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No Control || 21

por ivy hurst, em 27.12.17

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- Ouve... - Bill suspirou, sentando-se à frente dela. - Não comeces Natasha...tens que pensar em estar calma, respirar, meditar, silêncio, paz... - Começou por dizer, olhando-a nos olhos. - Se começas com essas merdas, vais chorar, vais enervar-te, vais perder o controlo de tudo. - Relembrou, tentando que a rapariga se lembrasse de tudo o que lhe foi ensinado nas aulas de preparação. - Vou chamar a Agnes para meditar contigo. Diz-me como a queres ter, preciso de ligar para a clínica e organizar as coisas para te poder acompanhar... - Pediu.

 

- Eu sei amor, desculpa... Quero tê-la deitada, pode ser? - Ela esboçou um pequeno sorriso fofo, tentando relaxar e acalmar apesar de tudo o que estava a sentir e dos medos que tinha. - A Agnes está com o bebé amor, deixa-a estar... - Encolheu os ombros, pousando as mãos na barriga.

 

- Deitada? - Bill suspirou, não querendo contornar as decisões dela, mas achando que não era a melhor posição para ter uma criança. - Há posições melhores, deitada vai ser mais difícil fazer força. Estás, com uma barriga grande, bastante inchada e não vais ter a mesma força. Eu não te vou poder ajudar assim, uma vez que vou ter que estar à tua frente. - Explicou. - Mas se quiseres eu aceito...

 

- Então escolhe tu uma posição amor, eu só quero mesmo que corra tudo bem, mais nada. Escolhe a que achares melhor... Pode ser qualquer uma menos aquela coisa da água! - Apontou-lhe o dedo, gemendo ao ter outra contração.

 

- Ok, talvez de cócoras, assim podes agarrar nela e eu posso estar atrás de ti em contacto contigo. - Explicou, vendo Agnes aparecer na sala. - Ajuda-a a meditar, por favor. - Pediu.

 

- Vim para isso mesmo, vai lá organizar as coisas. - Sorriu, aproximando-se de Tash e ajoelhando-se atras dela para a ajudar com algumas das massagens nas costas, eu iriam ajudar imenso nas dores.

 

- Ai... Obrigado por me estares a ajudar, Ness. - Agradeceu com um sorriso carinhoso, meditando com ela. Enquanto Bill estava a tratar de tudo, Tash fazia todos os pequenos exercícios dados pela amiga e também pelo loiro que a ia espreitar de vez em quando. Depois de pouco mais de hora e meia, as águas rebentaram e ela acabou por gemer mais alto. Antes de conseguir chamar Bill, que naquele momento por acaso não estava ali, Pumba foi a correr ter com o dono, ladrou-lhe e mordeu-lhe as calça, tentando puxá-lo. O pequeno cão até parecia que estava treinado para aquilo.

 

- Estou a ir. - Respondeu, afastando o pequeno cão e seguindo depois para a sala. - Rebentaram as águas? - Questionou calmamente, aproximando-se da namorada.

 

- Sim, foi mesmo agora. - Respondeu da forma mais calma que conseguiu, segurando-se a Agnes que estava mesmo ao seu lado. - Não saias mais daqui por favor... - Pedinchou ao loiro, agarrando-se à barriga.

 

- Não vou sair. Vamos preparar-nos para irmos ok? Queres ir tomar um duche? Já preparaste a roupa que queres? - Questionou de forma pacífica.

 

- E eu tenho tempo para isso tudo? - Perguntou um pouco confusa, olhando depois para o chão. - A roupa tenho no quarto já pronta, se achares que tenho tempo para banho posso mudar-me...

 

- Tens, tomas um duche rápido. - Explicou, agarrando nela para a ajudar a levantar da bola. - Vá, vamos mexer essas pernas gordas. - Sorriu enquanto a olhava.

 

- São gordas mas tu até gostas delas assim! - Resmungou, gemendo quando se levantou. Apoiou-se ao namorado e seguiram para o quarto. Natasha apontou logo para um cadeirão onde já estava a roupa e depois respirou fundo, tentando caminhar sozinha até à casa de banho. - Só o meu marido para me fazer andar numa altura destas. - Resmungou de novo, apoiando-se ao lavatório. Voltou a gemer quando teve outra contração e em seguida respirou fundo como lhe tinha sido ensinado.

 

- Depois vais agradecer-me. - Assegurou, ligando a água do duche e ajudando-a depois a entrar para lá. - Vá, rapidinho. - Pediu.

 

- Eu sou uma tartaruguinha, não consigo ser tão rápida quanto isso. - Resmungou num tom fofo e lá entrou. O duche até foi rápido, uma vez que Bill estava sempre a ajudá-la. - Ajudas-me a vestir a roupa, por favor? - Pedinchou quando já estava cá fora, a apoiar-se com uma das mãos ao lavatório. - É isso que está no cadeirão, tenho de estar bonita para a chegada dela!

 

- Anda para o quarto então, não vais ficar aí a vestir-te na casa de banho. - Riu divertido, agarrando na roupa que ela tinha dividido e colocando sobre a cama. - Senta-te aqui. - Pediu.

 

- Qual era o problema de me vestir na casa de banho? - Riu baixinho, caminhando com cuidado até ao namorado, sentando-se como ele pedira. - Tu estás pronto? - Perguntou com um sorriso carinhoso, passando as mãos pela barriga.

 

- Porque tens que estar confortável. Há pouco estavas reclamar que já não te aguentavas em pé e agora queres vestir-te em pé, na casa de banho. Ora! - Brincou, ajudando-a a ajeitar o vestido. - Estou mais do que pronto. - Riu.

 

- Oh, sim, mas só quero vestir-me o mais depressa possível porque acho que ela não vai demorar muito mais a sair... - Resmungou com uma careta, gemendo alto quando já estava nos braços de Bill. - Agora a sério acho que devíamos ir... Senão não vou conseguir chegar lá a tempo.

 

- E vamos embora. Relaxa não penses demasiado nisso! - Pediu, agarrando nas malas dela e colocando-as no ombro. - Vamos? - Procurou saber.

 

- Eu não estou a pensar, pura e simplesmente me está a doer cada vez mais. - Explicou, assentindo de seguida. - Sim, por favor...

 

- Eu sei que dói, já experimentei as dores de um parto e não desejo isso a ninguém. - Afirmou divertido, ajudando-a a descer as escadas com cuidado. - Vocês vêm também? - Questionou ao casal que se enroscava no sofá.

 

- Então se experimentaste e como és doutor sabes perfeitamente que está na hora de eu ir, antes que acabe por ter a nossa filha no meio da rua. - Riu baixinho, segurando-se a ele com força enquanto descia, soltando por vezes alguns gemidos de dor.

 

- Nossa senhora, eu sinceramente não sei como é que vocês aguentam! - Tom levantou-se com cuidado, com o filho nos braços e observou Natasha com calma. - Queres ir andando com eles que eu já lá vou ter, amor?

 

- Sim posso ir, depois mando mensagem quando estiver a Rosie cá fora. - Sorriu, beijando a testa do seu pequeno rebento.

 

- Então vamos lá antes que ela me mate e eu a ela por não confiar em mim. - Brincou Bill, apontando a namorada.

 

Tom beijou a noiva rapidamente e aconchegou melhor o bebé nos seus braços. - Vão lá, antes que a criança nasça aqui! - Brincou, voltando a sentar-se no sofá depois de ir fechar a porta.

 

Natasha foi para a clínica a pé e tanto andava mais depressa como mais devagar. À medida que iam caminhando ela tinha cada vez mais dores e estava a ficar tudo extremamente intenso. Assim que chegou ao quarto da clínica já ela estava com cara de quem ia acabar por começar a fazer força mais tarde ou mais cedo. - Não aguento mais... - Resmungou, começando a levantar o vestido à pressa.

 

- Vamos para ali. - Apontou um género de banco onde ela se poderia apoiar, na posição de cócoras. - Chega-me luvas. - Pediu o mais velho a uma das enfermeiras que os acompanhava. - Deixa-me só fazer-te o toque para confirmar que estás pronta. - Informou Bill, ajoelhando-se ao lado da mulher que o fizera minutos antes com a ajuda de Agnes.

 

A loira fechou os olhos e continuou a respirar da forma mais calma que conseguia, embora já estivesse algo ofegante. - Já está? Posso? Oh meu deus não posso conter-me mais Bill! - Resmungou, gemendo alto. - Tenho de fazer força, preciso de fazer força. - Avisou num tom aflito.

 

- Faz força, já lhe toquei na cabeça. - Riu-se, acariciando as costas da namorada.

 

- Força princesa, vem aí a tua menina. - Sorriu Agnes, sentando-se à frente dela.

 

Natasha segurou-se onde pôde e fez toda a força que conseguia nos momentos certos, respirando nos pequenos intervalos que tinha. Ao início foi complicado, mas mesmo assim correu tudo bem e em menos de cinco minutos já estava a pequena Rosie cá fora. A loira agarrava na sua princesa com todo o cuidado, maravilhada com o que via. - Oh meu Deus... É a nossa menina... - Murmurou, cansada e emocionada. A enfermeira tinha desaparecido tão depressa que a loira só deu por ela quando regressou com mais gente e começaram a pedir a Agnes que saísse. - Não, deixem-na ficar... - Resmungou, deixando que segurassem na sua bebé. - Amor, não me sinto muito bem. - Sussurrou num tom fraco, reparando que um outro médico já ali estava e fez um sinal qualquer a Bill.

 

Agnes acabou mesmo por sair quando o loiro lhe lançou um olhar específico. Pegou na sua namorada ao colo com cuidado e de forma apressada deitou-a na cama que aquele quarto dispunha. - Conta até 10 comigo... - Pediu o mais velho, enchendo uma seringa enquanto a enfermeira lhe inseria o cateter. - 1... 2... - Contou juntamente com ela, vendo-a ficar anestesiada rapidamente. Era algo leve, que a iria manter a dormir o tempo suficiente para tratarem dela sem o seu psicológico entrar em atrofio com o seu corpo. Quando Natasha punha na cabeça que algo corria mal, já não havia volta a dar e de certo modo isso chateava imenso Bill.

 

Numa situação normal, assim que Natasha visse alguém de seringa na mão ficava logo alerta e nervosa. Mas naquele instante sentia-se tão atarantada com as tonturas que tinha e fraca que nem disse nem fez absolutamente nada. Contou com o namorado quando este lhe pediu, mas não conseguiu chegar a dizer o 3 por ter adormecido. Apesar de tudo isso, Natasha até estava calma e só assim estava por estar sempre nas mãos do namorado em quem confia.

 

Ao receber a mensagem de Agnes, Tom colocou o bebé no carrinho, certificou-se que tinha tudo o que era necessário e seguiu para a clínica. Ao chegar à clinica procurou por Agnes, encontrando-a rápidamente e beijando-a. - Então, o que se passou?

 

- O que é que estás a fazer? - Gritou Bill para a enfermeira assim que a viu preparar-se para sair da sala. - Já te mandei ir embora? - Rosnou, calçando umas novas luvas para tratar de Natasha. Acanhada a enfermeira voltou a aproximar-se do loiro, ajudando-o com tudo o que ele precisava.

 

- Ela estava cansada. O que o teu irmão já esperava, por causa da má nutrição e assim. Só espero que ela tenha aquele instinto com a filha, ela teve muito pouco tempo com ela... - Suspirou, espreitando Wolf que dormia ainda pacificamente.

 

Tom assustou-se quando ouviu dali o irmão aos gritos e acabou por suspirar. - Oh, mas que grande merda. Só espero que corra tudo bem, mesmo. - Murmurou, sentando-se ao lado de Agnes, sorrindo ao ver o pequeno Wolf com aquele ar tão pacífico e angelical. - É tão perfeito o nosso filho... E a prima também é, não é Wolfie? - Perguntou baixinho, ajeitando-lhe a pequena manta. - Conseguiste ver a Rosie?

 

- Consegui, é tão loirinha também. - Sorriu abertamente, amarrando o seu cabelo. - Vai tudo correr bem, ela agora está sedada, vai conseguir descansar, para depois debruçar-se sobre a amamentação e essas coisas. - Disse de forma positiva, abraçando o noivo pela cintura. - E nós daqui a uns meses temos que pensar já no próximo. - Sorriu matreira.

 

- Concordo... Vai ser uma menina, vais ver. Uma menina jeitosa como a mãe, até vai fazer os moços suspirarem quando for mais velha. - Brincou, abraçando-a com carinho. - Obrigada por me fazeres tão feliz. - Sussurrou para que ela fosse a única a ouvir e em seguida beijou-a apaixonada e intensamente. - Está ali outra enfermeira à porta. - Confidenciou assim que viu, reparando que aquela apenas abriu um pouco a porta, contou algo e depois foi-se embora. - Nem sei se devo ficar aqui ou sei lá... - Suspirou, vendo depois o irmão a sair também.

 

- O teu irmão já deve vir aqui, vamos esperar para não o enervar. - Sugeriu, olhando-o nos olhos. - E tu é que me fazes a mulher mais feliz do mundo, agora só quero é ter bebés, estou tão apaixonada pelo nosso filho e pela gravidez. - Guinchou entusiasmada.

 

- Podemos ter quantos tu quiseres. Eu sou ótimo a fazer bebés, excelente até! A prova está ali. - Apontou para o filho deles, rindo baixinho. Levantou-se de imediato quando viu o irmão a aproximar-se e abraçou-o. - Parabéns, bro. - Felicitou primeiro, com um sorriso doce. - Como está a Tash?

 

- Obrigado! - Respondeu com um sorriso aliviado. - Ela está a dormir, a descansar. - Informou, olhando para as horas e passando depois uma mão pela cara. - Já estava a prever que fosse assim, eu bem tentei que isto corresse bem, mas enfim...

 

- Bem, nunca conseguimos controlar tudo... Mas pronto, ela está a descansar e se está estável e tudo isso é o que interessa! O resto vai correr tudo bem, vais ver! - Sorriu com um ar confiante, passando-lhe a mão pelas costas. - Então e a tua menina?! Onde anda a minha sobrinha?

 

- Está lá dentro, querem vir? - Questionou, apontando para a porta do quarto. - Vou dar-lhe o biberão uma vez que a Natasha está ainda adormecida, aproveito e vejo se me ligo mais com ela. Só espero que a Natasha não tenha nenhum tipo de negação... - Suspirou.

 

- Claro que sim! Vamos ver a princesa mais nova da família, estou ansioso por conhecê-la! Ela está no quarto com a Tash, é? - Perguntou meio confuso por estar sempre a olhar para Wolf. - Oh, isso não vai acontecer. Vamos pensar positivo, sim?

 

- Sim está ali, já está no berço e tudo mais. - Informou, olhando para o irmão. - Não largas o miúdo han. Não tarda vem outro! - Brincou.

 

- Por acaso estamos já a pensar nisso cunhado. - Informou Agnes, rindo-se enquanto o fazia.

 

- Claro que não largo! Duvido que tu agora vás conseguir largar a Rosie. - Riu baixinho, agarrando-se logo ao carro. - Vamos lá então ver a pequerrucha. E sim... Assim que pudermos, vamos fazer mais bebés. - Comentou de forma divertida, seguindo depois o irmão e a namorada até ao quarto onde estava a cunhada e a sobrinha. - Oh... Realmente, é mesmo loirinha!

 

- Claro que não largo, nem há discussão sobre isso. - Riu, agarrando na sua pequena com toda a prática do mundo. - É tão linda, olha lá. Tem uma carinha de safada! - Comentou, beijando a testa da pequena. - Queres pegar?

 

- Quero pois! - Afirmou todo entusiasmado, pegando na sua sobrinha com todo o cuidado do mundo. - Tens cara de tarada, vê-se logo que és filha do meu irmão... - Abanou a cabeça, rindo baixinho. Tom aproximou-se de Agnes para que ela também pudesse ver bem a sua sobrinha. - Olha, esta é a tia Ness, que também é tarada e adora o tio Tom... Que sou eu! - Ele falava baixinho, fazendo caretas estranhas que deixavam os outros à beira de riso.

 

- O tio Tom que é um pateta. - Gozou Bill, despindo a sua camisola e preparando o leite para dar à pequena. - Não atrofies já a minha filha. - Riu.

 

- Ah, atrofiado és tu! - Resmungou na brincadeira, sorrindo depois à bebé. - Eu não percebo muito disto, mas o teu pai já está ali a preparar-se todo para te dar leite, por isso... Deves estar com fome! - Riu baixinho, olhando depois para Natasha. - Ela está a acordar? - Questionou baixinho ao irmão, vendo-a a mexer-se. - Pensei que ia ficar a dormir mais tempo.

 

- Não, foi leve a anestesia. Ela vai acordar toda atrofiada... - Respondeu, pegando de novo na filha e começando a dar-lhe o biberão. - Não falem muito para ela, para não ficar confusa. - Avisou com calma.

 

- Ah, faz sentido então. Não te preocupes, nós vamos ficar aqui quietinhos a ver o senhor Bill Kaulitz a dar o biberão à filha. - Riu baixinho, espreitando depois para dentro do carrinho, sorrindo docemente ao ver que o filho ainda dormia.

 

Natasha foi acordando aos poucos, pestanejando lentamente. - Rosie? - Chamou de imediato, ainda de olhos fechados, respirando de forma calma. A loira acabou por finalmente abrir melhor os olhos, olhando em redor até encontrar alguém. Sorriu ao ver os cunhados, mas quando viu Bill sorriu ainda mais. - Eu é que tenho de alimentá-la. - Resmungou num tom carinhoso, observando-os.

 

- Quando estiveres bem dás-lhe de mamar. - Bill respondeu com um sorriso carinhoso, acariciando a mão da namorada. - Olha ela, que linda! - Guinchou completamente babado.

 

- Está bem, combinado. Senta-te aqui para eu poder vê-la melhor! - Pedinchou, tentando sentar-se para ver melhor. - Desculpa por me ter ido abaixo, eu dei o meu melhor... - Suspirou, acariciando também a mão dele com cuidado.

 

- Eu sei, não importa agora. Foste excelente! - Tranquilizou, sentando-se perto dela para que conseguisse ver a pequena a mamar. - Descansa, vais precisar de forças sim? - Acariciou-lhe o cabelo.

 

- Eu já me sinto melhor, já só quero pegar nela e nunca mais largá-la. - Murmurou toda entusiasmada, sorrindo imenso quando finalmente a conseguiu ver melhor. - Oh meu deus... Tão pequenina e perfeitinha. - Sussurrou, encostando-se ao namorado.

 

- Pequenina? Oh amor, ela é bem grande. - Riu, esticando as perninhas de Rosie para que ela visse o quão grande era.

 

Natasha riu-se quando ele esticou as pernas da filha e ficou simplesmente a admirá-la durante uns segundos. - Esta tudo bem com ela, não está? - Questionou preocupada, tocando com a ponta do dedo na bochecha da pequena Rosie. - Cheguem-se aqui, não mordo! - Resmungou ao casal, mostrando um beiço fofo.

 

- Está, ela está ótima. - Sorriu orgulhoso, limpando a boca da filha assim que acabou de mamar. - Queres pegar nela?

 

- Ninguém disse isso, só estão a ter o vosso momento. - Riu Agnes, chegando-se para perto dela com Wolf no colo, já de olho aberto e bastante calmo como sempre.

 

- Claro que quero! - Respondeu de imediato, segurando em Rosie com todo o cuidado. Podia não ter a perícia de Bill, mas tinha o instinto de mãe em altas. - Oh... Olhem para ela, tão lindinha... - Murmurou, completamente feliz da vida. - Olá meu amor, é a mamã... - Sussurrou, beijando-lhe as bochechas rechonchudas com todo o amor e carinho. - Aquele é o papá, e aqueles ali são os padrinhos e o primo. - Explicou, beijando-a uma e outra vez. Natasha não conseguia parar de sorrir por nada! - Quanto é que ela pesa? E mede?

 

- Mede 51cm e pesa 4,051kg. - Respondeu babado, tirando fotos à namorada, completamente vidrado em ambas.

 

- Mesmo assim eu tive que parir uma baleia de quatro quilos e meio. - Comentou Agnes, beijando a cabeça de Wolf.

 

- És tão grande! - Guinchou feliz, aconchegando a filha nos seus braços. - Mesmo assim eu até pensava que ela pesava menos! Oh, estou tão orgulhosa! Senta aqui também, para o Wolfie também ver a priminha. - Pedinchou.

 

- Eu ainda não vejo tia, mais uns mesinhos e já lhe chamo de gostosa. - A morena riu, aproximando-se mais da amiga com cuidado.

 

- Tem estado tudo bem com ele? - Questionou Bill, olhando para o irmão e a cunhada.

 

- Ele é uma paz. Só chora para comer e mesmo assim por vezes acorda durante a noite e fica um tempo sem fazer o que seja, é muito calminho. - Explicou Agnes.

 

- O que é que tu pensas? O meu filho é do mais perfeito que há, uma paz de alma! - Brincou, todo ele muito orgulhoso e convencido. - E claro, sempre que vem para o meu colo está sempre muito quieto e sossegado. É muito amor por mim.

 

- Oh, até parece. Ele é assim com todos nós, quando pego nele ao colo também está sempre quietinho. - Sorriu a loira, voltando a olhar para a sua filha que se mexeu um pouco. - É filha, é o primo Wolfie.

 

- Sim, mas o Wolf dorme bastante com o Tom, sobre o peito dele. Quero que ele sinta o Tom como me sente a mim, criar a mesma veiculação porque ele também tem direito a participar tanto nisto como eu. - Clarificou com um sorriso, passando o nó do dedo pela boca do seu pequeno de maneira a perceber se ele teria fome ou não. - Já está a apertar essa fome?

 

Tom estava perto da mulher, apreciando sempre o seu menino - Eu adoro estar com o Wolf, é das melhores coisas do mundo - Afirmou super contente, olhando depois o irmão.

 

- Obrigado por estarem todos aqui... - Murmurou Tash, com um sorriso carinhoso, olhando para todos os presentes - Significa muito para mim ter-vos aqui comigo...

 

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publicado às 15:00
editado por Daniela C. a 23/8/17 às 19:51


1 comentário

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De twilight_pr a 13.01.2018 às 18:41

Estou mesmo contente por tudo ter corrido bem e que ambas estejam bem, estou mesmo feliz!
Desculpem só ter vindo agora comentar e ler, mas já vou já já ler o próximo!


Beijinhos :)

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No Control

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Quando tudo parecia quase perfeito, os fantasmas do passado voltam a surgir. Natasha vê-se encurralada com um passado capaz de arruinar o seu futuro e determinado a destruir os que ama. Será capaz de controlar tudo o que a rodeia?


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