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No Control || 22

por ivy hurst, em 03.01.18

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- Vamos estar sempre. - Garantiu Agnes, caminhando para o pequeno sofá que o quarto dispunha, para dar de mamar a Wolf. - Já sabes que sempre que precisares podes contar connosco. - Relembrou.

 

- Obrigada... - Murmurou já meio emocionada, rindo para disfarçar. - Amor, o meu pai já sabe? - Perguntou curiosa, olhando também para Agnes que negava com a cabeça.

 

- Ainda não liguei a ninguém, não consegui. - Protestou sorridente, olhando para elas. - Lindinhas. - Comentou sorridente.

 

- Ah, não faz mal amor. Era só para saber mesmo. - Sorriu docemente, ficando ainda mais fofa quando ouviu o elogio. - Estás para aí a tirar fotos só a nós duas, mas também temos de tirar fotografias a ti! - Riu baixinho, fechando os olhos durante uns segundos.

 

- Sim, vamos ter muito tempo para isso. Não te preocupes! - Exclamou sorridente, guardando a câmara. - Queres descansar? Acho que devias dormir!

 

- Nós vamos andando para casa também. Precisam de calma agora! - Sorriu Agnes, olhando para eles.

 

Natasha olhou primeiro para o casal que se levantou do sofá e sorriu-lhes. - Está bem, vocês também precisam de descansar... Obrigada por terem vindo. - A loira sorriu à sua filha e começou a abanar a cabeça de forma negativa. - Mas eu quero ficar a tomar conta dela, amor... - Apesar de se sentir exausta, Tash só queria ficar agarrada à sua Rosie.

 

- Natasha precisas de dormir, senão daqui a pouco não consegues sequer pegar nela. Ela vai acordar de 3 em 3 horas, vamos deixar de vontades sim? Precisas de descansar... - Comentou com calma, olhando para ela.

 

- Sim, aproveita umas horas de sono depois do parto, sabe bem para recuperar as energias que vais precisar o resto dos meses. - Disse Agnes, sorrindo à amiga e deixando-lhe um beijo na testa. - Vamos amor?

 

- Pronto está bem, eu descanso, não se preocupem. - Sorriu carinhosamente, aproveitando aquele momento para mimar a filha.

 

- Alguma coisa liguem-nos. - Avisou logo Tom que olhava para o irmão, voltando a sua atenção para Agnes. - Sim, vamos amor.

 

- Sim, claro! Podem ir descansados que nós ligamos se for preciso algo. - Garantiu o loiro, erguendo-se da cama para se despedir de ambos. Assim que foram, Bill olhou Tash e aproximou-se de novo. - Descansa ok? Preciso mesmo que estejas com forças para cuidar dela. - Pediu, apontando Rosie.

 

Natasha assentiu ao namorado sem deixar de sorrir. - Está bem amor, eu vou descansar. - Murmurou, voltando a beijar a sua filha de forma carinhosa e cuidadosa. Deixou que Bill pegasse em Rosie ao colo e de seguida deitou-se numa posição mais confortável, ficando a observá-los. - Amo-te tanto, Bill... - Sussurrou.

 

- Também te amo bastante... Obrigado pela melhor coisa que me deste no mundo... - Agradeceu emocionado, olhando a pequena Rosie nos seus braços. - Vá, descansa. - Riu carinhoso e beijou-lhe os lábios, deixando depois um terno e demorado beijo na testa da loira.

 

- Digo o mesmo... Não tinha conseguido sem ti. - Murmurou com um sorriso fofo, aconchegando-se com cuidado. Estava tão exausta que depois de dois minutos de silêncio, já Tash estava a dormir pacificamente.

 

Bill sorriu, deitando o seu pequeno rebento no berço e deixando-se estar a apreciar Rosie durante um bom par de horas. Sentia-se o homem mais feliz à face da terra e independentemente de todos os percalços neste último ano, Rosie veio para os unir ainda mais.

 

Três meses e uma semana se passaram desde o nascimento de Rosie. Natasha queria imenso voltar a Londres, não só para que o seu pai conhecesse a neta, mas também por finalmente poder voltar a casa e ficar por lá em paz. A última vez que estivera em Londres viveu mais um dos muitos pesadelos causados por Gilles, e ela agora só queria esquecer tudo isso, substituir as lembranças más por outras que fossem realmente boas. O casal tinha finalmente chegado à mansão Kingsley e Natasha não poupou tempo. Procurou logo pelo pai, levando consigo a pequena Rosie nos braços. Congelou quando o viu e sorriu imenso. - Pai! - Guinchou de forma fofa, caminhando rapidamente na sua direção.

 

- Tem calma, ainda cais com a menina. - Riu o mais velho, abraçando a filha assim que esta se aproximou dele. - Que riqueza, olha só para esta coisa linda. - Sorriu abertamente.

 

- Não caio nada, está tudo controlado! - Riu baixinho, sorrindo imenso assim que o pai a abraçou. - É linda não é pai? Oh, estou tão apaixonada por ela, é um anjo. Nunca fui tão feliz, pai, juro. - Murmurou.

 

- Pareces tu quando eras pequenina e é tão loirinha, sai mesmo a vocês. - Riu, acariciando a bochecha da sua neta. - Olá rapaz, bem-vindo! - Cumprimentou Bill.

 

- Obrigado! Como se sente? - Questionou com um breve aperto de mão.

 

Natasha assentiu e olhou para as horas. - Oh, está na hora. Eu vou alimentar a menina, vocês ficam bem os dois não é? - Questionou com um pequeno sorriso, olhando o pai como se pedisse para não haver discussões. - Vá, eu já vou ter com vocês. - Informou, subindo as escadas com a malinha de Rosie, seguindo para o seu antigo quarto onde amamentou a filha.

 

- Sinto-me ótimo, obrigado. - Respondeu rapidamente, devolvendo o aperto de mão. - Sinto-me sempre melhor quando tenho a minha filha por perto. E agora com neta, estou nas nuvens! - Riu baixinho. - Vamos para o meu escritório, quero conversar contigo. - Começou por dizer, seguindo depois até essa mesma divisão. Fechou a porta depois de Bill entrar, e pediu-lhe que se sentasse na cadeira em frente à secretária. - Queres beber alguma coisa?

 

- É bom vê-lo assim! - Afirmou enquanto se sentava, olhando depois o mais velho que lhe oferecia uma bebida. - Pode ser um whisky. - Disse num tom calmo, após uns breves segundos a pensar.

 

O pai de Natasha assentiu e serviu dois copos com a mesma bebida, oferecendo um deles a Bill. - Eu queria pedir-te desculpa, rapaz. Acreditei na pessoa errada e coloquei a vida da minha filha em risco, a da minha neta e até mesmo a tua. - Suspirou, bebericando um pouco.

 

- Não se preocupe, felizmente tenho uma boa capacidade de controlar tudo. - Sorriu sem ressentimentos, bebendo também a sua bebida. - Aproveite agora todos os momentos, vai ver que se vai sentir muito melhor. - Aconselhou.

 

- Pois, eu agora sei disso. Tens a tua própria equipa e pelo que sei são bons no que fazem. - Sorriu, suspirando de seguida. - Há uma coisa que te quero mostrar e contar. - Começou por dizer, abrindo uma das gavetas, retirando de lá uma adaga e uma pistola que, pelo design, parecia ser de alguma mulher. - Isto era da minha filha. - Comentou enquanto olhava as armas, sorrindo com carinho. - Desde pequena que ela queria lutar. Ela dizia que queria ser guerreira quando fosse grande. - Ele riu e abanou a cabeça. - Ela via-me a treinar e apanhou o gosto e curiosidade, tanto pela luta corpo a corpo como com armas. Dei-lhe estas quando fez os dezasseis, ela estava tão feliz... - Contou enquanto recordava. - Mais tarde conheceu o Gilles e... Foi como se tivesse tido uma pequena lavagem cerebral. Ela deixou de fazer o que gostava, entregou-me aquilo que tanto amava. - Explicou, apontando as armas, chegando-as depois para o lado de Bill. - Mas eu acredito que tu não farás isso. Eu sei que não farás. Deixa-a ser ela mesma, e ama-a por ser quem é. Peço-te, Bill. Faz a minha filha feliz. Ela merece toda a felicidade do mundo.

 

- Ela tinha-me falado disto por alto. - Começou por dizer, agarrando na arma com cuidado e sorrindo. - Ela já tem algumas aulas, eu pedi que ela o fizesse, porque na minha ausência tem que saber como se defender, ainda para mais agora com a pequena. - Relembrou.

 

- Ótimo, fizeste muito bem Bill. A Natasha adora isto, só te peço que a deixes ser quem ela é. - Pediu calmamente, assentindo. - A minha filha vai proteger a filha a todo o custo, eu sei que sim. E ela luta muito bem. - Gracejou orgulhoso, terminando depois o seu whisky. - Estás com aquele ar que eu também tinha há muitos anos atrás, num dia muito específico... - Riu baixinho.

 

- Talvez seja esse o dia. - Riu divertido, não desvendando nada ao sogro por uma questão de o querer fazer apenas com Natasha e que fosse apenas ela a primeira a saber. Bebeu mais da sua bebida e olhou o mais velho. - Acha que ainda dá para irmos passear ao centro? Gostava de dar uma volta por aqui, em paz. - Comentou.

 

- Oh, bem me pareceu... - Sorriu todo contente, assentindo de imediato. - Claro que sim. Não sei como estás a planear fazê-lo, mas se quiseres eu fico a tomar conta da minha neta para vocês estarem os dois à vontade. Se criei a minha filha também posso tomar conta da minha neta. - Brincou, olhando-o.

 

- Não, a ideia era mesmo irmos todos em família. Fazer umas compras e assim por Oxford Street. - Explicou enquanto gesticulava, terminando o seu whisky e pousando depois o copo. - Falamos com a Tash a ver o que ela quer, depois decidimos tudo melhor. - Aconselhou.

 

- Claro, claro. Vou falar com a Claire para saber se ainda demora muito o almoço ou não, vai lá ter com ela. - Sorriu, levantando-se entretanto, dirigindo-se rapidamente para a cozinha.

 

Natasha ainda estava no seu quarto com a pequena Rosie. Já a tinha alimentado, trocado a fralda e estava naquele momento a cantarolar para ela, num tom baixinho com vergonha que alguém a ouvisse.

 

Bill bateu à porta, espreitando para o interior do quarto e sorrindo ao ver as mulheres da sua vida. - Posso? - Questionou com calma, entrando aos poucos no quarto.

 

A loira parou de imediato e olhou o namorado, um pouco corada. - Sim amor, claro. Eu estava a tentar adormecê-la, mas acho que ela despertou mais ainda com a cantoria. - Riu baixinho, beijando a sua filha. - Está tudo bem? Ficaste a falar com o meu pai...

 

- Sim, ele estava a falar-me de ti em adolescente. Nada de muito novo, mas é sempre bom saber! - Explicou com calma, pegando na pequena ao colo e beijando-lhe a testa, recebendo da parte da sua filha um roçar de cara com cara. - Alguém está com sono, mas a tentar fazer-lhe frente. - Comentou baixinho.

 

- Oh meu deus, foi-te contar os meus segredos vergonhosos... - Brincou, sorrindo toda orgulhosa ao ver o seu namorado com a bebé ao colo. - Sai mesmo à mãe... - Encolheu os ombros, rindo baixinho. - Pode ser que ela contigo adormeça. Quero dizer... Ela nos teus braços acaba por adormecer sempre. Lá está, sai à mãe!

 

- Claro, ela sabe quem manda aqui. - Gracejou num tom divertido, colocando a sua filha de barriga para baixo, sobre o seu longo braço e acariciando-lhe as costas com cuidado. - E não te preocupes que o teu pai não me contou nada vergonhoso sobre a tua pessoa. - Garantiu, beijando os lábios da mais nova com calma

 

- Hey, eu também mando, não és só tu! - Resmungou com um beiço fofo, apontando para ele. Correspondeu ao beijo de imediato, aproveitando para se aconchegar a ele também, vendo a Rosie adormecer aos poucos. - Bill? - Chamou por ele baixinho, sem tirar os olhos da loirinha mais nova.

 

- Diz. - Pediu, olhando para Rosie com atenção para ter em conta quando é que a pequena adormecia.

 

- Tens orgulho em mim? - Sussurrou a questão, olhando depois para Bill com um ar ansioso e um sorriso carinhoso. Ela sabia que ele tinha, mas gostava de ouvi-lo dizer aquilo.

 

- Claro que sim, todos os dias. - Garantiu, beijando a testa da namorada devagar. - Porque me perguntas, se sabes que te agradeço todos os dias pelo que me deste. - Relembrou.

 

Natasha sorriu ainda mais, abraçando o namorado com força. - Queria só ouvir-te dizê-lo mais uma vez, só isso... - Murmurou, espreitando Rosie. - Ela já adormeceu, amor. - Avisou baixinho, indo buscar a mantinha dela para a cobrir.

 

- Traz-me a alcofa dela por favor. - Pediu num tom baixo, apontando para a alcofa completamente dobrável que servia para as viagens deles. - Liga a câmara e deixamo-la aqui a dormir descansada. - Disse, deitando a sua filha de forma confortável e deixando que Natasha a cobrisse.

 

A mãe de Rosie fez tudo o que o namorado pediu, aconchegando-a uma última vez e dando um beijinho carinhoso à pequena antes de saírem do quarto. Seguiu com Bill para a sala de jantar, onde o almoço já estava a ser servido. Natasha sentou-se no seu lugar de sempre e respirou fundo antes de olhar para a sua esquerda. A última vez que ali estivera, Gilles estava ali também. Sorriu ao ver Bill e ajudou Claire a servir os homens, servindo-se a si por último. Estava tão feliz por ter ali os homens da sua vida que nem sabia o que dizer.

 

- Isto está com ótimo aspeto. - Comentou Bill, esfregando as mãos ao olhar o prato diante si.

 

- Fiz o prato favorito da menina, espero que gostem. - Informou Claire, meio acanhada por estar a servir também Bill, alguém novo para ela e que considerava bastante importante.

 

Tash começou a comer pouco depois, sorrindo imenso assim que provou. - Oh, está uma delícia! - Afirmou, olhando de imediato a sua empregada. - Muito obrigada, mesmo. - Agradeceu já meio emocionada, revirando os olhos perante isso mesmo. - Desculpem, pensei que esta coisa da lágrima fácil passava depois da gravidez… - Riu baixinho, passando as pontas dos dedos cuidadosamente pela zona dos olhos. - Tem estado tudo bem por aqui, pai? E contigo?

 

- Sim, tenho estado ótimo. Voltei ao Golf, nunca me senti tão bem! - Exclamou, comendo também aquela refeição de forma bastante deliciada. Parecia até uma criança!

 

- Ao menos isso Mr. Kingsley, estar mal é que não é nada recomendável. - Comentou Bill, sorrindo enquanto olhava de vez em quando para o seu telemóvel onde mostrava a imagem de Rosie a dormir tranquilamente.

 

- Oh, que bom pai! Fico tão feliz por ti! Eu não sei muito de golf, mas sei que és um pro. - Gracejou, gesticulando com uma das mãos. Ficou impressionada quando percebeu que já tinha comido quase metade da refeição e fez uma pequena pausa, bebendo alguma água.

 

- Um dia tenho que levar o Bill comigo. - Disse num tom divertido, vendo o mais novo quase se engasgar com a comida. Bill não era muito bom nas tacadas!

 

- Prefiro não o fazer passar vergonhas. - Garantiu num tom pausado, ainda de olhos meio arregalados.

 

Natasha assustou-se quando o viu a engasgar-se e acudiu-o de imediato, suspirando quando viu que estava bem. - Que sustou... - Murmurou preocupada, rindo baixinho depois. - O meu Bill não é lá muito bom nisso, pai. Mas podem ir um dia dar uns tiros. Oh, ele é tão bom nisso. Melhor que eu até... - Revirou os olhos de forma divertida, sorrindo depois ao namorado, acariciando-lhe a mão.

 

- São muito anos a dar tiros, normal que tenha muita pontaria e prática. - Riu divertido, terminando a sua refeição. - Vais ver que com o tempo ficas com uma boa pontaria. - Incentivou.

 

- Eu tenho uma boa pontaria! - Resmungou de boa cheia, pousando os talheres quando já tinha terminado. - Só estou destreinada, mais nada. - Encolheu os ombros, respirando fundo quando do já tinha engolido o resto da comida. Natasha ficou distraída por instantes, completamente babada ao ver no telemóvel de Bill a sua menina a dormir. - Parece um anjo... - Comentou baixinho, maravilhada.

 

- Ela é um anjo por agora, vamos ver quando crescer se não vira uma Natasha dois. - Riu, levando o mais velho de todos a gargalhar também como se soubesse bem do que ele falava.

 

- Até parece que eu sou uma peste do pior! - Resmungou de forma divertida, afastando o prato ligeiramente de si.

 

- Não dissemos isso, mas és fresca. - Piscou-lhe o olho, beijando-lhe depois a testa antes de terminar a sua refeição. O resto do almoço decorreu entre muita conversa e mais para meio da tarde, Bill decidiu levar Natasha a passear pelo centro de Londres com a sua pequena.

 

Tash ia agarrada ao braço do namorado, feliz por finalmente terem um momento de paz e sossego em família. - Estou tão feliz por estar tudo bem agora... Ela parece feliz. - Riu baixinho, apontando para a filha.

 

- Claro que está, estamos todos felizes. - Sorriu, olhando para a namorada enquanto empurrava o carrinho. - Sabes, acho que não podia ter encontrado mulher mais perfeita para mim. Toda alucinada... - Brincou.

 

- Pois, pois... Sou toda alucinada mas tu amas-me como eu soou, por isso. - Ela encolheu os ombros e sorriu de forma carinhosa, olhando também para ele. - Também te amo, alucinado.

 

Bill riu-se, beijando a namorada e retirando da malinha de Rosie uma pequena caixa de veludo vermelha. Abriu-a com uma só mão e afastou a boca da loira, fazendo-a olhar para o anel. - Aceitas casar comigo? - Questionou.

 

Natasha arregalou os olhos ao ver o anel e encarou o namorado de imediato. - Oh meu deus... Oh meu deus, Bill... - Murmurou, voltando a olhar para o anel durante uns segundos. - Claro que aceito! - Guinchou feliz, abraçando-o e beijando-o apaixonadamente.

 

- Ah, estava aqui que nem podia. - Suspirou de alívio, abraçando-a com calma e beijando-a depois com todo o carinho.

 

A loira sorriu imenso e deixou que ele lhe colocasse o anel, olhando de vez em quando para Rosie. - Tu fazes-me tão feliz. Tu e a Rosie. - Sorriu, beijando-o novamente. - O anel é tão lindo, nem sei o que dizer.

 

- Não precisas de dizer, basta andares com ele todos os dias. - Sorriu abertamente, guardando de novo a caixa e beijando-lhe a mão. - Assenta-te como uma luva. - Comentou.

 

- Eu nunca mais o vou tirar! - Disse de imediato, sorrindo mais ainda quando ele lhe beijou a mão. - Há quanto tempo andas tu com isso no bolso? - Riu baixinho.

 

- Há uns dias, quando comprei os bilhetes para cá. - Riu meio nervoso, caminhando com ela pelas ruas cobertas de gente. - Agora toca a preparar o casório! - Exclamou entusiasmado.

 

- E porque é que não pediste antes?! Eu aceitava mesmo que me pedisses em casamento na casa de banho! - Riu às gargalhadas, parando quando ouviu o telemóvel dele a tocar. Espreitou para o ecrã e quando viu que era Tom deixou-o falar à vontade.

 

O Wolf foi raptado. - Informou Tom assim que Bill atendeu o telemóvel. O mundo do loiro pareceu desabar naquele momento ao ouvir a voz destroçada do irmão. No segundo a seguir ele tinha pedido a sua noiva em casamento e agora descobria que o seu sobrinho tinha sido raptado.

 

- Raptado... Oh meu deus... Como? - Questionou confuso, abanando a cabeça enquanto olhava Natasha e Rosie, sem saber o que dizer mais.

 

TO BE CONTINUED

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publicado às 15:00
editado por Daniela C. a 23/8/17 às 20:01


1 comentário

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De twilight_pr a 13.01.2018 às 18:47

Primeiro que tudo, um momento super mimoso entre eles, o pedido de casamento, colocar a menina a dormir, a conversa entre o pai dela e o Bill socorro e no final temos esta parte sobre o pequeno ter sido raptado?! Ai socorro, os meus sentimentos!!!
Preciso de saber maaaais!


Beijinhos <3

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Quando tudo parecia quase perfeito, os fantasmas do passado voltam a surgir. Natasha vê-se encurralada com um passado capaz de arruinar o seu futuro e determinado a destruir os que ama. Será capaz de controlar tudo o que a rodeia?


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