiado rápido, perdendo rapidamente o fôlego. - Eu não estou a aguentar isto...

 

- Natasha chega! - Olhou-a de forma séria. - Chega dessa merda de pensamentos ok? Tu tens uma filha para criar, tens que ser forte para isso mesmo e não podes pensar que és a culpada de tudo o que te está a acontecer, muito menos da parte do Bill ser preso. - Ralhou. - Chega ok? Ao pé de mim vais ser forte, vais deixar-te dessas tretas que não te vai trazer nada de bom. - Avisou.

 

A loira estremeceu ao ouvir a amiga, arregalando os olhos. Já a encarava com um ar assustado, mas um tanto sério, acabando por assentir. - Desculpa... - Murmurou enquanto limpava as lágrimas, voltando a deitar-se com cuidado. Suspirou quando viu a porta a abrir e o médico a entrar.

 

- Olá, senhoritas. Você é a irmã da Natasha? Prima? - Tentou adivinhar à toa, mostrando sempre um sorriso simpático.

 

- Sou a cunhada e melhor amiga. - Sorriu calma, olhando depois Natasha para se certificar de que estava bem. - Tem novidades? - Olhou de novo o médico.

 

O médico olhou a loira e sorriu educadamente, mas reparou que ela estava ainda muito em baixo. - Hm, sim. Posso falar consigo? Só para a pôr a par de como está a sua amiga, nada mais.

 

- Sim, claro. - Assentiu, levantando-se com cuidado e ajeitando a sua camisola na zona da barriga. - Vamos lá! - Exclamou enquanto seguia caminho para o exterior do quarto.

 

O médico assentiu também e esperou por ela, saindo com a morena, fechando a porta do quarto de seguida. - Vamos deixá-la descansar mais um pouco. - Murmurou, olhando Agnes de seguida. - Você já está a par do que aconteceu?

 

- Sim, estou. - Assentiu, cruzando os braços ao peito. - O que é que ela tem ao certo? - Procurou saber, olhando o médico com atenção.

 

- Bem… Eu ainda não falei com a sua amiga porque ela parece-me estar muito abalada. Desde que aqui chegou praticamente não falou, só para perguntar como estava a bebé. - Contou primeiro, continuando de seguida. - Ela vai precisar de repouso absoluto, muito descanso e nada de esforços. Nada de estar muito tempo em pé. Nada de emoções fortes e coisas desse género. Ela podia ter perdido a bebé, mas não chegou a tanto, felizmente. A bebé está bem por enquanto, só queremos mantê-la aqui durante mais um pouco para ver se assim continua. Outra coisa… - Ele suspirou, encarando-a. - Vou pedir ao psiquiatra para passar por aqui. Estou preocupado com o estado da sua amiga Natasha. Como sabe, não é saudável para a bebé ela estar assim e queremos ajudá-la.

 

- Eu sei, tem sido uma vida complicada... - Suspirou, olhando para o corredor onde passavam imensas pessoas. - Ela vai ter que estar assim até ao final da gravidez ou pode melhorar? - Procurou saber, encarando de novo o médico.

 

- Pode melhorar e vamos esperar que assim seja. Para além disso ela precisa de tomar umas vitaminas. Não sei se é você que vive com ela, se é o marido dela, pais ou assim... Mas, seja quem for, informe-os para estarem de olho nela, que a ajudem com as vitaminas, que estejam atentos à alimentação dela. Ajudem-na a melhorar, mimem-na... - Sorriu.

 

- O mais estranho é que o marido dela fazia tudo isso e ela está neste estado... - Suspiro enquanto negava. - Ela tomava vitaminas, sumos, comia bem porque era ele que cozinhava e está assim...

 

- A sério? Realmente é estranho. - Afirmou pensativo, suspirando de seguida. - Entretanto vou levá-la para fazer exames e análises, consoante os resultados vemos então o que se faz. Ela tem-se stressado muito? Muitas emoções fortes?

 

- Algumas, mas o marido dela nunca a deixou pisar o risco no que toca à gravidez. Ele é médico também... - Contou com calma. - Mas sim façam os exames para ver o que se passa ou passou...

 

- Ah, pois, compreendo. Nós médicos fazemos de tudo para ver as nossas mulheres bem. - Sorriu simpático, suspirando de seguida. - Bem, vou falar com o meu colega para vir aqui. Eu soube que ela há pouco estava muito agitada com o que aconteceu, parece mais calma agora... Espero que a conversa com o psiquiatra ajude. - Falou seria e calmamente. - Mas bom, vai correr tudo bem. E felicidades para si também. - Olhou para a barriga dela, sorrindo de novo. - Bem, com licença. - Ele fez um pequeno aceno de cabeça, saindo depois daquela zona.

 

- Obrigada. - Sorriu deixando o homem ir para regressar ao quarto onde estava Tash.

 

Natasha sorriu ao ver a melhor amiga entrar, voltando a sentar-se com todo o cuidado. - O que é que ele falou contigo? Está tudo bem com a menina? Passa-se alguma coisa?

 

- Aquilo que te disse, vais estar de repouso absoluto. - Suspirou, sentando-se ao lado dela. - O psiquiatra vai passar por aqui apenas para falar contigo sim? - Olhou-a.

 

A loira assentiu, olhando-a com atenção. - Tudo bem, ele que venha. - Encolheu os ombros com calma, suspirando depois. - Obrigada por estares aqui comigo. Nem sei como te pedir desculpa, podias estar a casar entretanto... - Suspirou, abanando a cabeça depois. Tinha mesmo de parar de pensar assim. - Estava mesmo tudo ao teu agrado?

 

- Sim, estava mesmo tudo como queria. - Sorriu abertamente, batendo palminhas. - Mas acho que agora só devemos casar depois do Wolf nascer, estamos mesmo a precisar de calma na nossa vida. - Suspirou com um sorriso.

 

- Oh, ainda bem... Ao menos isso! - Sorriu carinhosamente. - Sim, é melhor... Precisamos de algum sossêgo agora, para podermos cuidar bem das nossas crias. - Natasha chegou-se mais à amiga, abraçando-a depois da melhor forma que conseguia. - Quando puder voltar para L.A, posso ir ver o Bill?

 

- Penso que sim, temos que esperar pelo que ele disser. Mas ele deve deixar... - Encolheu ligeiramente os ombros, acariciando-lhe a barriga. - Sentes a bebé? - Questionou curiosa.

 

- Não, não a sinto... - Contou rapidamente, olhando para a amiga que acariciava a sua barriga. Aquilo fazia-a sentir-se melhor. Era uma mulher que gostava de ser mimada e não achava que havia mal nisso. - Estou a ficar com fome.

 

- Devias sentir. - Resmungou fofa, tocando na campainha para chamar alguém. - O que te apetece comer? - Questionou curioso.

 

- Deve estar a descansar a minha menina. Teve um dia difícil, não foi? - Passou também a mão pela sua barriga, acabando por sorrir depois. - Se o Bill estivesse aqui e me ouvisse a dizer que tenho fome, ficava logo feliz. - Murmurou com um sorriso carinhoso, encolhendo os ombros depois. - Qualquer coisa, eu estou meio a ficar cheia de fome por isso não importa. Só comi o pequeno-almoço e até isso acabei por vomitar. Já é de noite e ninguém me dá comida. - Resmungou com um beiço fofo.

 

- A verdade é que o que aconteceu foi ontem meu amor, já estamos no dia a seguir... - Riu levemente com toda aquela situação e beijou-lhe a testa, ouvindo alguém entrar no quarto.

 

- Está tudo bem por aqui? - Questionou a enfermeira com um sorriso cordial.

 

Natasha arregalou os olhos, completamente incrédula. - O quê?! Tu queres dizer que eu já não como há um dia?! - Falou num tom mais alto, sentindo-se completamente perdida em questões de tempo. - Não admira que eu tenha fome! - Resmungou, rindo baixinho quando viu a enfermeira. - Sim... É só que... Eu tenho muita fome. Muita fome mesmo. - Fez uma careta.

 

- É normal por isso mesmo, por não comer há quase 24 horas. Esteve a dormir bastante tempo por isso também não a quisemos acordar para refeição. Tem o soro com algumas vitaminas! - Explicou a enfermeira com calma. - O que lhe apetece comer? - Procurou saber.

 

- Ah, mas eu posso escolher? - Questionou logo confusa, olhando a amiga durante uns segundos. - Eu pensei que no hospital só havia um tipo de comida igual para todos... Eu só quero comer mesmo. Estou com tanta fome que como qualquer coisa.

 

- Aqui pode escolher, é especial para si. - Riu divertida. - O seu marido encarregou-se de a querer fazer sentir num hotel de 5 estrelas e como não tem restrições alimentares pode escolher. - Explicou.

 

- Oh, Billy... - Sussurrou, baixando o rosto durante uns segundos. Nem sabia como ia passar aquele tempo todo sem ele. - Traga-me o que lhe parecer mais saboroso. - Apenas disse com um leve encolher de ombros. - E água, por favor. - Pediu, sorrindo levemente.

 

- O que acha que ele lhe daria? - Questionou, cruzando os braços ao peito com um sorriso divertido. Agnes sorriu igualmente, olhando a amiga enquanto aguardava a resposta da mesma.

 

- Eu não sei... Ele dava-me daquelas coisas todas saudáveis e obrigava-me a beber um dos batidos dele. - Sorriu, mas por pouco tempo. Não foi preciso muito até ela ficar com as lágrimas nos olhos. - Qualquer coisa. - Voltou a pedir, mais baixinho, encostando-se depois à amiga.

 

- Vou preparar, volto já. - Avisou, saindo do quarto depois de lançar um breve olhar a Agnes.

 

- Não chores, ele está bem. - Assegurou com calma, acariciando os cabelos da amiga.

 

Ao início ela apenas ficou calada, abraçando Agnes como se fosse a sua mãe. - Espero mesmo que esteja bem... Oh, quem me dera poder ir visitá-lo todos os dias. Mas não posso... - Confessou, limpando as lágrimas rapidamente. Natasha desfez-se do abraço e endireitou-se, olhando depois para a sua barriguinha. - Nós vamos ficar bem. Vamos ficar boas, vamos voltar a casa e vamos ver o pai. E quando ele puder ele volta para nós. - Falou para a sua bebé, acariciando a barriga.

 

- É isso mesmo, pensamento mais que positivo. - Riu divertida, olhando para ela enquanto passava as mãos também pela sua barriga. - A Simone já sabe?

 

- Não, ainda não... Mas não queria contar-lhe sem o Bill, por isso vou esperar por ele. - Sorriu docemente, encostando-se bem à cama de modo a ficar mais confortável. - Eu gostava de contar ao meu pai também, mas...

 

- Vais poder contar, tens que ter calma... - Suspirou triste, olhando-a sempre com atenção. - O Pesadelo Gilles já passou, agora é preciso ter paciência. - Sorriu levemente.

 

- Nem morto me largou, caiu em cima de mim! - Resmungou com um revirar de olhos. - O problema é que o meu pai andava muito vidrado nele e odiava o Bill. Tenho receio da reação dele. A minha vontade era tê-lo aqui, dizer-me que vai estar tudo bem, que gosta de mim. A minha vontade era ligar-lhe agora mesmo e dizer onde estou, que vai ter uma neta, que tenho saudades dele. Mas não posso. - Encolheu os ombros, suspirando.

 

- Talvez possas, apenas tens receio disso. - Argumentou. - O teu pai podia estar a ser chantageado pelo Gilles, ninguém sabe disso a não ser ele. - Prosseguiu com calma. - Porque não lhe ligas mesmo? - Olhou-a.

 

Tash assentiu. - Sim, também é verdade... Mas se eu lhe disser que estou internada no hospital ele vem logo a correr. Ele estava doente quando o vi, não quero que piores por causa de viagens. - Explicou, olhando depois para o seu telemóvel.

 

- Então espera até ficares totalmente bem. - Fez um pequeno beiço, vendo a enfermeira voltar com um tabuleiro cheio de coisas. - Elá! - Comentou admirada, vendo um prato de panquecas, fruta, um batido dos de Bill e uma taça de iogurte com muesli.

 

- Espero que esteja bom. - Sorriu, pousando aquilo na pequena mesa de apoio.

 

Olhar para aquele batido fê-la sorrir de imediato. Olhou a enfermeira, agradecendo-lhe de seguida. - Como é que ele teve tempo para deixar estas instruções todas? Eu não entendo... Eu estive horas sozinha no hospital e ele apareceu de repente. - Resmungou bastante confusa, começando logo a comer sem esperar mais. - Oh, que bom!

 

- Ele tem sempre tudo pensado. - Constatou Agnes, sabendo perfeitamente que Bill era um homem prevenido, assim como Tom. - Está do teu agrado? - Procurou saber.

 

- Oh, o meu Billy... - Sorriu, enquanto continuava a comer. - Está! Isto está tão bom, tens de comer um bocadinho também! - Natasha pegou num pedaço e ofereceu à amiga. - Prova lá! - Pediu, rindo depois. - Foi impressão minha ou a enfermeira disse que o Bill era meu marido? - Sussurrou, sorrindo toda feliz.

 

- Sim foi o que ela disse. - Riu-se, provando o que a amiga lhe dava com todo o gosto. - Está mesmo bom. - Assentiu, sentando-se ao lado dela.

 

- Oh! - Guinchou, batendo palminhas como se fosse uma miúda de cinco anos. - Um dia ele vai ser mesmo o meu marido. - Gracejou, continuando a comer como se já não o fizesse há mais de uma semana. - Então, é hoje que sei se posso ir embora ou amanhã? Eu ando muito perdida no tempo. - Comentou, ainda de boca cheia.

 

- Talvez hoje, mas mais para o fim do dia. - Sorriu, agarrando no seu telemóvel. - Temos que tirar uma foto de gordas. - Sugeriu com calma.

 

- Espero que sim! - Sorriu carinhosamente, mas fez uma pequena careta pelo meio. - Oh, mas aqui no hospital? Estou feia e com esta roupa horrível de hospital. - Resmungou.

 

- Nós somos lindas de qualquer das maneiras. - Resmungou enquanto se sentava perto dela e mexia no seu telemóvel com atenção. - O Tom não me diz nada. - Comentou num pequeno beiço.

 

- Oh, isso também é verdade. - Sorriu docemente, suspirando de seguida. - Se calhar está ocupado, não sei... Eu gostava de saber se há novidades ou assim. - Murmurou, olhando depois para o seu telemóvel. Continuava com vontade de ligar ao pai, mas mesmo assim ignorou a vontade por mais um pouco e continuou a comer até não conseguir mais.

 

- Vou ligar ao Tom. - Informou, ligando para o noivo e aguardando a resposta do mesmo.

 

- Estou, futura marida! - Atendeu quase de imediato. - Está tudo bem por aí, amor? Está tudo bem com a Natasha e com os vossos bebés?

 

- Está tudo ótimo, tirando o fato de tu não me ligares nenhuma. - Resmungou de imediato.

 

- Isso não é verdade, amor! Tenho estado um pouco ocupado a resolver as coisas e a planear outras, só isso. - Explicou-se de seguida de forma calma, suspirando de seguida. - Não está em alta voz, pois não?

 

- Não, não está e entendo o que dizes, desculpa. - Pedinchou, aguardando que o noivo dissesse o que queria dizer.

 

- Acho que o meu irmão vai ter de ficar lá no mínimo dois, três meses. Com sorte sai antes de fazer os três meses lá dentro, mas ainda não sei bem. Eu disse-lhe que o melhor era meter a Tash como testemunha, deixá-la ir a tribunal dizer a verdade, mas já deves imaginar o que ele disse quanto a isso, não é? - Suspirou pesadamente, encostando-se melhor à cadeira onde estava. - Ela está melhor?

 

- Ela vai sem autorização dele e pronto, ora. - Resmungou num encolher de ombros. - Tu estás onde? - Procurou saber, passando uma mão pelo baixo-ventre.

 

- Eu também acho que sim. Caramba, ele às vezes é casmurro até dizer chega! Eu compreendo que ele tenha sempre receio que lhe aconteça algo porque ela já não parece estar muito bem, mas porra... Ela de certeza que, se lhe dissermos que era melhor ir, ela ia. - Suspirou calmamente. - Estou em casa agora, cheguei mesmo há pouco. Queres que te mande uma foto sensual, é?

 

- Quero, vou morrer de saudades do nosso sexo. - Resmungou enquanto acariciava a barriga. - A Natasha vai gozar comigo mas é verdade, nós fodemos muito, possa. - Comentou quase numa reflexão.

 

- Oh meu deus, vou ter de sair do meu próprio quarto de hospital?! - Resmungou Natasha na brincadeira, alto o suficiente para que o moreno pudesse ouvir também.

 

Tom riu às gargalhadas ao ouvi-las. - Lá isso é verdade, amor. Estou cheio de saudades tuas. - Murmurou, suspirando de seguida.

 

- Somos pessoas que gostamos de nos satisfazer só isso. - Desculpou-se com um enorme sorriso. - Tens que me mandar uma foto sensual todos os dias para eu me sentir satisfeita. - Resmungou.

 

- Está bem, eu vou tentar. - Riu baixinho. - Ah, antes que me esqueça... Eu agora sou tipo pombo correio e se me esquecer de entregar o correio sou morto, por isso... Diz à Natasha que o Bill a ama muito e bla bla bla, não me lembro. - Riu-se.

 

- O teu irmão vai arranjar maneira de falar com ela, mas eu digo-lhe. - Riu-se do mesmo modo, olhando a amiga. - O Bill diz que te ama muito. - Sorriu abertamente.

 

- Diz-lhe que eu também o amo muito e que temos saudades dele! - Lá disse Natasha alto o suficiente, toda ela muito sorridente.

 

Tom voltou a rir. - Eu estou tramado... - Brincou. - Estes dois quando voltarem a encontrar-se vão passar duas noites tão acordados que vamos ouvir tudo lá em casa. Vai-se ouvir na rua toda. - Brincou de novo, suspirando depois. - Olha amor, eu vou ver se descanso um pouco, está bem? Estou morto de cansaço.

 

- Alimenta-te por favor. - Relembrou de imediato. - Queres que peça à Alda para passar aí todos os dias e te deixar comida feita? - Procurou saber.

 

- Não te preocupes, eu como. E não é preciso dizer nada a ninguém, eu sei cuidar de mim... às vezes! - Riu por se ter metido com a namorada, suspirando depois. - E tu alimenta-te também, sim? Vai mandando fotos da barriguinha, quero ver. - Pedinchou. - Vá, vou desligar. Amo-te muito, sim?

 

Agnes suspirou de forma pesada, sentindo-se perdida naquele momento e sem saber bem se deveria estar tranquila ou não. - Cuida-te, preciso de ti... - Murmurou.

 

- Mor, estou bem e vou cuidar de mim. Prometo, sim? Não te preocupes comigo, só quero que te preocupes contigo e com o nosso bebé. E com a Natasha... Senão o meu irmão mata-nos. - Murmurou, na brincadeira. - Dá mimos ao Wolf por mim. Amo-vos. - Tom suspirou com um sorriso, acabando por desligar antes que lhe desse a vontade de voltar para o Hawai.

 

- Estou com um mau presságio... - Agnes olhou para a amiga e suspirou. - Ele sozinho em Los Angeles...oh meu deus nem quero pensar. - Abanou a cabeça, passando depois as mãos pela cara.

 

Natasha suspirou e tirou as mãos da cara da amiga. - Hey, hey... Ele sabe cuidar-se muito bem, tu sabes que sim. Não lhe vai acontecer nada. - Sorriu, beijando-lhe as mãos depois.

 

- Eu sei que ele se sabe cuidar, mas não te esqueças que ainda resta uma pessoa capaz de o matar... - Suspirou. - Ela nunca mais deu à costa e aposto que com isto tudo, vai aparecer par destabilizar ainda mais...

 

- Não, isso não vai acontecer. - Afirmou convicta, acariciando as costas da melhor amiga. - O Jace e todos os outros estão lá com ele, não vai acontecer nada! - Sorriu docemente, dando-lhe um beijo na bochecha enquanto lhe acariciava a barriga.

 

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publicado às 15:00
editado por Daniela C. a 22/8/17 às 02:00



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No Control

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Quando tudo parecia quase perfeito, os fantasmas do passado voltam a surgir. Natasha vê-se encurralada com um passado capaz de arruinar o seu futuro e determinado a destruir os que ama. Será capaz de controlar tudo o que a rodeia?


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